Sobre as pensões vitalícias
Por EDSON MEDEIROS
Celebridades em geral quando comentam sobre política adoram falar da ética ou da falta dela em nossos polítcos.
Mas olha em qual enredo Maitê Proença é protagonista. Resumidamente está “mamando” nas costas dos contribuintes paulistas.
Do Babado
Governo de SP cancela pensões da atriz Maitê Proença
Pelo menos até que segunda ordem seja decretada, Maitê Proença terá R$ 13 mil a menos na conta bancária todos os meses. De acordo com a coluna de Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo, o governo de São Paulo cancelou as duas pensões que a atriz recebia desde a morte dos pais. O benefício, uma herança, foi eliminado quando o órgão previdenciário SPPrev entendeu que Maitê foi casada com o empresário Paulo Marinho. Pela lei, uma pensão é válida até que a mulher se case.
Maitê e Marinho nunca foram casados no papel, oficialmente, mas viveram juntos por 12 anos, o que os classifica como donos de união estável.
Rafael Campos, advogado da atriz, avisa que vai recorrer. “O relacionamento que ela teve não é um casamento formal e a lei é bem clara. A certidão dela é de nascimento, não de casamento. E não se fala mais nisso”, disparou. “Não existe justificativa para suspender”, completou Maitê.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: Maité Proença. pensão vitalícia

Essas pensões vitalícias pra muié véia “solteira” têm que acabar.
Cadê os direitos iguais? Quer dizer que a Maitê tem que receber pensão do papai por que “ficou pra titia”? Faça-me o favor.
Se fosse num País decente, ela já teria abrido mão dessa pensão há muito tempo. Mas vivemos na terra do “direito adquirido”, vulgo “mamata”. E ainda vai botar advogado pra defender, e é perigoso ganhar e pedir “danos morais”.
Há um arrotamento de ética midiática pela classe artistica que merece reflexão. Vejam o festival de cachês faraônicos que certas celebridades faturam em cima de milhares de municípios paupérrimos neste vasto brasilsão. Tem prefeitos pagando 300,400,500 mil reais as Ivetes aos Marrones e assemelhados…em cidades com meia centena de habitação decente.
O pior da Maitê é que ela teve pelo menos uma fase de católica carola. Quando peregrinou até Medjugorge, na Croácia, caiu em transe ao chegar no local onde havia aparições da Virgem Maria.
Será que ela casou na igreja mas não fez o devido registro civil?
De qualquer modo não acho que ela tenha direito. Se a lei atual considera que a união estável concede os mesmos direitos e deveres do casamento, então ela foi casada.
Deve haver muita gente com medo depois de ler esta notícia.
Pois é, outra deturpação da lei. A pensão vitalícia no caso de dependentes sem qualquer problema para garantir seu sustento já é absurda. O casamento era visto como uma condição resolutiva pela presunção anacrônica de que, tendo um marido ” provedor”, ela passaria a não mais necessitar da pensão. Ora, a se manter tal ponto de vista, a união estável é análoga ao casamento, a mesma segurança é gerada. Já, se se fizer a interpretação moderna do instituto, Maitê Proença tem profissão, meios próprios para subsistência e não necessita, de forma alguma, de pensões paternas.
Alguns artistas não têm a menor noção do que seja papel social. A pensão, ainda que fosse embasada legalmente, é absolutamente imoral dentro de nosso contexto social. Ela própria é que deveria ter renunciado ao duvidoso benefício. Quanto a seu advogado, se pretende mesmo recorrer, precipitou-se um pouco em dizer ” e não se fala mais nisso”.
Ela devia mudar o nome artístico para Maitê Proeza… É mesmo uma proeza manter esse segredinho de R$13 mil reais mensais longe da mídia de fofocas. Ela que de declare “cansada” como o João Dória, ou com “medo”, como Regina Duarte, que os coleguinhas da imprensa dão um tempo nesse micro-escândalo. Como diria Ibrahim Sued, “sorry, periferia”.
Tantos direitos adquiridos por tanta gente, pensões até a 3 geração, (militar) e outros, só posso desejar a Maitê uma morte rápida, para que todos se beneficiem dos R$13000, que recebeu e concerteza vai continuar a receber – Isto é Brasil