As gravações revelaram ligações do presidente do Senado com os atos secretos da Casa
BRASÍLIA - O Tribunal de Justiça do Distrito Federal proibiu na tarde desta sexta-feira, 31, o Grupo Estado de divulgar informações relativas a Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que fazem parte da operação Boi Barrica da Polícia Federal, que corre sobre sigilo de polícia.As gravações revelaram ligações do presidente do Senado com os atos secretos da Casa. A decisão faz com que o portal Estadão seja obrigado a suspender a veiculação dos arquivos de áudio relacionados à operação. O Grupo Estado vai recorrer da decisão.
Comentário
Como se entende essa postura do Estadão à luz dos editoriais que publicou contra a chamada “república dos grampos”?
Por Daphne
Nassif,
você está aplaudindo a censura à imprensa?
Comentário 2
Sou leitor fiel do velho Estadão e aprendi com ele que vazamento de grampo é algo criminoso. Obviamente a divulgação do grampo vazado amplia o dano do crime. Então, como assinante do velho Estadão, sigo seus ensinamentos para analisar o novo Estadão.
Olhem que graça, no Blog do Loronix (clique aqui). É um vídeo das chanchadas da Atlântida, com direito aos melhores comediantes – Grande Otelo, Ankito e Costinha – e o galã Anselmo Duarte.
H[a um vídeo de uma cantora linda, graciosa, com um domínio de palco surpreendente e uma voz bastante agravável.
Clique aqui para ir até lá e adivinhar o nome da diva.
Por Alexandre Leite
Julie Joy em ‘E O Bicho Não Deu’ de J.B.Tanko com roteiro de Sérgio Porto, ele mesmo, Stanislaw Ponte Preta.
Grande Otelo, Ankito, Aida Campos, Paulo Goulart, Costinha, Carlos Imperial e, é claro, Wilson Grey
Ela está viva Nassif, na casa dos 80 ..
Do Dicionário Cravo Albim
Julie Joy (Beatriz da Silva Araújo)
Começou a carreira de cantora interpretando músicas norte americanas cantando em inglês e posteriormente passou a interpretar músicas brasileiras. Em 1956, foi contratada pela gravadora Sinter e lançou seu primeiro disco interpretando o fox-trot “Verão em Veneza”, de Icini e Ribeiro Filho, e o samba “Finge gostar”, de Jaime Florence e Chico Anísio. Por essa época também passou a fazer parte do cast da Rádio Nacional, onde cantava, preferencialmente em inglês, alguns sucessos da época. Em 1957, gravou com acompanhamento de Britinho e sua orquestra o xote “Amor é bom de dar”, de Bruno Marnet e Roberto Faissal, e a “Valsa do 1º filho”, de Luiz de França e Ari Rabelo. No mesmo ano, foi contratada pela gravadora Columbia e lançou disco acompanhada pela orquestra de Renato de Oliveira interpretando o beguine “Sombras”, de Lavello, J. Mercer e Arierpe, e o bolero “Tinha que ser”, de Fernando César. Também em 1957, foi escolhida em votação popular a “Rainha do Rádio” com 319.430 votos. Além de se apresentar em programas de Rádio, cantou também na TV Tupi.
Foi coroada “Rainha do Rádio” de 1958, ano em que atuou no filme “E o bicho não deu…”, dirigido por J. B. Tanko e que contou no elenco com as presenças de Ankito e Grande Otelo num enredo escrito por Sérgio Porto, o popular Stanislaw Ponte Preta. Neste filme, além de cantar, foi também atriz, quando exibiu bons recursos de cena. Também nesse ano, lançou disco com o bolero “Podes voltar”, de Othon Russo e Nazareno de Brito, e a valsa “…E a chuva parou”, de Ribamar, Esdras Silva e Vitor Freire. Em 1960, gravou com acompanhamento da orquestra e coro de Bob Rose os fox “Você não tem razão”, de Bartel, Burns e Magio, e “Quero sonhar”, de J. Gluck Jr e F. Tobias, ambos em versões de Renato Corte Real. Retirou-se progressivamente da cena, a partir do final dos anos 1960.
Li hoje no Blog do Poder Aéreo. O Brasil terá que fazer uma outra base de lançamento de foquete, devido o conflito com o quilombola e o Incra. O curioso é que a região dixará de se desnvolver em nome dos quilombolas, que também deixarão de se desvolver economicamente. Gostaria que pudessemos discutir este assunto: os aspectos econômicos, sociais e morais desta decisão.
“Por que não, então, um gay para suceder Lula? Branco ou preto? Esperem! Vamos fazer logo um “combo” de minorias. A candidata poderia ser mulher, negra e lésbica. E acho que a gente deve acumular experiências, incorporando qualidades de minorias passadas. Poderia ser mulher, negra, lésbica, meio analfabeta e eventualmente sem dedo. O “eneadactalismo” passaria a ser uma exigência para chegar ao topo”.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, criticou ontem o vazamento de informações sigilosas de inquéritos da Polícia Federal. Segundo ele, a prática de vazamento vem sendo feita com tranquilidade no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente a favor de emissoras de televisão.
– A Polícia Federal, durante todo o governo Lula, praticou com grande tranquilidade o vazamento. E eu acho até que é uma das marcas da gestão Paulo Lacerda (ex-diretor-geral da instituição) na Polícia Federal era o vazamento. Só que o vazamento era dado às emissoras de TV – afirmou o ministro, em São Paulo.
Imagem só: Ele falando em vazamento… Será que ele esqueceu do grampo sem audio que ele iresponsavelmente validou? A queno me daria a atitude dele naquele caso? Burrice ou má fé!?
Comentário
Resposta: leviandade, irresponsabilidade, posturas incompatíveis com a presidência do STF.
Veja aqui 1 livro colaborativo que está sendo escrito através do Twitter
13:45 Projeto criado por um grupo br batizado Coletivo Centro, o twiterbook – http://twitter.com/twiterbook (com apenas um t) pretende produzir um livro colaborativo através do Twitter. A idéia é que cada participante escreva um tweet de 140 caracteres, dando sequência ao tweet anterior e levando a história adiante – é uma versao da brincadeira tradicional em que as pessoas constroem um texto juntas escrevendo uma frase cada uma. Estreou na 3a feira e registra até o momento 21 tweets. As colaboraçoes nao entram no ar imediatamente, sao avaliadas pelos editores e a melhor sugerida para cada sequencia é publicada. Entre em @twiterbook para ler as instruçoes de como participar. 30/07 Blue Bus
Noticia do Blue Bus – 05/09/08
Experiência nova | Eles estao escrevendo seus livros no Twitter
Até isso | Um apelo para que Obama ajude a salvar os jornais nos EUA
O ex âncora da CBS, Dan Rather, pediu o envolvimento do presidente Obama num esforço para salvar os jornais. Falando no Aspen Institute, fez um discurso emocionado durante o qual defendeu a criaçao de uma comissao pela Casa Branca com o objetivo de apresentar recomendaçoes de como salvar empregos e criar novo modelo de negócios para as organizaçoes jornalisticas.”
O Itamarati tem sido um dos vitoriosos nas políticas públicas dos últimos anos. Entre a visão histórica de alinhamento versus não-alinhamento, consolidou uma espécie de vários alinhamentos, firmando o papel do país como mediador global.
Liderou o grupo dos países produtores de alimentos, ganhou espaço no G20, entendeu-se com os Estados Unidos sobre o papel a desempenhar especialmente junto ao bloco andino, tornou-se interlocutor confiável junto ao mundo árabe, sem cortar as relações com Israel.
Em um ponto apenas patinou feio: na insistência em segurar o Acordo de Doha – sobre liberalização comercial, especialmente de alimentos.
No início do governo Lula, o chanceler Celso Amorim fez uma aposta nos acordos multilaterais – em detrimento dos acordos bilaterais e da ALCA. Com relação à ALCA, a situação atual do México mostrou que foi boa estratégia não ter embarcado de cabeça na proposta norte-americana. Em relação aos acordos bilaterais, perderam-se muitas oportunidades pontuais, em nome de uma aposta no médio prazo.
Bem antes da crise internacional, estava claro – para quem acompanha os rumos da história – que o mundo caminhava para um fechamento. À globalização desvairada se seguiria um período de acirramento comercial, de aprofundamento do nacionalismo até o limite da xenofobia. Nesse quadro, despender esforços no acordo comercial de Doha tornou-se uma temeridade. Consumiu esforços, impediu o reforço de linhas diplomático-comerciais alternativas e, no final, significaria uma derrota.
Para não dar o braço a torcer, o Itamarati insistiu em Doha, mesmo depois da eclosão da crise mundial, quando era óbvio que todas as tendências nacionalistas anteriores seriam reforçadas.
Ontem, Amorim admitiu que Doha já era e irá avançar na definição de um acordo bilateral com a União Europeia.
Clique aqui para matéria da Eliane Cantanhede sobre o tema.
O fundo do pré-sal começa a tomar forma (clique aqui para matérias dos jornais).
Alguns pontos relevantes:
1. Será administrado por um comitê e ficará fora do orçamento.
É medida fundamental para assegurar que os recursos não serão desviados para outros fins, como tem sempre ocorrido em sucessivos governos. A educação e a saúde conseguiram alguns avanços dos anos 90 para cá por conta do direcionamento de verbas para o setor. De lá para cá, todos os fundos criados acabaram sendo desviados para cobrir despesa correntes e deixar o Banco Central confortável para praticar taxas de juros absurdas.
2. A prioridade serão investimentos em educação e desenvolvimento social
Há uma visão estreita no país, de separar o bom gasto (investimento) do mal gasto (despesa corrente). É evidente que as despesas correntes precisam ser submetidas a um bom gerenciamento. Mas, para efeito de responsabilidade de Estado e desenvolvimento de país, gastos em educação, inclusão social, tecnologia são mais relevantes até que investimentos – já que o Estado pode se valer de parcerias público-privadas para completar a necessidade de recursos.
O risco que existe é o da substituição de recursos – algo que ocorreu com a IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira). Aproveitou-se o recurso novo para reduzir as dotações orçamentárias para o setor.
A ideia de comitê gestor do fundo firmar convênios com estados e municípios é um dos pilares da modernização do federalismo brasileiro. A forma veio do SUS, ganhou força com a Bolsa Família e, depois, com o PAC Saneamento e com o Plano Habitacional. A União provê os recursos, a regras do jogo e a regulação. Estados e municípios se organizam e implementam os programas. Divide-se o mérito das obras – principal mola propulsora da ação política no país.
A China optou por acionar os mecanismos da Organização Mundial do Comércio para proteger seus exportadores dos casos de protecionismo comercial. O Ministério do Comércio da China previu que o país será um dos principais alvos de protecionismo comercial e, portanto, vai recorrer a mais medidas anti-dumping, anti-subvenções e proteções especiais, principalmente contra os EUA e Índia, uma vez que esses concorrentes estão tentando sobreviver à crise financeira mundial. “Os EUA estão abusando de medidas comerciais protecionistas para ajudar as próprias indústrias a enfrentar a desaceleração econômica. A perda para as empresas chinesasé enorme”, disse Zhou Xiaoyan, diretor-adjunto da Secretaria de Comércio da China para Importação e Exportação, de acordo com a agência estatal de notícias XinhuaNews nesta sexta-feira. A China continuou a registrar um grande declínio nas exportações após o início da crise financeira mundial no outono passado. Os números mais recentes mostram que as exportações chinesas tombaram 21,4% em junho, para US$ 95,5 bilhões, após queda de 26,4% em maio. Clique aqui
A divulgação dos resultados da Vale era importante devido ao fato de permitir uma avaliação mais precisa sobre o tamanho da crise no resultados da empresa. Como lembrou Rafael Montagner, analista da corretora Ativa, “os volumes de vendas estabilizaram, os novos preços de minério de ferro foram totalmente absorvidos nos resultados e os preços de não ferrosos interromperam sua trajetória descendente”.
Os resultados do segundo trimestre representam o fundo do poço para a empresa. E, se as vendas caíram abaixo das previsões de mercado, os resultados finais foram relativamente positivos. Houve uma queda da margem EBITDA (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) de 23,8% em relação ao mesmo período do ano passado). Mesmo assim, ficou em patamar bastante razoável, de 35% em relação ao faturamento.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.