iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
31/07/2009 - 17:54

Foguetes ou quilombolas

Por George Vidipo

Li hoje no Blog do Poder Aéreo. O Brasil terá que fazer uma outra base de lançamento de foquete, devido o conflito com o quilombola e o Incra. O curioso é que a região dixará de se desnvolver em nome dos quilombolas, que também deixarão de se desvolver economicamente. Gostaria que pudessemos discutir este assunto: os aspectos econômicos, sociais e morais desta decisão.

Veja o link: http://www.aereo.jor.br/?p=10345

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,

71 comentários para “Foguetes ou quilombolas”

  1. Itamar disse:

    Não entendo…

    Quantos moradores já foram desapropriados em nome do progresso em nossas cidades (ainda que fosse em Higienópolis). De quantos quilombola estamos falando?

    E se fosse cientificamente provado que os quilombolas fossem diferentes do restante (190.000.000 de habitantes) da população brasileira, eu concordaria que deveriam ser intocáveis, apesar de serem humanos e brasileiros como nós.

  2. Sofia disse:

    Itamar,

    os quilombolas SÃO diferentes do restante porque CADA ser humano é diferente dos restantes 5 bilhões e 999 milhões de seres humanos.

    Em nome do progresso. Esta é uma expressão que precisa ser resignificada urgentemente, pois é em ‘nome do progresso’ que estamos nesta sinuca de bico, toda a humanidade. Conseguimos chegar num Progresso que é Involução total e ameaça à existência da própria humanidade. Nós, como humanidade, estamos em ameaça de extinção. A vida continuará, nós talvez não.

  3. Ângelo disse:

    Nassif,

    Gostaria muito de ler o artigo da Professora Maristela, mas gostaria também que o debate fosse instrumentalizado não somente com o artigo dela, mas também com artigos do INPE e de pesquisadores do programa espacial brasileiro, para que possamos fazer um contraponto. Pelo que percebo, se formos criar juízo a partir das opiniões dos defensores dos quilombolas o programa espacial brasileiro será enterrado e os quilombolas mantidos no século XIX. Além disso, se estamos numa democracia precisamos ouvir todos os lados. Até agora não ouvi nenhum pesquisador do programa espacial brasileiro, afora os figurões, se manifestar. Quero a opinião de alguém que esteja no programa espacial há vinte anos ou mais, ocupando o espaço dele no latifúndio da ciência nacional para saber o que ele pensa da divisão do quinhão dele com os que vivem no século XIX.

    Gostaria de saber quais são as alternativas apresentadas pelos defensores dos quilombolas no sentido da preservação dos investimentos feitos no Centro de Lançamento de Alcântara, se fizeram estudos sobre o impacto dos atrasos no acordo com a Ucrânia, se eles tem alguma manifestação do governo ucraniano a respeito dos atrasos, se os pesquisadores que dão suporte aos quilombolas ofereceram algum estudo alternativo de uso da área e relocação da base e assim por diante. Não acho que sejam suficientes estudos antropológicos e sociológicos demonstrando o impacto sobre os quilombolas. Para que eu possa formar juízo, exijo também estudos sobre os impactos no programa espacial brasileiro e nas contas públicas, pois muito dinheiro foi investido em Alcântara.

  4. Paulo disse:

    Bom, enfiando minha colherzinha de pau nesse assunto…

    Ora, seu eu moro em minha casa onde “nasci e quero morrer”, mas a prefeitura precisa do local para abrir uma rua, ou criar uma praça que irá atender a todos da cidade… goste eu ou não, a prefeitura tem o direito de me retirar de lá para fazer as obras. Só que aí tem que me idenizar. Isso já foi feito até mesmo mudando cidades inteiras para outros locais.

    Se os quilombolas tem direitos não se questiona, parece que é consenso aqui e eu concordo. Mas o Estado sempre prevalece nas questões de interesse nacional. Ora! Basta desapropriar e pagar os direitos aos quilambolas e continuar com o projeto da base de Alcântara. Até porque o ponto forte da base é justamente o local que propicia gastar muito menos combustível para se lançar os foguetes, uma economia de até 30%. Aliás, esta era a principal razão dos EUA (alegados por eles, coisa que não acredito) deles tentarem (quase conseguiram com FHC) se apropriarem da base.

    Se os quilambolas ainda quiserem permanecer isolados, que comprem terras em outro lugar, isolado, e mudem para lá. Sei que perderão emocionalmente, pois terão de se distanciar do quilombo, mas é a regra que está na constitução e tem de valer para todos.

    Eu li o post no blog Poder Aéreo e achei muito interessante. Acredito que independente das mudanças por culpa do quilambolas, o governo poderia aproveitar e criar a outra base no Ceará. O Brasil teria duas bases de lançamento de mísseis cada uma com suas vantagens e desvantagens. A de Alcântara seria para pesquisa, desenvolvimento e testes e a do Ceará para lançamento propriamente dito.

  5. Geraldo Deus disse:

    Também não entendo

    Poxa, então desenvolva a região.
    Já os valores envolvidos no projeto é muito alto, os investimentos
    em estrutura, educação e condiçao de trabalho para os quilombolas é
    baixo.
    Com condiçoes digimas para o trabalho, não precisam de tanta area.

  6. Ângelo disse:

    Tentei buscar diretamente no site da UFMA algum texto ou artigo da Professora Maristela ou de seus alunos e não consegui achar nada, uma pena. As únicas publicações que achei são de textos de cursos técnicos de informática.

    http://www.cch.ufma.br/index.php

    No comentário a professora usou uma expressão assaz interessante, que os quilombolas estão lá há séculos “conformando um grande território étnico”. Os Bálcãs também conformam vários territórios étnicos e isso foi muito bem utilizado pela OTAN para destruir a integridade de alguns países.

    A professora insiste no argumento da ancestralidade, da tradição. Também afirma que o estado brasileiro falhou miseravelmente com as populações locais. Isso é verdade para o estado brasileiro de 30 anos atrás, da ditadura militar. Mas, cara professora, há estados e estados. Não à toa vige uma nova constituição federal e é exatamente esta constituição que assegurou direitos aos quilombolas, não somente de Alcântara, mas de todo o Brasil.

    Seu argumento comparando uma desapropriação de uma casa em SP para construção de um shopping com a base de lançamentos não tem o menor cabimento. Primeiro porque estamos tratando de uma atividade técnica-científica, antes de ser comercial, ligada a um projeto de nação, seja ela lucrativa ou não, isso não importa. Segundo, porque é uma atividade com impactos muito profundos sobre a cadeia produtiva nacional de alta tecnologia, com benefícios para toda a população brasileira. Até mesmo as populações tradicionais de Alcântara se beneficiam, no mínimo com as corretas previsões do tempo, amparadas por satélites, que lhes permitirão plantar e colher com mais segurança. Terceiro, porque estamos num novo estado, não mais na ditadura, e podemos fazer um debate aberto e franco, mas respeitando a democracia e os interesses de todos. Se a atividade será lucrativa, então que os quilombolas recebam royalties dos lucros e está resolvida a questão de distribuição dos benefícios e a reparação pelos direitos de uso das suas terras ancestrais. Quarto, erros do passado não precisam ser repetidos no presente ou no futuro. Aliás, a capacidade de aprender com os próprios erros é uma das virtudes do ser humano e isso pode ser estendido às virtudes de uma nação. Parece que aprendemos um pouco no caso dos quilombolas e estamos fazendo de tudo para evitar os erros dos militares. Mas será que os quilombolas estão aprendendo algo com o processo, aprendendo a conviver democraticamente com a nação da qual foram levados a se isolar séculos atrás? Quinto, se o problema é do estado, então é um problema de todos os brasileiros. O estado não é uma coisa estanque e acima de todos. Pode-se ler no artigo primeiro da Constituição Federal que “Todo o poder emana do povo”. Bem, o povo somos eu, você, os quilombolas e mais 190 milhões de pessoas. Cabe-nos então pressionar o congresso pela garantia das verbas de reparação e indenização, pelas verbas para saúde e educação, pela ampliação do Luz para Todos até os municípios paupérrimos que a senhora cita e assim por diante. Sexto, sendo o estado composto pelo povo e seus representantes e não estando acima e fora da sociedade, cabe-nos usar a institucionalidade do estado brasileiro em benefício do bem público, já que estamos numa república e temos que cuidar de todos. Assim, vamos trabalhar para aprimorar essa institucionalidade, como por exemplo apoiando o projeto de lei do deputado Domingos Dutra (http://www.camara.gov.br/sileg/MostrarIntegra.asp?CodTeor=517081). Se aprovado o projeto e se confirmada a perspectiva de faturamento com lançamentos em cerca de R$ 300 milhões/ano, os quilombolas serão aquinhoados com cerca de R$ 31,5 milhões ao ano para usarem como quiserem. Se a população local for mesmo de 16.000 pessoas, isso significará uma renda per capita de cerca de R$ 2.000, não é muito, mas já é um começo. Sétimo. O estado não é um monstro pronto para devorar as entranhas da populações locais, como a senhora apresenta a situação. A república brasileira, como eu disse, é composta por todos nós. Sorte que hoje vivamos na democracia e que a senhora possa fazer neste tipo de debate da sua voz a dos quilombolas. Aliás, falando de estado e de república, a senhora é uma funcionária do estado, sendo professora universitária. Isto é prova de que a república não é um monstro e pode estar realmente a serviço do bem público, pois, entre outras, dá à senhora a oportunidade de se expressar e cumprir o seu papel na defesa do bem estar das populações quilombolas. Oitavo e último. A academia, infelizmente, submete-se à perversa lógica da compartimentalização do saber. Não podemos cair nessa armadilha de termos de um lado, como se fossem campos opostos numa disputa, antropólogos e sociólogos e, do outro lado da trincheira, cientistas espaciais, climatologistas, físicos e assim por diante. Temos que superar essa disputa entre grupos que não se entendem posto que não falam a mesma língua científica. Físicos precisam entender e apreciar o trabalho de antropólogos. Sociólogos precisam saber que um satélite científico que fica alguns minutos em órbita fazendo pesquisa básica sobre partículas fundamentais tem um imenso valor para as gerações futuras. Tudo tem valor, nada é descartável, não se trata de uma coisa ou outra, não se trata de uma disputa. O desafio é colocar tudo na balança, estipular as prioridades e construir uma nação. Não é porque um trabalho antropológico de registro fonogfáfico de uma tradição oral custa R$ 1.000 reais e um experimento em semicondutores, que só pode ser realizado em ambiente de microgravidade em órbita terrestre ao custo de R$ 10 milhões, que uma ou outra atividade acadêmica tem mais valor que a outra. Em ciência as coisas não se medem pelos seus valores monetários, mas pelos benefícios que trazem para o povo. Assim sendo, o registro antropológico e o experimento em física de semicondutores tem exatamente o mesmo valor: são inestimáveis.

    Seria muito bom, então, que a senhora, desde já, começasse a promover o apoio à população para que ela se organize e consiga usufruir dos royalties com equanimidade, sem distorções e sem privilégios. Mais. Já que a UFMA parece estar tão envolvida com os quilombolas, eu aproveito para perguntar se a universidade já tem programas de extensão em apoio à população local, com cursos profissionalizantes, assistências diversas, alfabetização de adultos, promoção da saúde e assim por diante. A UFMA tem certamente condições de prestar um inestimável apoio aos quilombolas, ajudando-os a se integrar ao resto da nação de forma que suas tradições sejam preservadas. A UFMA poderia, por exemplo, a título de sugestão, fazer um documentário, ou um registro fonográfico e fotográfico das danças e canções quilombolas. Há também que documentar e catalogar os conhecimentos tradicionais de fitoterapia, que me parece são a forma básica de tratamento de problemas de saúde da população local. Esta seria uma excelente forma de ajudar as populações locais a manter os vínculos com sua ancestralidade, pois sabemos muito bem que impera a tradição oral e que se uma comunidade se baseia exclusivamente na tradição oral fica muito fácil se perder a cultura e o conhecimento tradicionais.

    Espero sinceramente estar dando minha parcela de contribuição a este debate e que consigamos uma solução que contemple a todas as necessidades de nosso sofrido povo.

  7. Danilo Morais disse:

    Peço que os defensores da modernização conservadora, projeto político derrotado com o fim do regime autoritário de 1964-1985, leiam a Constituição de 1988, Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, artigo 68. Lá está inscrita a garantia da titulação das terras quilombolas. Esta questão já está resolvida como orientação para o Estado brasileiro apenas cumpri.

  8. Ângelo disse:

    Parece ser sintomático que um debate sobre o futuro do programa espacial brasileiro e seus conflitos com uma parcela tão sofrida de nosso povo tenha rendido metade dos comentários dedicados ao sotaque da mineira.

    Placar até as 20:54 de sábado

    Sotaque das mineiras 118 x 67 Foguetes vs quilombolas

  9. Pedro Ruy disse:

    É perceptivel a ignorancia do sr. Angelo quando coloca a questão das comunidades tradicionais. Por que parar um excelente projeto que garantirá a soberania do país por conta de um grupo de quilombolas?
    Sr. Angelo, primeiro você terá que analisar para quem esse projeto é bom, em que irá melhorar a vida dos quilombolas, e de que desenvolvimento estamos falando, se ser desenvolvido para você é construir armas para matar, contruir riquezas para acumular nas mãos de uns poucos gerando cada vez mais desigualdes, violência e fome, isso é desenvimento? Por outro lado as comunidades arcáicas, como foi dito pelo Senhor, se respeitam, são solidárias, nessas comunidades existe a fraternidade, a violência é bem menor, eles conhecem os remédios para as doenças, mesmo sem nunca ter ido em uma unversidade, eles , Senhor Ângelo respeitam o meio ambiente, pois sabem que se destruirem a natureza eles serão destruidos. E nós Senhor Ângelo somos solidários, respeitamos os mais velhos, praticamos a paz? Nós somos desenvolvidos, mas quem vive melhor? Quem vive mais? Quem deve aprender com quem, eles com nós ou nós com eles?
    Talvez estejamos dando valor de mais ao que não merece.
    Os QUILOMBOLAS são os responsáveis, quando eram escravos ainda, pela construção de toda a riqueza desse país, mas o que eles ganharam em troca?
    A LEI ÁUREA- Que os tirou da senzala para colocá-los nas cadeias, que os tirou das fazendas para colocá-los nas favelas, que os demitiu dos seus empregos com 10, 20 anos sem direito a nada. Essa foi a recompensa para quem fez tanto pelo nosso Brasil, para quem defendeu a nossa soberania contra os Paraguaios, contra os Portugueses na Indepêndencia do Brasil na Bahia.
    O Senhor deveria ter vergonha ao fazer tais comentários, vá visitar essas comunidades, veja a carência de-las, onde falta quase tudo, onde os braços do Governo são curtos e quase não alcançam na educação , na saúde, em saneamento, estradas.
    Senhor Ângelo estude sobre o assunto antes de falar, pois o Senhor mostra um total despreparo sobre o assunto, que tão complexo.
    Coloca a BASE DE ALCÂNTARA NO SEU QUINTAL.

  10. Ângelo disse:

    Pedro Ruy,

    Você não entendeu nada, absolutamente nada, do que escrevi e não leu nenhuma das fontes que eu pesquisei, consultei e fiz questão de colocar em meus comentários para livre acesso de todos.Faço-lhe um desafio. Responda às perguntas que fiz em meus comentários e pare de me chamar de ignorante sobre o assunto, pois tenho certeza de que sou muito mais bem informado do que você sobre essa questão. Pare de fazer ilações e apresente suas alternativas para o problema em questão.

    Você me manda visitar as comunidades. O senhor já as visitou? Em que ponto dos meus textos eu afirmo que os quilombolas devem ser retirados de lá? Em que ponto não defendo sua dignidade? Em que ponto falo que eles não merecem reparações? Em que ponto afirmo que deve se destruir a natureza de Alcântara em nome do desenvolvimento? Ao invés de perder nosso tempo me chamando de ignorante, consulte as mesmas fontes que consultei e aponte as incongruências e imperfeições dos meus argumentos, um a um, ao invés de dizer no atacado que sou contra os quilombolas, que sou a favor da destruição da natureza, que sou despreparado e que desconheço assunto tão complexo.

    Quer saber? Sou mestre em física, com alguma formação em filosofia e com bastante humanismo na bagagem. Acompanho o programa espacial brasileiro desde a infância, me informo não só sobre o programa brasileiro mas também o dos EUA, da Europa e o da, agora, Rússia, além dos chinês, indiano e japonês. Tenho militância na esquerda há mais de 25 anos, preocupam-me as questões sociais e de desenvolvimento justo e equânime desde a infância, muito antes de minha militância. Tenho amigos no movimento negro, assim como em vários outros movimentos sociais e os consulto sobre questões que, a princípio, não domino. Apesar de ser físico por profissão tenho elaboração teórica, ainda que pequena, sobre ecologia e desenvolvimento econômico, elaboração essa muito respeitada por meus pares.

    Não critique sem saber nada sobre a pessoa que está criticando. Em seu comentário você não demonstra ter se informado sobre o assunto, não falou quais textos leu, não menciona quais pessoas consultou e nem se conseguiu formar alguma opinião sobre a questão. O mais grave no seu comentário é que não aponta nenhuma proposta de solução para o problema. Eu fiz minhas propostas e lancei desafios e novos questionamentos. Espero que siga o meu exemplo, estude o assunto e também elabore sobre ele.

    Faça como eu, apresente-se, mostre sua credenciais. Estude, informe-se. Mas, antes de tudo, seja respeitoso e cortês. Se você apontar em que momento dos meus comentários fui desrespeitoso e descortês com alguém, me diga que me retratarei. Falei da cultura do jeca, do atraso e da ignorância, mas em momento algum ofendi os quilombolas. Menciono essa questão como um problema de mentalidade que temos de superar, e em momento algum abordo isso como um defeito individual, das pessoas. Mesmo porque, a culpa não é da vítima, do miserável, mas daquele que o colocou na miséria por força do poder econômico e da exploração.

    A sua agressividade, a sua falta de respeito, a sua demonstração de que não entendeu nada do que li e, principalmente, a sua incapacidade em me criticar em bases sérias e fundamentadas, destacando os pontos de meu argumento e apresentando contra-argumentos, serve como mais uma prova para uma tese que desenvolvi recentemente. Para mim, muito em função da ditadura militar e da forma como o sistema educacional brasileiro foi alterado por ela e pela forma como deixamos a televisão dominar nossa vida cultural, infelizmente parece que a classe média brasileira tornou-se analfabeta funcional. Sabe ler, mas não consegue entender nem interpretar o que está escrito.

    Peço desculpas a todos por este desabafo, mas fiquei indignado com as diatribes do Pedro Ruy.

  11. Leê disse:

    Mas quantas pessoas cabem em um foguete espacial?

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo