Arquivo de julho 23rd, 2009
23/07/2009 - 20:30
Autógrafos
Sexta-feira, 24 de julho às 18h30
Livro: A CASA DA MINHA INFÂNCIA
Autor: Luís Nassif
Editora: Agir
Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP
Sobre o título:
Nesta sexta-feira, a Livraria Cultura receberá o jornalista econômico Luís Nassif para uma sessão de autógrafos do livro ‘A casa da minha infância’. Esta obra expõe memórias familiares, ‘causos’ do garoto que cresceu em meio à efervescência cultural e política de Poços de Caldas, a chegada a São Paulo e à boemia universitária, além de perfis de artistas que marcaram a formação do autor.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 19:33
NOTA À IMPRENSA
Tendo em vista as recentes matérias veiculadas no jornal ” O Globo ” e na revista ” Veja ” ( edições de 19, 20, 21, 22 e 23 de julho de 2009 ), vimos destacar os seguintes pontos:
1. As Sociedades R.A. Brandão Produções Artísticas, Guanumbi Produções e Eventos Ltda. e Sibemol Produções e Eventos Ltda. estão devida e regularmente constituídas e registradas, exercendo suas atividades com as autorizações pertinentes;
2. Ditas Sociedades, ressalte-se, atuam há anos no ramo de produção de eventos, entretenimento e representação, gozando de excelente reputação e conceito em suas áreas, notadamente pela excelência e padrões de qualidade dos serviços prestados;
3. À título de ilustração, merecem destaque os projetos ” Viradão Cultural “, em junho de 2009 ( em parceria com a Rede Globo, com a realização de shows com grandes artistas ), ” Show do Reveillon no Piscinão de Ramos “, em dezembro de 2008 ( também em parceria com a Rede Globo ), representação artística para fotos na revista ” Playboy “, em 2009 ( Editora Abril S/A ), representação artística para apresentação no espetáculo musical do projeto ” Itaú Brasil “, em agosto de 2008 ( Banco Itaú S/A ), organização e produção do primeiro exemplar do livro ” Rede Panamericana de CTI’s “, em 2006 ( custeado pela Unesco ), representação artística para show em Luanda – Angola ( para a Construtora Norberto Odebrecht ) dentre inúmeros outros, com as mais variadas empresas privadas de renome e grande porte;
4. Em todos esses anos e por tais eventos, as mencionadas pessoas jurídicas jamais foram alvo de qualquer medida, ação ou investigação judicial ou criminal, pois sempre honraram e cumpriram os contratos firmados;
5. Por oportuno, frise-se, as quantias e pagamentos destacados nas reportagens em tela encontram-se em total consonância com os valores praticados no mercado;
6. Assim sendo, não resta alternativa às empresas ora signatárias a não ser repudiar veementemente as inverídicas, infundadas e ofensivas acusações desferidas.
R. A. Brandão Produções Artísticas
Guanumbi Produções e Eventos Ltda.
Sibemol Produções e Eventos Ltda.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Globo, Petrobras
23/07/2009 - 19:30
Por Nivia de Oliveira Castro
Tem um som feminino e contemporâneo oriundo da África que é surpreendente, Nassif, carregando nas letras tintas explícitas de posicionamento político e antibelicismo. Tempos atrás a gente só sabia daquela alegria balançante da Miriam Makeba ou da sofisticação de uma Sade, lembra?
Só que agora, com a Internet, se revela uma nova geração de cantoras nigerianas, mais para “world music”, que é uma maravilha. Entre tantas, talentosíssimas, queria sugerir a Asa – parece que a pronúncia é “Asha”. O chamamento da prisioneira à consciência do carcereiro, ambos paradoxalmente enjaulados, nesta canção, é antológico!
http://www.youtube.com/watch?v=9gIHYhRobuM
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 17:00
Por Daniel Turini
Estou descobrindo só agora a história de Marcus Pereira. Mas é incrível a falta de informações acessíveis sobre ele. Nem parece uma figura tão importante da nossa cultura. Que tal se reunirmos aqui um dossiê sobre ele? Sobre o projeto da Marcus Pereira Discus e sobre o próprio personagem.
Este link foi a única coisa verdadeiramente interessante que eu encontrei. http://www.samba-choro.com.br/debates/1034059887
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 17:00
Por Marco Antonio
Segundo metade, não, Nassif. A quinta-feira é a matinê da sexta, o mais belo de todos os dias. E eu vou deixar uma poesia, já que de tudo, ficam apenas as recordações…
” MANHÃS DE DEZEMBRO Marco Antonio
Houve um tempo
Em que eu te levaria
Através de amoreiras
E, nos esquivando das folhas e galhos,
andaríamos a tarde inteira
Falando do vento e da noite.
Eu lembraria a dureza dos tempos
E reclamaria dos dias passarem
Enquanto nós ficávamos agrilhoados,
Perdidos na doçura de algum momento bom.
Você talvez ficasse calada,
Distraída, etérea e linda
Como uma manhã de dezembro.
E o seu olhar infinito seria o bastante
Para a eternidade do dia.
Houve um tempo em que essa tarde seria para sempre.
Mas para sempre foi só um instante.”
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 12:19
A multa do CADE à Ambev é histórica. A forma como a Ambev foi beneficiada pelo CADE na gestão Gesner de Oliveira foi escandalosa. O parecer que autorizou a compra da Antárctica – estabelecendo o maior monopólio da história do país, na área de bebidas e alimentos – é uma página negra na história do direito econômico brasileiro.
Depois disso, o CADE ignorou desmonte que a Ambev empreendeu contra a rede de distribuidores Antárctica – que, pelo acordo, deveria ter preservado.
Da Folha
Cade multa a AmBev em R$ 353 milhões
Órgão decide por unanimidade que empresa praticou “concorrência desleal” e aplica sua maior multa a uma empresa
Processo foi aberto pela Schin em 2004 por programa de fidelidade; AmBev pode recorrer, mas terá de depositar multa em juízo.
Clique aqui para ler a íntregra.
O poder da Ambev
Clique aqui para um conjunto de matérias sobre o tema:
1. Matéria de 06/10/1999 da IstoÉ Dinheiro, mostrando como a Ambev conseguiu uma audiência especial com Fernando Henrique Cardoso, que teria “abençoado” a fusão com a Antárctica, pressionando o CADE. Até a embaixada americana foi mobilizada pela Coca-Cola para protestar contra a intromissão de FHC.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Ambev, Cade, direito econômico
23/07/2009 - 11:26
Editorial da Folha de 30/07/2008
FOI PRECISO que o chefe-de-gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, fosse flagrado por uma escuta telefônica em diálogo comprometedor com um advogado do banqueiro Daniel Dantas para que o Planalto se mexesse. Mas o governo finalmente decidiu mobilizar sua base parlamentar para votar o projeto de lei que regulamenta a utilização de grampos em investigações criminais.
O desafio é encontrar o equilíbrio entre o direito da sociedade de proteger-se contra bandidos e o direito de cada cidadão à intimidade e à vida privada. A Constituição enuncia a regra geral: as comunicações estão protegidas por sigilo que só pode ser violado mediante ordem judicial para fins de investigação criminal ou instrução processual.
Na prática, entretanto, verifica-se que tanto a norma genérica como sua regulamentação, a lei nº 9.296, são insuficientes para coibir abusos. A proliferação de grampos legais e ilegais observada nos últimos anos é claro indicativo de que a interceptação telefônica se tornou o principal “método de investigação” da polícia brasileira, quando deveria, por lei, ser o último recurso.
Faz sentido, portanto, aumentar o controle sobre o grampo, como agora quer o governo. Dentre as medidas disciplinadoras, o projeto institui teto de 360 dias para a manutenção da escuta, que hoje pode ser prorrogada indefinidamente, e a necessidade de que o pedido de interceptação passe pelo Ministério Público.
São aprimoramentos razoáveis, mas, para que o Brasil deixe de ser aquilo que Lula pleonasticamente definiu como “país da grampolândia”, será necessário também que os juízes se tornem mais seletivos ao autorizar as escutas. Em teoria, o magistrado só pode expedir o mandado caso a polícia demonstre que esse é o único meio de obter a prova. Não é o que tem ocorrido.
Da Folha
PÓS-MENSALÃO
Novo código de ética do PT condena vazamentos à mídia
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Divulgado ontem em seu site oficial, o código de ética do PT proíbe a divulgação de fatos relativos a investigações contra seus filiados e considera “infração ética grave” o vazamento de informações à mídia sem identificação da fonte. (…)
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Daniel Dantas, Folha, grampo
23/07/2009 - 11:18
Clóvis Rossi em dois tempos
Sobre o caso Daniel Dantas
O inimaginável acontece
(…) Bem feitas as contas, há, nessa margem, um grau de arbítrio, “pau-de-arara” à parte, que guarda remoto parentesco com os velhos tempos. Se tudo não passa de convicções e interpretações, em vez da letra clara e límpida da lei, ficam os cidadãos à mercê de tribunais que, como diz o notável jurista que é Paulo Brossard, “não são formados nem de santos nem de sábios”. Se não são, melhor seriam códigos que limitassem ao máximo a margem de interpretação. Do jeito que está, torna-se aterradora outra frase de Brossard na entrevista ontem publicada pela Folha: “Cumprir a lei se tornou quase uma coisa inimaginável”.
Sobre o caso Sarney
SÃO PAULO – Um minuto depois de jurar que jamais colocaria “um alfinete para atrapalhar uma investigação” [do Ministério Público], o presidente Luiz Inácio Lula da Silva jogou um caminhão inteiro de mísseis, não de alfinetes, no caminho dos procuradores.
Disse o presidente, na posse do procurador-geral da República: “Um dia vai aparecer alguém que vai achar que vocês são demais e vai propor mudanças no Congresso Nacional. Sabemos que a mudança nunca será por mais liberdade e sim por mais castramento”.
Lula sabe perfeitamente que o Congresso Nacional está discutindo limites à atuação dos procuradores, ou seja, que já apareceu alguém que quer “castrar” esse pessoal que, descontados alguns abusos, tem sido de extraordinária valia para a República.
A frase de Lula roça até na ameaça, ainda mais que ela está claramente vinculada à descabelada tese segundo a qual nem todos são iguais perante a lei, posto que um político como José Sarney não pode ser tratado como “pessoa comum”.
Ante os procuradores, Lula insistiu nessa rematada tolice, ao dizer que o investigador “tem que pensar não apenas na biografia de quem está investigando, mas na de quem também está sendo investigado” (a reprodução é literal de uma frase algo pedregosa).
Não, presidente, quem tem que pensar na biografia é o próprio biografado, que não pode cometer crimes, trambiques ou imoralidades. É correto, presidente, o investigador inocentar um assassino só porque, nos 50 anos anteriores, sua biografia era exemplar?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Clóvis Rossi, direitos individuais
23/07/2009 - 10:42
A taxa Selic caiu meio ponto. Parte da repercussão foi de setores reclamando que poderia ter caído mais. Há um conjunto de economistas que defendem queda maior. E tem o mercado, cujos ganhos são afetados pela queda da Selic. Ou seja, é parte interessada na história.
Qual a manchete do Estadão?

Pergunto: é jornalisticamente correto transformar uma manifestação de desejo de uma parte interessada em uma conclusão pretensamente técnica?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia, Mídia
Tags: Estadão, Selic
23/07/2009 - 10:38
Do Jornalismo dos anos 90
Fitas. Não acredite no jornalista que, ao mencionar determinadas gravações,
use adjetivos tonitruantes para qualificá-las (“explosivas”, “impactantes”),
mas não mostre nem a cobra nem o pau. Só acredite nos trechos entre aspas,
e só acredite naquilo que você está lendo. Se o trecho mencionado não
significar nada para você, é porque não tem significado algum mesmo.
Qualquer conclusão que a matéria apresente, que não for aquela que você
pode tirar objetivamente da frase entre aspas, é cascata. Se os trechos do
“grampo” que foram publicados não tiverem importância, é porque o que
não foi publicado tem menos importância ainda.
Comentário
Duas jogadas manjadas desse jornalismo-espetáculo:
1. Transformar algo banal – eticamente condenável, mas inserido nas práticas e costumes gerais – em algo criminoso, meramente porque gravou-se uma conversa igualmente banal. Esses diálogos do Sarney com parentes é de um ridículo atroz. Configura práticas nas quais incorre toda a classe política (de Sarney a FHC).
2. Todo dia vir com uma manchete tipo “agora vai”, “agora não tem jeito”. Abaixo, a manchete do Estadão e a da Folha.
A

Suponha a seguinte conversa entre FHC e Heráclito Fortes (que nomeou sua filha funcionária-fantasma):
FHC – Caro Heraclito, preciso de um favor seu.
HF – Diga, meu presidente.
FHC – Minha filha quer ficar em Brasília e precisa de algum lugar aí para garantir seu salário. Poderia arranjar uma vaga para ela:
HF – Algum lugar específico?
FHC – Não. Pode ser até como assessora pessoal sua, sem o compromisso de vir diariamente ao Senado para não expô-la.
HF – Pois não, senhor presidente, aqui o senhor manda.
É um diálogo imaginário, porém verossímil. Se a conversa não foi assim, foi parecida. A única diferença do Sarney, é que não foi gravada – e a mídia quer o pescoço do Sarney, não a moralização dos costumes. Mas tentar incriminar FHC por isso é algo tão ridículo quanto essa criminalização da boquinha – à qual recorre o mundo político em massa.
Em vez de atacar a boquinha e discutir formas de eliminá-la, usa-se o vício para objetivos escusos: derrubar o presidente do Senado e transformar a casa em fator de instabilidade política.
Por Rafael
A frase do Lula, quase uma constatação balzaquiana do jornalismo, é comprovada pelos fatos. O último escândalo do clã maranhense foi justamente deflagrado por gravação da Polícia Federal, o Sarney de meses atrás. Hoje, quando a PF espiona o inimigo da grande mídia, ninguém mais fala em Estado policial, em prender o policial que prendeu o bandido, nas maletas de escutas da PF, em aparelhamento, em Stasi, em SS, não apareceu ninguém que se auto-intitula “bem-informado” chamando o Tarso Genro de Beria… Nada como um dia após o outro e nenhum comentário sobre a atuação da PF. Lamentável, esse “esquecimento”.
Por celio mendes
Há pouco tempo atrás uma suspeita pra lá de suspeita de que o telefone do Ministro Gilmar Dantas(royalties para o Noblat) havia sido grampeado gerou o afastamento do então diretor da ABIN, o áudio do tal grampo jamais veio a público, a discussão na mídia era a farra das escutas telefônicas, pois bem agora varias conversas da atual Geni da mídia o senador Sarney são divulgadas amplamente em todos os canais sem a menor cerimonia, ora bolas quem fez essas escutas? Foi um grampo legal? Se legal quem vazou? Ou sera que vazar escutas não tem mais a mesma importância que tinha alguns meses atrás? Haja óleo de peroba.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia, Política
Tags: FHC, Heráclito Fortes, Sarney
23/07/2009 - 10:37

Comentário
O neojornalismo do Estadão tornou-se campeão. No discurso de posse do novo procurador-geral da República, Lula manifestou-se genericamente contra os assassinatos de reputação. Exortou a sociedade a não condenar previamente, antes das investigações concluídas. Nâo falou uma linha sobre José Sarney ou quem quer que seja. O Estadão simplesmente fez a junção por conta própria:
1. Dias atrás Lula falou que Sarney não poderia ser tratado como pessoa comum.
2. Agora falou em “biografia”, no sentido de história de vida, reputação. Aí o Estadão juntou os dois fatos e produziu uma manchete.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia, Política
Tags: Estadão, Lula, Sarney
23/07/2009 - 09:37
Por Neves
A Fundação Roberto Marinho, a Petrobrás, a TV Globo e o Canal Futura se unem para valorizar a cultura afro-brasileira:
A Cor da Cultura
É um projeto de valorização da história e cultura afro-brasileira, que dá visibilidade a ações afirmativas já promovidas pela sociedade. Contempla o desenvolvimento e a produção de 56 programas, livros pedagógicos, glossário, CD e jogo sobre o tema, distribuídos, na forma de um kit educativo, para 3.000 escolas e instituições sociais. 31 Secretarias Municipais de Educação, em sete estados foram parceiras de implementação do projeto, que capacitou 4.000 educadores.
O projeto foi apoiado pelo MEC, que contribuiu para a elaboração do kit e viabilizou a ampliação de sua distribuição e implementação. A “Cor da Cultura” é fruto da parceria entre a Petrobras, a SEPPIR – Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o CIDAN – Centro de Documentação do Artista Negro, a TV Globo e o Canal Futura.
O Kamel trabalha na Globo e não sabe disto.
Comentário
Ainda bem que você avisou, senão ele certamente produziria a manchete acima.
* Como seria a manchete de Ali Kamel, se a beneficiada não fosse a Fundação Roberto Marinho.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 09:34
Porsche demite presidente e diretor financeiro

É o fim de uma era para a fabricante alemã de automóveis esportivos de luxo Porsche. O antes todo-poderoso Wendelin Wiedeking está sendo destituído do posto de presidente executivo. Wiedeking e o diretor financeiro, Holger Harter, serão demitidos “com efeito imediato”, disse a Porsche em declaração oficial. Eles também serão destituídos dos seus cargos no Conselho Fiscal da Volkswagen e Audi. O sucessor de Wiedeking, conforme relatado na semana passada pelo Spiegel, será o atual chefe de produção da Porsche, Michael Macht, 48. Wiedeking assumiu a montadora de veículos de Stuttgart na década de 1990 e tornou-a imensamente rentável. No entanto, o esquivo presidente executivo caiu após a sua desastrada tentativa de aquisição da Volkswagen, montadora muito maior que a Porsche, e que levou a fabricante à beira da falência, deixando-a com uma dívida de cerca de 10 bilhões de euros (US$ 14 bilhões). E Harter foi o arquiteto da complexa magia financeira por trás da oferta pela Volkswagen.
Clique aqui
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia
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23/07/2009 - 09:33
Por Cecília
Trabalhador terá cartão para compra de produtos culturais com bônus de até R$ 50
Por meio de um cartão magnético, fornecido pelas empresas, trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. Trata-se do Vale-Cultura, a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. Até hoje, todas as ações tiveram foco no financiamento da cultura.
http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/EQ851a/
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 09:28
Por Clovis Campos
Ministra Dilma esteve com Barack Obama ontem. Nenhuma informação em lugar algum. Até aqui no blog mais importante da internet, na minha opinião e de muitos outros internautas, não encontrei nada. Não vale um post?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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23/07/2009 - 09:00
Do Último Segundo
Afinal, qual a herança a ser deixada pelo governo Lula no campo fiscal: uma herança maldita, irreversível, ou apenas necessitando de ajustes de rumo? A economia atravessa um aumento nas despesas correntes como proporção do PIB e da arrecadação, em função da queda do PIB e da arrecadação.
Mas para Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o quadro está sob controle. Mas há uma lição de casa a ser tocada pelo restante do governo Lula e, principalmente, por seu sucessor.
***
O déficit primário da União tem a seguinte divisão:
1. 49% é transferência de renda, especialmente Previdência Social;
2. 27% é pessoal (ativos e inativos) e encargos sociais;
3. 19% é custeio
4. 5% é investimento
Continua
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Correção
As análises de Barbosa se referem ao gasto primário da União, não ao déficit primário, como acabei colocando.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica
Tags: Nelson Barbosa, política fiscal
23/07/2009 - 07:30
Ai vai, para a segunda metade de uma semana animada.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
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