A fuga para o suicídio
Por Filipe Pinheiro
Tema difícil de se tratar em tão poucas linhas.
Acrescento meu depoimento:
EU passei por uma depressão muito forte, dessas de não abrir a porta de casa por dias, eventualemnte sair, pegar comida e voltar à reclusão por outros dias. Colocar lençóis nas janelas pra não ver o Sol e poder dormir, dormir. Sentindo-me inútil. Achando que tudo que já havia feito tinha dado errado e racionalizando que não adiantava fazer mais nada, porque ia dar errado de novo.
Um belo dia, meu pai (com quem tenho um relacionamento distante) simplesmente disse que ia me levar a um psiquiatra, eu não recusei.
Já estou no segundo psiquiatra, agora acho que acertamos nos remédios, isso não quer dizer que esteja vibrando de alegria, mas que voltei a FUNCIONAR como pessoa, trabalho, estudo e reencontrei meus amigos, e alguns novos.
Já se passaram 6 anos de tratamento. Só depois de um ano veio o diagnóstico como transtorno depresivo bipolar. Gosto de pensar que um dia não precisarei mais dos remédios mas reconheço que foi a intervenção do psiquiatra que me trouxe de volta ao jogo da vida e por isso continuo no esquema dele.
Esta introdução é para fundamentar o que quero dizer a seguir:
Ao longo dos últimos dez anos o pensamento do suicídio foi recorrrente. Na verdade consegui alcançá-lo em areas abstradas: cometi suicídio social ( me isolando, matando minha personalidade junto as pessoas) cometi suicídio profissional (abandonando trabalhos pelo meio, coisas bonitas até…) academico (quase fui jubilado, hoje estou as vesperas de terminar meu curso de engenharia)
Pra mim o suicídio não é uma opção e nunca foi. É sim a falta de opção, a fuga extrema! A maioria ve um filme romantico e esquecem por duas horas dos seus problemas…e depois retomam suas vidas aliviados. Aquele que está imerso na angústia não consegue esse efeito. Sim porque depressao é angustia a enesima potencia
Parece que nada apaga essa dor no peito, e de repente meio que sorrateiramente vem a pergunta, E SE… ai não vai mais doer…
Entendo hoje que a questão é que aquele que está imerso nesta angustia perde o contato com as pessoas e por isso perde o parametro de que todos convivem com isso e que há muitas maneias de lidar com isso, e ainda que errar faz parte do processo, devemos nos permitir cometer erros.
Neste sentido a família de um suicida talvez tenha perdido uma oportunidade de mostrar-lhe alternativas. Nao que seja culpada das escolhas de outra pessoa, em absoluto! Aqui talvez a dor seja de querermos tanto sermos compreendidos e nem tanto querermos compreender. E ai talvez a familia tenha um pouco de suicida dentro de si. Ninguem gosta de se perceber egoista
Desculpem se meu comentario se estendeu muito mas não podia deixar passar esta oportunidade e tenho a pretensão de colaborar com o tema, sobretudo por saber que ha muitos deprimidos que não recebem o mesmo apoio tecnico que eu. E talvez oferecer uma leitura util as familias de modo geral.
Por Hélio Jorge Cordeiro
Nassif, o contra ponto a ideia do suicidio está no meu livro O SUICIDA, que trata mais da conciência do que da depressão, tudo de forma bem-humorada, como tudo deve ser tratado na vida. Esta, por si só já é um fardo a ser carregado.
Com sua permissão, aqui está o link do meu livro na Cultura: clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: depoimento, suicida, suicídio, transtorno depressivo bipolar

Felipe
Por ter passado batido pelo post de ontem, só agora me liguei na beleza de seu comentário, amigo. Tão belo que mereceu destaque…se há muitas derrotas, merece destaque toda e qualquer vitória. Chegar no fundo, ou partir do fundo de um abismo, e conseguir sair, seja lá como for, faz de qualquer um, homem ou mulher, um grande vencedor.
E como a sua vitória é das grandes, amigo, e pode servir de bandeira para muitos que estão passando, ou já passaram, como eu, permita-me sugerir que você reflita bastante sobre o seguinte : a vida, em todo “eu só” de quem quer que seja, sempre foi vazia, amigo, e nem por isso o mundo é dos suicidas.
Reflita sobre o que foi colocado pela Luzete e pelo Uwe, e perceba que mais importante que depender desse vazio, ou do nosso conhecimento, ou de nossas realizações, é permitir que as sensações sejam renovadas, ou estimuladas, dia após dia, ano após ano : Como? Libertando-se um pouco da maneira usual de ser, mudando, procurando novos hábitos, mostrando-se receptivo às novas sensações, porque não podemos alterar o vazio, mas podemos sim preencher com novidades.
Saca só o que vou colocar a seguir…é de autor desconhecido, encontrei por aí :
Um belo dia, um especialista em gestão de tempo quis surpreender algumas pessoas desanimadas e fez o seguinte : pegou um frasco de vidro, de boca bem larga e colocou sobre a mesa, junto com uma bandeja repleta de pedras do tamanho de um punho, e perguntou :
- “Quantas pedras vocês pensam que cabem neste frasco?”
Depois das pessoas fazerem suas conjecturas, começou a meter pedras até que encheu o frasco. E aí perguntou:
- “Está cheio?”
Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou de sua maleta um saco com pedrinhas miúdas e começou a despejar no frasco. Despejava um pouco e sacudia o frasco para que as pedrinhas penetrassem nos vazios que existiam entre as pedras grandes. Então sorriu com ironia e repetiu :
- “Está cheio?”
Dessa vez as pessoas duvidaram e responderam :
- “Talvez não”
- “Muito bem!”, disse o especialista, e logo em seguida retirou de sua maleta um saco com areia. E repetiu toda manobra, da mesma forma que faz com as pedrinhas miúdas, até que a areia penetrasse nos vazios que existiam entre pedras miúdas e grandes.
- “Está cheio?”, perguntou de novo
- “Não!” exclamaram as pessoas, já tendo percebido onde ele queria chegar
Mas, não satisfeito, o especialista pegou a jarra com água que estava na mesa e começou a derramar para dentro do frasco. Assim fez, até que toda água fosse absorvida pela mistura, sem transbordar sequer um pingo.
- “Bom, o que acabamos de demonstrar?”, perguntou o especialista
E uma das pessoas presentes, mais afoita, arriscou responder :
- “Que não importa o quão cheia está a nossa agenda; se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais compromissos”
- “Nada disso”, e concluiu o especialista.
- “O que a experiência nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois…
E as pedras grandes você já colocou no seu vazio, Felipe, e, pelo que podemos perceber do seu comentário, foi um tremendo sufoco, mas você soube se livrar delas numa boa, com a ajuda de especialistas e muita força de vontade. Melhor forma de se recuperar.
Se mesmo com elas, as pedras grandes, como mostrado acima, foi possível completar com outras coisas, imagine sem elas, amigo. Imagine se agora você preencher sua vida com novas sensações, novos desafios, é sucesso na certa, pois vitorioso você já demonstrou ser e isto vai servir de exemplo para muita gente por aí…
força, amigo…preencha os vazios com algo e as pedras grandes não mais caberão.
Peregrino,
Obrigado pelas palavras solidarias e amigas!
Ja conhecia a historia do pote de vidro mas vc colocou muito bem.
Talvez a beleza reconhecida no meu post seja a melhor referencia de que a beleza voltou a brotar de dentro de mim novamente.
Confesso que estou emocionado com a repercussão obtida e com tantos comentarios sendo a maioria solidária.
Espero que muitos daqueles que sofrem como eu sofri um dia tenham a oportunidade de ler este debate e percebam que voce tão bem colocou:
“a vida, em todo “eu só” de quem quer que seja, sempre foi vazia, amigo, e nem por isso”
É muito importante relativizar a dor.
Obrigado
NASSIF
Desculpe se estou usando muito este seu espaço, quase num microblog dentro do seu , mas é que o assunto assumiu um aspecto pessoal que não pude abrir mão de responder a tantos comentários.
Agradeço pelo privilégio e pela oportunidade de participar desta comunidade democratica, sensível e tão bem frequentada que com seu talento fostes capaz de reunir.
Sinceramente
Filipe
Disponha, Filipe.
Prezado Felipe, um cara como vc tem que viver muito sô! Depois de um depoimento tão sincero e valoroso, digo: vá em frente cara!
Felipe, eu também estou vivendo uma fase complicadíssima, com muito sofrimento, porém eu sei que só o tempo pode amenizar as dores.
Parabéns pela coragem de se expor, e até por isso vc já é um vitorioso.
Um beijo , muita paz, muita luz.
Sumiu, heim Márcia? Espero que supere logo seus problemas.
Obrigada, LN.
Assim que tudo acalmar eu voltarei.
Um abraço para vc e para os amigos do blog e da comuna.
Uma boa semana para todos.
Fiquei profundamente tocada com este depoimento, que me foi encaminhado por um grande amigo que encontra-se em Angola e que vem acompanhando todo o meu drama, similar ao de Felipe, exceto pela ideação suicida. A fuga é necessária sim, em qualquer estágio da doença e do tratamento. Eu optei pela palavra, pelo texto como catarse. Tenho um blog, quase um diário que fala das dificuldades, avanços, tratamento, sintomas. E, assim como Felipe, reconheço no meu psiquiatra um salvador. O tema é duro, mas tem que ser exposto com crueza, sim. Só deste modo podemos entender e nos fazer entender.
Filipe,
Desejo lhe ajudar contando duas experiências vividas por uma amiga muito próxima e um conhecido um pouco distante.
Este conhecido vivia exatamente como você se descreveu e essa amiga estava em depressão e em uso de medicamentos.
Em ambos os casos, essas pessoas foram assistidas por evangélicos, no caso dessa amiga por eu mesmo e no caso desse meu conhecido por pessoas próximas a mim.
O que posso lhe dizer com toda certeza (porque estou vendo e vivenciando isso) é que essas duas pessoas estão totalmente livres da depressão, alegres, em paz, e isso sem uso de quaisquer tipos de medicamentos.
Vivenciamos diversos casos como esse, destaquei esses dois por serem os que mais me chamaram a atenção.
Não pretendo te influenciar, mas desejo te orientar dizendo que em uma igreja evangélica você encontrará o alívio que tanto almeja.
Sou membro da Igreja Cristã Maranata e posso lhe dizer que se trata de uma denominação bastante séria. Se sentir desejo de conhecer, estaremos de braços abertos.
Desejo sinceramente que encontre esse caminho e que o Senhor te abençoe.
Anselmo
Anselmo,
Eu estou feliz hoje! Como disse no depoimento reeencontrei meus amigos, fiz novas amizades, alem disso conheci muheres encantadoras e que sei que gostaram e gostam de mim.
Estou me graduando em engenharia Naval, trabalho num laboratório de pesquisa com um dos mais renomados PHDs na área.
Estou recuperado, não tenho dúvida. Até porque quando estive deprimido colocar as idéias da forma como coloquei e me expor desta forma seria simplesmente inalcansável para mim.
Quanto a sua sugestão, agradeço com carinho, tenho enorme respeito pelas igrejas evangélicas e pelas religiões todas de modo geral. Todos são caminhos em direção do BEM, do amor. Cada uma se adequa ao momento de vida, de compreensão de cada pessoa.
Não abri a discussão religiosa porque não queria expandir o tema e divergir da discussão sobre os pensamentos que podem influenciar aqueles que estão precisando de ajuda tal qual um dia precisei.
Para registro estou envolvido com o Espiritsmo e muito feliz com minha opção, lendo o Evangelho com outros olhos mas no fundo com a mesma intenção das igrejas evangélicas. Ser feliz e fazer feliz aos outros.
Que a paz esteja contigo
Fiqei profundamente sensiblizado pelo depoimento, agora vc já faz idéia do tanto de pessoas que com essa atitude voce está ajudando, lindo maravilhoso pois eu tive que superar a tormenta com somente ansioliticos e vontatde de viver, muiiita vontade de viver. Parabéns Filipe por e principalmente pela sua coragem,
Sou do tempo em que deprimido era tachado de preguiçoso.
Entretanto evoluí e compreeendo plenamente o sofrimento, a insergurança e as incertezas dos deprimidos.
O único conselho que me permito dar-lhe é para levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.
O blog de Tê Barretto é http://jardimdeonzehoras.blogspot.com
ou basta clicar no nome dela que o link leva até ele.
Filipe, a dor existe tanto quanto a felicidade. Essa sociedade de pombos-correios em que vivemos é que só quer pessoas felizes. É só sorrindo que se vende coca-cola ou um carro em mil prestações… Mas pondo de lado a bondade de prateleira e os sorrizos de verão, analizando sem romantizar este evento super-valorizado chamado vida, pergunto-lhe: é normal que alguém vivendo no mundo contemporâneo não pense em se matar um dia? Você e eu temos sorte de ter descoberto isso cedo. Quanto menos ídolos melhor.
A ideia do suicídio é uma grande consolação: ajuda a suportar muitas noites más.
Friedrich Nietzsche
Abraços e parabéns pela navegação!
e seu pai te salvou! que beleza.Família é tudo.
Parabéns e pé na tábua, Filipe!
(Marcia, que tudo corra bem).
Filipe
Fiquei muito feliz que esse tema espinhoso, que vc teve a imensa delicadeza de compartilhar conosco, tenha virado uma postagem neste blog.
É sempre difícil abordar temas que para muitos parecem subjetivos demais, como a depressão, a angústia, bem como transtornos de natureza psíquica – bipolares, toc, boderline, asperger etc
Como havia dito anteriormente, tenho problemas dessa natureza em família. Meu primo tentou suicídio algumas vezes e temo que, em breve, conseguirá. Recentemente fez nova tentativa, foi internado, agora parece em franca recuperação.
Mas até a recuperação nos amedronta, afinal tememos que isso lhe dê forças para tentar ceifar a própria vida novamente. Ele é jovem, lindíssimo, de uma inteligência única, poliglota, viajado, rico, instruído e…. infeliz!
Nada nem ninguém o tira dessa imensa solidão, dessa tristeza quase palpável. Quase não sorri, sente-se bem estando sempre só com seus pensamentos. E se algo o mantém vivo é o trabalho e a família. De resto sei que já teria partido…
Ficamos em vigília para que não faça besteira, mas ele já é homem feito, trabalha e não podemos fazer muito…
Tem tb meu irmão que tem depressão e um outro primo de 11 anos que tem asperger. A família tem esse “carma” deixando mais que evidente a natureza genética desse mal.
O mais importante é vc ter isso muito claro dentro de vc: que é genético. Traz um certo conforto saber que vc não tem culpa (o gde mal dos deprimidos), são apenas ligações nervosas e disfunções bioquímicas que precisam ser reguladas.
Conhece a escritora Sílvia Plath? Pois é, o filho dela tb suicidou-se no início do ano com o mesmo problema da mãe. Fiquei chocada! Mais uma prova da ligação genética.
A medicina ainda caminha com passos de tartaruga nesse sentido. Espero que os laboratórios deixem de ser menos mafiosos e partam para mais pesquisas, descobrindo medicamentos mais eficazes e sem tantos efeitos colaterais.
Fiquei feliz pela imensa maioria dos comentários daqui, solidários a vc. E dou-lhe forças para continuar com a medicação e não se deixar trair parando com os remédios. Eles que te equilibram!
Aprender a viver com medicamentos é complicado, eu sei. Mas continue firme com eles, sabendo que uma boa terapia tb ajuda.
Se vc puder deixar um email terei imenso prazer em entrar em contato com vc para conversarmos mais a respeito (não faço parte da comunidade do blog).
Beijo!
Ola Abelha,
Primeiro gostaria de me corrigi quando te chamei de amigo e depois vendo outros comentarios percebi que é uma nova AMIGA, a quem ja apreciava comentarios anteriores de outros tópicos. É com alegria que leio mais este seu comentário.
O mais importante não foi ter sido destacado como postagem mas sim a quantidade de pessoas que se envolveram com o tema. O Nassif muito inteligente e sensível demonstra ter percebido o alcance possível e sou muito grato a ele por isso.
Não quero aqui fazer proselitismo, mas diante da dificuldade do seu primo talvez leituras espiritualistas possam ajudá-lo, tenho inclusive audiobooks do Dalai Lama que me ajudaram muito ouvindo nas minhas caminhadas. De qualquer forma procurarei lembrar de voce e de sua familia em minhas humildes preces.
O exercício espiritual pode ser também uma forma dos seus familiares se sentirem parte de um grupo, acolhidos numa comunidade. EU optei pelo espiritismo e por isso recomendaria mas tenho certeza que qualquer pratica que busque o bem, o fazer feliz para se sentir feliz pode ajudar. Católica, Budista, Protestante, Evangélica, todas são boas e sobretudo bem intensionadas, o mais importante é saber em qual abordagem eles se sentem bem.
De fato tenho claro que meu transtorno é genético, no caso de natureza bipolar, mas a depressão não é genética, foi provocada de alguma forma. Minha missão foi e é buscar e manter a estabilidade assim pude superar a depressão e agora posso evitar que volte. Mas isso é um aprendizado pra vida toda. Este aspecto é que me faz concordar contigo que de fato é muito pouco provável que possa parar de tomar os remédios pois são necessários ao meu equilíbrio químico para a estabilidade. Possivelmente em certa altura possa estar com doses bem reduzidas mas certamente diárias. Depressões de outras natureza sem oscilações já permitem em alguns casos, quando superadas, a suspensão dos remédios o que não parece ser o meu caso.
Da escritora Sílvia Plath não li nada a seu respeito e tenho me mantido afastado de leituras dessa natureza, me atenho mais às que celebram a vida e especialmente às de base técnica. Também leio muita filosofia e não acho o Nietche assim tão pessimista, mas enfim… Mesmo assim é triste saber da morte de seu filho ser tambem dessa forma.
Quanto a medicina e os laboratórios me permito discoradar de sua opinião, acho mesmo é que estão criando drogas demais. Tenho a impressão que todo mundo “toma alguma cosinha” pra animar ou pra dormir porque precisam de algum aditivo para se manterem dentro do “normal” supostamente exigido pela sociedade. Neste ponto o Dalai Lama é bem critico. Talvez estejamos exagerando tal qual uma criança que toma montes de xarope pra tosse mas que os pais não colocam pra faer natação, ou do contrário muitos asmáticos que conseguem se tornar independentes da bombinha porque praticaram muita natação. Esta semana mesmo o laboratório do meu remedio, o Seroquel, foi multado em Us$520.000,00 porque estava fazend propaganda de sua aplicação para efeitos não previstos em sua licença oficial, os médicos tem autnomia para receitar o remédio se avaliarem que vai ajudar o paciente mas os laboratórios não devem recomendar seu uso…
Realmente a solidariedade dos comentários me emocionou muito! Me senti impelido a responder a cada um, o volume de minha participação me fez ainda perceber a oportunidade de agradeçer ao Nassif mais uma vez. E com base nos inumeros outos tópicos que já li e não cheguei a comentar gosto de pensar que muitas pessoas leram o post e principalmente os comentários sovretudo porque assunto não se esgota.
Quanto aos medicamenteos não há blefe em querer parar. Na verdade acho que é uma maneira de me colocar otimista diante dessa realidde nova. Pra quem já viu o lodo do fundo do poço e agora põe a cara pra fora deste poço e vê o sol brilhar a ponto de sorrir pelo smples fato de poder ver a luz pensar em “um dia” não precisar mais de remédio seria como pensar em “um dia” nem ter mais poço algum pra cair…
meu e-mail é fpinhero@ufrj.nr
Saudações
fpinheiro@ufrj.br
O certo é ‘Pombos-correio’. Desculpem-me o erro crasso.
Bom dia!
Ola Guilherme,
Não esquenta, já errei tanta digitação por aqui… O pessoal é compreensivo, está preocupado com a mensagem, com o conteudo. E tem a turma que usa mac e não consegue acentuar…
Abração
Filipe
Escreverei à noite para vc, pois durante o dia meu tempo é corrido.
O tema em questão, além de vc, exigem atenção plena! Nada de conversas rápidas…rs
Beijo!
Pelo visto o senhor não aprendeu nada com esta fase difícil de sua vida… Aqui deixei um post para as pessoas que podem encontrar sua página sobre o tema suicidio… no google foram 635,000 buscas sobre o assunto nos meses anteriores. Faço um trabalho de prevenção ao suicidio gratuitamente e indiquei no meu post o CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA par aquelas pessoas que não tem a quem recorrer e precisam de uma palavra amiga. Disque 141 a linha do desabafo. Mais não foi aprovado!….
Sr. Anselmo,
Não entendi seu comentario.
Primeiro não sou eu que controlo este espaço, pertençe ao Luis Nassif. Segundo o seu post foi aprovado pelo Nassif sim e esta aqui e copio abaixo, veja que são ordenados por data e hora e estão separados por páginas afim de facilitar a navegação. Alguem que abre espaço para um humilde depoimento certamente não iria faltar com um programa tão importante como o seu, o CVV:
Anselmo Secco disse:
8/11/2009 às 20:44
VOCÊ NÃO IMAGINA O QUE UMA CONVERSA PODE FAZER PELA SUA VIDA
SERVIÇO GRATUITO – 24 HORAS E
DE QUALQUER LUGAR DO BRASIL – DISQUE – 141
Disque Agora de qualquer lugar do Brasil! – 141
CVV – CENTRO DE VALORIZAÇÃO DA VIDA
Conheça o site: tipos-formas-metodos-cometer-suicidios.divinoamigo.org
Peço que o senhor não seja injusto comigo, muito menos com este espaço, tenha mais calma na navegação online, há diversas formas de organizar o espaço virtual e nem sempre estamos familiarizados com todas.
Seja feliz