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04/11/2009 - 09:28

Painel internacional

Nenhuma pista sobre o que o Fed fará com o juro

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não vai oferecer ao mercado sugestão alguma, piscadelas ou inclinações sobre o seu plano de batalha para empurrar as taxas de juro para níveis mais elevados, após a reunião que termina na quarta-feira, disseram os economistas. A maioria esmagadora acha que o Fed manterá a taxa básica de juros estável em perto de zero, onde tem sido o alvo do Fed desde dezembro passado. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) iniciou sua reunião de dois dias na terça-feira. Um anúncio é esperado na quarta-feira, por volta de 16h15 (horário de Brasília). “Os fatos na mesa – alto desemprego, baixa inflação, não criação líquida de empregos no setor privado – sugerem-nos que é inconcebível que a política vá realmente mudar em 4 de novembro”, disse a equipe econômica do Credit Suisse em relatório para clientes.
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E mais:

Decisão da GM de manter a Opel é “inaceitável”, diz Alemanha

Banco Mundial eleva projeção de crescimento da China

Índice de serviços do Reino Unido sobe para o mais alto nível desde 2007

Bons progressos no Northern Rock

Decisão da GM de manter a Opel é “inaceitável”, diz Alemanha

ELPAIS.COM

Um rumo inesperado e com consequências enormes para as relações entre os EUA e Europa. A montadora norte-americana General Motors (GM) decidiu na noite passada não alienar a sua filial europeia Opel, com um efetivo de 55.000 empregados (mais de 7.000 em Figueruelas, Zaragoza, onde havia negociado com os sindicatos a demissão de 900 empregados). Desta forma, a GM vira as costas para a proposta que levou meses para ser negociada com a fabricante de autopeças canadense Magna e seu parceiro russo Sberbank, uma operação complicada feita em várias etapas e liderada pelo governo alemão, que exigiu o retorno de 1,5 bilhão de euros em ajuda e classificou a atitude do gigante de Detroit como “inaceitável”. “A conduta da General Motors é totalmente inaceitável”, criticou esta manhã o novo ministro das Finanças, Rainer Brüderle, visivelmente irritado, no início de uma reunião extraordinária convocada para analisar a nova situação.

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Banco Mundial eleva projeção de crescimento da China

The Wall Street Journal

O Banco Mundial foi, nesta quarta-feira, a última grande instituição a elevar sua previsão de crescimento da China – um reflexo da rápida recuperação do país neste ano – embora tenha advertido que mais ajustes na política seriam necessários em médio prazo para garantir que a recuperação do país seria sustentável. Espera-se agora que a gigantesca economia da China deverá crescer 8,4% este ano, segundo a última projeção do Banco Mundial, em vez dos 7,2% que haviam sido previstos em junho. O banco prevê crescimento de 8,7% para o próximo ano. A nova estimativa para 2009 é apenas tímida, perto dos 8,5% que está sendo projetado pelo Fundo Monetário Internacional, e que também elevou sua previsão para a China e o resto da Ásia na semana passada, e também dos ecos recentes das revisões de alta dos economistas de vários bancos do setor privado.

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Índice de serviços do Reino Unido sobe para o mais alto nível desde 2007

O índice britânico da indústria de serviços, que vai de seguros à tecnologia da informação, aumentou em outubro para o nível mais alto desde que a crise de crédito começou, em agosto de 2007. O indicador, baseado em uma pesquisa de cerca de 700 empresas de serviços, aumentou para 56,9, disseram a consultoria Markit e o Instituto de Compras e Suprimentos em um comunicado enviado por email hoje em Londres. Os economistas previram 55,5, mostrou a mediana de 31 previsões da pesquisa da Bloomberg News. O relatório acrescenta que evidências de que a mais longa recessão da Grã-Bretanha desde a Segunda Guerra Mundial pode estar chegando ao fim, após a Nationwide Building Society dizer hoje que a confiança do consumidor se manteve no mais elevado nível em um ano e meio. Os formuladores de políticas do Banco da Inglaterra provavelmente procurarão garantir a recuperação, aumentando o seu plano de aquisição de obrigações amanhã.

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Bons progressos no Northern Rock

BBC NEWS

O nacionalizado banco britânico Northern Rock anunciou que está fazendo “bons progressos” na reestruturação de suas finanças, em meio à aceleração dos empréstimos hipotecários. O banco afirmou que os empréstimos hipotecários brutos subiram para 1 bilhão de libras nos três meses até 30 de setembro, e acrescentou que a “qualidade de novos empréstimos continua elevada”. No entanto, comentou que as condições nos mercados de hipoteca e habitação permaneceram “moderadas”. As hipotecas atrasadas continuam a crescer, mas em ritmo mais lento do que anteriormente. A proporção de tomadores de hipotecas residenciais do Northern Rock que estão há mais de três meses atrasados em seus reembolsos de empréstimo à habitação subiu para 4,11% até o final de setembro. Isso foi maior do que o 3,92% vistos nos três meses anteriores, mas a taxa de crescimento se abrandou no último trimestre.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:

13 comentários para “Painel internacional”

  1. Rita Schultz disse:

    Economia de mercado, emprego, taxas bancárias, previsão de crescimento, desemprego, crise. E nós, pobres mortais, na linha de fogo!

  2. foo disse:

    “O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não vai oferecer ao mercado sugestão alguma, piscadelas ou inclinações sobre o seu plano de batalha para empurrar as taxas de juro para níveis mais elevados, após a reunião que termina na quarta-feira, disseram os economistas.”

    Bem diferente do nosso BC…

  3. foo disse:

    Ouro dispara

    A compra de 200 toneladas de ouro do FMI pela India levou o preco do metal a maior alta de todos os tempos.

    A compra se deu apos o anuncio do FMI de que venderia 403 toneladas de ouro para ajudar a financiar paises em desenvolvimento.

    Esta foi a maior compra realizada por um Banco Central em mais de 30 anos — uma tentativa de diversificar suas reservas.

    http://www.montrealgazette.com/business/Gold+soars+after+India+buying+spree/2181344/story.html

  4. Diogo Costa disse:

    Confirmando-se as previsões dos institutos e mais variados órgãos internacionais no que tange ao crescimento econômico dos países em 2009, teremos mais uma ultrapassagem do “Império do Meio”.

    Ao final de 2009, a China desbancará o Japão (segunda economia do mundo desde 1968) e tornar-se-á, definitivamente o motor econômico do Planeta.

    Se continuar nesse ritmo de crescimento, no mínimo em 15 e no máximo em 20 anos, a China ultrapassará também os EUA como a maior economia do globo.

    E, em mais ou menos 25 anos, ultrapassará a economia da União Européia…

    Sinal dos tempos. apenas 235 anos depois, a China retornará ao posto mais alto da Terra no quesito poder econômico. Ou seja, a Revolução Industrial puxada pioneiramente pelo Reino Unido no final do século XVIII, para a China, não representou mais do que um ‘piscar de olhos’…

  5. dflopes disse:

    Prezado Nassif.

    como ainda não apareceu nenhum fora de pauta, posto a notícia por aqui, pois faleceu, na manhã de ontem (03/11), o grande mestre/compositor/interprete de Carimbó: “Mestre Verequete”.

    Um expoente da cultura paraense (ao lado do Mestre Pinduca), isso por não mencionar da cultura Brasileira, recebendo inclusive a Comenda da Ordem do Mérito Cultural de 2006 do Ministério da Cultura:
    http://www.cultura.gov.br/site/sobre/ordem-do-merito-cultural/ordem-do-merito-cultural-2006/

    Hoje, a música fica mais triste. O Sr. “Augusto Gomes Rodrigues” morreu na pobreza como muitos artistas nacionais, sendo velado no majestoso Teatro da Paz. Maso Mestre Verequete (e suas músicas) ficarão em nossas lembranças para sempre.

    Para quem não conhece essa importante expressão cultural, segue um informativo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carimb%C3%B3)

    E posto também o release do Governo do estado sobre essa perda imensurável (http://www.pa.gov.br/noticia_interna.asp?id_ver=53321):
    “Desde as 17 horas desta terça-feira (3) está sendo velado no Theatro da Paz o cantor e compositor de carimbó Mestre Verequete . Ele morreu no final desta manhã (3). O ícone da cultura paraense estava internado no hospital Barros Barreto com pneumonia grave e insuficiência respiratória aguda, quadro que evoluiu para uma septicemia (infecção generalizada).

    Nascido no dia 26 de agosto de 1916 na localidade de Careca, próximo à Vila de Quatipuru, município de Bragança, Augusto Gomes Rodrigues, mudou-se com o pai para Ourém após a morte da mãe. Lá iniciou carreira artística, no terreiro da negra “Piticó”. Em Belém, Verequete se tornou um dos maiores divulgadores do carimbo e em Icoaraci fundou o grupo “O Uirapuru” (até hoje em atividade, por meio de seus filhos).

    Verequete gravou seu primeiro disco em 1970 reunindo uma série de temas de carimbó, ritmo afro-indígena do Pará que ficou conhecido mundialmente. O enterro será no cemitério Parque das Palmeiras, às 16 horas desta quarta-feira (4). A apresentação da Amazônia Jazz Band que estava marcada para hoje no Theatro da Paz foi transferida para outra data ainda não definida.

    Em 2002 a história do cantor foi o tema de um documentário intitulado “Chama Verequete”. No mesmo ano o filme conquistou menção honrosa no Festival de Curitiba e Melhor Música no Festival de Gramado.

    Conhecido como a maior expressão artística do carimbo no Pará, Verequete tinha 12 discos gravados e dezenas de outras composições. O compositor foi um dos nomes mais importantes na campanha “Carimbo Patrimônio Cultural Brasileiro”. Em 2009 ele foi homenageado pelo Edital Prêmio Secult de Culturas Populares Edição “Mestre Verequete”.

    Este ano, no Dia Municipal do Carimbó, 26 de agosto, dia de seu 93º aniversário, Verequete foi homenageado na Praça Waldemar Henrique com uma grande festa na Semana do Folclore.

    Origem – O apelido Verequete surgiu na época em que ele trabalhava na Base Aérea de Belém e, durante a visita a um culto afro-religioso, teve sua música “Chama Verequete” cantada por um pai de santo.

    Lançada originalmente em 14 de setembro de 2006, a coletânea “Verequete: O Rei dos Tambores” foi reeditada em 2007 após a família declarar que o compositor não ficara com nenhum exemplar de sua obra.”

  6. dflopes disse:

    Para conhecer um pouco mais de Carimbó (para o Brazil conhecer o Brasil), todos os sites com downloads/audições “legais”:
    - Site do pinduca:
    http://www.pinducacarimbo.com.br/musicas.html

    - Site da Trama Virtual:
    http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=15884

    - Site da Radio online LastFM:
    http://www.lastfm.com.br/music/Verequete

  7. comentador disse:

    Não sabia onde postar.
    IBGE revisa para cima PIB de 2007 e aponta alta de 6,1%

  8. Jose de Almeida Bispo disse:

    Saindo um pouco:
    http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/11/04/ult1859u1798.jhtm
    Chamada: Lula chega a Londres para tentar consolidar imagem internacional de estadista
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou nesta quarta-feira (4) a Londres em uma visita de dois dias para “inglês ver”.
    Editaram a matéria da EFE só pra incluir “unas cositas más”.
    Isso é que é panfletismo ademarista no pior dos sentidos.
    Meu Deus! Uma vez província; sempre província.
    Só faltam arranjarem uma nova “Constitucionalista” E um novo Santos Dumont pra entrar em depressão.

    • Ivan Moraes disse:

      Nao existe “estadista” Lula no Uol.

      O que foi MESMO que Lula foi fazer em Londres e porque o uol estaria puxando saco? O uol tem “investidor” da Inglaterra ou laranjas ingleses?

  9. Ugo disse:

    Ele estará certo novamente?

    (ANSA) – ROMA, 4 NOV – Nouriel Roubini avverte sul rischio di una nuova crisi finanziaria che potrebbe investire i mercati internazionali. Secondo l’economista, l’impennata delle borse e delle materie prime puo’ rappresentare l’inizio di una bolla pronta a esplodere. Gli investitori, spiega, prendono in prestito enormi somme, con tassi ai minimi storici, per finanziare i propri acquisti, un carry trade che si allarga sempre di piu’ e piu’ diventa ampio piu’ forte sara’ lo scoppio della bolla.

  10. Manja disse:

    Bem, primeiramente a moeda da china esta desvalorizada o que significa que ela passara os EUA em menos de 15 ou 20 anos como disseram alguns comentaristas.

    A GM criou juizo e nao vai vender a galinha dos ovos de ouro. Ja fez bobagem em vender a Hummer. Imagina so o que tem de chines querendo comprar um pra mostrar “status”.

    Agora a pior noticia do dia e o FED querer manter os juros proximos de 0. TA ERRADO. Tem e que traze-los pra proximos de 3 a 4% numa tacada so.

    Pq? Porque os EUA nao se beneficiam de um dolar fraco. As industrias e seus fornecedores ja foram embora, pra Asia. Um dolar fraco significa que as empresas serao compradas baratinhas baratinhas. Os EUA precisam e FORTALECER o dolar.
    Dolar fraco e a pior politica pros EUA.

  11. anarquista disse:

    É contra-mão ou contramão o correto? Pouco importa a didática.Vamos ao que interessa.Enquanto o mundo diz”‘:A maioria esmagadora acha que o Fed manterá a taxa básica de juros estável em perto de zero”"

    Nós ainda estamos nesta situação:

    Uma dívida do sistema bancário com o Brasil
    CLÁUDIO VIGNATTI, RICARDO BERZOINI e PEDRO EUGÊNIO

    ——————————————————————————–
    Os “spreads” cobrados pelos bancos no Brasil têm sido um dos fatores limitantes do crescimento do nosso país
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    OS “SPREADS” cobrados pelos bancos têm sido um dos fatores limitantes do crescimento -dificultam o acesso ao crédito e inibem o consumo e o investimento.
    No contexto da crise, o governo tomou diversas medidas para ampliar a oferta de crédito e reduzir a inadimplência. Entre outras, a liberação de depósitos compulsórios, a aprovação da nova Lei de Falências, a criação da cédula de crédito bancário e a padronização das tarifas e do custo efetivo total. Apesar disso, as margens bancárias para o crédito livre insistem em manter-se em patamares elevados, contrariamente ao que ocorre com o crédito direcionado (habitacional, rural e crédito do BNDES).
    A prática de margens altas impede a inclusão de grande número de brasileiros ao mercado de consumo, que necessita de financiamento bancário.
    Por outro lado, as pequenas e médias empresas são penalizadas com os altos custos para financiar capital de giro e capital fixo. Com isso, reduz-se a capacidade de investir.
    A incapacidade dos bancos brasileiros de operar com “spreads” reduzidos, compatíveis com as necessidades de consumidores e empresas e com padrões internacionais, mostrou-se evidente na crise financeira global.
    O aumento da percepção de risco e da disputa por crédito acarretou aumento dos custos do crédito, a despeito da recente redução das taxas de juros básicas promovida pelo Copom do Banco Central. Os “spreads” subiram, em média, sete pontos percentuais entre setembro e dezembro. Para as empresas, esse aumento foi particularmente desastroso.
    Segundo o Banco Central, o desconto de promissórias, que, em janeiro de 2008, apresentava taxa de 40,7% anual, subiu em dezembro do mesmo ano para 55,7% ao ano. As linhas de crédito para capital de giro tiveram um incremento de 17,6% para 25,3% ao ano.
    Esse aumento do custo do dinheiro para as empresas afetou os níveis de emprego e renda nacionais.
    Estudo do Ipea constatou que, desde o início da década de 1990, crescem a concentração bancária e a presença do capital estrangeiro. Em 12 anos (1996-2008), a participação dos 20 maiores bancos no total de ativos aumentou mais de 20 pontos percentuais, de 72% para mais de 92%.
    A concentração bancária no Brasil acarretou redução de 32,2% no número de bancos em operação nos últimos 11 anos. Em 2008, havia no país 156 instituições bancárias, enquanto a Alemanha registrava 2.130 bancos, e os Estados Unidos, 7.282 bancos.
    Isso ocorreu ao mesmo tempo em que houve expressivo aumento da população brasileira, inclusive de pessoas em idade para acesso aos serviços bancários. Até a década de 1980, havia, para cada agência, em média, 8.000 brasileiros. A partir de 1990, a relação de brasileiro por agência subiu para mais de 10 mil pessoas.
    As razões que levam os bancos brasileiros a operar com “spreads” altos não se esgotam nas mudanças que implicaram maior concentração e redução da competitividade no setor. Outro fator a considerar é a indexação de títulos à taxa Selic, que tem levado os bancos à acomodação.
    Seus depósitos são remunerados a taxas bastante atraentes e sem nenhum risco. Com isso, não se interessam por aumentar o volume de crédito.
    A sociedade brasileira está à espera de medidas que possam inibir a voracidade dos bancos com os “spreads”.
    Dado que o órgão regulador, o Banco Central, não tem tido sucesso em reduzir os “spreads”, o Congresso Nacional resolveu debater um projeto de lei (nº 5.258/09) que estabelece um sistema de metas para a margem bancária. O relator é o deputado Júlio Cesar (DEM-PI).
    O projeto prevê que as instituições financeiras que atuam no Brasil passem a operar associadas ao atendimento ou não de metas de incentivo e a penalidades de natureza financeira ou tributária. Com isso, espera-se contribuir com mecanismos indutores de competição em um mercado bancário altamente concentrado, de baixa competitividade.
    Essa iniciativa se soma aos esforços do governo, de setores da indústria e do comércio, dos trabalhadores, enfim, da sociedade brasileira, para superar a crise e promover o desenvolvimento com inclusão social.

    RETORNO EU:

    O nosso Brasil está na contramão desde que foi descoberto.E na maioria dos governos na contra-mão.

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