A demissão de Protógenes
Em Observação
Não está confirmada a demissão, ainda.
Do Terra Magazine
Protógenes: “Vou ser demitido da PF. E o bandido está solto”
Claudio Leal
O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB) afirma que recebeu, por telefone, a informação de que será exonerado da Polícia Federal na próxima segunda-feira. O responsável pela Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, em julho de 2008, foi avisado por um colega da PF. Sua esposa também foi alertada.
Desde a eclosão da Satiagraha, o delegado foi alvejado por processos disciplinares, também por participação em atos políticos. Em rápida entrevista a Terra Magazine, Protógenes reage:
- É um ato de tirania da cúpula da Polícia Federal contra a democracia. O verdadeiro bandido, o banqueiro bandido (Daniel Dantas), está solto, com a proteção de alguns agentes público, que deram decisões favoráveis a ele. Enquanto isso, o agente público que o investigou e prendeu está fora dos quadros dos serviços públicos. Este é o Brasil de hoje. Até o presidente Lula já admitiu que o Estado brasileiro falhou no combate às drogas e à corrupção – diz o delegado.
Indignado, Protógenes reforça: “É um processo injusto. Vou tentar recompor meu prejuízo. Além do constrangimento, é assédio moral. Vou recorrer pelas vias judiciais.”
Por Alex Prado
Nassif,
seu blog e o do PHA foram os primeiros a receber minha versão sobre o caso. Fui o responsável pela campanha de Paulo Tadeu à prefeitura de Poços de Caldas. E o delegado Protógenes nunca participou de comício na cidade. Ele esteve aqui, num domingo, a convite de amigos que eram próximos da nossa candidatura. Aceitou gravar depoimento, apoiando a proposta da nossa candidatura de se instalar uma delegacia da PF em Poços. As imagens foram veiculadas no penúltimo programa eleitoral e foram repercutidas pelos jornalões.
Nunca houve comício. O delegado não falou em nome da Polícia Federal.
Pelo que soube do inquérito interno da PF, o candidato Paulo Tadeu foi ouvido. Eu, responsável pelo programa de tv e editor específico daquele depoimento, nunca fui chamado a depor. Nem as imagens brutas ou editadas do depoimentos foram requisitadas.
É o que tenho a informar.
Por Paulo Tadeu, ex-prefeito de Poços
Nassif
Em meu depoimento à Polícia Federal, reafirmei a inexistência de comício ou ato público com a presença do Delegado Protógenes em Poços de Caldas. Disseram-me que ele estava sendo processado por ter infirngido uma lei de 1966, que restringe ação política de servidor público. Uma lei da Ditadura. Ignoraram meu depoimento, a carta estava marcada.
Esta história começou com uma delação, disfarçada de pedido de informação, do deputado Geraldo Thadeu Pedreira dos Santos, do PPS- MG.
Por João Vergílio G. Cuter
É fácil gostar do juiz Fausto de Sanctis. Ele não erra. Por mais que o ministro Gilmar Mendes o provoque, por mais que os advogados de Dantas lhe ofereçam ocasião para um deslize, ele não se desespera, não dá um passo em falso, não deixa que o ser humano se sobreponha ao cargo. Jamais escreveria uma carta aberta ao presidente Obama, sonhando com uma repercussão internacional que ele sabe perfeitamente que não existirá. O professor Pasquale (ou seu Ersatz) jamais catariam um errinho de português em seus despachos. Sabe sinalizar, nas entrelinhas de seu texto, o pano de fundo teórico de suas decisões, obrigando Gilmar Mendes a também ter que explicitar as suas, quando o combate. Leva o debate para um plano no qual um simples pé na bunda seria visto por todos como prova, não apenas de truculência, mas também de despreparo. Além disso tudo, é incorruptível. Quem não admira um homem assim?
Protógenes Queiroz não é tudo isso. Foi apenas um excelente delegado – um dos mais conceituados dentro da Polícia Federal. Quando falou a respeito da máfia chinesa no Brasil, Misha Glenny, um dos maiores jornalistas em atividade de todo o mundo, rasgou elogios à sua atuação no caso. Obstinado, dedicava tempo integral aos casos sob sua responsabilidade. Seus arquivos pessoais, criminosamente devassados ao público, mostram bem isso. Convencido de que o esquema de Daniel Dantas estendia-se à imprensa, passou a fazer um acompanhamento diário dos jornais, anotando, para uso estritamente pessoal, todo e qualquer indício de participação. Estava na pista certa, e teria sabido separar o joio do trigo, caso o inquérito que conduzia não tivesse sido abortado pelo vazamento, obrigando-o a produzir um relatório a toque de caixa, juntando de maneira um pouco caótica as evidências que tinha colhido até ali. Sabia do poder de corrupção de Daniel Dantas, e sentia na pele, a cada obstáculo que se interpunha em seu trabalho, a presença desse poder no seio da própria corporação em que trabalhava. Resolveu unir-se ao único homem em quem realmente confiava – o delegado Paulo Lacerda, atualmente exilado em Lisboa. Aproveitou-se das brechas da lei para criar uma equipe de funcionários da Abin que lhe permitisse levar adiante o trabalho distribuindo tarefas e mantendo o controle da operação. Fez o que pode para honrar seu cargo.
Voltaram-se contra ele os quatro poderes da República. No executivo, Nelson Jobim; no Legislativo, uma verdadeira tropa de choque, capitaneada por Arthur Virgílio e Raul Jungmann; no Judiciário, ninguém menos que o presidente do Supremo Tribunal Federal; na imprensa, a revista Veja, o Estadão, a Folha e a Rede Globo. Todos unidos contra um delegado, golpeando-o diariamente, sem piedade, na mais poderosa campanha contra um indivíduo a que já tive a oportunidade de assistir.
Não é fácil, mesmo, gostar do delegado Protógenes Queiroz. Tem o estilo e o português claudicantes dos inquéritos policiais. Mistura citações que traem essa falta erudição que tanto irrita os intelectuais de Higienópolis. No olho do furacão, às vezes mostra todo o pavor que qualquer um de nós sentiria se estivesse na situação que ele teve que enfrentar, e que agora, com sua demissão, chega ao desenlace. Alia-se à esquerda mais atrasada do país, deixando nas mãos de seus adversários a acusação fácil de que agia movido por paixões ideológicas. Joga de guarda aberta, movido por uma crença quase messiânica no poder da verdade. Às vezes, mete os pés pelas mãos.
Apesar de tudo isso, eu o admiro acima de qualquer outro brasileiro, hoje. Ele é, para mim, o símbolo do homem honesto, incorruptível, capaz de enfrentar o mundo pelos ideais que professa – tudo isso que uma sociedade desossada, movida pelo interesse, nos ensinou a desprezar. Tivesse aceitado aquela dinheirama que lhe foi oferecida, estaria hoje confortavelmente sentado em sua sala, com ar condicionado, salários pagos pontualmente, recebendo homenagens, promoções, tapinhas nas costas, risadinhas cúmplices. Optou pelo Calvário, e ficou sozinho, entregue a seus carrascos. A hipocrisia nacional cairá sobre ele na forma de comentários sóbrios, editoriais sensatos, opiniões abalizadas expressas no melhor português, num estilo impecável. Há um clima de alívio no ar. O monstro está no chão, derrotado, imóvel. Os computadores de Daniel Dantas são mesmo indevassáveis, e todos estão perfeitamente avisados daquilo que acontece a quem tem a ousadia de tentar devassá-los. De agora em diante, todo aquele que quiser colocar seu dever acima das conveniências, estará na obrigação de se perguntar, primeiro, se é suficientemente perfeito para enfrentar as consequências de sua temeridade. Quem se habilita?
Por Ivanisa Teitelroit
O delegado Protógenes tem minha solidariedade. Acompanhei passo a passo sua saga. É um profissional que tem compromissos com a democracia e a ética. O que quer que seja levantado contra sua pessoa é fruto do atraso de nossas instituições. Ele soube se manter íntegro com base em suas convicções. Afastou-se da operação satiagraha deixando um relatório que não pôde ser concluído. Pergunto: a quem ele pode ter incomodado tanto?
Quantos advogados foram contratados para tentar desarticular sua investigação? Talvez centenas, de um lado e de outro. Em todo esse episódio faço questão de lembrar o trabalho de grandes jornalistas que se mantiveram firmes, sofrendo ataques de toda ordem, inclusive pessoais. Ao Bob Fernandes, ao Mino Carta, ao Paulo Henrique, ao Mauro Santayana, ao Nassif, ao Azenha, ao Leandro Fortes, entre inúmeros outros, minha admiração. E ao Paulo Caruso, o homem que não precisa falar nem escrever para se posicionar.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

E o que dizer do diretor da PF, o Doutor Correia? Torturar empregadas domésticas não ensejam a demissão também ? Cadê o inquérito contra o doutor Correia ?
LN,
A pena “imposta” ao PROTÓGENES foi a de suspensão e apenas nesse primeiro processo discuplinar, vez que há outros oito ou nove, salvo engano.
Mas algumas coisas se sobressaem dos fatos: 1) a vontade incontida da atual direção da PF, movida pelos mais deletérios sentimentos, em defenestrar, a qualquer custo, o delegado; 2) a vontade incontida do PIG em usar tal fato para jogar na contabilidade do Lula; 3) a vontade incontida do PIG em reforçar a tese de defesa do “orelhudo”; e, 4) a repercussão de eventual demissão já demonstra, claramente, que trará prejuizos eleitorais ao governo e que algumas de suas figuras será diretamente afetada.
Primeiro o declararam “amalucado”, logo veio o afastamento, depois abriram processo administrativo (vários), mais tarde anunciaram a demissão…. Ops! não, a suspensão…
Breve, breve a demissão.
Então vamos lá, repitam comigo:
“O gato subiu no telhado…”
Esperemos por segunda-feira, a “República sindicalista” se manifestar…
Ou seria o “Autoritarismo Popular” (ou “Populismo Autoritário”). FHC me ajuda ai, pô…
Fica difícil para nós emitirmos uma opinião técnica sobre o processo disciplinar contra o delegado Protógenes. Agora, se os testemunhos acima lançados estiver nos autos, decisão de suspensão ou exclusão será teratológica. A defesa do Protógenes certamente sabe que possui instrumentos para uma produção antecipada de provas na Justiça e levar ao Ministro da Justiça para estancar em definitivo esta guerrilha interna na PF.
Olha, eu acho que tudo isso faz parte de um grande jogo, deve ter alguma coisa por traz disso.
Eu já fui funcionário público, e não é fácil demitir um simples funcionário público ( a não ser por justa causa), o processo é longo e demorado, mais demorado ainda, em se tratando de um delegado da PF.
A demissão do delegado ficaria muito óbvio, muito na cara, de uma armação, causando grande indgnação à todos, como está acontecendo aqui.
O Lula é um “bicho politico”, ele consegue ver coisas, que os outros não enxergam, ele não irá macular a sua passagem pela presidência, acorbertando as falcatruas do DD, porque mais tade ele será cobrado por isso.
Vamos aguradar o desenrolar dos acontecimento, mas acho que isso faz parte de um jogo, quem sabe as pessoas envolvidas no caso DD, não baixem a guarda pensando que tudo está resolvido com a demissão do delegado Protógenes.
gAS.
João Vergílio
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O último trecho do texto é sensacional…
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Também não nos vejo com “densidade institucional” suficiente…
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Para impedir que interesses escusos se sobreponham à república..
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Desde sempre foi assim…e nessa batida os avanços continuarão lentos..
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Apesar de já possuírmos todas as condições para um salto maior..
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Temos imensa dificuldade de colocar as cartas na mesa e abri o jogo…
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De enfrentar de peito aberto essas violações a um Estado baseado na igualdade ampla de direitos e condições…
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Essas ofensas frequentes à coisa pública são corrosivas para o tecido social…para o desenvolvimento do país.
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Nòs tomamos prejuízos gigantescos quando essas forças altamente deletérias atuam na massa estatal..
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Mas ao mesmo tempo que nos indignamos com o estado das coisas..
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Precisamos sair desse imobilismo bovino…
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E aí eu vejo o principal problema:
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Nâo há foro suprapartidário que aglutine poder suficiente para trilhar o progresso..
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Ou ainda faltam “arquitetos de estado”…ou canais de comunicação eficientes com a população…
Havia uma pedra no meio do caminho? Estava outro dia a pensar “Esqueceram a Satiagraha…”. E João Virgilio nos re-lembra. Acho que foi ontem que o Presidente falou na melhoria dos salários dos policiais como forma de afastá-los da corrupção. Cidadãos que têm familias, desejos, sonhos e que podem ser ceifados por uma profissão de alto risco e para quê? Protógenes nos mostrou que é possível ser incorruptível e eficaz em um mar de corrupção e perigo muito perigo que Virgilio traça sem paixões. É isto mesmo. DD está solto e o Delegado exposto aos noticiários do poder paralelo. Neste blog pelo menos a 5 anos estamos aqui nos expondo e expondo como cidadãos livres que somos a nossa indignação com a inação do poder público com este caso. Não temos as algemas e a mordaça de uma lei criada na ditadura. Presidente Lula ao ganhar mais um prêmio internacional, oChatham House, a dois dias atrás, que inspirou Marise a escrever o post ” Lula e os assassinos do futuro”.
Tenho muito orgulho do votos que dei até hoje para Presidente sabendo que havia não uma pedra mas uma pedreira no meu caminho, mas a Sathiagraha e a quadrilha de lesas-pátrias que descortinou, pois já era conhecido do mundo mineral esta teia de corrupção, são uma pedra no sapato, o caroço se azeitona que engasga na garganta.
Até quando este povo irá rir entre champanhes e charutos do povo brasileiro? j Perpetuando seu poder em jornais, fazendas, bancos? Quem está por nós afinal?
Dificilmente eu vejo algo errado nos pronunciamentos do Presidente Lula, mas desta vez acho que ele não foi muito feliz ao dizer que se deve aumentar os salários dos policiais para impedir que eles se corrompam, senão vejamos:
-Também disseram o mesmo ao se instituir a imoral aposentadoria para os políticos.
- Falaram a mesmíssima coisa quando aumentaram os salários dos policiais rodoviários federais.
E adiantou alguma coisa?
Contra desonestos, só a cana dura (duríssima) resolve, coisa que não existe neste arremedo de instituições brasileiras.
Eita João Vergilio, quando eu crescer quero escrever “gualzinhovosmicê”…
Bj
João Vergílio,
Concordo totalmente com voce. Acrescento a seu relato apenas um nome que foi dos mais importantes na tropa de choque contra o Delegado Protógenes, no Legislativo: Marcelo Itagiba. Ele foi o presidente daquela CPI vergonhosa.
Argumentar que os procedimentos administrativos de investigação são embasados em critérios técnicos e que envolvem investigações de falhas, ou melhor, infrações administrativas cometidas pelo delegado Protógenes é, sem maior necessidade de esclarecimento, pura balela.
Quem labura, ou já labutou, no serviço público, mormente no âmbito federal, sabe perfeitamente que tais procedimentos servem sobremaneira como um “cala a boca”, um “sussega leão”, um “sai pra lá”, enfim, uma maneira de intimidar o servidor que não se está enquadrando no padrões estabelecidos. Vejam bem, nos padrões estabelecidos. Para o bem ou para o mal.
Se o servidor tenta se destacar com um bom trabalho em um meio laboral degradado, ou que ele simplesmente ouse alçar a voz contra fatos ilícitos, ele se torna alvo de tais procedimentos administrativos. Isso se dá pela reputação de fatos caluniosos, difamatórios, tendo por finalidade atormentar a vida do funcionário. Terá ele agora de estar, a todo o instante, metido em averiguações, depoimentos, alegações, contraditas, enfim, sua vida revira-se ao ar. E sempre paira o tormento da possibildidade de alguma punição. Uma punição que seja. Pois depois, em outro procedimento, aquela simples punição será tido como um antecedente, agravando assim a nova punição.
Infelizmente, é assim que funciona. Ou não é?
Brilhante desabafo, João Vergilio Cutter… acho que tem um monte de gente que assinaria embaixo. Eu sou um.
ÔOOOOO cambada de fanáticos.
Protógenes está na crista da onda.E por que seu mentor,Lacerda, está no esquecimento?
Porque o primeiro tem orgasmo com os holofotes.E o segundo,embora mais ”condenável” por ser o mentor,tem ojeriza pra aparecer.
Por si só,este simbólico fato,já torna um agente( federal que deveria ser discreto) condenável.
Talvez as alegações pra sua condenação sejam questionáveis( porque não constam no código de ética).Mas sua conduta como candidato a estrela é tremendamente incoerente com o cargo que ocupava.Este cargo,agora se sabe, era apenas um trampolim pra vida pública.
Nem sempre afastamos um serviçal pelas normas de uma corporação.Nem sempre a lei é legível.Há muitas interpretações.
Porém,leia-se por onde se leia ,argumente-se por vários ângulos imagináveis, o sr,Protógenes não enobrece a PF( COMO alguns outros)
O ”Bandido continua solto”,sr. Protógenes?
Por sua exclusiva vaidade pessoal.
Dois habeas corpus no STFem 48 horas, toda a imprensa nativa protegendo DD, governo e oposição unidos promovendo a blindagem do banqueiro e a culpa ainda é do Protogenes?
ÔOOOOOO anarquista(?) quem enobrece a PF? O torturador Corrêa?
Como prender um banqueiro bandido rico e poderoso, com suporte na própria PF, no executivo, no legislativo, no judiciario e na mídia e ao mesmo tempo ser discreto?
Perguntem para o anarquista(?) ele parece ter todas as respostas…
Não é por isso não, Anarquista. Ele já foi condenado. Só continua solto porque a Legislação brasileira lhe permite ficar recorrendo até que o crime prescreva.
O Dr. PROTÓGENES NÃO FOI PRECIPITADO! Quem o conhece, sabe que ele não trabalha com suposições, mas sim fatos. É importante ficarmos atentos a toda tentativa em denegrí-lo e vão pegar mais pesado ainda. Sendo assim, uma DEMISSÃO pode transformar-se em “apenas suspensão”.
A guerra do assédio moral é tortuosa, perversa e vem disfarçada de mil maneiras. O poder destrutivo é tão intenso que acaba levando as pessoas a pensarem que ele se precipitou, “achando que seria demitido”. É ISSO QUE QUEREM QUE SEJA PENSADO. Por tudo isso, sugiro que antes de afirmarmos determinadas atitudes dele, deveriamos consultá-lo antes.
Tudo que eu, e vários amigos aqui da rede desejamos é que ele permaneça à frente da PF, por ser um delegado íntegro e especializado em descobrir crimes financeiros. Mas enquanto isso torturadores e amargos amaros são aplaudidos.
Abraço solidário,
Silvia
poxa ….nem preciso comentar nada ..o João Vergílio G. Cuter
falou tudo , excelente seu comentario….
o Lula , muitas vezes refem da “gorvenabilidade”…o que significa….se vc é lider comunitario, andar consultando traficante pra poder continuar ser lider comunitario….., tem que ceder e armar estrategias a longo prazo…nao subestimo o Lula, eu acho ele ético…e todo mundo nao vai concordar, em principio…mas sempre ficamos refem e nem sempre podemos fazer as mudanças frontalmente…afinal..temos o problema cultural dos jeitinhos..furar filas…os deixa pra lá..etc…que somente com tempo e educação poderemos superar…Levará um pouco de tempo e teimosia para a elitinha entender qeu uma nova. ordem ..que nao é nova, está aí ´pra ser respeitada .
eles estao fora da lei ha muito tempo e nem se lembram cómo é…. acrdito que com a Dima de presidente consigamos continuar em frente…e meter muita gente em cana… e que as “bandas podres”..nao predominem nas “bandas honestas e éticas”.
um abraço
Fez muito como delegado. Agora vejamos sua atuação no legislativo. Onde a luta talvez seja mais árdua. Onde o partido gosta de dar as ordens. Onde as alianças são necessárias e a ética suspensa.
Mas em qualquer lugar: Toda solidariedade ao Delegado Protógenes.
Na minha opinião, a raiz dos problemas políticos brasileiros está no financiamento das campanhas políticas. Ali tem início todos os compromissos que distorcem a boa prática política.
Por essa razão, se tivesse que escolher uma única prioridade para tentar melhorar a prática política, jogaria todas as fichas na montagem de um sistema de financiamento que impedisse distorções e desonestidades.
Quando se fala em financiamento de campanha no Brasil, a (triste) figura mais visível da verdadeira máfia que foi montada para isso é Daniel Dantas. Portanto, tentar moralizar a política hoje, na minha opinião, começa por conceber um sistema mais íntegro de financiamento das campanhas e por liquidar aquela máfia.
Uma das pessoas mais qualificadas (em termos de caráter e de posse de informações) para fazer esse enfrentamento hoje é o Delegado Protógenes. Por isso digo que votarei nele, caso seja candidato. Porque acho que é qualificado para atuar no que considero a prioridade número 1 de qualquer tentativa de moralização da política brasileira.
Esta punição de 60dias dada a protógenes deixou muita gente sem entender nada ,mas como um baluarte no combate a corupção sofre uma punição desta ,e o Ministro Genrro entra a onde ai? Muito estranho mesmo. agora uma coisa é claro na PF ,a discreção é fundamental ,quando a agente começa a aparecer muito ,o bilho pega.
Paulo Lacerda em Lisboa, Protógenes na geladeira.
Para este assunto, a corrupção dos poderosos fora do alcance das leis, o slogan do Lula ficaria assim: “Sempre na história deste país …..”
Sugiro ao Alex Prado e ao Paulo Tadeu que escrevam ao Ministro Tarso Genro, que é quem decidirá pela demissão ou não do delegado Protógenes. É o máximo que dá para ser feito a essa altura, nem que seja por desencargo de consciência.
Era só o que faltava… essa decisão vai desestimular os demais policiais honestos a comprirem sua missão… que o Lula tenha coragem e segure a barra do delegado, a quem admiro pelo caráter… senão, ninguém poderá discordar quando se diz que o Brasil é o melhor país do mundo… para a bandidagem…
Dilma acaba de perder o meu voto.
Afinal quem manda na policia federal? Se não me engano é o ministro da justiça, subordinado ao presidente Lula. Se o presidente esta vendo essa injustiça, porque ele não intervem? Será que ele como os tucanos tambem tem o rabo preso? É muito estranho os comentaristas do blog sempre prontos a criticar a oposição não façam comentarios sobre essa injustiça permitida pelo presidene e seu ministro. não sera porque Protogenes como um Dom Quixote quando investiga não se importa se os criminosos fazem parte do governo ou não? Gente como ele que não se curva a influencia de governo de plantão.,seja ele psdb ou pt, não é interessante para os detentores do poder. E nisso o governo Lula e o governo Fahc são bem parecidos.
Mais uma “protogenada” do ínclito…
Coisa triste…
Que o Presidente Lula deixe de pruridos, largue a costumeira pusilanimidade ante a mídia gorda e, sem rodeios, mantenha o Delegado Protógenes nos quadros da PF.
Que use a sua autoridade, que “meta o bedelho” onde não é chamado e restitua, condignamente, a ordem e a justiça nas hostes policiais federais.
Com a concomitante volta do Delegado Lacerda ao seu verdadeiro lugar: a Polícia Federal.