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16/07/2009 - 12:25

O padrão seletivo da Folha

Por Carlos Eduardo

As “manchetes” atuais.

Matérias requentadas e com uma diferença escandalosa.

1- “ Dantas recorre e acusa Polícia Federal de fraudar provas”

Fraudar provas ? quem tinha um mihão para usar e fraudar provas era o Sr Humberto Brás a mando do Dantas.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u595761.shtml

2- “Grampo mostra negociação de cargo no Senado em ato secreto, diz jornal”

Já sabemos que o namorado da neta do Sarney trabalha(ou) no Senado.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u595844.shtml

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Será que pensam estar escrevendo para idiotas?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,

66 comentários para “O padrão seletivo da Folha”

  1. Jotapê disse:

    A propósito.. (…) .Por oportuno…(…)
    São as locuções mais utilizadas por todos nós durante um debate ou uma conversa, exatamente o mesmo que faz a mídia!

    Em oportunosa hora, ela, a mídia, vai buscar no fundo do baú matérias importantes que deram grandes manchetes até se desgastarem e perder força – mas que não morreram.

    O que há de anormal nisso?

    Homessa!

  2. Considerando que a palavra “idiota” é fartamente utilizada nos blogs, gostaria de dar uma pequena contribuição. Esta com certeza não é idiota, apesar deste comentarista não ter o ofício de linguista, filólogo, filósofo ou mesmo professor de letras:

    Aproveito o debate entre o Emmanuel e o Carlos Eduardo e vou dar um “pitaco” confirmando em primeiro lugar a informação deste último que é conforme o Dicionário Grego-Português/Português-Grego, de Isidro Pereira, Livraria Apostolado da Imprensa, de Braga-Portugal. E ainda acrescento mais um pouco do mesmo dicionário:

    “cidadão plebeu, homem sem educação, simples, ignorante”

    Os dicionários enfatizam a oposição entre “homem privado” e “homem de Estado”. Não seria o caso de interpretar “homem de Estado” como o cidadão ou o homem que vive na Polis e decide sôbre ela como oposto ao homem individualista, um indivíduo particular que não participa ou não se interessa pelos destinos da Polis, um indivíduo sem educação. Educação, aqui, considerada como uma condição para a cidadania ou para a civilização.

    Enfim, a idiotia não poderia ser uma característica do indivíduo não politizado, individualista ou daquele sujeito que é avesso ou se opõe à coletividade? Politizado não quer dizer neste contexto como o partidarizado (política partidária ou política menor).

    Quanto ao “homem sem ofício” ser um idiota é bem possível que o significado poderia ser bem diferente para os gregos. Aliás, é possível que no grego antigo os significados tenham mais relação com a oposição entre coletivo e indivíduo ou, enfim, entre cidadão e escravo.

    Interessante também é o cuidado dos autores dos dicionários em não escrever “cidadão sem ofício” ou “cidadão privado”. A palavra “cidadão” nestas expressões acarretaria uma contradição. Portanto, o uso de “indivíduo” ou “homem” deveria originariamente se contrapor ao ser coletivo “cidadão”.

  3. Segundo gráfico do TSE o PT é lanterninha em termos de eleitos cassados pelo TSE.

    Enquanto o PT sofreu 10 cassações o “Bloco Ético” (DEM=PSDB) teve 127.

    Mesmo diante de tanta roubalheira práticada pelo “Bloco Ético” os papagaios de jornal apontam o PT como um antro de corrupção a ser varrido do mapa.

  4. Pedrôncio disse:

    De Eliane Cantanhede, na Folha de hoje (17/07) : “No duro, quem faz as CPIs é a imprensa. Hoje o foco está em Sarney. Mas até quando?”.

    Precisa falar mais?

  5. sergio ruiz disse:

    realmente há muitos idiotas que os leem, pobres coitados. deveria haver um movimento contra esse PIG sujo e superdesonesto.

  6. eder tesio disse:

    Mas meus amigos, de que adianta espinafrar a nossa mídia? Que ela pouco informa e muito deforma, estamos cansados de saber, até palhaço do “my nerd”, na edição de 05/11/08 da panfletária veja, ao querer achincalhar o New York Times, disse “O rítmo de samba contaminou atè mesmo a imprensa americana”.Abraços.

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