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15/07/2009 - 08:39

O priapismo midiático – 3

Aí, a Folha tascou essa chamada de primeira página. Leia (como todos os leitores da Folha devem ter lido) e tire suas conclusões antes de saber o que é a matéria:

Depois, confira na outra página o que é essa matéria bombástica, que relaciona a Petrobras a Sarney em uma falcatrua de desvio de verbas.

É um curso, em que a tal empresa recebeu R$ 6.500,00 – mais do que o valor de uma tapioca logo, logo uma mega-escândalo – pago com recursos arrecadados através da Lei Rouanet, sendo mais que sabido que não é papel da Petrobras fiscalizar a destinação dos recursos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , ,

28 comentários para “O priapismo midiático – 3”

  1. Carlos Alberto disse:

    Olha, Nassif, em toda cidadezinha, em toda época, sempre existiram jornaizinhos de oposição fazendo futrica e denunciando escândalos dos governantes. A novidade é que a Folha e outros jornalões, que durante décadas tiveram a pretensão de ser imprensa imparcial, não partidária, porta-vozes da “opinião pública”, representantes da “sociedade civil”, baixaram a esse nível e como tal devem ser considerados. É que muita gente ainda fica olhando para eles com olhos de antigamente, do “projeto Folha”, “Estadão” etc. e tal. Isso é passado. São jornais partidários, de oposição – em Minas é pior, porque são da situação -, sensacionalistas e futriqueiros. Em certa medida é até bom que o diploma de jornalista tenha caído justamente agora, assim não se confunde mais o que faz a imprensa com aquilo que se ensina nas faculdade como jornalismo.

  2. Orlando Varêda disse:

    O INSTITUTO DO FHC SERVE PRA CONTAR ESTÓRIA O DO GILMAR SERVE PARA CUSTURAR E BORDAR

    De fato e de direito o funcionário público pode até ser dono de empresa.
    O que não é permitido, legal e moralmente falando, é a empresa que tem como proprietário um desgraçado funcionário público comum, prestar serviço de qualquer natureza a entidade estatal.

    Enquanto é assim para os cidadões normais, honestos e trabalhadors. Para a camada especial de indivíduos que estão num patamar, digamos, superior como casta especial, pode tudo.

    Veja-se o caso do presidente do supremo: O presidente do supremo gilmar mendes pode legalmente usar a empresa de sua propriedade do jeito que achar apropriado. Claro, a lei permite, quando da elaboração das leis, cada qual cuida da sua sardinha. Por acaso, a sardinha do gilmar é especializada em cursinho de direito.

    Se é direito, assim procede-se. Empreguemos os colegas ministros, ministros do governo,funcionários públicos, jornalistas e o diabo. Acha pouco? Precisa ver a cartela de clientes do cursinho. Tem estatais federais, estaduais, municipais, públicas civis, militares e de informação, melhor dizendo, empresa de desinformação.

    Contratos com entidades do Estado sem licitação em coformidade com as brechas adredemente costuradas nas bainhas da lei.

    Para encurtar, pode-se afirmar que pode tudo. Convém resaltar, tudo absolutamente dentro da lei e, que lei imoralzinha e safada, cabe dizer.

    Abraços. Orlando

  3. Aleixo disse:

    .a verdade dói..

    Jornal de papel é ótimo para embrulhar carne de segunda em açougue
    idem.

  4. WALDIR disse:

    Ops tem outro eu por aqui?

    LN errei no post sobre a telefonica? Pode me corrigir?

  5. Alex disse:

    Ué, cadê o Gilberto?

  6. Hamilton disse:

    Waldir,

    Obrigado.

    Sempre achei o Sarney mais confiável que o FHC.

  7. Juliano Guilherme disse:

    A coisa não está boa financeiramente para o pig. Estão tendo que economizar manchete. Em vez de fazer uma contra o Sarney e outra contra a Petrobrás, fazem uma só contra os dois, para matar dois coelhos com uma cajadada só. Será que eles conseguem juntar numa só, além do Sarney e da Petrobrás, o Lulinha também, por exemplo? É um desafio, einh?

  8. Renato Lira disse:

    Quantom é mesmo?

    R$ 6 500,00?

    E quanto ganha o Roberto Freire como “conselheiro de sei-lá-o-quê” da prefeitura de São Paulo, sem tarbalhar e sem mesmo morar na capital paulista? morar na capital paulista?

    Uns R$ 12 000, não é mesmo?

    A “boquinha” do Freire é quase o dobro dessa “escandalosa” quantia “denunciada” pela folha tucana.

    E por que nem a folha tucana, nem a veja, nem o Heródoto na cbn, nem a waack na globo e ninguém mais na mídia-latrina se escandaliza com a boquinha de 12 milhas sem trabalhar que o Freire embolsa?

    É…

    EVOÉ!!!

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