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03/10/2009 - 11:12

Da série “jornalista também tem sentimento”

De O Globo

Por Merval Pereira

O fim do ‘complexo de vira-latas’

O p re s i d e n t e L u l a d e monstrou um ressentimento incompreensível em meio a um pronunciamento emocionado e muito bonito: “Os mesmos que não acreditavam que eu pudesse governar o país terão uma surpresa com nossa capacidade de organizar as Olimpíadas”.

(…) E assim como Obama representa a nova ordem mundial multipolar, Lula representa a emergência dos países do terceiro mundo nas decisões globais. Os dois estavam em seus papéis, Obama no de líder do país mais influente do mundo que está abrindo mão de sua hegemonia, e Lula no de líder do país que quer ter sua importância reconhecida no mundo.

(…) Mas o fato é que hoje, assim como o Brasil é muito diferente daquele que perdeu a indicação em 2004, quando ele já estava na Presidência, Lula tornou-se um dos líderes mais importantes do atual cenário mundial.

(…) Foi a primeira vez que o Rio de Janeiro entrou na final da disputa, e esse já era um sinal de que o papel do país se consolidara como representante do poder emergente no novo desenho geopolítico saído da crise internacional.

Comentário

Hehehehehehehehehehehehehehehehe… Eita povo sensível, siô! Seis anos sem conseguir enxergar um ponto positivo sequer no homem, tendo agora que fazer a mudança rápida para transformar o “nada” em um dos líderes mais relevantes do mundo, e vem o diacho do Lula tratando de tirar um pelinho…

Respeito pela cegueira!

Por walden

Na primeira página, O GLobo diz que “Havelange e Pelé foram decisivos”. São patéticos!

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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233 comentários para “Da série “jornalista também tem sentimento””

  1. valmir jose dias disse:

    Como Lula disse, precisamos de mais politicos que chorem por esta nação. FANTÁSTICO esse cara.

  2. xande disse:

    Na GloboNews eles estavam bem mansinhos ontem. Acho que vem chumbo grosso aí.

  3. Bom Dia! Caros Blogueiros e Luiz Nassif!!!

    Sabem o que acontece, é o seguinte:

    Essa mídia “GOLPISTA” e fracassada brasileira, completamente parcial e tendenciosa, MORRE DE MEDO, dos BLOG’s autônomos.

    Tenho prestado mais atenção aos entrevistados e apresentações nas televisões e rádios. Exatamente, para fazer um contraponto com outras possibilidades existentes na INTERNET, curioso como a TELEVISÃO e RÁDIOS estão vivendo um BRASIL que não consigo identificar.

    Ao assistir mídias estrangeiras que falam sobre o BRASIL parece-me que são mais BRASILEIROS e GOSTAM mais do BRASIL que nossas mídias nacionais se é que são nacionais. Acho isso muito interessante.

    Enquanto canais de TV e Rádio tentavam desqualificar o LULA em seus comentários sobre o sucesso da conquista para 2016. Os jornais, rádios, televisões até a NHK Japonesa falavam bem do BRASIL, do LULA e do RIO DE JANEIRO. Enaltecendo o BRASIL de maneira geral.

    Falando com pessoas no Japão recentemente, queriam saber se o POVO gostava do LULA, ao responder que boa parte gostava, a colocação foi: Então, isso é bom, dá para investir. Já que o POVO gosta. CURIOSO…A questão perguntada não foi sobre o PELÉ ou RONALDINHO. Foi sobre o LULA. Acho que isso indica uma mudança de FOCO.

    Talvez, um dia, a IMPRENSA, MÍDIA em geral, caia na REAL.
    O BRASIL, dos brasileiros, efetivamente, MUDOU e PARA MELHOR.

    Um dia a ficha cai….

    Obrigado e Bom Dia de Domingo para todos.

    E, especial, PARABÉNS ao RIO DE JANEIRO.

    Tchau!!!

  4. Wandhklêysson disse:

    Pelo que vi em pedaços nos jornais da televisão, o pessoal dos esportes já está se preparando para as Olimpíadas. Alguns disseram que em 7 anos é possível formar uma geração de grandes heróis da Pátria que trarão suas inestimáveis medalhinhas de ouro.

    Acho que a ficha ainda não caiu.

    Quando um país é escolhido para sediar os Jogos Olímpicos, a grande responsabilidade é preparar a festa. O objetivo de ganhar muitas medalhinhas de ouro é secundário. O desafio olímpico do Brasil é, agora, muito maior para os administradores e engenheiros do que para atletas e treinadores. Chegou a hora desta rapaziada mostrar o seu valor em logística, construção de infraestrutura, administração hoteleira, segurança pública, etc. Em suma, os objetivos agora são muito mais importantes e perenes do que esta vã glória de heróis olímpicos.

    • Fabio Gedin disse:

      Caros,

      Em contra ponto ao comentário do Wandhklêysson, creio que a preparação de atletas olímpicos é tão importante quanto a infra-estrutura dos jogos.

      Talvez, pela primeira temos um motivo real e concreto para investir em educação. Já que até aqui esse assunto parece sempre secundário, é preciso lembrar que para cada herói olímpico, formam-se milhares de melhores cidadãos.

      É hora do Brasil reivindicar e ocupar seu devido lugar. É hora de exigir lisura, retidão e responsabilidade na execução deste projeto. Só assim conseguiremos, de fato, sair dessa política colonial, corrupta e venenosa.

      Viva o Rio!

  5. Raí disse:

    ” Alguma coisa está em desordem,na nova ordem mundial”
    Quando um jornalista reacionário como o Herval,admite o que não dá mais para esconder,a respeito da importancia do Presidente brasileiro e seu pêso hoje,no contêxto mundial,acho que uma revolução está para acontecer,na nossa imprensa,que demorou para aceitar o óbvio ululante.

  6. Américo disse:

    Nassif,
    Não sei a razão de meus comentários não terem sido publicados.
    Estou pegando leve.

    “Américo rides again”

  7. Luiz Fernando Mendes de Santana disse:

    Merval voltou ao seu estilo:
    “De acordo com pesquisas de consumo familiar, o décimo mais pobre da população (com rendimentos até 2 salários mínimos) gasta 1,6%, enquanto o décimo mais rico (mais de 30 salários mínimos) gasta 8,2%
    A política governamental de redução do IPI, que fez bater recordes de venda de automóveis, beneficiou mais, portanto, as de maior renda.”
    A prioridade do mais pobre não é carro (por enquanto).
    Ele “esqueceu” de falar que a redução de IPI nesta área visava manter um das mais importantes cadeias produtivas do país, que gera empregos nas montadoras, nas revendedoras, nos segmentos de produção de peças, no comércio… é uma cadeia longa que chega até a faxineira que trabalha na casa de um empregado deste setor.
    Engraçado que sobre a redução de IPI para a linha branca não houve comentários (isto é mais prioritário para os mais pobres).
    As pessoas que o conhecem não o julgam um idiota.
    Só posso concluir que foi má intenção escrever o que ele escreveu.

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