É o requinte da propaganda pública. Em pleno horário nobre da Globo, a Prefeitura de São Paulo entra com uma campanha para aconselhar o distinto público a cuidar direito do seu gatinho.
Amanhã haverá nova rodada no Bar do Alemão, no Viaduto Antárctica. Será a partir das 20 horas porque se deixar por conta da boemia iria começar às 23. E no dia seguinte, os humanos dormem até tarde mas os inumanos acordam cedo.
Gostaria de dividir também o myspace do Cassio Nobre que participou da produção de um cd e um dvd que está para sair do forno sobre o Cantador de Chula do Recôncavo Baiano
Uma homenagem ao cavaquinho de Nilze Carvalho, com a contribuição dos comentaristas do Blog.
Enviado por: Fabio
Toca desde criança, acho que quando ela foi no jo, mostraram uma entrevista dela quando tinha uns 8 anos. É um dos melhores grupos de samba de hoje em dia. Nassif, ouça também Casuarina e Dois do Samba, são muito bons.
Enviado por: BuBa_SP
Ela é divinaaaaaaaaaaaa
Ela tem um cd >> *Lembranças Cariocas * ( maravilhoso) e recomendo
Enviado por: Fabio Baptista
Nassif, acordaaaa!!!! (brincadeira). É a Nilze Carvalho e foi minha vizinha no catete. Gente da melhor qualidade. O irmão dela também toca no grupo. Toca desde criança, já tem uma grande bagagem. É “bamba” também!!!Apresentou na TV Brasil uma série de programas do Projeto Pixinguinha
A Nilze é mesmo sensacional, tá sempre tocando nas noites do Rio. Na verdade ela é da geração e do grupo que começou o movimento que culminou com o ressurgimento da Lapa como principal ponto da noite carioca (musical e etílico). No início, a galera (Galloti à frente, que hoje toca no conjunto Anjos da Lua, toda quinta no Democráticos) se reunia no bar do seu Cláudio na Joaquim Silva (atrás da rua da Lapa), tocando samba até de manhã – “ninguém” (vale dizer, a galera da Zona Sul) frequentava a Lapa nessa época (anos 90, por aí). De vez em quando sambistas importantes apareciam pra tomar umas saideiras e dar canjas (Beth Carvalho ia sempre). Eram tempos duros (em todos os sentidos o bar era um verdadeiro muquifo), mas muito divertidos.
Enviado por: Ademário
Nilze Carvalho tem um CD? Nilze Carvalho foi tão precoce que gravou um LP ainda em vinil!. Se ela já era espetacular quando criança e adolescente, imagina agora…
Enviado por: Mota
Nassif,
Imperdível apresentação do Sururu na Roda no Sr. Brasil, quando executam uma sequencia de 4 clássicos de Chico Buarque ( “A Rita”, “Samba do Grande Amor”, “Homenagem ao Malandro” e “Feijoada Completa”), cada músico cantando uma:
a nilze lançou o primeiro disco com uns 10 / 11 anos de idade. o adelzon alves a tocava constantemente nas madrugadas da rádio globo, ela no bandolim. depois,ela e o pai moraram por vários anos no japão,onde a nilze fez sucesso de público. voltou ao brasil creio que há uns 5 anos. veja que desde o início dos anos 80 a moça dá um recado incomum.
Enviado por: Henrique Marques Porto
Claro que você conhece a Nilze! Ela gravou seus primeiros discos ainda criança, aí pelos 9 anos de idade. Seu instrumento principal é o Bandolim, que bem menina já tocava muito bem. E com ele que ela se apresenta na maioria das vezes.
Nilze tem muita estrada e ficou algum tempo no exterior. Sua presença no mundo do samba e do choro do Rio já era conehcida mas ganhou mais destaque depois de participar do show “O Samba é MInha Nobreza”, mais uma iniciativa de Hermínio Bello de Carvalho, com participação de Cristina Buarque e direção musical do Paulão Sete Cordas. Veja a Nilze tocando (bandolim, é claro) com Hamilton de Holanda no João Caetano, no Rio. Em http://www.youtube.com/watch?v=NFmmc-qZjX4
Por Henrique Marques Porto
Nassif,
Aí tenho que voltar a comentar. BuBa_SP lembra o show “Lembranças Cariocas” que virou CD. Produção original do Lefê Almeida para o “Carioca da Gema”, na Lapa. Nilze, Pedro Miranda, Pedro Paulo Malta, Marcelo Bernardes, Rui Alvim, Luis Flávio Alcofra, Marcos Esculeba e Trambique estavam lá. Meu filho Lucas Porto no violão de sete cordas, nos arranjos e na direção musical do show e do CD. Vi trocentas vezes, é claro. Poucas coisas são tão boas como ir a um bom samba na Lapa.
Comentário
E canta que é uma graça! E esse Hamilton de Hollanda virou o demo.
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, felizmente, acabou de se livrar da ameaça de se transformar em OS, modelo de gestão de conseqüências imprevisíveis e que poderia colocar em risco o maior patrimônio cultural artístico da arte cênica do Brasil, um dos maiores da América Latina e do mundo.
Em boa hora, o Governo do Estado assumiu sua responsabilidade em relação à cultura e retirou o nome do Theatro do pacote das OS que engloba o que modernamente chamam de “equipamentos culturais”.
Equipamento cultural, para mim, pode ser, quem sabe, a câmera de filmar da senhora Carla Camuratti, jamais teatros históricos, museus, escolas de arte e casas de cultura. Mas, quem sou eu para discutir com a comunidade acadêmica, que engendra essas deformações lingüísticas e as impõe à mídia, aos estudantes e ao público em geral.
Da minha parte, continuarei chamando teatros de teatros ou de casa de espetáculos.
Sugeri aqui, acima, que o tema da disfunção do CNJ fosse acompanhado. Hoje mesmo um senador demonstra que entendeu o espírito da coisa. Ele quer encaminhar ao CNJ pedido para que se verifique se “não há falhas de entendimento que mereçam correção” nos julgamentos dos juízes a respeito dos temas do tráfico de drogas.
Parece piada, mas deve ser “falha de entendimento” do senador a respeito do sistema jurídico que ele próprio tem atribuição para modificar, via processo legislativo. O pilar do sistema é a autonomia do juiz para “entender”, e a competência exclusiva dos tribunais para reformar.
Quando o CNJ, que é órgão para exercer função administrativa, passar a “verificar o entendimento” a respeito dos crimes de lavagem financeira, ou outros favores ao Congresso, a coisa novamente vai ficar feia.
“Texto de Ricardo Melo dá curso a boataria que circulou nos últimos dias pela internet, em sites e blogs de menor repercussão. Repete o jornalista que o governador Serra teria atribuído à ONU um prêmio recebido na semana passada, outorgado por uma ONG.
Como consta de todo o material distribuído sobre a homenagem, em momento algum o governador ou sua assessoria disseram diferente: o prêmio é da WFO (World Family Organization), entidade com sede em Paris, filiada à ONU e fundada em 1947. É, ao mesmo tempo, endossado pelo Comitê Econômico e Social (Ecosoc) da ONU. Durante reunião anual do Ecosoc (entre os dias 6 e 9 últimos) na sede europeia da ONU, em Genebra, o prêmio foi entregue ao governador, como um dos eventos dessa reunião plenária, na presença de jornalistas brasileiros.
Acrescente-se que não é prática do governador ostentar títulos que não tem. Primeiro, porque não seria ético. Segundo, porque seu currículo dispensa maquiagens.”
JUNIA NOGUEIRA DE SÁ, coordenadora de Comunicação e Imprensa da Secretaria de Comunicação do Governo de São Paulo (São Paulo, SP)
Não chamarei Júnia de assessora inexpressiva, primeiro porque ela tem história; depois, porque o texto é do Serra. Mas vamos à maneira como o governador tenta esconder o mico que pagou.
Antecipo alguns pontos:
1. A entidade não é filiada (ou seja, com relação direta) à ONU. O governo de Sâo Paulo continua enrolando. Ela é uma mera associada (ou seja, papel apenas consultivo), aliás uma das 3.195 ONGs associadas ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC). Essa confusão entre filiação e associação é comprovação da falta de assessoria internacional do governo do Estado.
2. A presidente dessa entidade (na foto ao lado do governador) responde a processos em dois estados e, provavelmente, incorrerá em um novo processo em um terceiro estado. Acusação: estelionato.
3. Em todas as manifestações sobre o evento, Serra fez questão de salientar que seria na sede da ONU. A troco de quê dar mais destaque ao local do evento do que à entidade organizadora? Obviamente passar a impressão de que havia o aval da ONU à premiação.
4. A única informação correta da nota da assessora é que Serra não precisaria dessa encenação para enriquecer seu currículo. O José Serra original certamente não faria isso. O ator que se faz passar por José Serra, depois que virou governador, mostrou-se capaz de incorrer em ridículos continuados.
A Amazônia não é alvo apenas da degradação ambiental, mas também sofre com a escassez de pesquisadores brasileiros. A mais rica biodiversidade do planeta, que no Brasil abarca nove estados, possui um baixo contingente de pesquisadores e pouca formação de recursos humanos. De acordo com a Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes), dos 49.280 mil matriculados em cursos de doutorado no país no começo de 2008, somente 782 estavam na região Norte. Nesse mesmo ano, o número de doutores titulados foi de apenas 113 na região, de um total de 10.771 mil em todo país. O baixo número, impacta diretamente no andamento das pesquisas sobre a biodiversidade.
Essa eu juro que não entendi: o Jornal da Globo acaba de descobrir que alguns brasileiros estão enfiados no coração da Floresta Amazônica, isolados portanto da civilização, numa área chamada “Campo de Urucu”. Seus corajosos repórteres fizeram entrevistas com trabalhadores que ali se encontravam e se admiraram quando descobriram que a extração de óleo e gás praticamente não perturbou os ecossistemas em volta, a empresa responsável pela instalação principal (Uma planta de Processamento de petróleo e uma UPGN – Unidade de Processamento de Gás Natural) segue a risca os preceitos das leis ambientais em vigor no pais e inclusive se preocupou em manter isolada a área (sem estradas de acesso) para evitar a agressão do meio ambiente por terceiros (Extração clandestina de madeira, por exemplo).
Descobriu que o óleo produzido em Urucu é de ótima qualidade e que apesar do seu pouco peso na produção nacional (1,8% do bolo) é ele que garante a autonomia de boa parte da Região Norte e o gás processado abastece toda essa região e uma parte do Nordeste Brasileiro, que maravilhosa descoberta!
A editora McGraw-Hill Cos. Inc. está colocando à venda a revista BusinessWeek, em um momento em que as vendas de publicidade em revistas estão caindo e os possíveis compradores de jornais e revistas são escassos. A McGraw contratou o banco de investimentos Evercore Partners Inc. para administrar a venda. O banco não quis fazer comentários sobre o assunto, e a McGraw-Hill informou que está explorando “opões estratégicas” para a revista.
A BusinessWeek foi fundada em 1929 e tem cerca de 4,8 milhões de leitores semanais em 140 países, segundo o site da revista. A publicação criou sua fama com artigos sobre negócios e finanças, destinados à comunidade de investimentos. Ela ocupa um nicho de revistas que inclui títulos como Forbes, Fortune e Money.
Duas pesquisas mostram que a busca por crédito e os planos de consumo no trimestre ultrapassam o nível pré-crise
Márcia De Chiara e Ana Conceição
Duas pesquisas mostram que a disposição de ir às compras do brasileiro já voltou ao nível anterior à crise. Os brasileiros estão buscando mais crédito e devem comprar mais bens duráveis – de geladeiras a carros – nos próximos meses, o que reforça o cenário favorável à recuperação da economia no segundo semestre.
O Indicador Demanda do Consumidor por Crédito, preparado pela empresa de informações de crédito Serasa Experian, atingiu em junho 102,7 pontos, contra 101,2 pontos alcançados em outubro de 2008, quando foi deflagrada a crise financeira. “É a primeira vez que o indicador supera o patamar de outubro”, diz o gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi.
Já o Índice de Intenção de Compras de Bens Duráveis, apurado pelo programa de administração do varejo Provar, da USP, e pela consultoria Felisoni Associados, revela que a disposição do consumidor para adquirir um carro zero ou uma geladeira, cresceu 20% no trimestre em relação ao mesmo período de 2008.
Resultado atinge maior patamar desde novembro de 2007
O índice de preços ao produtor nos Estados Unidos (PPI, na sigla em inglês) apresentou crescimento de 1,8% em junho, acompanhando o avanço de 0,2% apurado em maio e de 0,3% em abril, de acordo com dados divulgados pelo Departamento do Trabalho local. O resultado atingiu seu maior patamar desde novembro de 2007, puxado pelos preços de energia.
Sem considerar alimentos e energia, o indicador acelerou 0,5% no mês passado. Ao longo de junho, os preços dos alimentos subiram 1,1%, após recuar 1,6% um mês antes, enquanto os da energia subiram 6,6%, após acréscimo de 2,9%.
De acordo com o jornal norte-americano The New York Times, o forte crescimento nos preços ao produtor pode alimentar o temor dos investidores quanto a um novo aumento da inflação. Entretanto, economistas acreditam que este repique é temporário e não sinalizam o início de uma escalada de preços neste ano.
Muitos analistas esperam que o aumento nos preços de energia sejam de curta duração, e que o fraco desempenho da economia restrinja as empresas de repassarem o aumento dos preços aos consumidores.
O ganho de 0,6 ponto percentual ficou acima dos 0,4 pontos inicialmente esperados pelos analistas. Embora uma boa parte da força tenha se originado no aumento de preço da gasolina na bomba, também houve resistência em outras áreas, incluindo o melhor resultado nas concessionárias de automóveis desde janeiro.
Em muitos casos, estava claro para os credores que, se cada qual cedesse um pouco, a empresa poderia se equilibrar. Mas havia enorme dificuldade, porque sempre aparecia o espertalhão que ficava de fora do acordo para poder receber sua dívida integralmente.
O instituto da recuperação judicial veio por ordem na casa. Quando o juiz concede, imediatamente a empresa é colocada sob a supervisão de uma assembleia de credores. Eles deverão aprovar todos os passos da empresa, analisar seus números, e de quanto será o perdão da dívida necessário para mantê-la em funcionamento.
***
Ainda há dúvidas em relação ao instituto, especialmente nas dívidas tributárias. A Lei determina que os tributos deverão entrar no rateio, mas Receita e INSS têm reagido na Justiça. De qualquer modo, são questões que irão sendo resolvidas na medida em que a jurisprudência avança.
Receita nominal sobe no mesmo patamar, indica pesquisa
O volume de vendas do comércio varejista apresentou crescimento de 0,8% em maio, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revertendo dois meses consecutivos de queda. A receita nominal também avançou 0,8% no período. Ambos os dados são da série com ajuste sazonal.
No comparativo com o mesmo período do ano passado, o volume de vendas e a receita nominal do varejo subiram 4,0% e 8,9%. O acumulado anual revela que tais indicadores subiram 4,4% e 10,3%; enquanto o resultado nos últimos doze meses mostra que o volume de vendas e receita acumularam 6,5% e 12,7%, respectivamente.
De acordo com o levantamento, o comércio varejista ampliado apresentou crescimentos superiores ao comércio varejista, chegando a 3,7% para o volume de vendas e 4,4% para a receita. Os números foram afetados pela expansão das vendas de veículos e de material de construção. Em comparação com maio de 2008, o volume de vendas do setor registrou aumento de 3,3%, e de 4,9% na receita nominal. Nos cinco primeiros meses do ano e nos últimos doze meses, as taxas foram de 2,7% e 5,3%, para o volume de vendas, e 5,1% e 9,5%, para a receita nominal.
Oposição diz que decisão é tardia e pode ser inócua; para diretores da Casa, efeito é imediato
Peemedebista dizia não saber de boletins; as 663 medidas surgiram a partir de 1995, período em que ele presidiu a Casa três vezes
Joedson Alves/Folha Imagem
José Sarney deixa prédio do Congresso ao lado de assessores
ADRIANO CEOLIN
ANDREZA MATAIS
VALDO CRUZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Em mais uma tentativa de dar resposta à crise que enfrenta com uma série de acusações desde que assumiu o Senado, o presidente José Sarney (PMDB-AP) surpreendeu ontem seus colegas e determinou a anulação dos 663 atos secretos da Casa.
O alcance da medida, que de todo modo poderá ser revista pela análise que uma comissão fará dos atos em até 30 dias, gerou polêmica. Enquanto a oposição dizia que ela chegou tarde e poderia ser inócua, diretores do Senado avaliavam que a decisão de Sarney teria efeito imediato, além de esquentar o debate entre senadores.
O Ministério da Justiça dos EUA está investigando o mercado de CDS (troca de crédito por inadimplência, na tradução para o português), de acordo com o instituto Markit Group, principal fornecedora de dados para os maiores bancos de Wall Street. “A Markit foi informada de uma investigação do Ministério da Justiça sobre os derivativos de crédito e respectivos mercados”, disse ontem a porta-voz Teresa Pinto, em uma resposta por e-mail às perguntas da Bloomberg News. Ela se recusou a comentar a natureza do inquérito. “Trabalharemos com o Departamento para fornecer qualquer informação que nos for solicitada”. A divisão antitruste enviou notificações de inquéritos civis este mês para os bancos que possuem participação na empresa londrina Markit, para determinar se eles têm acesso ilegal a informações sobre preços, de acordo com três pessoas familiarizadas com o assunto. Os legisladores dos EUA planejam regular o mercado de derivativos de balcão de US$ 592 trilhões, que inclui os títulos de CDS, responsabilizados por ajudar a piorar a maior calamidade financeira desde a Grande Depressão.
(12/07/2009) – Parece estar se armando uma nova revolução na área de materiais automotivos e de transportes em geral – com óbvias repercussões sobre a indústria de transformação e de construção civil – envolvendo o cada vez mais desafiante alumínio.
Militares norte-americanos já estão testando um veículo equipado com blindagem de alumínio transparente – ou, mais exatamente, de oxinitrato policristalino de alumínio. A força aérea americana também vem realizando testes para verificar a eficácia deste composto em cabines de aeronaves militares.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.
Enviado por: Fabio Baptista
Nassif, acordaaaa!!!! (brincadeira). É a Nilze Carvalho e foi minha vizinha no catete. Gente da melhor qualidade. O irmão dela também toca no grupo. Toca desde criança, já tem uma grande bagagem. É “bamba” também!!!Apresentou na TV Brasil uma série de programas do Projeto Pixinguinha
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