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15/07/2009 - 09:44

A reação da Microsoft

Por Jorge Verissimo Pereira

Ola Nassif

Em quase toda parte o pessoal vibra com noticias que abalem o poderio da Microsoft, visto o lancamento do novo sistema operacional do Google para o ano que vem que foi ate noticiado aqui. Eu particularmente nao gosto de monopolios, e este um dos motivos que so uso Firefox e Thunderbird , alem do Firefox ser muito melhor que o Explorer em minha modesta opniao. Mas senti falata aqui de debate sobre o Bing (But It Is Not a Google), o novo buscador da Microsoft. Ele tem novas funcionalidades como nao precisar sair do resultado da lista de busca, so por o mouse do lado direito para qualquer dos resultados e aparece um pop-up mostrando o primeiro paragrafo. Bem interessante. E tambem no caso de video tambem nao precisa sair da busca, so passar o mouse em cima do video e ele comeca a tocar, novamente sem sair da tela de resultados.

Tem 2 materia do NYT falando a respeito e mostra como agora a Microsoft pode ser levada a serio neste mercado de buscas. Obvio eles ate falam de que o Google eh um buscador mais maduro e e Bing tem muita a desenvolver, mas que provavelmente ano que vem ele ja passara o Yahoo. As materias estao em clique 1 e clique 2.

Voce tambem podera compara a performance do Google e Bing por meio deste site http://bing-vs-google.com/. Este site divide a tela em 2 mostrando os resultados do Google e Bing para a mesma busca.

Comentário

Tem também a decisão da MIcrosoft de disponibilizar o Office Online. O que vocês acham dessa estratégia? COmeço da reação ou esperneio tardio?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internet, Tecnologia Tags: , , ,

28 comentários para “A reação da Microsoft”

  1. Fabricio Vasselai disse:

    Caro Nassif,

    No que se refere ao Office Online, espere um momento. Nao estou seguro de que os planos da Microsoft sao de disponibiliza-lo aberta ou gratuitamente online.

    E bem, se nao for gratuito ou muito mais barato do que o Office offline, nao sei se trata-se de uma reacao a nada. Embora seja um avanco claro na falta de atencao da MS as nova midias e novos formatos de software, se esse servico nao for gratuito ou ao menos nao oferecer precos significativamente menores ao do pacote Office tradicional, muda pouco no xadrez das batalhas com o Google, por exemplo, nao?

  2. Pablo disse:

    Nassif,

    Pelo que vi no demonstrativo da Microsoft, o Office vem praticamente o mesmo só que com mais coisas, mais pesado portanto. O word, por exemplo, agora passa quase a recobrir os recursos de uma apresentação que se faz com o Corel ou aplicativos gráficos. Para quem pretende escrever u apenas m simples texto, é demais.
    São dois caminhos (da Microsoft e da Google) totalmente diferentes. Microsoft cobrando mais máquina; o da Google, mais aberto, com menos recursos e mais leve. Talvez isso indique uma aposta no uso corporativo pela Microsoft, enquanto o Google visaria o usuário comum.
    O problema é que, até aqui, o chrome cativou o usuário especializado, ao passo que o Office é o programa “da família”.

    P.

  3. Marcondes disse:

    @Jaime: aqui aparece em primeiro lugar no resultado
    @fscosta: você está usando o google docs agora certo? abandonou de vez o office certo?

  4. Difícil adivinhar o comportamento dos usuários de tecnologia. Se alguém fosse capaz de predizer o futuro, certamente estaria trilionário agora.

    Mas, apenas um achômetro pessoal, creio que a MS tem bala na agulha sim. Ao disponibilizarem o pacote Office (menos poderoso, claro) online e gratuitamente a MS tem boas chances de finalmente penetrar nos corações e mentes dos usuários da internet. Já haviam conseguido desbancar o pioneiro ICQ com o MSN Messenger.

    Especialmente se a versão gratuita do Office tiver melhores funcionalidades do que o Google Docs – que é bom para necessidades simples, mas é limitado em comparação com um pacote completo como o MS Office ou OpenOffice. Aliás, a questão do OpenOffice – disponível gratuitamente e muito bom, mas marginal em relação à penetração do MS Office -, mostra o capital da MS na área (ainda que alguns especialistas considerem que isso tenha se dado às expensas de atos de pirataria e de concorrência desleal). A MS tem uma ampla base de usuários offline, já conseguiu usar essa base para fazer decolar seu MS Internet Explorer (desbancando o gratuito Netscape e segurando o avanço do Firefox) e seu MSN messenger, a oferta de um MS Office gratuito online pode sim ser, se não um golpe de mestre, ao menos uma ofensiva bem sucedida.

    Mas isso é futurologia, com todas as incertezas que a previsão do futuro – ainda que próximo – implica.

    []s,

    Roberto Takata

  5. duvidoso disse:

    Arrisco dizer que há até uma mudança de paradigma, que a MS ainda não captou.

    Há algns anos os usuários trabalhavam sozinhos e o seu ambiente de trabalho era o sistema operacional. Era importante ter um ambiente agradável, bonito, além de eficiente. Hoje o usuário tem uma infinidade de informações, opções e mídias disponíveis na internet, e a aparência do sistema operacional é secundária. O usuário quer funcionalidade para chegar rápido aquele vídeo no site tal..ou conversar com o amigo com o programa tal..E foi assim que a Google conquistou mercados com produtos eficientes, simples e sem frescuras.

    Tai. O Bing é bonitinho, tem umas nuvens, popups, etc. Mas sera que é isto que o usuário quer? Na minha humilde opinião os usuários já passaram estas nuvens.

  6. Gabriel disse:

    Bem que os governos no Brasil poderiam parar de impor o monopólio da MS. Tudo que é programa é feito para Windows e os documentos são praticamente todos do Office. Além disso, muitos sites de órgãos ou estatais só funcionam no IE.

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