O catador de lixo
Por Emiliano
Olá Nassif! Que coincidência essa sugestão do Lula. Eu havia feito uma matéria justamente com um catador de rua de Niterói, cuja trajetória de vida revelou-se interessantíssima. Mantive-a na gaveta aguardando um bom momento para ser publicada. Como não trabalho em um grande veículo da mídia tradicional, publiquei-a no meu blog. Convido-o, portanto, a dar uma olhada. Acho que casa bem com esse post que você acabou de publicar.
link:
Um caminho no lixo: catador encontra redenção em caixas de papelão
Niterói é uma das duas melhores cidades para se viver no estado do Rio, segundo recente pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Perde apenas para Macaé, onde chovem petrolóres. A pesquisa tem como base a qualidade da saúde, educação, renda e emprego. Atividades informais estão descartadas, o que faz com que o catador de papel José Carlos Martins não exista para a pesquisa.
Seu Zé, como é conhecido, está na rua desde 1995. “A falta de trabalho me empurrou para a informalidade”, diz o catador de papel de 39 anos, enquanto empilha caixas vazias sobre a carroça numa esquina de Niterói. A atividade é tão pesada quanto na construção civil, onde já deu expediente. No entanto, é senhor da sua rotina e não responde a superiores: “Trabalho seis horas por dia, faço meu horário e não tenho que ficar ouvindo ordens. Na rua é muito ‘maneiro’, tiro em média R$ 25 por dia”. Com o dinheiro, sustenta casa, duas filhas na escola (“disso eu não abro mão”) e está construindo outra residência no bairro Riodades. José Carlos está feliz, mas nem sempre foi assim.
Antes de encontrar-se, seu Zé andou perdido, praticando assaltos pelas ruas do Centro de Niterói: “Eu era ladrão”, diz de maneira direta, sem falso moralismo. Mas não era adepto da violência: “Nunca fiz mal a ninguém, sempre fui medroso. Roubava e saia correndo, morrendo de medo do cara me bater”. A vida de bandido terminou atrás das grades, onde passou quatro anos de cão. No c
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: catador de lixo, Niterói

A historia eh muito, muito boa. Eh isso ai!
Eh raro a gente ver qualquer espaco pra gente real na media, ate mesmo aqui nos EUA.
Acho que o que mais incomada a “elite”é essa forma humana e real com que o Lula agorda as questoes que tocam o povão.
Ele sente e sabe o que se passa nesse ‘mundo’,pois,é oriundo do mesmo.
Acho que a maior liçaõ que o presidente Lula vai deixar,é que existe um povo que precisa de carinho e atenção do poder publico e que está cansado de ser maltratado e tratado com indiferença~pelos poderosos.
E é por isso que eu gosto tanto desse cara.
E é por isso que o valorizo tanto,pois,vejo nele a imagem do povo brasileiro.
Parabéns Luiz , estou encantada com o ser humano maravilhoso que voce, adorei em saber do seu lado social ,e gostei mais ainda da materia com seu Zé que nos mostrar que se a vida não estar dando certo devermos lutar, sermos persistentes e determinados que Deus nos ajudará, um beijão cheio de admiração.
Parabéns Luiz , parabéns Emiliano,a dorei estou encantada com o ser humano maravilhoso que voce, adorei em saber do seu lado social ,e gostei mais ainda da materia com seu Zé que nos mostrar que se a vida não estar dando certo devermos lutar, sermos persistentes e determinados que Deus nos ajudará, um beijão cheio de admiração.
Parabéns, Emiliano. Muito boa matéria.
Como eu já tinho lido antes, tomo a liberdade de colar o link para o texto completo (que você colocou em outro tópico, mas talvez alguns não tenham visto):
http://aroundvenus.blogspot.com/
Caro
NASSIF,
Vou falar de CATADOR DE LIXO,
mas pelo outro lado:
O QUE A GENTE APRENDE
numa conversa com essa
gente simples. Em minhas
caminhadas matinais pela
rua, ao lado de meu cão,
VITO CORLEONI, sempre
cruzo com catadores de lixo,
o Sebastião, às vezes Maria
da Graça, ou o Eduardo.
Nas últimas eleições presidenciais,
numa manhã após um debate
entre LULA e ALCKMIN, passando
pelo Sebastião, pergunto a ele se
havia assistido ao debate.
Ele, confirmando, disse ter gostado.
Perguntei-lhe sobre qual dos
dois teria se saído melhor.
Sebastião me responde que,
sem dúvida, foi LULA.
- Doutor, não quero falar mal
do outro não (Alckmin), mas
LULA tem a resposta pra tudo,
e na hora. Além disso, enquanto
o outro (Alckmin) dizia “eu vou
fazer”, LULA falava “nós vamos fazer.”
E todo mundo sabe, doutor,
que ninguém consegue fazer
nada sozinho, né!”
Essa gente humilde
tem muito pra nos ensinar.
Marco Sênior