O delegado Protógenes Queiroz (PCdoB) afirma que recebeu, por telefone, a informação de que será exonerado da Polícia Federal na próxima segunda-feira. O responsável pela Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, em julho de 2008, foi avisado por um colega da PF. Sua esposa também foi alertada.
Desde a eclosão da Satiagraha, o delegado foi alvejado por processos disciplinares, também por participação em atos políticos. Em rápida entrevista a Terra Magazine, Protógenes reage:
- É um ato de tirania da cúpula da Polícia Federal contra a democracia. O verdadeiro bandido, o banqueiro bandido (Daniel Dantas), está solto, com a proteção de alguns agentes público, que deram decisões favoráveis a ele. Enquanto isso, o agente público que o investigou e prendeu está fora dos quadros dos serviços públicos. Este é o Brasil de hoje. Até o presidente Lula já admitiu que o Estado brasileiro falhou no combate às drogas e à corrupção – diz o delegado.
Indignado, Protógenes reforça: “É um processo injusto. Vou tentar recompor meu prejuízo. Além do constrangimento, é assédio moral. Vou recorrer pelas vias judiciais.”
Por Alex Prado
Nassif,
seu blog e o do PHA foram os primeiros a receber minha versão sobre o caso. Fui o responsável pela campanha de Paulo Tadeu à prefeitura de Poços de Caldas. E o delegado Protógenes nunca participou de comício na cidade. Ele esteve aqui, num domingo, a convite de amigos que eram próximos da nossa candidatura. Aceitou gravar depoimento, apoiando a proposta da nossa candidatura de se instalar uma delegacia da PF em Poços. As imagens foram veiculadas no penúltimo programa eleitoral e foram repercutidas pelos jornalões.
Nunca houve comício. O delegado não falou em nome da Polícia Federal.
Pelo que soube do inquérito interno da PF, o candidato Paulo Tadeu foi ouvido. Eu, responsável pelo programa de tv e editor específico daquele depoimento, nunca fui chamado a depor. Nem as imagens brutas ou editadas do depoimentos foram requisitadas.
É o que tenho a informar.
Por Paulo Tadeu, ex-prefeito de Poços
Nassif
Em meu depoimento à Polícia Federal, reafirmei a inexistência de comício ou ato público com a presença do Delegado Protógenes em Poços de Caldas. Disseram-me que ele estava sendo processado por ter infirngido uma lei de 1966, que restringe ação política de servidor público. Uma lei da Ditadura. Ignoraram meu depoimento, a carta estava marcada.
Esta história começou com uma delação, disfarçada de pedido de informação, do deputado Geraldo Thadeu Pedreira dos Santos, do PPS- MG.
Por João Vergílio G. Cuter
É fácil gostar do juiz Fausto de Sanctis. Ele não erra. Por mais que o ministro Gilmar Mendes o provoque, por mais que os advogados de Dantas lhe ofereçam ocasião para um deslize, ele não se desespera, não dá um passo em falso, não deixa que o ser humano se sobreponha ao cargo. Jamais escreveria uma carta aberta ao presidente Obama, sonhando com uma repercussão internacional que ele sabe perfeitamente que não existirá. O professor Pasquale (ou seu Ersatz) jamais catariam um errinho de português em seus despachos. Sabe sinalizar, nas entrelinhas de seu texto, o pano de fundo teórico de suas decisões, obrigando Gilmar Mendes a também ter que explicitar as suas, quando o combate. Leva o debate para um plano no qual um simples pé na bunda seria visto por todos como prova, não apenas de truculência, mas também de despreparo. Além disso tudo, é incorruptível. Quem não admira um homem assim?
Depois que mudou a versão do Wordpress do IG, fiquei algum tempo sem os dados de audiência do Google Analytics. Há dois dias foi restabelecido. Para minha surpresa, nesse período de dois ou três meses, a audiência do Blog aumentou substancialmente, mesmo tendo praticamente desaparecido da home do IG. Confira os dados do relatório que acabei de receber, referentes ao dia de ontem, 5 de novembro:
Outro dado interessante é sobre os mecanismos de vinda de vocês ao Blog.
* 30.856 vieram diretamente. São os frequentadores habituais que já tem o endereço www.luisnassif.com.br
“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou Lorde Robertson. EFE
Por marise
Noticia sobre o premio recebido por Lula. O último parágrafo é importante e diz tudo.
Londres, 5 nov (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu hoje em Londres o prêmio Chatham House, concedido anualmente, como “uma homenagem ao povo brasileiro”, que para ele foi “o principal protagonista da grande transformação” do país.
No discurso de agradecimento ao prêmio, dado à figura que mais contribuiu para melhorar as relações internacionais no último ano, Lula falou das conquistas alcançadas sob sua Presidência e destacou, sobretudo, a capacidade para, pela primeira vez, redistribuir riqueza.
O presidente celebrou o fato de ter conseguido “combinar crescimento com justiça social” e de investir na fórmula de que era “necessário primeiro crescer para depois distribuir”.
Lula citou o espírito pacifista do Brasil, um país segundo ele sem armas de destruição em massa e partidário de um enfoque multilateral mais amplo na esfera internacional.
Por essa razão, voltou a defender um Conselho de Segurança da ONU “reformado e ampliado”, que “reflita a nova correlação de forças internacionais”.
“O Brasil, que ocupa pela décima vez uma cadeira no Conselho, reivindica junto a outros países uma presença permanente neste organismo que tem a grande responsabilidade de zelar pela segurança coletiva da humanidade”, frisou.
Em linhas gerais, Lula pediu novos “mecanismos de Governo estáveis, representativos e eficazes” para enfrentar o novo panorama nascido da superposição de várias crises: a financeira, a econômica, a energética, a ambiental e a alimentícia.
O prêmio foi concedido durante um jantar oferecido em honra do presidente Lula na Banqueting House, habitual nas cerimônias especiais da Whitehall, sede do Governo britânico.
O evento, que encerrou a visita de Lula à capital britânica, teve a presença do ministro da Empresa, Peter Mandelson, do Duque de Kent e de Lorde Robertson, presidente da Chatham House.
Mandelson destacou a importância da figura política e pessoal do presidente. “Não é um exagero dizer que o Brasil que conhecemos hoje é o Brasil de Lula”, afirmou.
Já o presidente da Chatham House explicou que a escolha de Lula para o prêmio teve uma razão fundamental: encontrar a fórmula para explorar com eficácia e equidade o enorme potencial que o Brasil sempre teve.
“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou Lorde Robertson. EFE
A construção de um túnel (Hawk’s Nest) para uma hidrelétrica em West Virginia, Estados Unidos, no início da década de 1930, resultou no adoecimento e morte de centenas de trabalhadores norte-americanos por silicose aguda. Foi uma tragédia que envolveu um grande número de operários da Union Carbide (empresa responsável pela condução do projeto) e que passou à história com o nome de Hawk’s Nest Disaster.
Em 1936, Josh White compôs o blues “Silicosis is killin’ me” como uma uma forma de denunciar o referido problema. Depois disso, o compositor foi convidado a visitar a Casa Branca, tornando-se amigo de Franklin Rooseelvet. A partir daí, foi quando se iniciou nos EUA toda uma mobilização social, que culminou com a criação de uma legislação específica para a área da mineração.
“Silicosis is killin’ me”
—————(music and words by Josh White)
“Silicosis, you made a mighty bad break of me
Silicosis, you made a mighty bad break of me
Robbed me of my youth and health
All you brought poor me was misery.
Silicosis, you’re a dirty robber and a thief
Yes, silicosis, you’re a dirty robber and a thief
Robbed me of my right to live and all you brought poor me is grief.
I was there diggin’ that tunnel for just six bits a day
I was diggin’ that tunnel for just six bits a day
Didn’t know I was diggin’ my grave — silicosis was eatin’ my lungs away.
Six bits I got for diggin’ — mmm, diggin’ that tunnel hole
I got for diggin’ — six bits for diggin’ that tunnel hole
Takes me ‘way from my baby and sure done wrecked my soul
I says Mama, Mama, Mama, please cool my fevered head
I says Mama, Mama, Mama, cool my fevered head
Going to mee my Jesus, God knows I’ll soon be dead.
Now tell all my buddies, tell my friends you see
Tell all my buddies, tell my friends you see
I’m going ‘way up yonder and please don’t grieve for me.”
O “CENTRO de MÚSICA BRASILEIRA” promoverá no próximo mês de Dezembro (de 7 a 12) 2 concursos, ambos com um primeiro prêmio de R$10.000,00, oferecidos pela Secretaria de Estado da Cultura. Um deles será o “II CONCURSO de INTERPRETAÇÃO de MÚSICAS BRASILEIRAS para FLAUTA” e o outro o “V CONCURSO de INTERPRETAÇÃO de MÚSICAS BRASILEIRAS para PIANO”.
Horário: das 14:00 às 22:00, sempre na CASA MÁRIO de ANDRADE, na rua Lopes Chaves, 546 – Barra Funda, SP.
“Agustín Barrios faz parte da alma brasileira. Não existe um só violonista brasileiro que não conheça ‘La Catedral’, que não tenha aprendido nos estudos de Barrios” (Luis Nassif. In: Violões do Brasil).
João Rabello é filho de Paulinho da Viola, neto de César Faria e, pelo lado materno, sobrinho de Rafhael Rabello. Mas já é fera em seu instrumento.
Pesquisando o doutor Sobral Pinto na rede, chego a resultado esplêndido, para começar a página do “Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – FGV”, neste endereço é possível pesquisar uma boa documentação sobre nossa história :
Nassif, meu trivial de hoje vai em repúdio a um Congresso Nacional impregnado de políticos envolvidos em esquemas de corrupção que deixa o eleitor sem esperança de um Brasil melhor. E vai ao verso, observado a pauta do dia:
Nassif, a resposta mais contundente à Caetano Veloso veio de forma simples e também surpreendente, pois veio lá do blog do tucano Josias de Souza. Um vídeo do YouTube com Caetano cantando Calúnia, da Dalva de Oliveira :
Seção Musical em homenagem à semana inglesa do Presidente Lula, da serie British Dance Bands : De 1925 a 1940 Londres foi a a capital dos jantares elegantes ao som de famosas orquestras de dança que tocavam nos principais hoteis como Mayfair e Savoy e em night clubs como Kit Kat, foram em torno de 30 conjuntos entre os quais os mais conhecidos eram Bert Ambrose, Ray Noble, Jack Hylton, Harry Roy, Jack Payne, Jay Wilbur, Billy Cotton, Jack McDermott, Lew Stone, Fletcher Henderson, Roy Fox
etc., as orquestras tinham quase sempre cantores não fixos, como Al Bowlly, Vera Lynn, Elsie Carslile, Anne Shelton, Marjorie Kingsley, Rita Williams, Dan Donovan, Les Allen e uma estrela de quem tratarei em outro post, Frances Day, cuja vida de amores daria um belo filme, entre os seus casos teve Anthony Eden, futuro Primeiro Ministro, Eduardo VIII, futuro Rei e Lord Louis Mountbatten, primo do Rei e o ultimo Vice-Rei da India.
As orquestras tocavam em ambientes aonde era obirgatorio o traje a rigor, que era o padrão londrino para jantar nas classes altas, as orquestras tambem gravavam bastante e muitas delas eram contratadas da BBC.
As orquestras birtanicas eram bem diferentes das americanas, a musica sempre mais suave e menos estridente, o padrão londrino era especifico mas muitos musicos americanos tocavam na Inglaterra, alguns moraram lá por décadas mas o publico era inglês e a musica tinha um estilo inconfundivel, mesmo quando o compositor era americano, como a que Ray Noble toca no video abaixo, composição de Cole Porter.
Faz tempo que não falamos sobre o mal fadado processo de padronização do OOXML na ISO.
Para quem não acompanhou o caso, é bom lembrar que a Microsoft manipulou e continua a manipular o processo de padronização da ISO, para que seus formatos de arquivos proprietários recebam o carimbo de “formatos abertos” — um fator cada vez mais importante em vendas governamentais no mundo afora.
Parabéns ao Jomar e a todos representantes brasileiros que acompanharam de perto o processo.
Excelente explicação sobre o funcionamento dos custos no mercado de concursos. Talvez explique o motivo de haver tantas fundações e tão poucas empresas nesta área. A benemérita finalidade de promoção do desenvolvimento educacional somado à dispensa de licitação parece ser um pulo do gato ao qual eu nunca tinha prestado atenção.
Televisão australiana formará cidadãos para produzirem conteúdo jornalístico
05/11 – 09:18 – EFE, Último Segundo do iG
Sydney, 5 nov (EFE).- A “Australia Broadcasting Corporation” (ABC), que reúne a rádio e a televisão estatal do país, formará cidadãos das zonas rurais australianas para que aprendam a produzir conteúdos jornalísticos e para que possam divulgá-los, informou hoje o diretor-gerente da cadeia, Mark Scott, em Sydney.
Os mais poderosos ministros das finanças do mundo estão se reunindo em St. Andrews, no Reino Unido, para uma reunião destinada a puxar a economia do mundo para fora da recessão. A coordenaçãoda política fiscal será a ordem de trabalhos, bem como a forma de policiaras finanças globais e os sistemas bancários. Protestos estão previstos na sexta-feira e sábado, para pedir mais medidas de combateao desemprego e mudanças climáticas. O evento de dois dias do G20, que está sendo presidido pelo chanceler britânico (de finanças) Alistair Darling, será assistido por Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, bem como os ministros de finanças das maiores economias da Europa e China, Japão, Índia e Rússia.A coordenação da política fiscal e monetária tentará evitar a criação de novos desequilíbrios entre os diferentes países, semelhantes às que levaram à crise econômica no ano passado. Isso envolve, por exemplo, a pressão sobre os EUA para aumentar a poupança e a China, para aumentar o consumo.
O último grande desafio do governo Lula será romper com a lógica da política monetária e cambial. Há uma série de sinais no ar, mostrando que em breve haverá um ataque mais consistente contra o encarecimento do real.
Para Lula, a lógica política sempre teve prevalência sobre a lógica econômica. Não é prerrogativa sua: com FHC também foi assim. Essa lógica fez com que, no seu governo, Lula sempre procurasse minimizar as zonas mais sensíveis de atrito, dentre as quais a principal era o mercado financeiro. Esse poder desestabilizador ficou nítido nas eleições de 2002.
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Não se trata de uma conspirações, mas de circunstâncias que tornam o mercado mais sensível. Esse quadro surge sempre que aumenta a vulnerabilidade externa – isto é, quando o país passa a necessitar do mercado financeiro para fechar suas contas.
Em 2002 houve refluxo da crise internacional, o Brasil não disponha de superávits comerciais robustos, manifestou-se mais forte a crise das montadoras norte-americanas afetando o mercado internacional de crédito. Foram esses fatos, mais alguns erros de política monetária por parte do Banco Central, que criaram o clima para a explosão do dólar e a ansiedade que dominou os mercados. Mais que a eleição de Lula.
Em 2005, com as contas externas em ordem, o país atravessou a mais prolongada crise política da história – em função do mensalão -, e os mercados ficaram absolutamente tranquilos.
Alvo maior da iniciativa é a China, que atrela moeda ao dólar
Andrei Netto, ENVIADO ESPECIAL, LONDRES, O Estado de S.Paulo, Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2009
O governo brasileiro vai defender hoje, na reunião ministerial do G-20, na Escócia, um padrão único de gestão do câmbio por todas as maiores economias do mundo. Mais: pregará que o modelo escolhido seja o câmbio flutuante, adotado pelo País desde 1999. O objetivo é “homogeneizar” o fluxo global de moeda, evitando a sobrevalorização excessiva, da qual o real tem sido vítima nos últimos meses, se comparado com o dólar, o yuan e até o euro.
A iniciativa tem como alvo maior a China, que atrela a valorização da moeda ao dólar.
Olha as teses de reengenharia total e competição interna sem sentido, levandos trabalhadores a doença e morte. Só na cabeça de empresários sem um pingo de sensibilidade para o que é o ser humano, para achar que essa loucura no trabalho seja uma condição “natural” para alguem.
A fábrica de suicídios
Um edifício antissuicídios, um local de trabalho com janelas fechadas e parapeitos altos, como se bastassem poucos aparatos técnicos para pôr fim a um desastre social com poucos precedentes. À primeira vista, a notícia de que a France Télécom ocupará a partir de janeiro aquele imóvel poderia parecer uma farsa, se não se inserisse em um contexto trágico: 24 suicídios em apenas 18 meses, dezenas de milhares de funcionários em estado de choque, um administrador sob acusação por ter transformado uma empresa gloriosa em uma fábrica de depressivos comandados com mão de ferro. A esquerda pede a demissão do presidente e do administrador delegado, Didier Lombard, mas o Estado, primeiro acionista da sociedade, talvez se limitará a pedir a cabeça do seu vice.
A reportagem é de Giampiero Martinotti, publicada no jornal La Repubblica, 01-10-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Nassif, tenho que defender o STF. Os legisladores fizeram um absurdo ao aprovar a lei 12.015 em 7 de agosto de 2009, que intrododuziu modificações no título VI da parte especial do CP, o conceito de estupro alargou-se conforme se verifica na nova redação(não vou colocar aqui). Apenas para demonstrar o absurdo que Lula sancionou com o aval do Ministro Tarso Genro. Isto trará divergências de ordem doutrinária considerando que “ato libidinoso” é muito vaga, permitendo diversas interpretações. O art 213 anterior, o crime de estupro era praticado apenas contra mulheres, mediante violência ou grave ameaça, e conjunção carnal somente compreendia a penetração pênis na vagina, e atos libidinosos diversos da conjunção carnal eu compreendia e creio que muitos ainda compreendem assim, que eram, tidos como atentado violento ao pudor(coito anal, sexo oral). Com esta nova lei o crime de estupro passou a compreender tanto a conjunção carnal qto atos libidinosos. Não se destingue mais quem é vitima; homem ou mulher ? Agora o estupro virou violência presumida. Para encurtar o assunto, o homem agora pode ser vítima desta forma de crime contra a liberdade sexual, desde que constrangido pela mulher à pratica de conjunção canal, e mediante violência ou grave ameaça. Desta forma a prostituta que antes não era criminalizada agora poderá ser no entendimento meu e de muitos, inclusive o Gilmar Mendes. Neste caso, o STF vai ter que ser chamado para desenrolar o absurdo criado pelos poderes legislativo e executivo. Abs.
Por Professor
Prezado comentarista:
Cuidado com a leitura dos tipos penais reformados, há muitas confusões em seu raciocínio.
Vou tentar esclarecer a diferença do estupro e do atentado violento ao pudor.
Aí sim você tocou no ponto fundamental da coisa.
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Passou da hora dos demais Estados repercutirem suas próprias peculiaridades..
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Não tem como dois centros estaduais ditarem comportamentos, conceitos e idéias a todo o país.
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Faço uma crítica tanto ao governo federal…que não descentraliza o poder NEM A PORRETE…
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(uma das grandes críticas que faço ao governo, diga-se de passagem – a centralização do poder)
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E não dá um pio contra o oligopólio das teles…
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E ao estadual…que deveria investir mais na Rede Educativa..
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Falta coragem e oportuidade para debater esse assunto…
O acidente da Gol, a montanha de dinheiro, JN e Azenha.
Do blog do Azenha
O Marco Aurélio Mello vai contando, aos pouquinhos, a história dos bastidores da TV Globo, no período em que trabalhou lá.
Uma história, diria ele, de ficção.
Num dos posts recentes, ele conta:
“Dá tempo de tirar meu nome deste abaixo-assinado”, perguntei ao chefe de redação. – Claro, ninguém é obrigado a assiná-lo. Alguém mais lá quer tirar também? Perguntou-me, apontando para a redação. – Espera aí, respondi. E voltei à redação. – Ele está perguntando se alguém mais quer tirar o nome…, disse às minhas colegas editoras de texto (éramos seis, ao todo, no principal telejornal da emissora, mas uma delas não estava entre nós). As colegas também pediram que seus nomes fossem suprimidos. De fato, nossas assinaturas não fariam muita falta. Ele passou o dia circulando pela redação ‘incentivando’ os colegas a fazê-lo. Colegas nas redações do Balneário, do Planalto Central e de Belo Horizonte, também foram a campo. O plano, desmascarado depois, era salvar o Guardião, que foi lançado ao mar, depois de tantas trapalhadas na cobertura eleitoral. A estratégia funcionava assim: ele encostava ao lado da mesa do colega, soltava a folha de papel e dizia: – Vê se você concorda com isso e assina. O desconforto era geral. O clima era péssimo. Quando voltei da sala dele, certo de que nossos nomes haviam sido suprimidos, formamos uma roda quase no meio da redação. Rodrigo Vianna argumentava que quem tinha que defender a cobertura – que no texto do abaixo-assinado levianamente misturava a queda do avião e as eleições – era a emissora, não os funcionários. Rodrigo comparou: – É o mesmo que uma montadora fazer um carro com defeito e pedir para os metalúrgicos fazerem um abaixo-assinado para defender a indústria.(…)
Comentario: A China desenvolveu um concorrente para o 145 entre 1999 e 2009, a Embraer chegou em Harbin em 2003. Certamente os chineses aprenderam com a Embraer. Agora o modelo chines ja conta com mais de 200 pedidos enquanto a Embraer enfrenta queda nas vendas. Transferir mais uma linha de montagem para Harbin significa ensinar aos chineses mais sobre materiais e aerodinamica.
Do Folhaonline: A Embraer está negociando com a China a montagem de aviões maiores naquele país. O objetivo é convencer o governo chinês a concluir a compra de 45 jatos brasileiros, discutida já há mais de três anos, além de garantir a sobrevida da fábrica que a empresa mantém na cidade chinesa de Harbin.
Acho que grandes desafios para o Brasil serão o câmbio, o sistema tributário, a defasagem tecnológica.
Não podemos esquecer que a desvalorização cambial deve ter como objetivo reindustrialização, substituição de importações ou novos mercados para exportações. Caso contrário não gerará empregos internamente e apenas se transferiria renda para o exterior (como a China sistematicamente faz.) Não deve ser um fim em si mesmo.
Se houver reforma tributária que distribua custos do setor industrial para o setor de serviços, parte do problema cambial se resolve. Se houver maior taxação do setor agrário ou extrativista, idem, pois o Brasil têm vantagens comparativas nestes.
Como Keynes já faleceu e Mendonça de Barros, Delfim Netto e outros já confessaram não ter a fórmula mágica, passa a ser interessante todos darem suas ideias para ver se um caminho surge.
Desvalorizar em economia altamente produtiva não é necessário. Mas não é o caso brasileiro. Desvalorizar em economia com falta de divisas é fácil. Também não é o caso.
Pois é, agora temos liminar que autoriza a briga de galos na Paraíba. Diz a magistrada que não há no ordenamento jurídico vigente qualquer norma que proíba a modalidade. O pedido foi da Associação de Criadores e Expositores de Raças Combatentes da Paraíba.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.