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04/11/2009 - 21:16

Trivial de Cat Stevens

Do Portal Luís Nassif

CAT STEVENS – LADY D’ARBANVILLE

* Adicionado por Fernando dos Santos Curi

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

24 comentários para “Trivial de Cat Stevens”

  1. Luiz Gonzaga da SILVA disse:

    O começo dos anos 70, foi uma das melhores fases musicais da minha vida. Teve os ex Beatles lançando carreira solo com grandes discos como “Imagine” com John Lennon; “Run” com Paul MCartney e “All Things Must Pass” com George Harrison. Os Rolling Stones lançaram o “Exile On Main Street” e “Stick Fingers”. O Led Zeppelin com “Led Zeppelin III e IV” O James Taylor veio com “Mud, Slide, Slin and… e “Sweet Baby James”. Carole King com um disco fantástico, “Tapestry”. Santana com o “Oye como va”. Creedence com “Weely and Poor Boys”. Carly Simon com “No Secrets”. Simon&Garfunkel com “Bridge Over Trouble Water”. “Tarkus” e “Trilogy” com o ELP. “Fragile” com o Yes.
    Dentre todas estas feras eu destaco o Cat Stevens com discos ótimos como “Teaser and Firecat”, “Tea For The Tillerman”. Esta música está no “Mona Bone Jakon”. Ele também fez a trilha do filme “Harold and Maude” do Hall Hasby, recentemente adaptado pela Glória Menezes para o teatro. Aliás me parece que o original é uma peça teatral mesmo.

    • Clever Mendes de Oliveira disse:

      Luiz Gonzaga da Silva (04/11/2009 às 22:04),
      Há muito mais. Como diria Ian Anderson no Jethro Tull “Life is a long song”. Na América: Crosby, Still, Nash and Young, Alman Brothers Band, Gratefull Dead, Jefferson Airplane e outros sem falar nos grandes dos Blues e na Inglaterra: Rod Stewart, Elton John, Traffic, Pink Floyd, Genesis e outros.
      E houve dois outros que eu só vim a conhecer quase uns dez anos depois e que já deram uma canja aqui no blog. Leonard Cohen e Jacques Brel (conheci-o no ano em que ele morreu – 1978).
      E Lady Darbanville era uma canção e tanto. Junto com a sua lista trouxeram-me boas recordações.
      Clever Mendes de Oliveira
      BH, 05/4/11/2009

    • Clever Mendes de Oliveira disse:

      Luiz Gonzaga da Silva (04/11/2009 às 22:04)
      “Harold and Maude” do Hall Hasby chamou no btrasil “Ensina-me a viver” Já faz muito tempo. gostei do filme mas não lembro mais nada. Tinha uma música fácil, mas minha memória musical é péssima. Sempre que eu tentava lembrar eu caia em uma música de Arlo Guthrie, filho de Woody Guthrie, do filme Alice’s Restaurant e que dizia algo como: “You can get everything you want in Alice’s restaurant.”. Mas a música de Harold and Maude” nunca mais veio à memória. Talvez agora no youtube fique mais fácil. Valeu também pela lembrança.
      Clever Mendes de Oliveira
      BH, 04/11/2009

    • Clever Mendes de Oliveira disse:

      Luiz Gonzaga da Silva (04/11/2009 às 22:04),
      Ontem eu lembrei, mas acabei não colocando no meu comentário de 05/11/2009 às 0:20, dois grandes na Inglaterra: The Who e T. Rex
      E como você mencionou posteriormente (05/11/2009 às 16:03) Joni Mitchell, eu lembrei de Sweet Sir Galahad (Havia um disco triplo de Woodstock e posteriormente saiu um disco duplo, esta música está no disco duplo) de Joan Baez. Ela cantava muitas músicas da canção folclórica americana e tinha uma voz muito bonita.
      Clever Mendes de Oliveira
      BH, 05/11/2009

  2. Edmar Melo disse:

    Nassif, meu trivial de hoje vai em repúdio a um Congresso Nacional impregnado de políticos envolvidos em esquemas de corrupção que deixa o eleitor sem esperança de um Brasil melhor. E vai ao verso, observado a pauta do dia:

    A GÊNESE DO MENSALÃO

    Ao Supremo pouco importa
    A gênese do mensalão
    Se é cria do PT
    Ou se é da oposição
    Posto que o DNA
    Pouca coisa vai mudar
    Na hora da punição

    Há quem defenda com ênfase
    Que o mensalão é mineiro
    Que cometeu vários crimes
    Quando arrecadou dinheiro
    Porém, faltou explicar
    Outros partidos entrar
    Na onda dos quadrilheiros

    O mensalão foi usado
    Pra comprar reeleição
    Subornar adversários
    Nos dias de votação
    Por fim até aliado
    Tinha seu soldo sagrado
    Por ato de gratidão

    A lógica do mensalão
    Era fazer maioria
    Um Congresso rastejante
    Ao governo que servia
    Mas o esquema abortou
    Quando um corrupto falou
    Quanto um partido valia

    Edmar Melo.

  3. Dionísio disse:

    O “Lula” do Heavy Metal ,o guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi

    Times Online: Qual foi o ponto em sua vida que mudou a sua carreira com a guitarra?

    Iommi: Antes do Black Sabbath eu costumava trabalhar numa fábrica. Um dia, quando eu coloquei a minha mão em uma das máquinas, ela desceu e acabou cortando as pontas dos meus dedos fora. Eu achei que não iria tocar nunca mais. Fiquei muito triste. Mais tarde, um empresário me trouxe uma gravação de Django Reinhardt (um ícone do jazz, que tocava apenas com três dedos) e isso realmente me fez voltar a tocar.

    Times Online: Como o acidente afetou o seu modo de tocar?

    Iommi: Aquilo definitivamente mudou o meu estilo. Eu tive que encontrar formas diferentes para tocar os acordes e fazê-los soar bem. (Os médicos do) hospital me aconselharam a parar de tocar, mas eu não aceitava isso, então tive que arranjar um jeito para tocar confortavelmente. Eu fiz essas pontas de dedo usando um pedaço de garrafa que eu tinha derretido e que fui modelando ao redor do meu dedo. Foi um método meio rústico, mas funcionou para mim.

    Times Online: Você também fez parte do Jethro Tull. O que isso acrescentou na sua vida?

    Iommi: O que eu aprendi foi ter um pouco mais de autoridade e disciplina. Após isso, eu utilizei essa forma de pensar no SABBATH, começando os ensaios às 10 da manhã. Ozzy e os outros falavam, “Quê?!”

    http://whiplash.net/materias/news_906/044853-blacksabbath.html

  4. Lima disse:

    Que tenha sido bem sucedida a programação noturna, Nassif. Você deve ter se dado bem, saindo da caloria paulistana para uma noite na brisa carioca.

    Para esta noite de outono com cara de verão, só uma brisa fresca mesmo.

    Uma sugestão para todos, são os texanos Seals and Croft – Summer Breeze (ABC IN CONCERT 2nd Anniversary Special – 1974 – Los Angeles California)
    Acústico c/ violão e bandolim

    http://www.youtube.com/watch?v=TEF470mXqU4

    ou

    http://www.youtube.com/warp.swf?v=TEF470mXqU4

  5. Guilherme Menegon disse:

    A melhor do Cat Stevens é “Dog was a Doughnut” !

  6. Marco disse:

    Laerte Braga: A meta agora é vender o Brasil e passar a escritura

    Atualizado em 04 de novembro de 2009 às 21:15 | Publicado em 04 de novembro de 2009 às 20:47

    quarta-feira, 4 de novembro de 2009

    PSDB É BRIGA DE FOICE NO ESCURO – E TAPAS

    por Laerte Braga

    A quase totalidade dos fundadores do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) – os tucanos – saiu do PMDB em 1988. Dois anos antes do fim do mandato do último ditador, o general Figueiredo (terminou em 1984), foram realizadas as primeiras eleições diretas para governos estaduais desde 1965.

    Franco Montoro, Leonel Brizola e Tancredo Neves foram eleitos governadores dos três maiores estados da Federação de mentirinha. São Paulo, Rio e Minas Gerais. O vice-governador de Montoro era Orestes Quércia.

    Em 1986 o grupo do governador Franco Montoro (um homem decente), ao qual pertenciam José Serra (seu secretário de governo) e Fernando Henrique Cardoso (senador e derrotado por Jânio Quadros nas eleições municipais de 1985), tentou de todas as formas evitar a candidatura de Quércia ao governo do estado. Covas, Mário Covas, que já havia sido prefeito nomeado de São Paulo, era o preferido do grupo.

    Quércia venceu-os na convenção do PMDB e FHC foi indicado candidato ao Senado. Não era propriamente uma candidatura à reeleição já que em 1978 perdeu para Montoro. Virou suplente já que a legislação à época assim o determinava em decorrência do expediente casuístico da sublegenda.

    As eleições para o governo do estado de São Paulo em 1986 foram disputadas por Orestes Quércia (PMDB), Antônio Ermírio de Moraes (PTB) e Paulo Maluf (PDS). FHC, mesmo candidato a senador pelo PMDB, apoiou a candidatura de Ermírio de Moraes, até…

    …Até que as pesquisas divulgadas três dias antes das eleições apontavam a vitória de Orestes Quércia. Quem tiver boa memória vai se lembrar que Ermírio e Maluf quase se atracaram num debate transmitido por uma rede de tevê e isso acabou beneficiando Quércia, já que, naquele momento, não existia a figura do segundo turno.

    À véspera da eleição o candidato do PMDB Orestes Quércia fazia panfletagem numa montadora no ABCD paulista em companhia do então deputado Fernando Moraes (hoje autor consagrado de várias biografias). Num dado momento Fernando Moraes notou que o “fusca” de FHC estava chegando e o candidato ao Senado, sem nenhum constrangimento, típico dos amorais, achegou-se e juntou-se ao candidato favorito.

    Ao perceber a chegada de FHC, Fernando Moraes virou-se para Quércia e disse-lhe o seguinte – “agora não tenho dúvidas que você venceu, olha quem chegou” –. Definição perfeita para o caráter oportunista do então senador e candidato.

    O fato foi publicado na coluna PAINEL do jornal FOLHA DE SÃO PAULO.

    José Serra naquele ano foi eleito deputado federal.

    Em 1988, depois de tentar de todas as formas o comando do PMDB paulista e se insurgindo contra Ulisses Guimarães, o grupo de FHC e Serra saiu do partido e resolveu fundar o PSDB. Uma das explicações dadas de público é que o partido havia sido dominado em São Paulo por “corruptos”, no caso o governador Quércia e estava se desviando de seu caminho de partido popular, à esquerda. O PSDB, segundo seus fundadores, resgatava o extinto MDB, na linha de frente da luta por um Congresso Nacional Constituinte que não cedesse às pressões de grupos conservadores (PFL e outros) e o PMDB que, nos dois principais estados da Federação de mentirinha, São Paulo e Minas, estava em mãos de políticos “corruptos”, no caso Quércia e Newton Cardoso.

    Mário Covas foi o relator da principal comissão do Congresso Nacional Constituinte, ainda no PMDB e FHC, também no PMDB, foi o autor da emenda que dispunha sobre tributação de heranças (quando foi presidente mandou esquecer desse negócio).

    Em 1989 Covas foi indicado candidato do partido, já o PSDB, à presidência da República. No segundo turno, disputado entre Lula e Collor, foi dos primeiros a se postar ao lado de Lula, assim como Leonel Brizola e Ulisses Guimarães.

    Covas veio a ser eleito governador de São Paulo em 1994, depois de derrotado em 1990 por Luís Antônio Fleury, candidato de Quércia. Havia sido eleito senador em São Paulo em 1986 e arrastara FHC na segunda vaga, estavam no PMDB. Naquela eleição Covas assombrou os especialistas com a votação que teve, mais de sete milhões de votos.

    Em 1992, quando Collor começou a enfrentar dificuldades em seu governo e era visível que o desfecho não lhe seria favorável, o presidente convidou FHC para exercer funções semelhantes às de um primeiro ministro e de pronto o senador aceitou. Sem consultar partido, sem ouvir ninguém, aceitou. A ordem viera de Washington, da Fundação Ford, o projeto de Collor viria a ser aplicado por FHC com o mesmo nível de corrupção a partir de 1994. Não virou ministro por conta da oposição de Covas e nasceu aí mal disfarçada rivalidade entre os dois dentro do PSDB.

    Serra sempre ao lado de FHC, sempre trabalhando seu projeto pessoal.

    Pouco antes de virar ministro das Relações Exteriores o então senador FHC disse a alguns jornalistas que seria candidato a deputado federal, temia não ser reeleito para o senado nas eleições de 1994. Ministro das Relações Exteriores do governo Itamar Franco, em seguida ministro da Fazenda, construiu sua candidatura presidencial nos bastidores, iludindo e mentindo (o que sempre fez), à custa de intrigas, beneficiou-se do Plano Real e dos altos índices de aprovação do governo Itamar.

    Eleito, entre outros, derrotou o candidato do PMDB, exatamente Orestes Quércia. José Serra foi nomeado Ministro do Planejamento. Em pouco mais de três meses bateu de frente (tem um temperamento do cão, além de ser traiçoeiro e mau caráter) com Pedro Malan, ministro da Fazenda. FHC chamou Serra e o ministro pediu demissão. Foi franca a confissão de FHC – “não posso demitir Malan” –.

    Por que? Malan não era e nem é tucano. Malan não era amigo de FHC. Por que? Malan não fora indicado por FHC, mas pelos condutores externos e internos do processo neoliberal que resultou no desastre absoluto do governo tucano, nas privatizações e FHC era e é empregado desses condutores, digamos assim.

    Serra voltou e no Ministério da Saúde quando se aproximavam as eleições de 2002 e os tucanos precisavam de um candidato. Aí, a essa altura do campeonato, já absorvido e na folha de pagamento dos mesmos grupos que pagaram e pagam a FHC.

    Foi Serra quem armou a operação contra Roseana Sarney em cima de um esquema para beneficiar a si e favorecer a GLOBO. No exato momento que Roseana subiu nas pesquisas e ameaçou a candidatura do tucano, a Polícia Federal sob controle tucano trepou nas tamancas e armou todo aquele fuzuê contra Roseana. O jornalista Luís Antônio Magalhães, de credibilidade acima de qualquer suspeita, revela hoje que foi Serra quem mandou que Regina Duarte fizesse a declaração “tenho medo da eleição de Lula”.

    O que acontece dentro do PSDB hoje é uma espécie de briga de foice no escuro entre José Serra e Aécio Neves pela indicação presidencial para as eleições de 2010. Tanto um como outro obedecem aos mesmos patrões. A disputa é só de poder. Se Aécio é um tresloucado controlado pela irmã, pelo vice-governador Anastasia, Serra é um ditadorzinho sem caráter algum, sem nenhum escrúpulo, cheio de ódio, que não admite qualquer tipo de contestação, paranóico e obcecado com o poder.

    E ambos estão liquidando com seus estados, São Paulo e Minas. Os próximos governadores desses dois estados pagarão as contas dos absurdos cometidos com dinheiro público.

    Quer dizer, o povo pagará a conta.

    A notícia divulgada pelo jornalista Juca Kfhoury sobre o tapa dado pelo governador de Minas na namorada numa festa no Rio foi passada a jornalistas do País inteiro, a partir de jornalistas aliados de Serra. Joyce Pascowitch (tem ligações e caso com o governador de São Paulo). Se Aécio deu ou não deu o tapa é outra história. Serra e Aécio são dois perigos para o País. Dois políticos corruptos, sem escrúpulos. E Aécio vai carregar uma carga da qual nunca se livrará. Tancredo Neves, seu avô, tinha aversão a FHC e a Serra, considerando-os exatamente como são. Canalhas aproveitadores, oportunistas e doentios, no caso de Serra.

    Orestes Quércia, hoje, é o principal aliado de Serra dentro do PMDB, principalmente o paulista, já que Michel Temer, presidente da Câmara, deve ser o vice na chapa de Dilma Roussef.

    Como serão duas as vagas em disputa para o Senado (renovação de dois terços) em 2010, uma delas é de Quércia, isso no acordo com Serra, resta saber se o povo vai embarcar na canoa furada.

    De Quércia, ex-corrupto para Serra, sobre tucanos, logo após sua vitória em 1986 –“se um tucano estiver apertado para fazer xixi, entrar no banheiro e encontrar dois vasos, faz nas calças, não vai conseguir decidir-se a tempo” –.

    Um e outro se merecem. Os corruptos se encontram muito antes do infinito. Não são paralelos, são congruentes.

    Vem mais chumbo grosso contra Aécio e ele que se cuide. É que o mineiro resolveu entrar na briga pela indicação partidária. Uma coisa é certa. Aécio saber também dar o troco. Já avisou a Serra que se o indicado for ele, apóia outro candidato, Serra nunca.

    Tucano tem esse negócio de raivinha, de ódio, de descabelar quando em jogo está o poder e o que o poder representa.

    Não existe um que preste. Não é partido político, é quadrilha.

    A meta agora é acabar de vender o Brasil e passar a escritura.

  7. ricardo bras disse:

    Cat Stevens não há mais. Depois que se converteu ao islã, ele abandonou a identidade cristã. Agora é Yussuf. Seu primeiro disco, depois de cerca de 17 anos, chama-se An Other Cup, e tem muita qualidade. Após um período em que renegou a vida e a obra de Cat Stevens, hoje já encontramos no You Tube bons vídeos do Yussuf cantando os sucessos do Cat.

  8. Ivan Moraes disse:

    So gosto de “Buddha and the Chocolate Box” do Cat Stevens, e
    http://www.youtube.com/watch?v=b_eUnxDE8YY
    “Oh Very Young” eh uma musica perto da perfeicao. Mas… ele eh doidinho da silva.

  9. francisco pereira neto disse:

    Fernando
    Que bom gosto nós temos hein?
    Parabéns pelo vídeo.
    Sou “fanzaço” do Cat Stevens.

  10. saulo machado disse:

    que maravilha!!!

    venho diariamente aqui, mas quase não comento… dessa vez foi necessário.
    cat stevens é maravilhoso.

  11. Neves disse:

    O capitalismo do século XXI recria a escravatura no mundo:

    21/08/2004
    “Procuradoria flagra trabalho escravo em SP”
    http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u63452.shtml

    11 de setembro de 2009
    “Bolivianos são presos na zona norte por trabalho escravo”
    http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,bolivianos-sao-presos-na-zona-norte-por-trabalho-escravo,433304,0.htm

    04/11/09
    “Polícia encontra bolivianos em regime de trabalho escravo em SP”
    http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1366420-5605,00.html

    Na raiz do problema o drama da imigração clandestina. O desterro nesta forma proporciona uma condição básica para a exploração do trabalho escravo, o clandestino é destituído de cidadania onde imigra, fica a merce do agenciador e do empregador, não pode postular direitos frente a eles. O que está retratado nas reportagens para São Paulo é uma realidade que cresce mundialmente.

    Para entender o que se passa em São Paulo há estudo específico realizado. Veja aqui: http://www.reporterbrasil.com.br/documentos/nas_costuras_do_trabalho_escravo.pdf

  12. valter disse:

    Para mim, a melhor é father and son.

  13. Nicolás disse:

    Também venho aqui todos os dias e quase não comento. Mas ficou impossível ficar sem falar agora. Cat Stevens é maravilhoso, e na minha opinião, Morning Has Broken e Hard Headed Woman são perfeitas.

    • Clever Mendes de Oliveira disse:

      Nicolás (05/11/2009 às 9:51),
      Uma outra bonita, mas pouco comentada é Sad Liza (Her eyes like windows, trickling in rain, upon her pain getting deeper. . . .)
      Clever Mendes de Oliveira
      BH, 05/11/2009

  14. Raí disse:

    Durante os anos 70/80,fui o maior fâ deste “maluco”que fazia um rock progressivo,da mais alta qualidade,porem a partir da hora em que ele mergulhou no fundamentalismo religioso,e esqueceu a musicalidade,sua obra regrediu,e hoje ele está vivendo um marasmo total,e distante daquele criador que conhecí,na fase áurea do rock. Concorda comigo, Mário Mendonça ?

  15. valter disse:

    Marco(23:40):
    a análise postada é perfeita na colocação histórica, discordo aqui e alí na análise final, mas nada que comprometa.
    Fui eleitor do psdb desde os tempos do mdb. Mário Covas, traído pela doença que o levou, era o grande político que o país precisava. A morte de Ulisses Guimarães, o esfarelamento da cúpula do psdb com a chegada ao poder tornou o ambiente um vale tudo suicida. Vejo com pesar no que se transformou o partido e as idéias. Teotônio Vilela, Almino Afonso, Paulo Brossard e O Pedro Simon (da juventude, claro não o de hoje). Pena, foram-se os homens e não ficaram as idéias. O povo que votava(e ainda vota) neles ficaram à deriva. O que sobrou? Isto que está aí não me representa. Não partilho das mesmas idéias e o partido que está no poder, que seria uma alternativa, mostrou-se tão fisiológico e corrupto quanto eles. Vejo hoje José Genoíno revoltando-se coma lei que impede os ficha sujas de se elegerem. Ele quer o quê? a bandalheira institucionalizada, eu acho.

  16. valter disse:

    Raí, se o Mário não concordar, eu concordo plenamente. E lamento pois o Cat Stevens que a gente aprendeu a curtir não existe mais. Sintomático, eu acho. Bob Dylan também ofuscou-se, embora por motivos diferentes.

    • Ivan Moraes disse:

      Concordo com todos que ostam dele, ele era muito bom. Mas eu nao tolero mudanca radical de personalidade publica, especialmente se eh feita em publico. Que ele va resolver seus problemas religiosos la dentro de sua casa, debaixo do meu nariz nao.

  17. Creuzo Geovani disse:

    Meu caro Edmar Mello
    Acho muito atrevimento
    Tu falar do mensalão
    Sem qualquer comedimento,
    Quando o nosso presidente
    Homem correto e decente
    Não tinha conhecimento.

    Eu acho que o mensalão.
    Não passou de fantasia
    Porque nosso presidente
    Já disse que não sabia
    E nossa Dilma Rousseff
    Nem debaixo de bofete
    Afirma que ele existia.

    Eu não posso acreditar
    Que um cabra nordestino
    Do tipo Lula da Silva
    Vá cometer desatino
    Pagando o tal mensalão
    Pra uma corja de ladrão
    Num gesto vil e cretino.

    Seja de Minas Gerais
    De São Paulo ou Mossoró,
    Seja de Belo Horizonte,
    Nova Russas ou Caicó,
    O Supremo vai julgar
    Mas LULA não vai deixar
    Seu time no xilindró.

    Com Lula na presidência,
    Obras superfaturadas,
    Mensalão e mensalinho,
    Corrupção e marmeladas
    Nunca mais vão existir
    Pois LULA diz que aqui
    Roubos são coisas passadas

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