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19/07/2009 - 09:26

Madame diz que a raça não melhora

Da Folha

Danuza Leão

DANUZA LEÃO

A fome


Está mais do que na hora de lei limitar a dois o número de filhos, e quem ultrapassar não ter mais Bolsa Família


SEGUNDO A ONU, vai a 1 bilhão o número de pessoas que passam fome no mundo; pois nem assim o governo Lula ataca com seriedade (nem sem) o problema do controle da natalidade. Sem esse controle, mais e mais gente nasce, e em alguns anos o bilhão vai se transformar em 2, 3, 4 bilhões. Quanto mais pobre é o país, quanto mais pobre a região do país, mais ignorante é a população, que, sem uma orientação para valer, vai continuar fazendo a única coisa que sabe: procriar.

Comentário

Isso que dá quando o parajornalismo de variedade se mete a opinar sobre tudo. A taxa de natalidade do país está em queda livre faz anos, justamente por conta das melhoriais sociais e dos programas de planejamento familiar oferecidos a famílias que podem escolher. Um dos grandes trunfos do país para as próximas décadas é a questão demográfica, justamente devido à redução do tamanho das filhas pobres.

E a Danuza, defensora dos modelos liberais, propõe um controle chinês sobre as famílias pobres.

Bom, como dizia Janet de Almeida, “prá que discutir com madame”:

Madame diz que a raça não melhora / que a vida piora / por causa do samba /. Madame diz que o samba é pecado / o samba, coitado / precisa acabar.

Por Marcos P.B.

João Gilberto – Pra que discutir com Madame

Ao vivo em Buenos Aires

Nassif, incorpora aí !

http://www.youtube.com/watch?v=ojr0HdBH_T8

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

238 comentários para “Madame diz que a raça não melhora”

  1. Villegagnon disse:

    Baixaria gratuita contra a Danusa.

    Vocês são tão alienados que nem devem saber que a opinião dela é EXATAMENTE A MESMA da ONU e de ninguém menos que Barcak Hussein Obama e dos principais democratas (”liberals”) americanos que vocês sempre defendem e elogiam.

    Façam a gentileza de entrr no site do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) para você verem como as principais cabeças por trás das políticas planetárias da ONU pregam que os países em desenvolvimento (isto é, pobres) invistam em programas de redução da natalidade. Depois se informem sobre a poítica do Obama para o planejamento familiar, redução populacional e aborto.

    A Danusa está simplesmente seguindo a receita da ONU e do Obama, mas vocês falam mal dela e bem deles. Me digam se isso não é um sinal de alienação, de ingorância e de preconceito.

    E depois vocês ainda vêm querer dar lição de moral, de comportamento, de civildiade. Ah, vão catar piolho!

    Ora, ora, o pernóstico Ville soltando a franga. Você também é partidário de métodos coercitivos de controle de natalidaede? Se procurasse se informar minimamente, se não fosse um autoritário travestido de liberal-conservador, estaria defendendo a educação familiar, a possibilidade das famílias espontaneamente ingressarem em programas de planejamento familiar. E se fosse melhor informado, saberia que, para uma mãe se beneficiar do Bolsa Familia, teria que aguardar seis a sete anos depois do nascimento da criança, para colocá-la em uma escola e ter direito ao benefício mínimo. Você é apenas a contraface do autoritarismo desinformado que aponta em alguns comentaristas. E, para usar adequadamente uma expressão popular, corrija aí: é “vá catar coquinhos”.

  2. Vivian S. disse:

    Nassif, voltando a falar nesse assunto, é uma pena ver que a oposição e toda e qualquer critica ao governo se vale desses truques rasteiros. Ficou tão evidente, não ? São sempre as mesmas formas de ataques, achincalhando o que o Lula e dona Marisa tem de popular.

    Por que a Danuza, que conviveu com grandes cabeças do Brasil desses ultimos anos, não consegue também ultrapassar essa barreira da vergonha, do preconceito (?) e do colonialismo e escrever algo a altura de uma critica a um governo ? Se ela viveu em Paris, deveria saber mais que ninguém, que os franceses valorizam sobretudo suas festas e tradições. Assim sendo, não da para entender porque toda vez que o presidente e sua mulher prestigiam uma de nossas grandes festas nacionais, sobretudo no Centro-Oeste e Nordeste, mais do mesmo da montanha de preconceito sobre o tema e o casal. No futuro, essa gente vai ficar no rodapé da historia como àqueles que viram o bonde passar e não avançaram com ele. Ficaram no tempo, não souberam o momento de dar o passo e sair de uma era e passar a uma outra, mesmo havendo discordâncias politicas.

  3. Luis Armidoro disse:

    Eu moroa em Sp desde que nasci, e sinceramente; estou com o saco cheio de:

    * Elite paulista
    * Transito
    * Jornais de SP
    * Shopings, praçass , cinemas (está tudo sempre cheio, vc não consegue se distrair)
    * Calçadas (ruins e apinhadas de gente, para variair)
    * Transporte público indecente
    * Ensino público indecente
    * Saúde indecente

    O que lamento é que existem dúzias de danuzas leão aqui em SP. Porque a madame não tagarelou (já que palpita sobre tudo) sobre suas amiguinhas de classe que estão prestes apegar uma cana por causa de roubo e falcatruas com a receite Federal?

  4. Júlia Souza disse:

    Escreveu Besteira. No Popular ” Pagou Mico”.

    Só escreva o que sabe… ou pelo menos o que detenha conhecimento.

  5. Jose Villela disse:

    E o pior é que ela está com a razão, e a maioria esta com a emoção, dá no que dá, este estado de coisas….

  6. Paulo SD disse:

    Uma das maiores especialista brasileiras em demografia é a Profa. Elza Berquó.

    Discutir natalidade no Brasil sem ler os trabalhos da Profa. Elza é descambar para a conversa de boteco ou, pior, conversa de “MADAME”.

  7. Marcio Leandro disse:

    Danusa escreveu mais por antipatizar com o governo Lula e suas políticas do que por conhecimento de causa. Inclusive isso de ser madame que vive fora da realidade me lembrou alguns diálogos de uma peça de teatro, onde uma madame que vive no Rio fala pra empregrada que gostaria que nevasse na cidade para ela poder usar seus casacos de pele. A empregada diz: Mas madame e os pobres? e recebe a resposta: Eu quero é afogar meus rosto em peles!!!!
    A empregada vira para a platéia e sussura: Mas que tremenda (piiiiiiiiii).
    Seria cômico se não fosse trágico o que escreveu Danusa.

  8. Índio Tupi disse:

    Aqui do Alto Xingu, os índios lembram ao Hamilton que os riscos já estão embutidos desde o início da produção e se refletem de imediato nos salários desde então pagos. Quanto à taxa de duração de vida do brasileiro só em delírio é que se podfe afiramar que é de 95 anos. Para que um adolescente possa atuar como aprendiz, deve ser definida sua idade, duração e tipo de serviço, do contrário, neste País sem fiscalização, isso vai concorrer para lançá-los prematuramente no mercado de trabalho, por salário aviltante, que concorrerá para rebaixar salários dos trabalhadores mais velhos ou desempregá-los. Será, ainda, o sinal para oficializar o trabalho de adolescentes e o portal do ingresso futuro de crianças no mercado de trabalho, o que já ewxiste informalmente em grande escala pelo Brasil afora. O regime que os índios favorecem é o controlado pelos próprios produtores de riqueza, os trabalhadores, em que os lucros e os prejuízos sejam socializados, e não como o atual, em que os meios de produção e os lucros são privatizados e os prejuízos socializados. A crise financeira global está exibindo esse filme atualmente, que mostra pela enésima vez que o “free lunch” é também monopólio privado. É hora de a humanidade acabar com isso, antes que o Capital acabe com ela e com o planeta.

  9. Caruso disse:

    É isso aí, temos que guardar dinheiro para socorrer os bancos na próxima crise. Na bonança somos liberais, nos tempos das vacas magras pegamos o dinheiro do Estado, aos pobres… NADA. Aliás a melhor forma de acabar com a pobreza é… acabar com os pobres, temos que evitar que essa “raça” procrie.

    AH! O AUMENTO DA TAXA DE NATALIDADE É CULPA DO LULA COM SEU BOLSA FAMÍLIA!!!!

    rsrsrs

    DA SÉRIE
    GRANDES PENSAMENTO DA “GRANDE” MÍDIA BRASILEIRA

  10. DECLEVER disse:

    DESSA VEZ CONCORDO COM A MADAME DANUZA LEÃO. E SOU DO PROLETARIADO. OS QUE TEM MENOS INFORMAÇÃO PÕE FILHO NO MUNDO PARA SATISFAÇÃO DO SEU EGOÍSMO PESSOAL, NA CONTRAMÃO DAS POSSIBILIDADES FINANCEIRAS E QUEM ACABA PAGANDO PELA CRIAÇÃO DESSES FILHOS DO DESPREPARO É A SOCIEDADE COMO UM TODO. VEJA QUE A IDÉIA ATINGIRIA OS PRÓXIMOS, OS FUTUROS FILHOS, NÃO OS QUE JÁ FORAM CONCEBIDOS. NÃO SE PODE FECHAR OS OLHOS PARA A FACILIDADE NA INDUÇÃO DAS MENTES MENOS INFORMADAS, SEJA POR NOVELA, PELA EXIGÊNCIA SOCIAL, SEJA PELO QUE FOR. E CONVENHAMOS QUE DOIS FILHOS SÃO SUFICIENTES PARA QUEM PENSA QUE “DEUS FEZ, DEUS AJUDA A CRIAR”. EU NÃO ME CHAMO DEUS, VOCÊ SE CHAMA?

  11. Heitor disse:

    Abaixo a opinião do dr. Drauzio Varela, que deve entender do assunto um pouco mais que a Danuza. Entre os menos favorecidos a taxa de natalidade não está despencando como diz a média. A Danuza pode ter errado no enfoque, mas o problema é real.

    O ponto que ele aborda é porque não dar aos mais pobres o mesmo acesso aos contraceptivos que os mais ricos tem. Na prática não tem, como ele demonstra.

    Pelas respostas acima, parece que quem critica o preconceito da autora também nutre um grande preconceito contra ela.

    Controle da fertilidade

    Um dos problemas mais graves do país talvez seja o da natalidade entre a população pobre. Numa época em que dispomos de métodos eficazes de contracepção, o número de gestações indesejadas nas classes mais desfavorecidas é tão exagerado que cabe perguntar por que razão os responsáveis pela elaboração de políticas públicas fogem desse assunto como o diabo da cruz.
    Além do descaso, só encontro duas explicações para a omissão: ingenuidade ou falta de coragem para contrariar a igreja.
    A ingenuidade está na interpretação apressada das estatísticas que mostram queda das taxas médias de natalidade: 2,4 filhos por mulher no censo de 2000, contra 6,2 em 1960.
    A distorção ao analisar taxas médias, entretanto, está em não perceber o que acontece com determinadas sub-populações. Por exemplo, o censo de 2000, mostrou que mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filhos (como nos países desenvolvidos), enquanto as analfabetas têm 5,6 (a mesma taxa da Namíbia). Mulheres que vivem em domicílios com renda per capita acima de cinco salários mínimos têm em média 1,1 filho, enquanto nas casas em que a renda é de até um quarto do salário-mínimo esse número aumenta para 4,6.
    Em 2002, proporção de bebês nascidos de mães menores de 20 anos, pobres em sua imensa maioria, foi de 20,75%. No Acre, esse número chega a 27%; no Pará, 26,3% e no Mato Grosso, 25,5%. Cada criança assim nascida tira a mãe da escola e empobrece a família dos avós, porque os homens de hoje dificilmente assumem paternidades não desejadas. Quem já pôs os pés numa cadeia, sabe o quanto é difícil encontrar um preso que tenha sido criado em companhia de um pai trabalhador: a maioria esmagadora é de filhos de pais desconhecidos, ausentes, mortos em tiroteios ou presidiários como eles. Esses bebês indesejados pelos pais vêm ao mundo como conseqüência da ignorância e da dificuldade de acesso aos métodos de contracepção. Embora no papel o programa brasileiro de planejamento familiar seja considerado dos mais avançados, na prática chega capenga à população de baixa renda. As pílulas distribuídas nos postos de saúde são as mais baratas do mercado (e que mais efeitos colaterais provocam); os anticoncepcionais em adesivos a serem trocados apenas uma vez por semana, ideais para vencer a indisciplina das adolescentes como os estudos demonstram, não estão disponíveis; os dispositivos intra-uterinos (DIU) são virtualmente ausentes; e, camisinha à vontade, só no carnaval.
    Conseguir vasectomia ou laqueadura de trompas pelo SUS, então, é o verdadeiro parto da montanha. Há que marcar consulta com os médicos, com a assistente social e com a psicóloga. São meses de peregrinação pelos corredores dos hospitais públicos que mães ou pais de cinco filhos são obrigados a fazer, para ouvir perguntas como: “E se você se separar de sua esposa e casar com outra mais jovem? E se seus filhos morrerem e você quiser outros?”.
    Na cartilha que o Ministério da Saúde distribui às gestantes, está garantido acesso à laqueadura a toda mulher com mais de 25 anos que tenha dois ou mais filhos, gratuitamente, pelo SUS. Alguém sabe disso?
    Que ideologia insana ou princípio religioso hipócrita justifica o fato de nossas filhas atravessarem a adolescência sem engravidar, enquanto as filhas dos mais pobres dão à luz aos quinze anos? Termos um ou dois filhos, no máximo, enquanto eles têm o dobro ou o triplo?
    A falta de recursos para programas abrangentes de planejamento familiar é desculpa irresponsável! Sai muito mais caro abrir escolas, hospitais, postos de saúde, servir merenda, dar remédios e arranjar espaço físico para esse mundo de crianças. E, mais tarde, construir uma cadeia atrás da outra para enjaular os mal comportados.

  12. Orlando Varêda disse:

    “AS FAMIGERADAS AMARRAS IDEOLÓGICAS QUE ATRAVANCAM A SOLUÇÃO DO PROBLEMA”

    Meu caro Pingafogo, ao contrario do que afirma não vejo como necessário o controle da natalidade para resolver o problema provocado pela péssima distribuição da reda no País. Tudo bem, há os que preferem transferir essa responsabilidade aos miseráveis por procriarem em abundância.

    Entretanto, mesmo desconsiderando as “idiotas amarras ideologicas” valeria observar o interessante fenómeno recorrente entre os seres viventes.

    É muito comum taxas elevadas de reprodução entre as espécies de menor perpectivas de sobrevivência. Além do mais, se vosmicê, tiver a oportunidade de reparar direitinho, nas cumunidades pobres, mais filhos são possibilidades de melhoria de vida, são mais braços para ajudar no trabalho e esperança de amparo na velhice. Ora! São mais dois braços e, mais uma boca, dirão. De fato, concordamos.

    Entretanto, consultando o Indio Tupi, ele demonstra que dois braços são capazes de produzir a energia necessária para alimentar a própria máquina, digo, a boca do detentor da força de trabalho e gerar também um substâncial excedente.

    Aí meu caro, que está o segredo da desavença. Quem se apropria da sobra? Melhor dizendo, da energia excedente? Como se reparte essa energia (riqueza) que o trabalho gera?

    Lá na tribo do nosso amigo Indio Tupi no Alto Xingu, eles chamam esse excedente de mais valia, onde estão imbutidos os impostos, a manutenção das máquinas, das bocas, reposição dos insumos e, o lucro, dentre outras cositas.

    Verifica-se que, com o passar do tempo, se dá significativa sofisticação nesse processo, ao ponto, de engendrar o surgimento de estoques de mão de obra, alguns se referem a exercito de reserva de mão de obra.

    Arma ainda muito eficiente não apenas para reposição, mas, sobretudo, para dissuadir pretenções subversivas de elevações salarias perigosas ao andamento justo, justo no sentido de azeitado, do sistema.

    No momento, tal imbróglio sofre muitas transformações. No entanto, muita coisa que não caberia aqui, estão armazenadas.

    Como fiz referência acima, lá na floresta, no Alto Xingu, os indios tem uns livros, que estavam em desuso até recentemente, me parece que são três, muito bons, onde descrevem essas coisas todas de mais valia, valor de uso, valor de troca, etc.

    Na verdade, é um equívoco imputar à formidável e simples máquina, capaz de gerar tanta riqueza e, o mais fantástico, se auto-reproduzir, ser considerada responsável pelo fracasso em administrar com responsabilidade, inteligência e honestidade idológica o rico potencial humano contidos nestas maquinas fabulosas.

    Abraços. Orlando

  13. Hamilton disse:

    Ìndio Tupi,

    Aqui do planalto, desejamos sorte às empreitadas dos índios fundadas no cooperativismo.
    E aproveitamos para informar que não somos favoráveis a jornadas exaustivas para ninguém, muito menos para crianças. E também que, muito embora a expectativa de vida, evidentemente, não tenha atingido ainda os 95 anos, desejamos, também, vida longa para todos menbros da tribo.

  14. Hamilton disse:

    Ville,

    Mas o Obama não pensa com a bunda?

  15. Renato Lira disse:

    Nassif e malungos.

    Não entendo certos comentários.

    Dizem que apóiam Lula mas que o ‘comentário” da madama tá correto.

    E que quem critica a “senhora de fino trato” é “movido pela emoção” e que ela, a madama. “fez uma análise racional”.

    UIA!!!

    Chamar pobres de igorantes é um comentário bem racional mesmo.

    A ONU recomenda controle de natalidade para paíse onde é necessário o controle de natalidade.

    Não é o caso do Brasil, onde a taxa de natalidade reduz-se a cada ano.

    O que, obviamente, não é de conhecimento de nossa “racional” madama.

    E não adianta criticar com esses lugares-comuns de que “quem critica, age por emoção”.

    Emoção coisa nenhuma.

    Ela está sendo criticada porque mereceu ser.

    Porque seu comentário é um ajuntado de desinformação, ignorância, empáfia e preconceito. Típicos de uma elite provinciana, metida a superior, atrasadíssima, reacionária e muito, mas maauito mesmo, rancorosa, gananciosa, egoísta e estúpida.

    Duvido, mas duvido mesmo, que Danuza debruçou-se sobre tratados e documentos da ONU ou outros órgãos sobre o tema ‘controle de natalidade”.

    Os defensores da “socialite” acreditam mesmo que ela fez tal estudo para abelizar seus “argumentos”?

    Alguém acredita?

    E muitos comentários críticos ao festival de bobagens escritos por Danuza criticam com argumentos concretos.

    Além disso, qual o problema em se sentir ofendido diante de palavras preconceituosas?

    Uma crítica emocional pode ser também racional, desde que com base em argumentos. E estes não faltam em relação ao texto da madama.

    Não vejo razão em linha nenhuma no texto de Danuza. Ela não tem conhecimento analítico, base argumentativa ou estudos que validem academicamente sua “análise”.

    Estou sendo emocional em criticá-la nestes termos.

    E estou sendo racional em considerá-la preconceituosa, desinformada e ignorante.

    EVOÉ!!!

  16. Marko disse:

    Vou repetir q é bom no meio d tanto comentário rs

    Só existem 2 formas EFICIENTES d controle d natalidade -

    1)O forçado, totalitário e punitivo tipo chinês, em casos “desesperadores” (q não é o caso do Brasil diga-se, país no qual seria culturalmente complicado, pra dizer o mínimo, “incentivar” o cumprimento pela punição). E mesmo assim é 1 medida temporária (mesmo q o temporário entenda-se por décadas) . Não há como mantê-lo indefinidamente sem aumento d renda, além d gerar certos “efeitos colaterais” ora observados na China e o

    2)Natural, pela elevação d renda. D novo, novamente, outra vez rs : A Longo Prazo não existe melhor planejamento familiar q reais distribuição e elevação d renda. O fato é q a totalidade daqueles q desfrutam d melhor padrão d vida material tendem a controlar a natalidade por si mesmos, sendo desnecessário q qq governo se meta nisso.

    Em ambos os casos, se trata d medidas d longo prazo, pois planejamento familiar d curto ou médio prazo, Top-down – d cima pra baixo, como política nacional é um belíssimo “me engana q eu gosto” mto apropriado p/os profi$$ionai$ e “e$peciali$ta$” em controle d natalidade…

  17. ednardo disse:

    ela ressuscitou o debate Malthusiano!

  18. denise disse:

    Claro … o Brasil é uma Suécia!

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