O subsídio ao biodiesel
Do Grupo Temático Bionergia do Portal Luís Nassif
Ministério avalia ampliação de subsídios para Biodiesel
DAYANA AQUINO
Da Redação – ADV
A ampliação do benefício tributário concedido aos produtores de biodiesel, na compra de matérias primas, para as demais indústrias poderia incentivar a diversificação de insumos para produção do energético e favorecer maior inclusão da agricultura familiar. A proposta está em estudo pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e deverá ser apresentada aos demais agentes do Programa Nacional de Produção e uso do Biodiesel (PNPB) quando for finalizada.
De acordo com Arnaldo de Campos, Diretor da Secretaria de Agricultura Familiar e coordenador do PNPB pelo MDA, o objetivo é possibilitar que demais agentes possam comprar com vantagens tributárias, o que aumentaria a concorrência pela compra de matérias primas. A redução do preço incentivaria a agricultura familiar e provocaria um natural deslocamento da soja, responsável por mais de 70% da produção do energético.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia, Políticas Sociais Tags: biodiesel, MDA, subsídio
Esse artigo mostra bem a irrelevância com que são tratadas as coisas no país. É comissão disso, ministério daquilo, grupos de trabalho, enfim um monte de cabide de emprego, de gente fazendo de conta. Enquanto no Brasil é essa eterna discussão medíocre e primária sobre subsídios a produtores de matérias primas…
http://www.amyris.com/index.php?option=com_content&task=view&id=142&Itemid=307
Quantas décadas ainda se passarão até que governantes entendam que o interessa é conhecimento, inovação e tecnologia detidos e gerados por uma população educada?
A maneira de tratar o tema dos biocombustíveis deve ser um dos motivos do combate que o nobre professor Hariovaldo Almeida Prado faz ao blog do Luis Nassif.
REVOLUÇÃO DOS COCOS
“Um documentário produzido pela National Geographic, com título ‘The Coconut Revolution’, relata a luta do povo de Bougainville contra a mineradora inglesa multinacional Rio Tinto Zinc, e depois por sua independência.
Além disso, este documentário mostra também que os separatistas conseguiram uma verdadeira revolução, social e ecológica, superando um fatal bloqueio econômico através da recuperação e invenção de práticas autônomas de economia, medicina, etc. (…)
A ilha sofreu um embargo marítimo de 7 anos, de modo a enfraquecer a vontade de seus 150 mil habitantes, porém essa população e os combatentes do Exército Revolucionário de Boungainville resistiram aos ataques e ao embargo, buscando meios alternativos para sobreviver. O desenvolvimento de armas próprias e a conversão de motores e máquinas para funcionar com óleos vegetais extraído do coco e processado pelos ilhéus — daí o nome do movimento.
Este impasse militar e econômico levou quase uma década. Durante o conflito, a ilha de Bougainville viveu uma guerra civil que ceifou a vida de 15 mil nativos. Além disso, devido a proibição de ajuda humanitária e de medicamentos destinada a áreas controladas pelo Exército Revolucionário de Bougainville, houve desde então, nessas áreas, 5 mil mortes por doenças que poderiam ter sido evitadas se tivessem recebido o tratamento adequado.
A disputa entre rebeldes separatistas e o governo do país se dá desde de 1975, quando a Papua Nova Guiné anexou a ilha, que antes fora da Alemanha e da Austrália.
A Revolução dos Cocos foi o mais sangrento conflito na região desde a Segunda Guerra Mundial, e que foi considerado o ‘Vietnã da Austrália’ devido ao envolvimento do governo deste país na guerra contra os bougainvillenses.”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cocos
Se é para ajudar os pequenos e médios empreendedores rurais (familias) porque não liberam o uso de óleos vegetais puros (sem a tranterificação) para misturar e substituir o óleo diesel????????????!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não vão diser que irá competir com os alimentos, pois geraria mais farelo de soja, e de outras oleaginosas para o mercado. E não vão dizer que não sabia que dava, pois o próprio RUDOLF DIESEL inventou o sistema de alta pressão na combustão interna do motor para ÓLEO DE AMENDOIM. PURO.
Consultem o site http://www.fendel.com.br
Eu ia comentar, mas já chegaram ao ponto: motores do ciclo Elsbett, que têm como vantagens o fato de não ser necessário processar o óleo vegetal para que o motor funcione.
Em outros termos: não há necessidade de gasto com transporte, processamento centralizado, o qual implica gasto energético, e posterior transporte para entrega no atacado e no varejo.
Essa forma de uso de energia dá autonomia aos pequenos atores sociais e, em última instância, ao país que assim decidir fazer.
sanderson
Há um artigo da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que explica o desafio ( http://www.cati.sp.gov.br/Cati/_produtos/SementesMudas/oleo_girassol.php ). Trecho:
“Os óleos vegetais funcionaram, mostrando ser bastante possível e, a nosso ver, vantajosa sua utilização, desde que tecnologias sejam desenvolvidas para minimizar as conseqüências das altas viscosidades dos óleos vegetais. Com o avanço dos testes e com a possibilidade de utilização direta em larga escala dos diversos tipos de óleos vegetais, com certeza a indústria nacional de motores e bombas injetoras deverá mostrar interesse em pesquisar e oferecer soluções para o uso garantido desses biocombustíveis, à semelhança do que ocorreu com o álcool etílico em motores de ciclo Otto. Deve-se destacar que a tecnologia necessária para a utilização direta e exclusiva de óleo vegetal já está totalmente disponível na Europa (motores Elsbett e outros mais).”
É claro que, se o governo Brasileiro tivesse poder para desconsiderar o poder das multinacionais da energia, principalmente as do petróleo, já estaria executando um programa de plantação, transformação e consumo de combustíveis renováveis.
Mas, sabemos que o PODER delas, que causou os genocídios do Iraque, Afeganistão e Palestina (´so nos últimos anos), é IIMPOSSIVEL de ser controlado.
Se o governo pudesse, com dez hectares para cada sem terra do Brasil, resolveríamos o problema da reforma agrária, da renda familiar, da educação, do exodo do campo, da criminalidade, da poluição, etc.etc.
Isso tudo só plantando MAMONA, que é uma peste que dá em qualquer lugar do Brasil, e, quase não precisa de cuidados especiais.
Tem outros vegetais que também RENDEM MUITO MAIS OLEO DO QUE A SOJA. Tres, quatro vezes mais.
Mas, como sabemos, tudo está parado. Até que eles consigam um sistema de controle de toda a produção de combustíveis no Brasil. Diretamente ou usando seus testas de ferro. Como fizeram com alcool, que hoje é um oligopólio .
Veículos funcionam ATÉ A ÁGUA, todo mundo sabe disso. Mas oisso não dá lucros ao pequeno grupo que controla isso.
srs.
concordo plenamente com o sr. sanderson, nao e necessario a transesterificação do oleo somos fabricantes de equipamentos para extração de oleo vegetal usamos na empresa estes oleos sem aquisição d nnhum componente quimico pois a transesterificação nada mais e que a adição de soda caustica no oleo como todos sabem so caustica e prejudicial aos motores, isso acontece por esta se monopolizando na mao dos “grandes” como sempre acontece no Brasil, trabalhamos no ramo e sei o que acontece nesse meio.
Olá! Isso prova que só Deus pode mudar o mundo!
O mundo inteiro jaz no maligno (1 Jo 5.19)
Deus te abençoe!!!