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04/10/2009 - 13:30

O chargista Paulo Brasil

Do Portal Luís Nassif

Quando Didi chorou

* Postado por Gregório Macedo

Os desenhos acima são de Paulo Brasil Gomes de Sampaio, o SAMPAULO, gaúcho de Uruguaiana-RS (1931-1999). Iniciou como profissional em 1951, no Jornal do Dia, passando por O Clarim (1955, onde foi partidário de Leonel Brizola), A Hora, Diário de Notícias, Folha da Tarde, Correio do Povo e Zero Hora. Foi o criador do personagem ‘Sofrenildo’, publicou os livros “Humor do 1° ao 5°” e “Como Eu Ia Dizendo…”, venceu duas vezes seguidas o Salão Internacional de Humor do Canadá e participou de várias antologias por esse mundão afora, inclusive a ‘Antologia Brasileira de Humor’.

Revendo há pouco a charge DIDI CHOROU, acima, lembrei que Lula também. Nada a ver. O preço do pão não subiu. A inflação está sob controle. E Lula não é Valdir Pereira, o grande Didi. Se bem que também faz suas folhas secas.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Artes Gráficas Tags: ,

12 comentários para “O chargista Paulo Brasil”

  1. Gostei muito da charge
    Este rapaz quase de 4 de tão interessado no choro do Didi
    Ele se esqueceu do preço do pão
    Ele não pode?

  2. Jairo Juruna disse:

    Didi se notabilizou pela folha seca e Bernard é lembrado pela jogada jornada nas estrelas.

    Nos dois casos, ninguém mais fazia tais jogadas ou não fazia tão perfeito quanto os dois atletas.

    No caso do Lula, é forçar a barra dizer que ele também faz suas folhas secas.

    O que afinal o Lula criou? Qual é a novidade deste governo? O que de positivo ele tem feito e que só ele é capaz de fazer, como nunca antes na história desse planeta já se viu, para consideramos como jogadas de craque?

  3. Lula e Villa Lobos tudo a ver!
    Sim, sou brasileiro e bem brasileiro.(Villa Lobos)

    “O povo é, no fundo, a origem de todas as coisas belas e nobres, inclusive da boa música! O que é uma sinfonia senão a expressão musical do sentimento de um povo expressado por um indivíduo? O compositor genuíno, por mais cosmopolita que seja, é mais do que nada, a expressão de um povo, de um ambiente… Sim, sou brasileiro e bem brasileiro. Na minha música eu deixo cantar os rios e os mares deste grande Brasil. Não ponho breques nem freios, nem mordaça na exuberância tropical das nossas florestas, dos nossos céus, que eu transporto instintivamente para tudo o que escrevo.”Villa Lobos).

    “Nunca na minha vida procurei a cultura, a erudição, o saber e mesmo a sabedoria nos livros, nas doutrinas, nas teorias, nas formas ortodoxas. Nunca, porque meu livro era o Brasil. Não o mapa do Brasil na minha frente, mas a terra do Brasil, aonde eu piso, onde eu sinto, onde eu ando, onde eu percorro. Cada homem que eu encontro no Brasil representa uma forma estética na concepção musical. Cada pássaro que acode ao meu ouvido é um tema, onde se junta a outros temas invisíveis, imperceptíveis e abstratos para tornar em forma física, em forma sonora, em forma de música, música de arte. Arte livre como é a nossa natureza, arte independente como são os pássaros do Brasil. Árvore sentimental como são os homens da nossa terra.” (Villa Lobos)

    • Talvez por isso Villa Lobos tenha sido vaiado na Semana de Arte Moderna de 22,
      As fotos não metem, tá lá os engomadinhos vaiando e até jogando pedras nos artistas
      Hoje eles estão na trincheira defendendo a permanência do Micheletti, debochando de Lula e do Brasil.
      Uma sarna que nunca acaba.

  4. Spok da Silva disse:

    Maravilha!
    O povo não quer saber se Zelaya é fantoche de Chaves, se o pré-sal vai ser uma desgraça para o Brasil, se Lula não fala inglês, se as Olimpíadas serão caras. O povão desse país é cheio de nobres sentimentos, não disso que lhe despejam sobre os ombros todos os dias na mídia.

  5. luzete disse:

    Gregório, vc falou em folhas secas?
    servem estas?
    alegria geral? muita? muita mesma?
    então:
    http://www.youtube.com/watch?v=kV8SyD2QF9w

    • Gregório Macedo disse:

      Uma beleza, Luzete!
      A Beth aplaude o Lulão. Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, lá de cima, também.
      Nós e nosso bom gosto, hein?
      Um abraço, cara amiga.

  6. Durvaldisko s disse:

    “Sofrenildo”, personagem de Sampaulo,não sobreviveria ao
    donos da ZH,braço sulista das “OrganizaçõesGlobo”,produz o jornalismo mais medíocre e provinciano,que se tem notícia.É de dar vergonha. Faz o “Correio do Povo “,decadente ,parecer “New York Times”…

  7. walden disse:

    Enquanto isso, na revista de domingo d’ O Globo, Cláudio Paiva publica odiosa charge-fotomontagem sobre o episódio de Honduras, onde fica claro o rancor deste veículo ao sucesso do governo do Presidente Lula.

  8. gilmar costa disse:

    Parafraseando Erasmo Carlos:
    ” o Brasil precisava de um Presidente pra chamar de seu…”
    e para tristeza de uma minoria amarga foi o LULA!
    E quem mostra isso é “apenas” a História, que ora acontece.

  9. Paz e bem!

    Eu cresci
    vendo o Sofrenildo
    no Correio do Povo
    aos domingos.
    Recordando algumas:

    1 O Sofrenildo resolve
    gravar seu nome
    e da namorada,
    Marisa, numa árvore,
    subindo nela
    vê desenas de nomes
    ao lado do nome da Marisa.

    2 Sete de Setembro,
    o Sofrenildo está marchando
    e entra uma abelha
    na sua roupa;
    depois quando
    está preso no quartel
    ele consegue matá-la.

    3 O Sofrenildo
    só tinha sorte no Natal;
    certa feita ao fincar
    o pinheirinho no jardim
    jorrou petróle.

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