A intervenção na Unimed Paulistana
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via FoxyTunes A Unimed Paulistana é uma operadora com situação financeira saudável, e a decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) de intervir na operadora foi desnecessária, segundo o advogado da cooperativa, Jarbas Machione. Prova disso é que a Unimed Paulistana paga em dia seus fornecedores e cooperados e tem crédito junto aos bancos, observa o advogado.
O problema é de ordem fiscal.
No dia 22 de setembro, a ANS decretou intervenção fiscal na Unimed Paulistana, para evitar possíveis prejuízos aos clientes, alegando a constatação de “graves” anormalidades econômico-financeiras e administrativas na operadora. Essa medida entrou em vigor e tem prazo máximo de 365 dias, e um funcionário da ANS irá trabalhar dentro da operadora. A Unimed Paulistana se disse “surpreendida”, mas “está adotando as providências cabíveis para preservar seus direitos”.
Para a ANS, a Unimed Paulistana deve R$ 657 milhões em tributos, como ISS (Imposto Sobre Serviços), PIS e Cofins. Além disso, a operadora teria tido um prejuízo acima de R$ 23 milhões no primeiro trimestre. “Se todos os impostos tivessem sido contabilizados, a dívida chegaria a R$ 1,2 bilhão”, disse o gerente-geral da ANS, Fábio Fonseca, ao jornal Diário de São Paulo.
Machione disse que a dívida da Unimed Paulistana não chega a esse montante. A ANS quer que a operadora recolha ISS sobre o faturamento total e ignora que os seus médicos cooperados já recolheram o imposto, o que se configura em bi-tributação, segundo o advogado.
A seguir, alguns trechos da entrevista de Machione:
Como está a situação financeira da Unimed Paulistana?
Jarbas Machione: A empresa é saudável financeira e operacionalmente, dizem os pareceres contábeis, e o mercado assim interpreta. A Unimed Paulistana tem hoje um patrimônio líquido positivo de R$ 19 milhões. Os bancos nos fornecem credito e nossos médicos são pagos pontualmente. A alegação da agencia é injustificável. Essa situação só está ajudando a concorrência, que assedia nossos clientes e propõem uma troca desnecessária.
Nos últimos cinco meses nosso fluxo de caixa ficou negativo, com o aumento das despesas de tratamento da gripe suína e o aumento de inclusão de procedimentos. Mas isso aconteceu com várias empresas do mercado, e nossa situação se reverterá em outubro.
Quando o caixa ficou negativo, pegamos uma carta de fiança do Bradesco de R$ 150 milhões, que já devolvemos. Não teríamos esse aval se estivéssemos quebrados. Nossa situação econômica é perfeita.
Mas e a questão dos tributos que a ANS alega serem devidos?
JM: O que motivou a ANS (a intervir) foi a divergência sobre a tributação das cooperativas e a sua forma de registro contábil. A Unimed Paulistana, uma cooperativa formada por profissionais da saúde, tem uma das maiores pendências com a Prefeitura de São Paulo, onde o ISS incide sobre todo o faturamento. Mas estão ignorando que o médico cooperado já paga o ISS. Isso não ocorre nas outras grandes capitais, que só cobram o ISS sobre a receita da cooperativa, e não dos cooperados. Estamos falando de bi-tributação.
No Rio de Janeiro, o entendimento da 1ª Turma do STJ é que só cabe incidência de ISS sobre a receita própria da cooperativa, como taxas de administração. Sobre o montante de tributos, nunca colocamos como provisão, porque a chance de perda é quase zero. Sempre publicamos em notas explicativas.
Quando a Unimed apresentou o balanço dessa forma, veio a exigência da ANS para reconhecer o tributo. Se eu fizer isso, meu balanço vai ficar negativo e vão pensar que estou insolvente, quando não estou. Procuramos a Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras) da USP, que disseram que nosso critério de contabilização está correto (A Fipecafi foi procurada, mas a assessoria de imprensa não retornou o pedido de entrevista até o fechamento).
A Unimed nunca reconheceu a norma de contabilização da agência até entrar a atual diretoria. Ela assumiu o compromisso de seguir as normas da agência, de fazer a provisão do tributo, e a ANS disse para a Unimed fazer um plano de recuperação para se adaptar às normas. Por isso que quando o plano saiu, a rejeição da ANS foi parcial. Veio uma nova norma, que dava prazo para a regularização do plano. No entanto, fomos surpreendidos com a decretação da situação ruim.
Por Jarbas Machioni
Gostaria de esclarecer o seguinte :
1. Foi súbita a intervenção porque um plano de recuperação ( que, apesar desse nome, era um plano que visava apenas a adaptação da Unimed Paulistana às normas da ANS) havia sido aceito pela agênica exceto pela divergência no critério de contabilização das provisões para eventual perda nas questões tributárias; a ANS publicou logo após a IN 20 que resolvia o problema da contabilização negativa permitindo que a ccoperativas lançassem a crédito o mesmo valor que fosse contabilizado no passivo. Isso foi feito pela Paulistana até em valor superior ao que a ANS exigira, exceto no tocante ao ISS cobrado pela prefeitura de São Paulo, em face das vitórias nos tribunais.
2. Assim, a Unimed esperava que fosse aceito esse seu plano , pois aquela era a única pendência para aprovação.
3. Mas principalmente, a surpresa decorre do fato de que empresa estava em boa saúde financeira, por isso, decretar a intervenção alegando graves problemas econômico-financeiros capazes de afetar a operação NÃO SÓ É SURPREENDENTE COMO É INADMISSÍVEL POR NÃO SER VERDADE.
4. O parecer emitido pelos professores da FIPECAFI está à disposição do “site”, caso o queiram
5. Os números da UNIMED PAULISTANA foram nesses útlimos dias analIsados tanto pelo IBMEC-Rj quanto pela FIPE e ambos confirmarmaram nào estar a empresa em grave situação econômico-financeira nem com risco nas operações, pelo contrário ambos confirmam estar ela em boa situação. Tais pareceres estão disponíveis por escrito.
6. A UNIMED PAULISTANA existe há 38 anos e tem existência independente, não se confunde nem se confundiu com a UNIMED SÃO PAULO.
Autor: andreinohara - Categoria(s): Saúde, Sem categoria Tags: ANS, intervenção, Unimed

A direção fiscal na Unimed Paulistana não foi súbita, conforme a notícia a seguir, veiculada pelo Estadão, em março deste ano:
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domingo, 15 de março de 2009, 22:39 | Online
Confira a lista de operadoras sob intervenção da ANS
Entre 2007 e 2008, saltou de 24 para 47 número de operadoras com deficiência financeira e de atendimento
(…)
Unimed
Operadora com cerca de 1 milhão de usuários, a Unimed Paulistana está no foco das preocupações da ANS. Segundo o Estado apurou, um pedido de intervenção na empresa já tramita no órgão regulador. Isso em razão de uma dívida tributária com valor perto dos R$ 400 milhões.
O atual dirigente da cooperativa, Mário Santoro Júnior, nega riscos para o atendimento. Ele explica que o sistema de cooperativas Unimed discute o pagamento de tributos há anos, principalmente a partir década de 90, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) criou novo entendimento sobre o tratamento diferenciado que era dados às cooperativas, consideradas isentas do pagamento dos impostos.
Santoro, que assumiu há pouco mais de um ano – após uma série de denúncias de irregularidades na gestão anterior, como foi publicado na época pelo Estado -, diz que a cúpula atual da empresa reconhece que deve pagar parte dos tributos e vem renegociando as dívidas. Mas afirma que a decisão sobre a colocação ou não da dívida no passivo depende de assembleia-geral, que deverá ocorrer no próximo dia 28.”A discussão é se cabe colocar isso no nosso passivo, de resto somos uma operadora sólida, firme”, afirma.
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid339391,0.htm
“Entre 2007 e 2008, saltou de 24 para 47 número de operadoras com deficiência financeira e de atendimento”:
Tou dizendo que ha um metodo atraz disso, que ele tem muitas decadas de funcionamento, e ninguem acredita.
Vamos la:
Quantas das 47 “operadoras” eh propriedade estrangeira?
Nenhuma, nao eh?
Não é a primeira vez que surgem problemas relacionados a Unimed, em SP. Em 2001, foi decretada a falência da Unimed São Paulo, sendo que às vésperas da decretação, seu ex-presidente remeteu R$ 2 milhões para si, no exterior.
http://www.fetecsp.org.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=16298
Já em 2007, o Estadão noticiou que a “Unimed Paulistana vira Caso de Polícia”. O conteúdo da notícia pode ser lido por meio do link a seguir:
http://www.crfsc.org.br/db/zknews/noticia.php?id=2909
A Unimed Paulistana é uma. A de São Paulo, outra.
Para quem quiser conhecer a Unimed Paulistana, vale a pena uma visita ao hospital Evaldo Foz, na Av. Vereador José Diniz. De preferência na UTI, em horário de visita.
Ah, e aproveite para conversar com qualquer um dos intensivistas de plantão sobre as condições das salas cirúrgicas, dos equipamentos, dos medicamentos, da assepsia, da cozinha, da qualidade dos alimentos, dos salários…..
Sanzio, boa noite. Minha mãe stá internada no hospital Evaldo Foz pois a Unimed Paulistana alegou não haver vaga em outro hospital. Estou preocupadíssima com o que vi hoje e ontem a tarde naquele hospital. Tirei fotos de roupa suja de sangue largada no chão do quarto da minha. Essas roupas ficaram lá desde o almoço até à noite e outras coisas que, para ser breve não exponho agora. Gostaria muito que você me dissesse sua experiência com este Hospital. Estas informações me serão úteis pois não consegui ler na íntegra seus comentários. Muito obrigada.
Gostaria de esclarecer o seguinte :
1. Foi súbita a intervenção porque um plano de recuperação ( que, apesar desse nome, era um plano que visava apenas a adaptação da Unimed Paulistana às normas da ANS) havia sido aceito pela agênica exceto pela divergência no critério de contabilização das provisões para eventual perda nas questões tributárias; a ANS publicou logo após a IN 20 que resolvia o problema da contabilização negativa permitindo que a ccoperativas lançassem a crédito o mesmo valor que fosse contabilizado no passivo. Isso foi feito pela Paulistana até em valor superior ao que a ANS exigira, exceto no tocante ao ISS cobrado pela prefeitura de São Paulo, em face das vitórias nos tribunais.
2. Assim, a Unimed esperava que fosse aceito esse seu plano , pois aquela era a única pendência para aprovação.
3. Mas principalmente, a surpresa decorre do fato de que empresa estava em boa saúde financeira, por isso, decretar a intervenção alegando graves problemas econômico-financeiros capazes de afetar a operação NÃO SÓ É SURPREENDENTE COMO É INADMISSÍVEL POR NÃO SER VERDADE.
4. O parecer emitido pelos professores da FIPECAFI está à disposição do “site”, caso o queiram
5. Os números da UNIMED PAULISTANA foram nesses útlimos dias analIsados tanto pelo IBMEC-Rj quanto pela FIPE e ambos confirmarmaram nào estar a empresa em grave situação econômico-financeira nem com risco nas operações, pelo contrário ambos confirmam estar ela em boa situação. Tais pareceres estão disponíveis por escrito.
6. A UNIMED PAULISTANA existe há 38 anos e tem existência independente, não se confunde nem se confundiu com a UNIMED SÃO PAULO
Agradeço
Jarbas Andrade Machioni
Quantas das 47 “operadoras” sao estrangeiras e quantas delas sao 100% brasileiras?
Na dúvida, fico com a posição da ANS, que tem presunção de legitimidade.
Eu classificaria os serviços prestados pela Unimed como “sofríveis”. Sofrível, segundo o Aurélio, quer dizer razoável, ou acima do medíocre. Pago R$ 909,19 pela mensalidade minha e de minha filha de 22 anos. É importante ter convênio para qualquer caso de necessidade de internação. Parte dos médicos, porém, oferece um atendimento precário aos conveniados. Enquanto as consultas particulares duram, no mínimo, meia hora, os conveniados são atendidos em, no máximo, dois minutos. A rede pública pode ser considerada como de ruim a sofrível; os convênios ficam pouco acima disso.
Minha mãe tem 87 e é associada à Unimed há uns dez anos. Nesse tempo vem sendo muito bem atendida. Estamos preocupados com a intervenção da ANS. Somos solidários à Unimed Paulistana e confiamos na sua versão dos fatos. Em tantos anos de bom atendimento, esse é o nosso único ato possível. Queremos a salvação da Unimed. Há tantos planos no mescado de péssima qualidade. Por que continuam comercializando seus planos sem qualquer tipo de intervenção? E´os associados Unimed ainda correm o risco de futuramente ver suas carteiras compradas por esses planinhos vagabundos. Estamos com você Unimed Paulistana!
Tenho um plano empresarial no qual encontram-se minha família e meus funcionários há quase 7 anos e nunca tivemos problemas quanto a utilização dos Planos. Acredito que com a crise mundial, várias empresas passaram por um período difícil e todas tem o direito e dever de se manifestar quanto as pendências fiscais. Acredito na Unimed e sou favorável a investigações dos fatos desde que não haja especulações, nem sensacionalismo que é o que vemos pelos comentários em nossos diversos meios de comunicação. Também sou solidária a Unimed Paulistana.
Prezado sr. Marcelo,
Desconheço que médicos o sr. visita e nem a relação que mantém com eles. Nunca fui “vítima” desse tipo de profissional. Sou usuário da Unimed Paulistana há 8 anos e já necessitei de cirurgia, a qual foi realizada por um médico da referida Unimed (o qual, por sinal, ainda me acompanha e oferece uma consulta por um tempo maior que dois minutos) e não encontrei as dificuldades que o sr. apregoa. Se o sr. tem queixas, em primeiro lugar reclame com o seu médico, se não der certo, reclame com a Unimed (existe um SAC à disposição) e, se mesmo assim, não der certo troque de convênio. Atualmente existe a portabilidade. Nós, brasileiros, devemos parar de fazer queixas vazias como esta e partirmos para a ação.
Os convênios existem e são um mal necessário. A incompetência governamental nessa área é astronômica. Alguém aí já dependeu do SUS nas grandes capitais ?
Eu gostaria que o sr. Marcelo apontasse em que lugar do mundo ele conseguiria uma apólice de seguro de aproximadamente US$ 500,00 mensais para ele e sua filha que desse direito a atendimento médico ilimitado, cirurgias ilimitadas, UTI ilimitada e por aí vai…
Eu e minha família torcemos pela Unimed Paulistana, porque dependemos dela e ela e seus médicos estiveram à altura de nossa confiança.
A Unimed do Paraná doou R$ 400 mil ao senador Álvaro Dias (PSDB), conforme a prestação de contas à Justiça Eleitoral. Aguardemos, pois, os discursos desinteressados do senador tucano contra essa “arbitrariedade” da ANS.
“Unimed do Paraná doou R$ 400 mil ao senador Álvaro Dias”
Eh o que eu estou dizendo na internet pra quem quer ouvir ha 8 anos!
Quantas dessas operadoras sao estrangeiras?
Ninguem esta vendo? Empresa brasileira serve pra doar dinheiro pra “eleicao” e depois pra ser sabotada pelo governo. Nao vou parar de dizer isso nunca.
Espere, eu tenho uma otima:
Das 47, quantas sao “doadoras” de “campanha” de eleicao, e quais sao os agradecidos tucanos?
Agora fiquei com “meda”. Eu sou associado há anos e de fato pago muito caro, mas os convênios, como um todo, deixam muito a desejar. E agora José?
Unimed ? Tô fora. É um SUS melhorado.
A Unimed SP precisa patrocinar um time de futebol. É assim que a Unimed-RJ lava seu dinheiro e se mantém entre os melhores planos de saúde (depois de viver).
a intervenção na unimed paulistana é inoportuna e só favorece a concorrencia, agora perder, perdem muitos,seus milhares de usuarios, seus mais de 2600 colaboradores, todos os seus cooperados, perde o brasil, pois colocar sob intervenção uma empresa desse porte, saudavel é sinal de que o país não tem capacidade para julgar,haja visto que a unimed é boa prestadora de serviços, otima empregadora, otima cliente para todos os seus fornecedores que recebem rigorosamente em dia, neste caso a ans presta um desserviço a sociedade, fazendo parecer jogo de cartas marcadas….a pergunta que não quer calar…a quem interessa jogar o nome da unimed na lama???
Sanzio, não entendi a relação que você está fazendo da unimed paulistana com o Hospital Evaldo Foz???
Sou fornecedora de produtos, e não é verdade que a unimed
esta pagando, nós não estamos conseguinto nem emitir as notas fiscais das cirurgias que eles autorizaram, eles bloqueiam o nosso faturamento, para parecer que não existe divida. Há várias empresas nessas condições.
Não entendi. Como é que se “bloqueia” um faturamento dentro de uma empresa por outra?
Há coisas estranhas no “timing” dessas intervensões. Por exemplo, o caso da Avimed – e após a intervensão uma operadora com 450 mil associados foi “passada” a uma operadora com 45 mil … operadora essa com inúmeras reclamações e que não presta atendimento competente. Talvez fosse o caso de pensar-se mesmo em estatizar todo o sistema e acabar com essas operaradoras.
Gostaria de fazer alguns esclarecimentos, pois sou funcionario da Unimed Paulistana há 7 anos, e infelizmente há muia confusão por parte das pessoas, assim como da imprensa.
* A Unimed Paulistana nao tem nada haver com a antiga Unimed São Paulo, apesar das duas atuarem na cidade de São Paulo no passado, as administrações eram absolutamente distintas. Tanto que a Paulistana absorveu a carteira da São Paulo quando essa teve problemas, e todos os beneficiarios foram atendidos.
* Da mesma forma, se a Unimed Parana ou qualquer outra quiser doar dinheiro para politico ou que for, cada um responde pelos seus atos.
* A obrigação que uma Unimed tem com outra é de atender seus clientes, dentro de certas condições.
* Foi comentado por Sanzio sobre o hospital Evaldo Foz. A Unimed Paulistana não é dona desse hospital, apenas o tem como credenciado.
* Percebi pela maioria das opinoes de pessoas “fisicas” nesse site que estão satisfeitas com a Unimed Paulistana, mas preocupadas. Digo como funcionario que nunca tivemos nenhum problema internamente, todos nossos salarios e benficios foram pagos regiamente, ou até antecipadamente.
Não me surpreendo com o acontecido com a Unimed Paulistana. Espero mesmo que feche as suas portas. Sei bem que as empresas tem um único objetivo que é o lucro, mas deve paralelamente cumprir com o que propõe em troca de pagamento de mensalidades, que é prestar atendimento, pelo menos digno, na área da saúde.
Linda a iniciativa de patrocinas atletas e pequenos clubes, até ajudar clubes em fase de degola, desde que fosse honrada (acho que a palavra já se tornou um tanto quanto obsoleta) a sua parte no contrato que é assinado no momento da adesão ao plano de saúde.
Só que a Unimed Paulistana, do “Pai Nosso” só sabe resar até a parte do “venha a nós”, por que ao vosso reino…nada.
Eles não sabem que a grande maioria das pessoas vai ao médico não porque as salas dos cinemas estão lotadas, mas porque precisam de atendimento para aliviar suas dores.
A Unimed está se lixando pra sua saúde, para o seu bem estar ou para a dor que voce está sentindo. Passam avaliando dias a fio o seu pedido de procedimento, quem sabe até que voce desista ou melhor, morra (se for daqueles que tem algum problema de saúde e precisa de atendimento, que às vezes voce pagou a vida toda e quase nunca usou). A Unimed se preocupa apenas com o pagamento que voce faz.
Falo isso como desabafo pelo tratamento recebido pela unimed paulistana. Tenho formação constante de cálculos renais. Uma das vezes a unimed levou 3 meses para autorizar o procedimento de retirada do cálculo (que era grandinho). Agora, estou novamente com um cálculo no rim, passei fax dia 3 de setembro solicitando autorização e até agora, não tive resposta. Cada vez que ligo, a resposta é a mesma: está sendo analisado. Isso não é porquea empresa mudou o plano de saúde, “graças a Deus” , mas porque eles não querem gastar, apenas receber.
Sem estressar, vou terminar como sempre terminei minhas consultas sobre a autorização do procedimento: “eles estão tanto tempo analisando porque não é no rim deles que tem vários cálculos, inclusive um de quase 20mm”.
Oi sou cooperado da Unimed só que da Unimed Rio. O que aconteceu com a uinmed Paulistana é um reflexo do que está para acontecer com todas as Unimeds. E até é uma coisa merecida. Eu tinha como meu plano de saúde pessoal a Unimed e mudei para a Golden porque, apesar de na teoria eles dizerem que o plano é aceito em todo o território nacional, na prática o que acontece é que apesar de se pagar valores altíssimos para este plano, se você passa mal for do seu estado de origem, você é atendido em hospitais do mais baixo nível do ligar onde você se encontra. Além disso vários hospitais famosos do Rio já não estão mais atendendo o plano.
Aconselho a todas as pessoas que tem este plano a trocar por outros prestadores (AMIL, SILAMÉRICA, BRADESCO, GOLDEN…) antes que fiquem a ver navios.