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	<title>Comentários sobre: A consagração de Celso Amorim</title>
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	<description>Sobre economia, polÃ­tica e notÃ­cias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Mar 2010 01:38:56 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: &#8220;Nós amamos os golpistas&#8221; &#171; Eu Sei Que Vivo em Louca Utopia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774938</link>
		<dc:creator>&#8220;Nós amamos os golpistas&#8221; &#171; Eu Sei Que Vivo em Louca Utopia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 04:54:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] enquanto o mundo todo exalta o ministério das relações exteriores brasileiro, defendido até pela mídia de direita dos EUA, como o melhor do mundo na atualidade, nossa atrasada mídia, insiste em bater na mesma tecla, a de [...]</description>
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		<title>Por: Raí</title>
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		<dc:creator>Raí</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 01:29:26 +0000</pubDate>
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		<description>É meu caro Francisco,você não deve ser mesmo mexicano(pois não sabe que o México fica na América Central; Nem tucano,pois tucano que é tucano,não é definido(políticamente,está sendo &quot;em cima do muro&quot;; Nem político,pois não admitir que o Brasil ganhou a disputa,por méritos ,é não ser nenhum pouco politizado. Que pena do seu comentário !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É meu caro Francisco,você não deve ser mesmo mexicano(pois não sabe que o México fica na América Central; Nem tucano,pois tucano que é tucano,não é definido(políticamente,está sendo &#8220;em cima do muro&#8221;; Nem político,pois não admitir que o Brasil ganhou a disputa,por méritos ,é não ser nenhum pouco politizado. Que pena do seu comentário !</p>
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	<item>
		<title>Por: bondeblog</title>
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		<dc:creator>bondeblog</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 01:22:20 +0000</pubDate>
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		<description>Nós vivemos uma situação interessante em relação ao governo, ao Presidente Lula, e a sua política de projetar o Brasil, abrir novas frentes, firmar novas parcerias e conseguir os objetivos de influir nas decisões que nos dizem respeito no cenário internacional.

O mundo todo reconhece isso, e registra isso, enquanto aqui no Brasil, a toda poderosa rede de informação global, insiste em desqualificar essa vitória da política externa brasileira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nós vivemos uma situação interessante em relação ao governo, ao Presidente Lula, e a sua política de projetar o Brasil, abrir novas frentes, firmar novas parcerias e conseguir os objetivos de influir nas decisões que nos dizem respeito no cenário internacional.</p>
<p>O mundo todo reconhece isso, e registra isso, enquanto aqui no Brasil, a toda poderosa rede de informação global, insiste em desqualificar essa vitória da política externa brasileira.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Amorim: o melhor chanceler do mundo para revista de relações internacionais &#171; Conexão Brasília Maranhão</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774525</link>
		<dc:creator>Amorim: o melhor chanceler do mundo para revista de relações internacionais &#171; Conexão Brasília Maranhão</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 21:31:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Afiada, do Paulo Henrique Amorim, chego a notícia do Vermelho, por sua vez reproduzindo do Nassif, que recebeu a dica do Marco Nascimento, sobre artigo da revista The New Foreign Policy, uma da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Afiada, do Paulo Henrique Amorim, chego a notícia do Vermelho, por sua vez reproduzindo do Nassif, que recebeu a dica do Marco Nascimento, sobre artigo da revista The New Foreign Policy, uma da [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Gunter</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774489</link>
		<dc:creator>Gunter</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 21:01:27 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Paes, suas traduções são sempre muito boas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Paes, suas traduções são sempre muito boas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Gunter</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-1/#comment-774485</link>
		<dc:creator>Gunter</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:54:35 +0000</pubDate>
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		<description>Bom dia Reis, muito obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia Reis, muito obrigado.</p>
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	<item>
		<title>Por: PBG</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774453</link>
		<dc:creator>PBG</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:24:29 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou advogado, mas e sei o suficiente de Direito para entender o principio do pacta sunt servanda.  
E acordo internacionais, pelo menos em principio, não devem ser regidos pela supremacia do interesse de uma nação em relação a outra. 
E isso aconteceu no caso do Equador, da Bolívia e do Paraguai. Na Boliva foi roubo mesmo. Qual orgão vai dirimir a questão com a Bolivia?
E se o Paraguai querer rever novamente o contrato de Itaipu, cuja usina ainda não foi integralmente paga?  

Como, com que cara, o Brasil vai fazer novos acordos no cenário internacional? 
So como exemplo, eu estava em pós-graduação no episodio da Bolívia, meu professor na ocasião levantou a seguinte questão: Sou contra o que a Bolívia fez, imaginem que daqui a pouco o Paraguai vai querer rever a situação de Itaipu. Imediatamente foi taxado de “direitista” 
Dito e feito. Agora o Brasil passa, internacionalmente a figura de bobo da corte, aquele que pode sempre ser ludibriado em acordos.

De fato, você realmente fala como advogado de defesa. 
&quot;Conversar com vertente ideológica&quot; e sua interpretação/ tradução para “fechar”com Sudão, Líbia, Irã e  Venezuela? Chamar ditadura de vertente ideologia é sem duvida um eufemismo bem forçoso, figura de linguagem bastante comum de advogado.  Apresentando outro contra argumento: qual é interesse do Brasil com Sudão, com Irã, Líbia? O que possivelmente o Brasil ganha? Aumento no comercio com estes paises ou regiões é insignificante, aumento da influencia internacional também é algo que o Brasil não vai conseguir. Basta ver o insucesso sobre a questão do conselho de segurança da ONU.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou advogado, mas e sei o suficiente de Direito para entender o principio do pacta sunt servanda.<br />
E acordo internacionais, pelo menos em principio, não devem ser regidos pela supremacia do interesse de uma nação em relação a outra.<br />
E isso aconteceu no caso do Equador, da Bolívia e do Paraguai. Na Boliva foi roubo mesmo. Qual orgão vai dirimir a questão com a Bolivia?<br />
E se o Paraguai querer rever novamente o contrato de Itaipu, cuja usina ainda não foi integralmente paga?  </p>
<p>Como, com que cara, o Brasil vai fazer novos acordos no cenário internacional?<br />
So como exemplo, eu estava em pós-graduação no episodio da Bolívia, meu professor na ocasião levantou a seguinte questão: Sou contra o que a Bolívia fez, imaginem que daqui a pouco o Paraguai vai querer rever a situação de Itaipu. Imediatamente foi taxado de “direitista”<br />
Dito e feito. Agora o Brasil passa, internacionalmente a figura de bobo da corte, aquele que pode sempre ser ludibriado em acordos.</p>
<p>De fato, você realmente fala como advogado de defesa.<br />
&#8220;Conversar com vertente ideológica&#8221; e sua interpretação/ tradução para “fechar”com Sudão, Líbia, Irã e  Venezuela? Chamar ditadura de vertente ideologia é sem duvida um eufemismo bem forçoso, figura de linguagem bastante comum de advogado.  Apresentando outro contra argumento: qual é interesse do Brasil com Sudão, com Irã, Líbia? O que possivelmente o Brasil ganha? Aumento no comercio com estes paises ou regiões é insignificante, aumento da influencia internacional também é algo que o Brasil não vai conseguir. Basta ver o insucesso sobre a questão do conselho de segurança da ONU.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PBG</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774434</link>
		<dc:creator>PBG</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:52:32 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante notar que o texto faz tb elogias ao governo FHC, mas pra petista isso é uma heresia.
Ou seja, elogiar o Amorin pode, elogiar o FHC (esconde)
Por favor, tenha santa paciencia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante notar que o texto faz tb elogias ao governo FHC, mas pra petista isso é uma heresia.<br />
Ou seja, elogiar o Amorin pode, elogiar o FHC (esconde)<br />
Por favor, tenha santa paciencia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: S.I.Soares</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774302</link>
		<dc:creator>S.I.Soares</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:51:44 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Nassif, boa tarde.

Aproveitando o tema diplomacia, vi hoje duas notícias sobre Honduras.
A primeira, parcial e editada, veiculada pelo Estadão, que reproduz a noticia do New York Times a respeito do lobby do governo golpista na direção do impoluto Congresso Norte Americano.
Está aqui: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,micheletti-conseguiu-pressionar-eua-a-seu-favor--diz-jornal,447884,0.htm
A outra, mais ácida, do próprio New York Times, que aponta direcionamento de recursos, um bom montante de dólares, para grupos ligados a Secretária de Estado dos Estados Unidos e ao pessoal da oposição republicana.
O texto está aqui: http://www.nytimes.com/2009/10/08/world/americas/08honduras.html?scp=2&amp;sq=roberto%20micheletti&amp;st=cse
A tibieza norte americana para repudiar o golpe, explica-se pela notícia do NYT e curiosamente fica escondida pela notícia do Estadão, que não vai no cerne do artigo do jornal americano, que é a transferência de vultosos recursos para diversas autoridades americanas para que se calem.
Veja, os recursos mencionados pelo jornal estadunidense são apenas aqueles registrados nos anais do Congresso.
Absolutamente não informam quaisquer outros valores utilizados para outros fins.
Outro ponto, considerando o estado de extrema pobreza de Honduras (52% da população vivem abaixo da linha de pobreza), bem com a escassez de diversos bens de primeira necessidade, tal desvio de recursos para a chamada maior democracia do mundo (ou o maior defensor da liberdade do planeta) é, no mínimo imoral.
Abraços, boa tarde e parabéns pelo espaço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nassif, boa tarde.</p>
<p>Aproveitando o tema diplomacia, vi hoje duas notícias sobre Honduras.<br />
A primeira, parcial e editada, veiculada pelo Estadão, que reproduz a noticia do New York Times a respeito do lobby do governo golpista na direção do impoluto Congresso Norte Americano.<br />
Está aqui: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,micheletti-conseguiu-pressionar-eua-a-seu-favor--diz-jornal,447884,0.htm" rel="nofollow">http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,micheletti-conseguiu-pressionar-eua-a-seu-favor&#8211;diz-jornal,447884,0.htm</a><br />
A outra, mais ácida, do próprio New York Times, que aponta direcionamento de recursos, um bom montante de dólares, para grupos ligados a Secretária de Estado dos Estados Unidos e ao pessoal da oposição republicana.<br />
O texto está aqui: <a href="http://www.nytimes.com/2009/10/08/world/americas/08honduras.html?scp=2&amp;sq=roberto%20micheletti&amp;st=cse" rel="nofollow">http://www.nytimes.com/2009/10/08/world/americas/08honduras.html?scp=2&amp;sq=roberto%20micheletti&amp;st=cse</a><br />
A tibieza norte americana para repudiar o golpe, explica-se pela notícia do NYT e curiosamente fica escondida pela notícia do Estadão, que não vai no cerne do artigo do jornal americano, que é a transferência de vultosos recursos para diversas autoridades americanas para que se calem.<br />
Veja, os recursos mencionados pelo jornal estadunidense são apenas aqueles registrados nos anais do Congresso.<br />
Absolutamente não informam quaisquer outros valores utilizados para outros fins.<br />
Outro ponto, considerando o estado de extrema pobreza de Honduras (52% da população vivem abaixo da linha de pobreza), bem com a escassez de diversos bens de primeira necessidade, tal desvio de recursos para a chamada maior democracia do mundo (ou o maior defensor da liberdade do planeta) é, no mínimo imoral.<br />
Abraços, boa tarde e parabéns pelo espaço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Binah Ire</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774257</link>
		<dc:creator>Binah Ire</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:14:19 +0000</pubDate>
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		<description>Não penso que Lula e Amorim aprovem o presidente do Irã e seus disparates, nem os disparates do Chavez (que me desculpa foi eleito democraticamente sim), que apesar dos pesares e de ser pedra no sapato de algumas nações, diz bem algumas verdades de vez em quando. A política de relações exteriores do Brasil é correta, de buscar entendimento com as mais variadas culturas, resolver impasses bilaterais (como os do Equador, Paraguai e Bolívia) com frieza e responsabilidade, sem sair por aí atiçando ódios e rancores que estamos tentando combater no sentido de construirmos uma América Latina mais auto-confiante e consequentemente mais consciente e justa.
Por isso, parabéns ao Celso Amorim e ao Lula, homens de bem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não penso que Lula e Amorim aprovem o presidente do Irã e seus disparates, nem os disparates do Chavez (que me desculpa foi eleito democraticamente sim), que apesar dos pesares e de ser pedra no sapato de algumas nações, diz bem algumas verdades de vez em quando. A política de relações exteriores do Brasil é correta, de buscar entendimento com as mais variadas culturas, resolver impasses bilaterais (como os do Equador, Paraguai e Bolívia) com frieza e responsabilidade, sem sair por aí atiçando ódios e rancores que estamos tentando combater no sentido de construirmos uma América Latina mais auto-confiante e consequentemente mais consciente e justa.<br />
Por isso, parabéns ao Celso Amorim e ao Lula, homens de bem!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Clovis Campos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774229</link>
		<dc:creator>Clovis Campos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:53:26 +0000</pubDate>
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		<description>Melhor discutir o meio do que a mensagem, quando fica difícil segurar  &quot; fogo de morro acima&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Melhor discutir o meio do que a mensagem, quando fica difícil segurar  &#8221; fogo de morro acima&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ivan Moraes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774200</link>
		<dc:creator>Ivan Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:21:55 +0000</pubDate>
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		<description>Paes, em certas partes a analise eh quase reflexo condicionado... ta meio &quot;di ki&quot; sim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paes, em certas partes a analise eh quase reflexo condicionado&#8230; ta meio &#8220;di ki&#8221; sim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Andre Araujo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774177</link>
		<dc:creator>Andre Araujo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:02:11 +0000</pubDate>
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		<description>E o que será new foreing policy.com? Eu que acompanho duas dezenas de revistas especializadas em diplomacia e politica externa nunca ouvi falar disso. Será um blog, uma revista, um newsletter?  A expressão   new + foreing + policy já dá a direção do vento, alternativos na pista, não existe nada mas tradicional no mundo do que a diplomacia, até os soviéticos nos bons tempos tinham diplomatas de fraque e cartola, da velha escola, como Andrei Vishinsky, Ivan Maisky, Viecheslav Molotov, Andrei Gromiko e os chineses de Mao tinham o aristocrata mandarim Chu En Lai, da mais alta sofisticação social e cultural, como Chanceler. Em diplomacia nenhum pais importante brinca, não tem novo e nem alternativo, é a velha escola dos Principes de Metternich e de Talleyrand, 
 de von Bullow e de Sir Edward Grey, a ideia de uma new foreing policy  já define a policy.
Em um passado nem tão remoto  existiam uns parvos que viviam de publicar reportagens elogiosas, Homens do Ano, o Exportador do Ano, o Usineiro do Ano, etc. porque tinha gente tosca que acreditava nessa papagaiada. Seguramente em matéria de diplomacia, um campo complexo que depende de variaveis geopoliticas incontrolaveis e que derivam da propria dinamica das relações internacionais, selecionar o Melhor Chanceler do Ano, não é apenas inutil, é imensamente ridiculo, a despeito das qualidades pessoais do homenageado. Chanceler não é Miss, Cantor de Musica Sertaneja, Goleiro ou Galá de Novela para merecer titulo de Melhor do Ano.
Vale como piada, seu eu fosse o Amorim processava quem fez essa brincadeira com o nome dele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o que será new foreing policy.com? Eu que acompanho duas dezenas de revistas especializadas em diplomacia e politica externa nunca ouvi falar disso. Será um blog, uma revista, um newsletter?  A expressão   new + foreing + policy já dá a direção do vento, alternativos na pista, não existe nada mas tradicional no mundo do que a diplomacia, até os soviéticos nos bons tempos tinham diplomatas de fraque e cartola, da velha escola, como Andrei Vishinsky, Ivan Maisky, Viecheslav Molotov, Andrei Gromiko e os chineses de Mao tinham o aristocrata mandarim Chu En Lai, da mais alta sofisticação social e cultural, como Chanceler. Em diplomacia nenhum pais importante brinca, não tem novo e nem alternativo, é a velha escola dos Principes de Metternich e de Talleyrand,<br />
 de von Bullow e de Sir Edward Grey, a ideia de uma new foreing policy  já define a policy.<br />
Em um passado nem tão remoto  existiam uns parvos que viviam de publicar reportagens elogiosas, Homens do Ano, o Exportador do Ano, o Usineiro do Ano, etc. porque tinha gente tosca que acreditava nessa papagaiada. Seguramente em matéria de diplomacia, um campo complexo que depende de variaveis geopoliticas incontrolaveis e que derivam da propria dinamica das relações internacionais, selecionar o Melhor Chanceler do Ano, não é apenas inutil, é imensamente ridiculo, a despeito das qualidades pessoais do homenageado. Chanceler não é Miss, Cantor de Musica Sertaneja, Goleiro ou Galá de Novela para merecer titulo de Melhor do Ano.<br />
Vale como piada, seu eu fosse o Amorim processava quem fez essa brincadeira com o nome dele.</p>
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	<item>
		<title>Por: joseph</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774174</link>
		<dc:creator>joseph</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:00:05 +0000</pubDate>
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		<description>Parece inegável que a relação do país com a metrópole tem se mostrado o ponto G, o nó cego dos conflitos (melhor seria dizer o ódio?) entre os porta-vozes dos donos do poder no Brasil e o governo Lula. Pelo menos é de longe o seu aspecto mais instrutivo, entre outras coisas por ser em larga medida simbólico, intangível, dificilmente mensurável, ao contrario do que acontece na economia. Algum bom estudioso, menos acadêmico e mais intuitivo, deveria se debruçar sobre o momento atual das polêmicas internas em torno da política exterior. Estou certo de que ele obteria muitos esclarecimentos sobre a natureza do poder brasileiro, esclarecimentos complementares e quiçá até alternativos aos grandes trabalhos dos nossos historiadores, que por melhores que sejam estavam impregnados de teoria sociológica. Seria desejável um não acadêmico, ou um acadêmico com jogo de cintura para botar os pingos nos is. Seja como for, trata-se de uma reação patética e preconceituosa, na qual a todo tempo se ouve os coronéis (muitos deles, ou talvez todos, ilustrados na metrópole) gritar exasperados para os (antigos) barbudinhos: &quot;como ousa&quot;?! Na maior parte do tempo, a coisa me parece reduzir-se essencialmente a isto. E  vocês?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece inegável que a relação do país com a metrópole tem se mostrado o ponto G, o nó cego dos conflitos (melhor seria dizer o ódio?) entre os porta-vozes dos donos do poder no Brasil e o governo Lula. Pelo menos é de longe o seu aspecto mais instrutivo, entre outras coisas por ser em larga medida simbólico, intangível, dificilmente mensurável, ao contrario do que acontece na economia. Algum bom estudioso, menos acadêmico e mais intuitivo, deveria se debruçar sobre o momento atual das polêmicas internas em torno da política exterior. Estou certo de que ele obteria muitos esclarecimentos sobre a natureza do poder brasileiro, esclarecimentos complementares e quiçá até alternativos aos grandes trabalhos dos nossos historiadores, que por melhores que sejam estavam impregnados de teoria sociológica. Seria desejável um não acadêmico, ou um acadêmico com jogo de cintura para botar os pingos nos is. Seja como for, trata-se de uma reação patética e preconceituosa, na qual a todo tempo se ouve os coronéis (muitos deles, ou talvez todos, ilustrados na metrópole) gritar exasperados para os (antigos) barbudinhos: &#8220;como ousa&#8221;?! Na maior parte do tempo, a coisa me parece reduzir-se essencialmente a isto. E  vocês?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lúcifer</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774144</link>
		<dc:creator>Lúcifer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 15:26:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35220#comment-774144</guid>
		<description>O Brasil é o primeiro da América do Sul a  sediar  os   jogos.
Sutileza diplomática  que escapa aos  comuns mortais: apoio eleitoral  é  tão ou mais importantes  do que a vitória  do  candidato. Para incrementar ainda mais     o uso de Lexotan pelo empijamdos do Itamarati e dos  editores da mídia tupiniquim, qualquer que seja o resultado de Honduras, o Brasil sai-se  bem melhor  do que o vacilante   EUA,vítima de seus cacoetes  históricos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o primeiro da América do Sul a  sediar  os   jogos.<br />
Sutileza diplomática  que escapa aos  comuns mortais: apoio eleitoral  é  tão ou mais importantes  do que a vitória  do  candidato. Para incrementar ainda mais     o uso de Lexotan pelo empijamdos do Itamarati e dos  editores da mídia tupiniquim, qualquer que seja o resultado de Honduras, o Brasil sai-se  bem melhor  do que o vacilante   EUA,vítima de seus cacoetes  históricos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carla Bergamo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-3/#comment-774137</link>
		<dc:creator>Carla Bergamo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 15:23:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35220#comment-774137</guid>
		<description>Bom, eu traduzi pessoalmente. Desculpem possívei erros, pois minha lingua mãe é o italiano.

The New ForeignPolicy.com

O melhor ministro do exterior do mundo
Quarta F.,  7 de Outubro de 2009 - 12:35pm

Este pode ter sido o melhor mês para o Brasil desde cerca de Junho 1494. Foi na assinatura do Tratado de Tordesillas,  garantindo ao Portugal todo o novo mundo ao leste de uma linha imaginária que foi declarada como existente 370 léguas à oeste das ilhas de Cabo Verde. Isso assegurou que o que se tornou Brasil seria Português e portanto desenvolveria uma cultura e identidade diferente do resto da América Latina Espanhola. Isso garantiu que o mundo tivesse samba, churrasco, &quot;A garota de Ipanema&quot; e através de alguns percursos retorcidos dos eventos, Gisele  Bundchen.

Enquanto o Brasil precisou de algum tempo para desafiar o ambíguo ditado que era &quot;o pais do amanhã e sempre o será&quot;, não há uma dúvida de que o amanhã chegou para o pais, mesmo tendo ainda muito trabalho a fazer para superar seus sérios desafios sociais e desfrutar do seu extraordinário potencial económico.

A evidencia que algo novo e importante estava acontecendo no Brasil começou a se manifestar anos atrás, quando o então Presidente Cardoso arquitetou uma mudança à ortodoxia económica que estabilizou o pais atormentado por ciclos de boom e explosões alucinantes de inflação. Porem, o seu momentum chegou através do mandato extraordinario do atual Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Alguns desses momentos são devidos ao compromisso de Lula de preservar as fundações económicas implantadas por Cardoso; um passo político corajoso para um líder sindical de uma vida, do Partido dos Trabalhadores da oposição. Parte disso é fruto de sorte, a mudança do paradigma energético global que ajudou a transformar os 30 anos de investimento do Brasil no biocombustível começar a dar certo em  novos importantes rumos , maciças descobertas de petróleo ao longo das costas brasileiras e a demanda crescente desde a Ásia que permitiram ao Brasil de se tornar um líder mundial nas exportações agrícolas e assumir o papel de &quot;cesta de pão da Ásia&quot;. Mas grande parte disso é mérito da grande capacidade do líder brasileiro de agarrar o momento que muitos dos seus predecessores provavelmente tentaram.

Desses líderes, a maioria do crédito vai para o Presidente Lula, que se tornou quase que uma rock star na cena internacional, desfrutando da energia, comando, carisma, incrível intuição e bom senso tão eficazmente que a sua falta de educação formal tem sido raramente um empecilho. Outros créditos vão para outros membros do seu time, como a chefe de governo Dilma Roussef,  anteriormente ministra da energia que se tornou uma chefe de governo muito forte e possível sucessora do Lula. Mas eu acredito que uma boa parte disso deveria ser atribuído a Celso Amorim, que arquitetou uma transformação do papel do Brasil no mundo que é quase sem precedentes na história moderna. Ele tem sido ministro do exterior do Lula desde 2003 (ele serviu o mesmo papel nos anos de 1990) mas eu creio que seja justo dizer que ele é atualmente o ministro do exterior mais bem sucedido do mundo.

É impossível apontar só um momento crítico nos esforços de Amorim em transformar o Brasil desde uma potencia regional lerda, com um impacto internacional duvidoso, em um dos jogadores mais importantes no cenário mundial, sendo reconhecido globalmente seu papel de liderança sem precedentes. Poderia ter acontecido quando ele jogou um papel central ajudando a arquitetar o rechaço por parte dos países emergentes contra o usual jogo de poder de E.U. e Europa durante a conferencia de Cancún em 2003. Poderia ter sido a maneira esperta com a qual os Brasileiros usaram argumentos como a liderança em biocombustíveis para forjar novos diálogos e influencias seja com os Estados Unidos que com as potencias emergentes. Com certeza envolveu o fato dele abraçar a ideia de transformar os BRICs desde acrónimo para uma colaboração geopolítica importante, trabalhando com suas contrapartes na Rússia, Índia e China para institucionalizar o diálogo entre os países e coordenar suas mensagens. (Comprovadamente a aliança do BRIC ajudou mais o Brasil. Rússia, China e Índia, todas ganharam vagas na mesa graças às capacidades militares, tamanho da população, impacto económico ou recursos. Brasil possui todo isso... mas menos que os outros). Envolveu também inúmeras outras coisas desde os vínculos mais profundos e estreitos com países como a China, sua promoção seja de fluxos de investimento, seja de reputação, por ser comparativamente segura a frente dos reveses económicos globais; o nível de conforto que o novo Presidente americano tem com sua contraparte brasileira ---até chegando a encoraja-lo a jogar um papel de conduto para, por exemplo, com os Iranianos. Mesmo concordando ou não com cada movimento em lugares como Honduras ou no OEA sobre Cuba, Brasil tem continuado a jogar um papel regional importante mesmo sendo claro que seu foco tem se deslocado para um palco global.

Nada ilustra quanto longe o Brasil chegou ou quanto eficiente o time Lula-Amorim tenha sido mais do que os eventos de poucas semanas atrás. Primeiro, os países do mundo descartaram o G8 e abraçaram o G20, garantindo ao Brasil uma vaga permanente nas mesas mais importantes do mundo. Segundo, o Brasil se tornou o primeiro país na America Latina a ter ganho o direito de hospedar as Olimpíadas. O Financial Times de ontem anunciou que &quot;Ásia e Brasil lideram o crescimento da confiança do consumidor&quot;, um reflexo na reputação que o governo  tem eficazmente cumprido (com o grosso do crédito indo para um setor privado brasileiro ressurgente). E as histórias desta semana sobre o encontro em Istambul do IMF-Banco Mundial, mostram uma ulterior institucionalização do novo papel do Brasil com o acordo de  mudar a estrutura do Fundo  Monetário Internacional. De acordo com o Washington Post de hoje, &quot;As nações preliminarmente concordaram em reformar a estrutura de votação do fundo, prometendo um modelo para dar mais impacto aos gigantes emergentes como Brasil e China dentro de Janeiro de 2011&quot;.

Não mais de alguns dias de trabalho. E enquanto você encontrará o Ministro das Finanças do Brasil nos encontros do FMI-Banco Mundial, o arquiteto incontestável desta notável transformação do papel do Brasil é Amorim.

Há ainda muito trabalho a ser feito, claro. Parte disso tem a ver com o novo papel que há sido desenhado. Brasil quer uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU e mais que um papel de liderança em outras instituições internacionais. Pode muito bem ganhar essa, mas deverá manter seus crescimento e estabilidade para chegar lá. Ademais, o Brasil parece ser incline a minimizar ameaças regionais tal como as colocadas pela Venezuela (os Brasileiros tendem a olhar para baixo do seu nariz os seus vizinhos do Norte assim como muitos deles fazem para com os amigos argentinos no Sul... e assim subestimando a habilidade de homens como Hugo Chavez em fazer demasiado dano).  E eles têm uma eleição chegando o ano que vem que pode mudar a formação dos jogadores e, naturalmente, pode alterar a trajetória de várias maneiras, boas e ruins.

Mas é difícil pensar em um outro ministro do exterior que tenha orquestrado tão eficazmente uma transformação tão significativa do papel internacional deste pais. E é por essa razão que se me perguntassem hoje de votar, meu voto  de melhor ministro do exterior do mundo iria para o filho nativo de Santos, Celso Amorim.

David Rothkopf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, eu traduzi pessoalmente. Desculpem possívei erros, pois minha lingua mãe é o italiano.</p>
<p>The New ForeignPolicy.com</p>
<p>O melhor ministro do exterior do mundo<br />
Quarta F.,  7 de Outubro de 2009 &#8211; 12:35pm</p>
<p>Este pode ter sido o melhor mês para o Brasil desde cerca de Junho 1494. Foi na assinatura do Tratado de Tordesillas,  garantindo ao Portugal todo o novo mundo ao leste de uma linha imaginária que foi declarada como existente 370 léguas à oeste das ilhas de Cabo Verde. Isso assegurou que o que se tornou Brasil seria Português e portanto desenvolveria uma cultura e identidade diferente do resto da América Latina Espanhola. Isso garantiu que o mundo tivesse samba, churrasco, &#8220;A garota de Ipanema&#8221; e através de alguns percursos retorcidos dos eventos, Gisele  Bundchen.</p>
<p>Enquanto o Brasil precisou de algum tempo para desafiar o ambíguo ditado que era &#8220;o pais do amanhã e sempre o será&#8221;, não há uma dúvida de que o amanhã chegou para o pais, mesmo tendo ainda muito trabalho a fazer para superar seus sérios desafios sociais e desfrutar do seu extraordinário potencial económico.</p>
<p>A evidencia que algo novo e importante estava acontecendo no Brasil começou a se manifestar anos atrás, quando o então Presidente Cardoso arquitetou uma mudança à ortodoxia económica que estabilizou o pais atormentado por ciclos de boom e explosões alucinantes de inflação. Porem, o seu momentum chegou através do mandato extraordinario do atual Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Alguns desses momentos são devidos ao compromisso de Lula de preservar as fundações económicas implantadas por Cardoso; um passo político corajoso para um líder sindical de uma vida, do Partido dos Trabalhadores da oposição. Parte disso é fruto de sorte, a mudança do paradigma energético global que ajudou a transformar os 30 anos de investimento do Brasil no biocombustível começar a dar certo em  novos importantes rumos , maciças descobertas de petróleo ao longo das costas brasileiras e a demanda crescente desde a Ásia que permitiram ao Brasil de se tornar um líder mundial nas exportações agrícolas e assumir o papel de &#8220;cesta de pão da Ásia&#8221;. Mas grande parte disso é mérito da grande capacidade do líder brasileiro de agarrar o momento que muitos dos seus predecessores provavelmente tentaram.</p>
<p>Desses líderes, a maioria do crédito vai para o Presidente Lula, que se tornou quase que uma rock star na cena internacional, desfrutando da energia, comando, carisma, incrível intuição e bom senso tão eficazmente que a sua falta de educação formal tem sido raramente um empecilho. Outros créditos vão para outros membros do seu time, como a chefe de governo Dilma Roussef,  anteriormente ministra da energia que se tornou uma chefe de governo muito forte e possível sucessora do Lula. Mas eu acredito que uma boa parte disso deveria ser atribuído a Celso Amorim, que arquitetou uma transformação do papel do Brasil no mundo que é quase sem precedentes na história moderna. Ele tem sido ministro do exterior do Lula desde 2003 (ele serviu o mesmo papel nos anos de 1990) mas eu creio que seja justo dizer que ele é atualmente o ministro do exterior mais bem sucedido do mundo.</p>
<p>É impossível apontar só um momento crítico nos esforços de Amorim em transformar o Brasil desde uma potencia regional lerda, com um impacto internacional duvidoso, em um dos jogadores mais importantes no cenário mundial, sendo reconhecido globalmente seu papel de liderança sem precedentes. Poderia ter acontecido quando ele jogou um papel central ajudando a arquitetar o rechaço por parte dos países emergentes contra o usual jogo de poder de E.U. e Europa durante a conferencia de Cancún em 2003. Poderia ter sido a maneira esperta com a qual os Brasileiros usaram argumentos como a liderança em biocombustíveis para forjar novos diálogos e influencias seja com os Estados Unidos que com as potencias emergentes. Com certeza envolveu o fato dele abraçar a ideia de transformar os BRICs desde acrónimo para uma colaboração geopolítica importante, trabalhando com suas contrapartes na Rússia, Índia e China para institucionalizar o diálogo entre os países e coordenar suas mensagens. (Comprovadamente a aliança do BRIC ajudou mais o Brasil. Rússia, China e Índia, todas ganharam vagas na mesa graças às capacidades militares, tamanho da população, impacto económico ou recursos. Brasil possui todo isso&#8230; mas menos que os outros). Envolveu também inúmeras outras coisas desde os vínculos mais profundos e estreitos com países como a China, sua promoção seja de fluxos de investimento, seja de reputação, por ser comparativamente segura a frente dos reveses económicos globais; o nível de conforto que o novo Presidente americano tem com sua contraparte brasileira &#8212;até chegando a encoraja-lo a jogar um papel de conduto para, por exemplo, com os Iranianos. Mesmo concordando ou não com cada movimento em lugares como Honduras ou no OEA sobre Cuba, Brasil tem continuado a jogar um papel regional importante mesmo sendo claro que seu foco tem se deslocado para um palco global.</p>
<p>Nada ilustra quanto longe o Brasil chegou ou quanto eficiente o time Lula-Amorim tenha sido mais do que os eventos de poucas semanas atrás. Primeiro, os países do mundo descartaram o G8 e abraçaram o G20, garantindo ao Brasil uma vaga permanente nas mesas mais importantes do mundo. Segundo, o Brasil se tornou o primeiro país na America Latina a ter ganho o direito de hospedar as Olimpíadas. O Financial Times de ontem anunciou que &#8220;Ásia e Brasil lideram o crescimento da confiança do consumidor&#8221;, um reflexo na reputação que o governo  tem eficazmente cumprido (com o grosso do crédito indo para um setor privado brasileiro ressurgente). E as histórias desta semana sobre o encontro em Istambul do IMF-Banco Mundial, mostram uma ulterior institucionalização do novo papel do Brasil com o acordo de  mudar a estrutura do Fundo  Monetário Internacional. De acordo com o Washington Post de hoje, &#8220;As nações preliminarmente concordaram em reformar a estrutura de votação do fundo, prometendo um modelo para dar mais impacto aos gigantes emergentes como Brasil e China dentro de Janeiro de 2011&#8243;.</p>
<p>Não mais de alguns dias de trabalho. E enquanto você encontrará o Ministro das Finanças do Brasil nos encontros do FMI-Banco Mundial, o arquiteto incontestável desta notável transformação do papel do Brasil é Amorim.</p>
<p>Há ainda muito trabalho a ser feito, claro. Parte disso tem a ver com o novo papel que há sido desenhado. Brasil quer uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU e mais que um papel de liderança em outras instituições internacionais. Pode muito bem ganhar essa, mas deverá manter seus crescimento e estabilidade para chegar lá. Ademais, o Brasil parece ser incline a minimizar ameaças regionais tal como as colocadas pela Venezuela (os Brasileiros tendem a olhar para baixo do seu nariz os seus vizinhos do Norte assim como muitos deles fazem para com os amigos argentinos no Sul&#8230; e assim subestimando a habilidade de homens como Hugo Chavez em fazer demasiado dano).  E eles têm uma eleição chegando o ano que vem que pode mudar a formação dos jogadores e, naturalmente, pode alterar a trajetória de várias maneiras, boas e ruins.</p>
<p>Mas é difícil pensar em um outro ministro do exterior que tenha orquestrado tão eficazmente uma transformação tão significativa do papel internacional deste pais. E é por essa razão que se me perguntassem hoje de votar, meu voto  de melhor ministro do exterior do mundo iria para o filho nativo de Santos, Celso Amorim.</p>
<p>David Rothkopf</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Weber- Santos/S.P.</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774105</link>
		<dc:creator>Alexandre Weber- Santos/S.P.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:57:19 +0000</pubDate>
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		<description>Não , não acho o máximo aceitar quebras de contratos ou calotes, por outro lado consigo enxergar as nuances destas situações e sopesar o valor de ações drásticas. Sou advogado e acredito no Estado de Direito, onde órgãos especializados, mantidos pelo erário público dirimem dúvidas contratuais e restabelecem o equilibro entre as partes, o mundo é dinâmico e não perceber isto, no meu ponto de vista, é uma tremenda estultice.

Quanto a manter aberto o diálogo com todas as vertentes ideológicas, penso ser característica indispensável num sistema democrático, onde se espera que o bom senso e a honestidade prevaleça sobre interesses inconfessáveis que sobrevivem nos subterrâneos, longe da luz e do escrutínio do povo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não , não acho o máximo aceitar quebras de contratos ou calotes, por outro lado consigo enxergar as nuances destas situações e sopesar o valor de ações drásticas. Sou advogado e acredito no Estado de Direito, onde órgãos especializados, mantidos pelo erário público dirimem dúvidas contratuais e restabelecem o equilibro entre as partes, o mundo é dinâmico e não perceber isto, no meu ponto de vista, é uma tremenda estultice.</p>
<p>Quanto a manter aberto o diálogo com todas as vertentes ideológicas, penso ser característica indispensável num sistema democrático, onde se espera que o bom senso e a honestidade prevaleça sobre interesses inconfessáveis que sobrevivem nos subterrâneos, longe da luz e do escrutínio do povo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: H. C. Paes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774078</link>
		<dc:creator>H. C. Paes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:40:33 +0000</pubDate>
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		<description>Foi um erro de digitação, traduzi o texto em trinta minutos e não revisei porque queria ir dormir. Obrigado da mesma forma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi um erro de digitação, traduzi o texto em trinta minutos e não revisei porque queria ir dormir. Obrigado da mesma forma.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: H. C. Paes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-2/#comment-774075</link>
		<dc:creator>H. C. Paes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:39:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35220#comment-774075</guid>
		<description>Concordo, tive a mesma impressão ao traduzir. Além do uso freqüente das mesmas palavras - acabei por me cansar de procurar sinônimos e deixei a baixa qualidade se reproduzir na tradução -, o texto é cheio de lugares comuns, raciocínios circulares e platitudes, como a já batida execração de Hugo Chávez. No fim, fiquei com a impressão de que o autor incorria no mesmo cacoete de país rico de elogiar o Brasil qual mestre-escola, sem deixar de dar conselhos e dizer o que precisa ser melhorado. Gostaria de ver o que os ingleses achariam se um editorialista brasileiro desse conselhos a David Milliband e Gordon Brown.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo, tive a mesma impressão ao traduzir. Além do uso freqüente das mesmas palavras &#8211; acabei por me cansar de procurar sinônimos e deixei a baixa qualidade se reproduzir na tradução -, o texto é cheio de lugares comuns, raciocínios circulares e platitudes, como a já batida execração de Hugo Chávez. No fim, fiquei com a impressão de que o autor incorria no mesmo cacoete de país rico de elogiar o Brasil qual mestre-escola, sem deixar de dar conselhos e dizer o que precisa ser melhorado. Gostaria de ver o que os ingleses achariam se um editorialista brasileiro desse conselhos a David Milliband e Gordon Brown.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ADNAN EL KADRI</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/a-consagracao-de-celso-amorim/comment-page-1/#comment-774016</link>
		<dc:creator>ADNAN EL KADRI</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 14:01:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35220#comment-774016</guid>
		<description>Marco,
O sucesso político seja no front externo, Olimpíadas 2016, Copa 2014, a retidão do Brasil em Honduras, exigindo respeito aos princípios Democráticos, enfim a política externa exitosa nos foros internacionais - G-20, G-3, OMC etc
Internamente o PAC e o enfrentamento da Crise de 2008, superando-a com relativa tranquilidade , enfim o Governo Lula ocupa todos os espaços políticos reais e possíveis.
Para oposição só resta transformar o Enem e um quebra quebra em questão de estado.
É risível.
A oposição NÃO tem mais discurso.
A grande imprensa está desesperada e só lhes resta a fraude e a mentira, e estas como sabemos tem pernas curtas. Dura pouco. Cai a máscara, vide afair lina vieira, as notícias apócrifas sobre a Dilma Roussef, urdidas pela Folha de São Paulo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marco,<br />
O sucesso político seja no front externo, Olimpíadas 2016, Copa 2014, a retidão do Brasil em Honduras, exigindo respeito aos princípios Democráticos, enfim a política externa exitosa nos foros internacionais &#8211; G-20, G-3, OMC etc<br />
Internamente o PAC e o enfrentamento da Crise de 2008, superando-a com relativa tranquilidade , enfim o Governo Lula ocupa todos os espaços políticos reais e possíveis.<br />
Para oposição só resta transformar o Enem e um quebra quebra em questão de estado.<br />
É risível.<br />
A oposição NÃO tem mais discurso.<br />
A grande imprensa está desesperada e só lhes resta a fraude e a mentira, e estas como sabemos tem pernas curtas. Dura pouco. Cai a máscara, vide afair lina vieira, as notícias apócrifas sobre a Dilma Roussef, urdidas pela Folha de São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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