Ecos do Interior
Do Portal Luís Nassif
COSTUMES e CHUVAS em VILAREJO MINEIRO
* Publicado por Lena

A encosta sempre esconde um povoado e tem sempre uma história a contar, o porquê do amontoar-se ali…Afundado detrás de colinas.
- Nesse dia que vos conto, quando lampejou o meu olhar nesta terra de mineiros em um povoado qualquer, onde o colonial não andou por lá, em suas casinhas sem eira nem beira, mas ainda faceiras, recolhendo em seus telhados as águas da chuva a gotejar.
- Chuva que trepidava em pingos grossos, espaçados, que caia arregaçando o cheiro da poeira numa tarde que ainda era Verão. Agoniava a quem passava, levando-os a passos desgarrados, esvaindo-se a rumos aquém.
_ Mas eram apenas pingos, pingos aqui e acolá,que mal diziam a calmaria daquele trecho onde nada acontecia.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crônica Tags:

Muito bom!
É impressionante como Minas Gerais foi presenteada pela natureza Esses vales, colinas, são maravilhosos e deve ser por isso que os mineiros são bons de prova e verso!
Parabéns, Lena, vc sempre nos presenteando com coisas belas!
Beijos, amiga!
A peleja Argentina e Peru foi algo, gol peruano aos 44 e desempate argentino aos 47, o peixinho do Mara lembrou o Phelps , imaginem a America do Sul sem a arrogância argentina seria um desfalque cultural seríssimo. Reto e em frente hermanos, Deus me livre ter que aguentar argentino deprimido, o que seria de nós.
Esta imagem me fez lembrar da Cidade de Goiás, patrimônio mundial.
Lá na encosta, no alto, após o cemitério, tem uma igrejinha assim.
A esquerda da capela passa o caminho que leva ao interior
Igreja de Santa Bárbara
Uma cidade não é grande por seu tamanho, riqueza ou história.
A medida das cidades é a do espaço que conseguem ocupar em nossos corações…
E exatamente por isso essas cidadezinhas, vilas, vilarejos, distritos e etc sejam grandes responsáveis pelas belas retratações em prosa do nosso país.
Preocupa não!
É chuva de manga!
É chuva de moiá bobo! Logo passa!
Deu nem pr’apagá a pueira!
“O poeta é um fingidor; finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”.
Poesia é sempre poesia. Mesmo que dita sob a forma de prosa.
Eis que começa a chover na minha rua que ainda tem uns pouquíssimos terrenos baldios. Cheiro de terra molhada.
Arretado, Lena!
As paisagens das “gerais” descritas por Lena são também pinturas de delicadeza da cronista.
Vida longa para o portal!
Meus amigos,nada se parece mais com a foto colocada no blog pela Lena,que a igrejinha de Boraceia(que frequento sempre que desço pro litoral)e quando ví a foto,até pensei que fosse dela,e é claro que nada é mais comovente do que uma igrejinha pequena,numa cidade calma,numa atmosfera bucólica,para acalmar os animos de quem durante a semana inteira luta na cidade grande, e precisa de uma situação assim,para recuperar as energias perdidas.
Márcia ,
muito agradecida,
Minas também agradece pelos olhares diversos
em suas serras e montanhas.
beijos
José Carlos,
a julgar por outros comentários esta imagem está mais espalhada
aos quatro cantos do Brasil do que suponhamos nós.
pelo ao menos em algum aspecto
Abelha,
só completando seu raciocínio
essa medida o tempo não apaga.
É isso Simone,
Vida longa ao portal que me permitiu virar crônista ,
sem nunca antes ser.
Vida longa a meus amigos que me estimulam a escrever, pois sei encontrar seus olhos em minha linhas a sublimar.
Que falta de jeito ,colei as respostas no lugar errado.