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11/10/2009 - 17:00

Ecos do Interior

Do Portal Luís Nassif

COSTUMES e CHUVAS em VILAREJO MINEIRO

* Publicado por Lena

A encosta sempre esconde um povoado e tem sempre uma história a contar, o porquê do amontoar-se ali…Afundado detrás de colinas.

- Nesse dia que vos conto, quando lampejou o meu olhar nesta terra de mineiros em um povoado qualquer, onde o colonial não andou por lá, em suas casinhas sem eira nem beira, mas ainda faceiras, recolhendo em seus telhados as águas da chuva a gotejar.

- Chuva que trepidava em pingos grossos, espaçados, que caia arregaçando o cheiro da poeira numa tarde que ainda era Verão. Agoniava a quem passava, levando-os a passos desgarrados, esvaindo-se a rumos aquém.

_ Mas eram apenas pingos, pingos aqui e acolá,que mal diziam a calmaria daquele trecho onde nada acontecia.

Continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crônica Tags:

13 comentários para “Ecos do Interior”

  1. Marcia disse:

    Muito bom!

    É impressionante como Minas Gerais foi presenteada pela natureza Esses vales, colinas, são maravilhosos e deve ser por isso que os mineiros são bons de prova e verso!

    Parabéns, Lena, vc sempre nos presenteando com coisas belas!

    Beijos, amiga!

  2. Felipe Vargas Zillig disse:

    A peleja Argentina e Peru foi algo, gol peruano aos 44 e desempate argentino aos 47, o peixinho do Mara lembrou o Phelps , imaginem a America do Sul sem a arrogância argentina seria um desfalque cultural seríssimo. Reto e em frente hermanos, Deus me livre ter que aguentar argentino deprimido, o que seria de nós.

  3. Esta imagem me fez lembrar da Cidade de Goiás, patrimônio mundial.
    Lá na encosta, no alto, após o cemitério, tem uma igrejinha assim.
    A esquerda da capela passa o caminho que leva ao interior
    Igreja de Santa Bárbara

  4. Abelha disse:

    Uma cidade não é grande por seu tamanho, riqueza ou história.

    A medida das cidades é a do espaço que conseguem ocupar em nossos corações…

    E exatamente por isso essas cidadezinhas, vilas, vilarejos, distritos e etc sejam grandes responsáveis pelas belas retratações em prosa do nosso país.

  5. Divino disse:

    Preocupa não!

    É chuva de manga!

    É chuva de moiá bobo! Logo passa!

    Deu nem pr’apagá a pueira!

  6. Jose de Almeida Bispo disse:

    “O poeta é um fingidor; finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente”.
    Poesia é sempre poesia. Mesmo que dita sob a forma de prosa.
    Eis que começa a chover na minha rua que ainda tem uns pouquíssimos terrenos baldios. Cheiro de terra molhada.
    Arretado, Lena!

  7. Simone-rj disse:

    As paisagens das “gerais” descritas por Lena são também pinturas de delicadeza da cronista.
    Vida longa para o portal!

  8. Raí disse:

    Meus amigos,nada se parece mais com a foto colocada no blog pela Lena,que a igrejinha de Boraceia(que frequento sempre que desço pro litoral)e quando ví a foto,até pensei que fosse dela,e é claro que nada é mais comovente do que uma igrejinha pequena,numa cidade calma,numa atmosfera bucólica,para acalmar os animos de quem durante a semana inteira luta na cidade grande, e precisa de uma situação assim,para recuperar as energias perdidas.

  9. Lena disse:

    Márcia ,
    muito agradecida,
    Minas também agradece pelos olhares diversos
    em suas serras e montanhas.
    beijos

  10. Lena disse:

    José Carlos,
    a julgar por outros comentários esta imagem está mais espalhada
    aos quatro cantos do Brasil do que suponhamos nós.
    pelo ao menos em algum aspecto

  11. Lena disse:

    Abelha,
    só completando seu raciocínio
    essa medida o tempo não apaga.

  12. Lena disse:

    É isso Simone,
    Vida longa ao portal que me permitiu virar crônista ,
    sem nunca antes ser.
    Vida longa a meus amigos que me estimulam a escrever, pois sei encontrar seus olhos em minha linhas a sublimar.

  13. Lena disse:

    Que falta de jeito ,colei as respostas no lugar errado.

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