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04/11/2009 - 17:00

Scarlatti por Tatiana Troyanos

Por Mário César

Nassif,

Ouça esta beleza de ária de Alessandro Scarlatti, interpretada por Tatiana Troyanos.

Mais, nesse link http://video.google.com.br/videosearch?hl=pt-BR&source=hp&q=Endimione+e+cinthia+youtube&um=1&ie=UTF-8&ei=Km_xStCfDI6Y8AbK4ciACQ&sa=X&oi=video_result_group&ct=title&resnum=1&ved=0CA4QqwQwAA#

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags: , ,

5 comentários para “Scarlatti por Tatiana Troyanos”

  1. Ivan Moraes disse:

    Caraca!!!!!!

    E olhe que eu nao tolero opera por grandes periodos sem suar frio!

  2. S.I.Soares disse:

    Olá Nassif, boa tarde. Não sei se vale um post, mas a questão da tecnologia e as novas formas de comunicação incomodam até pessoas que pensamos ser do meio, ou seja, comunicador.
    O Mauricio Stycer postou um artigo muito legal explicando o problema da Xuxa com o twitter e talvez o de muita gente famosa, que quer dominar uma ferramenta que exige mais do que elas realmente querem oferecer.
    Segue o artigo, que achei muito legal, pois a questão inovação passa por uma nova visão onde a inovação está na cabeça das pessoas, antes de estar na sua realidade.
    Abraços.

    26/08/2009 – 10:51
    A desastrada aventura de Xuxa pelo Twitter
    Na segunda-feira, 3 de agosto, 23 dias atrás, Xuxa Meneghel começou a brincar no Twitter. Atraída pela nova mídia, mas sem traquejo, logo estava digitando suas mensagens em caixa alta, como esta, comentando convite recebido de Zeca Pagodinho: “ZECA CHAMOU PRA IR A XEREM. E ELE JA SABE EU NAO BEBO, NAO FUMO E NAO COMO CHURRASCO, MAS FICO COM AS CRIANÇAS. TIPO BABÁ.VOU AMAR XEREM.”

    Os fãs digitalmente mais alfabetizados logo informaram a Xuxa que escrever em caixa alta equivale a gritar. Assim, depois de pouco mais de duas semanas no Twitter, a apresentadora foi obrigada a se explicar pela primeira vez: “EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO ASSIM. É O MEU JEITINHO!”

    Como muitas celebridades já perceberam, o Twitter permite um contato inédito com o fã. As mensagens alcançam o usuário, e são lidas, independentemente da sua disposição para respondê-las. Xuxa deu um primeiro sinal de que não estava acostumada com esse novo tipo de assédio na segunda-feira, 24. Em meio a outras tuitadas, desabafou: “PÔ PAREM DE CRITICAR”.

    Nesse mesmo dia, mais uma vez, se viu obrigada a se explicar com os fãs, que já somam 72 mil seguidores: “OUTRA COISA , NÃO FIQUEM TRISTE POR EU NÃO RESPONDER TUDO EU FICO DOIDINHA , VOU APRENDER AOS POUCOS TÁ”. Desajeitada com a língua portuguesa, como pode-se notar, ela tentou se corrigir em seguida, mais uma vez tropeçando na gramática e na ortografia: “OPS , ESCREVI SEM LER SAIU ERROS DE PORTUGUES”.

    Chateada com as críticas ao seu “jeitinho” de escrever, Xuxa passou a digitar as suas mensagens em caixa baixa, como todos os demais usuários do serviço. Mas deixou claro que não gostou das críticas: “eu adoro esse jeitinho, mas falaram tanta coisa feia q tô eu aqui de igual prá igual”.

    Em seu último dia no Twitter, na terça-feira, 25 de agosto, Xuxa avisou que estava tuitando do set de filmagens de “Xuxa e o Mistério de Feiurinha”. Informou que Sasha estava participando das filmagens e relatou que iria trabalhar até de madrugada. Depois contou que o filme tem Hebe Camargo no papel de sogra e Angélica como cunhada, além de Fafi Siqueira, Alexandra Richter e Bruna Marquezine no papel de bruxas.

    O caldo entornou já de noite, depois de Xuxa avisar: “sasha filmou com um bode e agora vai filmar com uma cobra”. Na sequência, a filha da apresentadora escreveu: “Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir… Vou fazer uma sena com a cobra”.

    Os fãs de Xuxa logo começaram a fazer observações sobre o erro de ortografia cometido pela menina de 11 anos (“sena” no lugar de “cena”). Magoada, a apresentadora reagiu com um palavrão: “pra quem não sabe minha filha foi alfabetizada em inglês, vou pensar muito em colocar ela pra falar com vcs, ela não merece ouvir certas m…”

    Como as críticas e ironias não cessaram, Xuxa, muito irritada, encerrou seu dia no Twitter com um desabafo: “fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo”. E, como observou Lu Lacerda, às 2h50 da manhã, eliminou a mensagem com erro da filha.

    Naturalmente, o erro de Sasha e a reação de Xuxa ganharam as páginas com velocidade. Na manhã de quarta-feira, a palavra “Xuxa” estava entre as dez mais mencionadas por brasileiros no Twitter. E as mensagens que ela escreveu na noite anterior estavam entre as três mais reenviadas (retuitadas) por outros usuários.

    Wagner Martins, o Mr. Manson, criador do célebre blog Cocadaboa, foi quem talvez resumiu melhor a nova situação: “Celebridades no Twitter tornaram possível um sonho de infância: xingar a TV. E ser ouvido. Obrigado Internets.” Xuxa, com certeza, não se esquecerá desta lição.

    Autor: Mauricio Stycer

    em http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/08/26/a-desastrada-aventura-de-xuxa-pelo-twitter/

  3. anarquista disse:

    Eu adoro música clássica. Me sentia enlevado toda x que a ouvia.(desde garoto)

    Eu cresci e percebi que Hanibal Lecter e muitos nazistas cometerma barbaridades ao som da música clássica.

    Então percebi que o som da música clássica não é privilégio de pessoas do bem ( não confundir com bom gosto)

    Como sou uma pessoa que transito entre o bem e o mal, a música clássica se encaixa perfeitamente no meu perfil.

    Amo a música clássica pela sua peculariedade.

  4. peregrino disse:

    Beleza mesmo…
    uso música clássica para variar em emoções…………..
    exercício muito útil para entender interações entre mente e coração, entre som e sentimentos, quaisquer, ou positivos ou negativos, e saber controlar, guiar para o bem
    O que anarquista escreveu, também acredito que aconteceu…
    pensavam ser possível dissimular a monstruosidade permitindo, com a música clássica, só
    as emoções positivas, o júbilo, que vem a ser rota de fuga para canalhas e covardes, quando reprimidas ao longo de suas vidas as emoções negativas, o reconhecimento da derrota, por exemplo.

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