Identidades regionais
Por Chico Pedro
Aí sim você tocou no ponto fundamental da coisa.
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Passou da hora dos demais Estados repercutirem suas próprias peculiaridades..
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Não tem como dois centros estaduais ditarem comportamentos, conceitos e idéias a todo o país.
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Faço uma crítica tanto ao governo federal…que não descentraliza o poder NEM A PORRETE…
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(uma das grandes críticas que faço ao governo, diga-se de passagem – a centralização do poder)
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E não dá um pio contra o oligopólio das teles…
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E ao estadual…que deveria investir mais na Rede Educativa..
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Falta coragem e oportuidade para debater esse assunto…


Existem redes que até o sotaque dos noticiaristas são pasdronisado ,o gauchês ,o minerês eo bahianês principalmente desaparecem ,a coisa mais linda é uma bahiana falando com aquela manemolencia tão peculiar ,ea mineira? As grandes redes parecem que levam o pessoal para a matriz e acabam com seus sotaque tão variado deste lindo Brasil .
Bahianês não é sotaque – é dialeto.
E Bahiano não fala com malemolência.
até isso é um mito Globistico!
Bahiano de Salvador fala muito, muito rapido. E corta fora pedaços de palavras. Pegue qualquer buzu em Brotas ou na ribeira e voce vai ouvir frases como:
“oh motô, na moral, peça po cobra pr’eu passá de baixo”
não entendeu? Claro que não!
vale lembrar tambem o tom anazalado constante – herança fon.
Digo o mesmo pro pernambuquês.
Sou recifense, mas estou morando em São Paulo há pouco mais de um ano. Toda vez que vou conversar com alguém – considerando que eu ainda dou uma aliviada – deve aparecer pelo menos umas 10 palavras novas na história, ehehe..
Acho que o caminho da descentralização passa necessariamente pela divulgação da diversidade cultural dessas regiões. A gente precisa ir fundo nas identidades dos diversos Brasis, para encontrar as diferenças e pontos em comum que nos fazem brasileiros tão distintos, mas unidos.
Eu.entendi.tudo.
tradução:
motorista,fala.para.o.cobrador.deixar.eu.passar.por.baixo.da.roleta
baianês.e.carioquês.são.parecidos,pelo.visto
e o sotaque cuiabano legítimo… ??? Não tem nada parecido em todo brasil….
Victor
fora que quem nao é da Bahia pra cima (nao digo nordeste porque a Bahia nao é nordeste, embora tenha nordeste) nao diferencia o sotaque do interior de Pernambuco (isto é: do Ceará a Alagoas) do sotaque de Recife, capital.
Recife tem um sotaque polido e sofisticado. Com adoraveis Ss chiados (”Ixporti Club Ricif”), e com uma coisa inimitavel: o som se adensa na boca, entra as bochechas, antes de sair – como se fosse suavemente abafado por uma surdina.
Ja tentei mil vezes imitar, e nada.
Fora que é o sotaque mais masculo, sexy e refinado do pais!
Mas, no Brasil da Globo, nao existe isso…
Outra coisa que ninguem fala é da impressionante semelhança entre o sotaque da Bahia (Reconcavoi, bacia do Paraguaçu, Grapiuna), Maranhao e Pará. Que diferem totalmente do sotaque “do nordeste” (isto é: do Grão-Pernambuco).
Em tempo: a unica cidade em que no meu primeiro “oi” todo mundo me reconhece como bahiano de Salvador é… RECIFE!
Ah, a Mauriceia Desvairada…!
Não sei se em Pernambuco chega a haver um dialeto. Na Bahia, sim.
Por que digo isso? Nao é bairrismo.
Em Pernambuco, Recife especialmente, a prosodia é muito peculiar (e proeminente), bem como a fonetica. Mas o lexico é apenas arcaista, e a sintaxe nao muda.
no Bahianês (isto é: de Salvador e Reconcavo), metade do léxico é yoruba. Nao ha uma distincao apenas de proso-fonetica, e sim o fato de que o portugues bahiano é uma lingua tonal.
Tomemos o “oxe” (e nao apenas o “oxente”). Seu significado muda, nao apenas semanticamente como sintaticamente, de acordo com a intonacao. O mesmo para o vocativo “pai” (pronunciado “pae”) – que nao é usado apenas para vinculos de parentesco, nem de amizade.
Mais do que isso, a estrutura sintatica aqui é de outra ordem. As inversoes barrocas sao comuns mesmo em frases longas. A supressão de termos, e nos termos de consoantes ou de partes vocalicas inteiras.
Realmente, eu nao conheço outro lugar do pais em que a lingua falada na capital tenha esta independencia estrutural da lingua do pais.
Em tempo: a nasalidade bem como o carater tonal do portugues bahiano sao heranças yorubás. Que nao ocorre no resto do pais. Chega-se ao ponto de onomatopeias virarem significantes. Isso ocorre tambem em New Orleans, mas em ingles. Ou de significantes serem reduzidos a onomatopeias: “oxe” que um dia foi “oh, gente”, “bora” ou “bó”, que um dia foi “vamos embora”; “vixe”, que um dia foi “Virgem (Maria)”; etc.
Essa centralização das comunicações por um triunvirato midiático, leva ao sufocamento inclusive das manifestações culturais regionais.
No entendi muito bem o objetivo do post, mas os comentários até agora são sobre a midia televisiva e como era de se esperar, pau na Globo.
E os jornais da Record? e do SBT?
A questão é o sotaque? me parece que transmitir as notícias em português, e numa linguagem que seja compreensivel a qualquer brasileiro deveria ser a preocupação.
E não é o sotaque, coisa que é criada pela região e costume de uma determinada área que faz a cultura ou o valor de uma população.
O carnaval que é um produto da cultura brasileira independente do sotaque, tem uma leitura diferente em cada região. Na Bahia são os trios elétricos, no RJ e SP os desfiles, no Nordeste uma variadede de festas. Qual delas tem maior valor? Uma sobre as outras nenhuma, mas a varidade permite que a nação ofereça opções a turistas internos e estrangeiros e isso é o que vale.
A questão é que as riquezas culturas regionais ou são pouco conhecidas….ou desconhecidas completamente.
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O sotaque é a menor parte dessa história toda….
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Quem está no epicentro da coisa não percebe…mas quem é da “periferia” nota facilmente.
Mas se a riqueza ou cultura é regional…ela só pode ser conhecida da região.
Em qualquer lugar do mundo é assim.
Globalizar, digamos assim, uma cultura local a torna propriedade de todos e a descaracteriza.
Se algo deve ser feito é o estado na acepção maior tomar medidas para que regionalmente essa cultura seja preservada.
“A questão é o sotaque?”: que eu saiba a televisao mineira nao tem sequer um sotaque mineiro.
Sotaque quem tem são sempre os ‘outros’, não é mesmo ? rs
Eu ia rsponder justamente isso, mas jáque vc o fez…
Tem sim o q fazem é saudavelmente retirar o ‘excesso de murrinha’ pq senão ninguém aguenta, sotaque é uma coisa murrinha em excesso é outra e é 100% dispensável. Alguns exemplos de sotaque ’saudável’: Samuel Rosa, Fenanda Takai, Piment da Veiga (péssimo político mas ótimo sotaque) são tão poucos q faltou exemplo para prosseguir aqui! Não posso citar os ‘murrinhas’ por motivos óbvios! Mas para se ter uma idéia de como a coisa é triste basta lembrar q Aécio neves q é meio híbrido BH/rio é, no momento a ÚNICA pessoa pública q costuma aparecer em tv e rádio q conjuga bem os verbo e, pasmem, usa pronomes! E coloca tudo no lugar certinho! Estudou em boas escolas, óbvio! E olha q eu detesto o cara, hein?! Opinião portanto 100% isenta! O ‘resto da turma’ é de dar nó e calo nos ouvidos salvo raríssima exceções, nem falar q tb adotaram aquela ‘maravilhosa’ invenção paulista, ‘o gerundismo’! Aí ‘mano’ é o pior dos mundos: juntaram a murrinha local com o gerundismo alienígena…
Prezado Marco Aurélio:
O carnaval, aliás, é produto de uma cultura globalizada (antes mesmo da globalização da economia).
Paraticamento toso os paises do mundo festejam o carnaval (a seu modo).
Um abraço, Charles
Assim como o natal, dia dos mortos e o dia da independência. Cada um a seu modo e maneira. Da mesma forma, meu querido que aqui como no japão se come arroz e no entanto a forma do preparo e sua apresentação a mesa identificam a origem.
Marco Aurelio, sinto informar: carnaval, mesmo, ocorre no Brasil em tres e somente tres lugares:
- Salvador, com o frevo eletrico, o samba-reggae, o afoxé e o ijexá;
- Pernambuco (Recife, Olinda, Paulista, Bezerros): frevo de rua, de palco, de bloco, canção, de pau e corda, caboclinhos, maracatus de nação e de ponta de lança;
- Rio de Janeiro: tanto bloco de rua quanto sambodromo.
o resto é palido arremedo.
Meu conhecimento a respeito dessa situação é meio incompleto.
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O que sei é da prática do dia dia…de meras observações…
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Não obstante, alguns pontos me parecem evidentes e inquestionáveis..
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O primeiro deles é que a tevê exerce demasiada influência sobre a população..
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Uma fatia substancial do que se absorve no tocante a informação, notícia e entretenimento vem da mídia televisiva..
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Não é exagero dizer que há um modelão feito para que nos encaixemos dentro dele…
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É muito mais vantajoso e estratégico para as grandes teles uniformizar a grade de programação.
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A esse respeito eu ressalto o que ouvi há muito tempo..
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Havia um projeto de lei onde uma parte da programação deveria ser regional…cerca de 20%.
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(vejam que nem é muito hein…)
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Depois de grande pressão do setor o tal projeto jamais foi prá frente…
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Se o primeiro ponto que se nota é o da importância dessa mídia na cultura do brasileiro….
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O segundo é a alta concentração da produção em dois centros: São Paulo e Rio.
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Vejamos com o que a Globo nos “presenteia” diariamente…
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Primeiro o programa de futilidades da Ana Maria Braga…
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Depois um bocado de desenhos animados para a criançada…
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Aí entra um telejornal e o noticiário esportivo da cidade…
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Volta a grade nacional…com aquela espécie de Jornal Nacional Vespertino…
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Depois o Vídeo Show…a reprise de uma novelinha para começar o aquecimento…um filmeco de quinta categoria..
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Aí vem aquela sequência sem fim de novelas…começando pela dos adolescentes…uma tal de Malhação…
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Depois a novela das Seis….um micro intervalo para o noticiário local…
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Na sequência vem a das Sete…O Jornal Nacional…A novela das Oito…
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Aí vem qualquer coisinha meia boca para entreter…preparando o encerramento com o jornal da noite e o Programa do Jô…
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Peguem isso tudo aí e vejam o que é local…e o que é nacional…
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Façam um pequeno exercício de matemática e notem o que é feito nos outros estados…
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E o tanto que se concentra em São Paulo ou no Rio…
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E ainda tem a Bandeirantes, o SBT, a RedeTv, a Record…
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Indo mais adiante…Cabe outro exemplo:
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Em novembro do ano passado rolou o segundo turno das eleições para as prefeituras…
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Lá pelas tantas o canal a cabo de notícias da Globo passou a transmitir o discurso de vitória do kassab..
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Nessa brincadeira foram quase 40 minutos de falatório ininterrupto..
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Depois chamaram alguns “especialistas” para avaliar o resultado das eleições…
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De uma hora prá outra…e quase que instantaneamente…
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O prefeito eleito de São Paulo foi transformado num dos três principais líderes da oposição no país..
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Enfim…Esse tipo de distorção precisa ser corrigido…
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Ao se concentrar quase tudo em determinadas regiões…O que só pelo gigantismo do país já seria um grande absurdo…
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Boa parte da população desconhece ou usufrui daquilo que acontece em sua “realidade próxima”…
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Tanto para o bem…quanto para o mal.
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P.s: Só você e mais ninguém tem disposição para levantar esse tipo de coisa Nassa…
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Grande abraço!
Estudei na minha monografia em administração pública a descentralização de poderes feita pelo governo federal quando da criação do SUS. E acredito que é necessária a centralização de poder no governo federal, e a descentralização da operação, o que pode ser feito por “acordos” entre as esferas do executivo. Agora retirar o poder completamente do governo federal, iria criar um monstro burocrático e confuso, desprovido de planejamento e recheado de incompetência e falta de vontade de politicos omissos de cidades pequenas. Coisa que acontece hoje , muitas vezes, em politicas descentralizadas, como a saúde pública.
Bom…nem tanto ao mar…nem tanto à terra..
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Algumas operações administrativas…principalmente as menos complexas…deveriam ser descentralizadas..
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Aquelas mais estratégicas, não.
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O que não podemos esquecer é o caráter federativo do nosso Estado.
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É bastante razoável pretender que a tomada de decisões esteja mais próxima do cidadão..
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Afinal…eu sei muito mais que o pessoal de Brasília quais são os problemas da minha cidade e do meu estado…
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Apenas acrescento que essa centralização não foi promovida pelo Lula..
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Ela ocorre desde muito tempo…e acho até que exacerbou durantes os anos FHC.
Nassif e demais:
Se está ainte da diade “universal” versus “local”.
Entendo que a legitimidade do universal se encontra no respeito e afirmação do local/regional.
O Brasil é enorme, com culturais locais diversificadas. Se é importante haver uma cultura nacional, ela somente vai se legitimar se respeitar e retratar as peculiaridades regionais.
Quando se contrói uma cultura universal sem dar conta de ressaltar os fatores localistas, a tendência é a susbstituição do multicultural pela imposição de uma uniformidade sem gosto e cor.
Charles Bakalarczyk
Na segunda linha pretendia dizer: Se está frente à diade (…).
Favor corrigir!
Grato, Charles
Ainda bem que sou socorrido pelos amigos aqui do blog…
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É isso o que quis dizer…
A proposito, deu quebra-pau no lancamento do livro sobre Sarney no Maranhao.
So podia dar mesmo.
Procurei rapidamente lá no site da Rede Minas…mas não vi os valores que lhe são repassados pelo Governo.
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Sei que aumentou um pouquinho perto do que recebiam antes..
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Mesmo assim mesmo continua insuficiente…
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Para quem está no interior o sinal não é captado por uma antena convencional..
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E o mais importante…a qualidade dos programas é tosca..
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O Governo Estadual deveria…portanto…investir mais…muito mais.
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Mas isso significa competir com as grandes teles..
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E significa incomodar quem NENHUM POLÍTICO nesse país tem coragem suficiente para fazê-lo.
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Obviamente…o Aécio está nesse rol.
De fato, assunto muito interessante. O Brasil conhece o Rio e São Paulo, ademais tem uma pálida ideia de Salvador, de Curitiba e Porto Alegre e de Belo-horizonte, do restante, só sabe se tiver alguma ligação com a região, senão é desconhecimento total.
Caro Chico Pedro,
Receio que primeiro tenhamos que tirar o secular poder das Clãs, que, por exemplo, mandam no Norte e Nordeste, mas residem e continuam a formar seus filhos no Sudeste (Rio e SP).
Curioso mesmo é o sotaque, em especial as expressões com “S” e “R” de Collor e Barbalho (cariocas típicos). Mais estranho ainda, o “nenhum sotaque nodestino” de, pelo menos, um dos filhos da Clã “Sarney”.
Será mesmo que eles estão preocupados com essas Identidades Regionais ou só querem saber do “puder” e dos “récursus” públicos? Parabéns pelo menos aos Gaúchos, que tentam, mesmo que na “marra”, manter suas tradições.