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07/11/2009 - 09:45

O Brasil no Financial Times

Por foo

Lula, Dilma, e Meirelles no Financial Times

Relatório especial do Financial Times: “Investing in Brazil”

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

17 comentários para “O Brasil no Financial Times”

  1. Jorge Verissimo Pereira disse:

    Nassif, ha um tempo vc disse da do erro do governo ao permitir a falecncia da Varig. Interessante que neste relatorio do FT (Tourism profile: Brazilian Beach House exploits gap in villa rental market ), ele falam como nosso turismo atrai muito menos turistas que o mexico e ate menos que um pais do leste europeu (Bulgaria). E que depois da falencia da Varig o turismo de estrangeiros no Brasil ainda nao se recuperou da queda. Tai mais uma razao (alem do famoso caos aereo que a quebra proporcionou) para o governo ter intervido antes,.

    • Leosfera disse:

      O investimento em Turismo, bem faito, traz divisas, melhora a imagem do país, e gera emprego. Mal feito, gera Costas do Sauípe e mil outros desastres ambientais e fracassos comerciais (e com meu dinheirino na PREVI). Agora é a Ilha do Urubu. Não esquecer o Império Ibérico que se instaurou no setor no Nordeste.
      O setor aéreo é complexo, pela prória característica do setor, não importa onde, e porque as relações com o poder público são profundas e espúrias. A VARIG distribuía passagens a políticos, e lucrava com os brasileiros ricos, as passagens eram caríssimas. Precisava ser salva (a Aracruz e a Sadia foram socorridas depois de apostar errado no câmbio!), mas sua gestão fora desastrosa. A Gol surgiu do nada: um obscuro empresário de ônibus de repente adquiriu sei lá quantas aeronaves e praticou dumping – coisa de quem tem bala na agulha. Seus amigos são Roriz e quem sabe… Daniel Dantas, lavando dinheiro de corrupção? Posso estar errado, é só um palpite. Mas as tarifas baixaram, o fluxo aumentou e o controle aéreo se mostrou falho (sem descartar o papel do motim no Apagão Aéreo). Para 2014, investimentos serão feitos, aquém do ideal, mas melhor que nada. Que venham então os estrangeiros!

  2. Nilson Fernandes disse:

    Nassif, o Lula e a Dilma concedem entrevista em português e o Henrique concede entrevista em inglês. Eu acho que o Meirelles deveria ter sido presidente do Banco Central no governo do FHC. Abs.

    • Andre Araujo disse:

      Se a entrevista é na Inglaterra, o jornal é inglês, o reporter idem, o Meirelles fala inglês, porque daria entrevista em português? Quem protocolarmente só deve se manifestar fora do Pais no idioma nacional é o Chefe de Estado.
      Os demais funcionarios do Estado, inclusive Embaixadores, falam em inglês ou francês ou espanhol ou alemão, o que souberem e o que for mais apropriado no encontro.

      • Nilson Fernandes disse:

        André o FHC e o Meirelles podem falar até em Javanês.

      • Nilson Fernandes disse:

        André, tive um colega de faculdade que ao ser perguntado quem nascia na mongália…ele respondeu .Ora, que nasce na Mongólia é Mongolóide e não Mongol. heheheheheheh.

    • Leosfera disse:

      detalhe: ele fala bem, mas sua fonética inglesa é pobre…

      • Andre Araujo disse:

        Meu caro, alguns ministros de Lula tem vocabulario de 50 palavras, cheios de “”isso dai”", “”não tem nada disso”" e quetais. O Meirelles para o conjunto está bom demais, reconheço todavia que intelectualmente fica devendo.

  3. Reuab disse:

    Vica evdente que o Clóvis está se desculpando com a direção da Folha, a intenção inicial da abordgem era causar algum tropeço da Dilma, para justificar o custo da viagem, vai daí, que acabou favorecendo a pré candidata

  4. Raí disse:

    Os comentários elogiosos dos analistas economicos do FT,serão mais um motivo de indigestão,para os oposicionistas de plantão,e para a maioria do PIG,que mal se recuperaram de ter que “engolir”a solenidade de entrega de mais um prêmio ao Pres.brasileiro,em Londres,e agora têm que ler(afinal eles sabem ler o idioma de Shakespeare no original !) no FT,os elogios da imprensa do 1º mundo,à política economica brasileira.
    Haja Lexotan !

    • Nilson Fernandes disse:

      Raí Lexotan é elogia para esta imprensa. Eu daría pra eles Valium de 10 mg para continuarem dormindo… Abs.

  5. Nilson Fernandes disse:

    Raí , Lexotan é elogio. Eu daría para eles Valium de 10 mg para continuarem dormindo.Abs.

  6. Lima disse:

    QUEBRA MAIS UM GIGANTE FINANCEIRO

    Desta vez foi a CIT, especializada em créditos a estudantes e pequenas empresas. Ela entrou com o pedido de concordata num tribunal de Nova Iorque, neste domingo, alegando impossibilidade de pagar suas dívidas.

    A dívida da CIT é de mais de 65 bilhões de dólares. Os principais acionistas, entre os quais Goldman Sachs e o magnata Carl Icahn, aprovaram um plano de reorganização que reduzirá a dívida total em 10 bilhões de dólares para que a companhia possa continuar operando. A CIT chegou a receber ajuda do governo de 2.300 bi de dólares.

    Com ativos de 71 bilhões de dólares, a CIT é a quinta maior quebra da história dos EUA, atrás apenas de Lehman Brothers, Washington Mutual, Worldcom e General Motors..

    A empresa vai continuar operando. Suas dívidas serão reescalonadas e ela espera recuperar-se a médio prazo, como tem acontecido com outras companhias que receberam socorro do governo.

    Este ano, 115 bancos já sofreram intervenção dos órgãos reguladores. Foram fechados mais 9 na sexta-feira. E os analistas calculam que até 2011 mais 1.100 pequenos bancos e companhias de crédito podem desaparecer.

    Contas de depóstito até 250 mil dólares são garantidas nos EUA em caso de quebra de bancos

    Fonte: http://leilacordeiro.blogspot.com/

  7. Leosfera disse:

    Nassif, colegas leitores, economistas dissidentes, esquerdistas de modo geral:

    Descobri que o Brasil não tem uma representação da ATTAC, organização que combate os abusos do setor financeiro, e propõe, dentre outras coisas, a taxação de transações financeiras internacionais – o conhecido Imposto Tobin, algo como nosso IOF recentemente adotado – e o Indice de Secretividade Financeira – que tem revelado que Wall Street é tão “opaca” quanto Jersey ou Cayman.

    A Argentina tem um escritório; poderíamos mobilizar interessados, economistas e leigos, localmente, até surgir uma liderança disposta a se dedicar à causa e fazer a ideia acontecer, contando com a ajuda dos vecinos. Estou agora mesmo escrevendo a eles, para saber até se já há uma articulação em curso.

    Quem se interessar, pode me escrever em afonso.leonardo@gmail.com ou para a lista levantatuavoz@yahoogrupos.com (que criei para tentar mobilizar gente contra o abafa da Satiagraha). Pode ainda, e deve, visitar http://www.attac.org/es.

  8. amigos:
    é da praxe internacional que as entrevistas sejam
    feitas na língua do país do entrevistado, quando este é autoridade pública. a questão não é saber ou não saber línguas ( o antônio houaiss afirma que falar muitas línguas é coisa de gerente de hotel. sem ofensa a eles, pois é necessidade profissional). isto só não tem validade numa
    parcela da república tucana. o fhc fala sempre na língua do entrevistador ( macarrônico, sempre, o fhc). afinal, ele é um
    homem globalizado. salve o pavão!
    romério

    • Andre Araujo disse:

      Praxe internacional? Estabelecida por quem? Apenas com o Chefe de Estado, quando no exercicio do cargo e em representação do Pais em eventos oficiais, não em entrevistas.
      Jacques Chirac deu incontaveis entrevistas em perfeito inglês, Tony Blair deu entrevistas em um razoavel francês, ele morou na França (era barman em um hotel de Biarritz), Shimon Peres dá entrevistas em inglês e francês, Antonio Cavaco Silva, Presidente de Portugal deu uma longa entrevista na BBC em otimo inglês, ele estudou na Inglaterra. Romano Prodi,, ex-Primeiro Ministro da Italia deu longa entrevista na CNN Internacional em inglês excelente, eu assisti. Outros que foram entrevistados na CNN em inglês, Hosni Mubarak, o Rei Hussei da Jordania, o lider da ANP (Palestina). Hugo Chavez fala um ingles suficiente e o finado Saddam tambem falava.. Nas reuniões do BIS na Basileia os presidentes de banco central dão entrevistas em inglês, não é só o Meirelles.
      Nunca ouvi falar nessa praxe, que alem de tudo é impraticavel, não é facil achar reporter de jornal ingles ou americano que possa entrevistar em português. Agora, se o entrevistado não fala inglês, ai precisa de tradutor e complica um pouco a entrevista, pode haver distorção de entendimento, sabe como é que é…

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