TEM 1 BRASILEIRO E MEMBRO DE SEU PORTAL NA PROPAGANDA DA ” H & M ”
VEICULADA TV NA EUROPA INTEIRA E NO CINEMA DA INGLATERRA
TENHO LÁ MEU SEGUNDO , SOU EU SEU MEMBRO QUE ESTOU NA PROPAGANDA DA ” H & M ” ( HUMOR CARIOCA ” NINGUEM AQUI NO BRASIL SABE DISSO ! ” FOI E ESTA SENDO UM GRANDE TRABALHO E ESTOU MUITO HONRADO
O VIDEO DA PROPAGANDA ESTA EM VARIOS ENDEREÇOS DO YOUTUBE
VOU INCLUIR ” EM NOSSO PORTAL LN ”
Com a mesma preocupação que você, estamos promovendo um debate no BNDES cujos links estão abaixo. Estaríamos de contar com seu apoio na divulgação:
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Duas iniciativas diferentes do Ministério Público visam investigar a atuação da prefeitura de São Paulo em relação ao serviço de ônibus coletivo e de veículos fretados.
A promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo Cláudia Maria Beré determinou a abertura de um inquérito civil para apurar se há ilegalidades na portaria que restringiu a circulação dos fretados. De acordo com a promotora, a restrição na área de 70 km2 no centro contraria o Plano Diretor Estratégico da cidade, que prevê a priorização do transporte público sobre o individual. O PDE também determina no artigo 84 que a circulação dos fretados deve ser regulamentada e não suprimida.
Caro Nassif, pareceu-me oportuno ampliar sua magnífica reflexão a propósito de Ruy Mesquita e o Estadão, no passado e agora. Pois no passado houve também uma ambivalência dele, que não foi lembrada. Como fui colaborador de “Opinião” desde praticamente o lançamento e, mais tarde, editor-chefe (do início de 1975 a meados de 1976), acompanhei de perto a luta daquele jornal contra a censura – e houve um momento em que o Estadão perdeu o bonde da História – deixou de liderar um desafio histórico que acabou ficando apenas para Gasparian e “Opiniãio”, com o valente advogado Adauto Lúcio Cardoso. É o que recordo abaixo. Abraço, Argemiro.
Os Mesquita, o Estadão e a liberdade de imprensa
Argemiro Ferreira
Nunca é demais lembrar a resistência de O Estado de S.Paulo (e Jornal da Tarde) à censura – com os versos de Camões, as receitas de bolo e as fotos de flores. Mas é injusto esquecer que quando Fernando Gasparian, diretor de Opinião, decidiu impetrar mandado de segurança contra a censura em 1973, o mesmo Estadão, através do diretor Ruy Mesquita, ficou atemorizado, negando-se a ser parte da causa.
Protesto violento expõe desafios a reforma da siderurgia chinesa
Sky Canaves e James T. Areddy , The Wall Street Journal, de Tonghua, China, JULY 31, 2009, 12:04 A.M. ET
Quando Chen Guojun assumiu o cargo de gerente geral da Tonghua Iron & Steel, deveria ter sido um passo à frente no esforço apoiado pelo governo chinês para consolidar a gigantesca indústria siderúrgica do país.
Mas, em vez disso, a chegada de Chen se tornou o trágico símbolo dos desafios enfrentados por Pequim enquanto tenta transformar o inchado cenário industrial que surgiu no país…………….
……..Amedrontadas, as autoridades locais anunciaram na televisão na noite de sexta-feira que os planos da Jianlong de comprar a Tonghua Iron & Steel foram cancelados. Quando os protestos acalmaram e as autoridades conseguiram chegar a Chen, cinco horas depois de ele ser atacado, ele, que era pai de dois filhos, já estava morto………..
Petrobrás e Sebrae foram condenados por abusos e fuga de vínculos empregatícios; AmBev é ré no Pará
Leandro Modé
Em março, uma decisão em primeira instância da Justiça de São Paulo determinou que o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) suspendesse as contratações de trabalhadores temporários e pagasse indenização de R$ 10 milhões ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). No início de julho, foi a vez de a Petrobrás ser condenada pela Justiça do Rio em processo parecido. O valor da multa foi três vezes maior. A AmBev responde a uma ação semelhante em Belém (PA).
Esses três casos ilustram o aumento do cerco do Ministério Público do Trabalho (MPT) à terceirização no País, especialmente nas grandes empresas. Como não há estatísticas disponíveis a respeito, a constatação baseia-se em relatos de profissionais que atuam na área. “Desse jeito, o Ministério Público vai parar o Brasil”, diz o advogado Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho e do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
O presidente Barack Obama mal completou seis meses de governo, e o Brasil já tem três frentes de discordância com os EUA: a intenção de ampliar a presença militar na Colômbia sem aviso prévio, o insucesso da Rodada Doha de negociações comerciais e o recuo de Washington sobre a revisão de tarifas para o etanol brasileiro.
Em entrevista à Folha, anteontem, o chanceler Celso Amorim tomou partido na nova crise entre Colômbia e Venezuela. Citando Millôr Fernandes, para comentar a conduta do presidente venezuelano, Hugo Chávez, ironizou: “O fato de eu ser paranoico não significa que não esteja sendo perseguido”.
Sobre o etanol, o ministro disse que é “um ponto fundamental” nas relações comerciais com os EUA. E afirmou estar “cético” quanto ao desfecho da Rodada Doha.
Rubens Ricupero analisa a agenda Obama, que não é nem multilateralismo nem multipolarismo, mas agenda de parceiros. E reclama do fato do Brasil não ter se posicionado como potência ambiental, assumindo a liderança do tema no mundo. A ideia do “soft power” brasileiro se manifestar como potência ambiental é bem interessante.
Da Folha
O Brasil e a Agenda de Obama
Rubens Ricúpero
A MARCA principal da estratégia de Obama não é o multilateralismo nem o multipolarismo, mas a multiplicação de grupos de parceiros para lidarem com os problemas complexos de uma agenda renovada.
Não se trata de multilateralização, a ênfase em organizações como a ONU, o Fundo Monetário e a Organização Mundial de Comércio, todas necessitando reformas que nem começaram. Tampouco é multipolarismo, o reconhecimento de polos, isto é, centros de poder dotados de hegemonia regional sobre os vizinhos. Do tipo das coalizões de geometria variável dos anos 1990 ou do G20 dos nossos dias.
O que se quer é criar parcerias com países que aportem contribuição de recursos próprios para resolver desafios, não a suposta capacidade de coagir vizinhos menores. A ideia é reunir grupos de países capazes de agir juntos para tratar de questões espinhosas incapazes de solução em assembleias numerosas e heterogêneas.
A cobertura sobre o caso Sarney continua do mesmo modo. Vamos aproveitar algumas matérias para mostrar as armas da mídia para criar pressões continuadas.
Um dos expedientes mais utilizados pela mídia, para ampliar a importância de seus próprios feitos, é a repercussão. Entrevistam-se fontes que possam reforçar o que foi dito e se dá uma esquentada nas declarações ou nas conclusões, para dizer a todos que o jornal é terrível
É típico desse processo atual de “folhanização” do Estadão.
Confira a manchete:
Censura ao ”Estado” aumenta pressão por renúncia de Sarney
Se aumentou, significa que outras pessoas vieram se somar ao coro que pede a renúncia de Sarney. Quem são os novos centuriões? Não tem. O jornal estava apenas contando papo, para se credenciar como responsável pela provável renúncia de Sarney.
A matéria informa que as seguintes fontes, abaixo, pediram a renúncia:
Os próximos anos serão fundamentais para o Brasil. Pela primeira vez no pós-guerra abre-se a possibilidade de uma conjugação de crescimento econômico, novo posicionamento do país na economia global, mercado de consumo expandido (com a inclusão de novos consumidores), mercado de capitais maduro, modelos de gestão consolidados, grandes grupos com dimensão global, integração com América Latina, amplas obras de infra-estrutura à disposição do capital privado e o pré-sal coroando o modelo.
O país consegue chegar a uma posição privilegiada muito mais em decorrência da dinâmica interna de seu povo do que do planejamento de governo. Nem no governo FHC nem no de Lula houve uma visão estratégica que permitisse chegar onde chegou.
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FHC teve o mérito de desenrolar alguns nós complicados – como os bancos estaduais, o endividamento dos estados, o modelo de agências reguladoras -, Lula avançou em passos importantes – redução do pesado endividamento herdado, consolidação de políticas sociais em escala nacional -, mas ainda são sementes plantadas.
Caberá ao próximo presidente a tarefa de comandar um país pronto para o grande vôo.
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Algumas condições se farão necessárias. A mais importante será a capacidade de conciliação e de administração política do país – tarefas das quais tanto FHC quanto Lula se desincumbiram com maestria.
Agora o jogo será mais complexo devido às grandes mudanças tecnológicas ocorridas especialmente no campo da comunicação. A expansão da Internet, da banda larga e da informação digital, assim como os avanços da imprensa regional, romperam com a centralização da opinião pública.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.