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13/07/2009 - 14:07

O subsídio ao biodiesel

Do Grupo Temático Bionergia do Portal Luís Nassif

Ministério avalia ampliação de subsídios para Biodiesel

DAYANA AQUINO

Da Redação – ADV

A ampliação do benefício tributário concedido aos produtores de biodiesel, na compra de matérias primas, para as demais indústrias poderia incentivar a diversificação de insumos para produção do energético e favorecer maior inclusão da agricultura familiar. A proposta está em estudo pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e deverá ser apresentada aos demais agentes do Programa Nacional de Produção e uso do Biodiesel (PNPB) quando for finalizada.

De acordo com Arnaldo de Campos, Diretor da Secretaria de Agricultura Familiar e coordenador do PNPB pelo MDA, o objetivo é possibilitar que demais agentes possam comprar com vantagens tributárias, o que aumentaria a concorrência pela compra de matérias primas. A redução do preço incentivaria a agricultura familiar e provocaria um natural deslocamento da soja, responsável por mais de 70% da produção do energético.

Continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia, Políticas Sociais Tags: , ,

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8 comentários para “O subsídio ao biodiesel”

  1. Luis P. disse:

    Esse artigo mostra bem a irrelevância com que são tratadas as coisas no país. É comissão disso, ministério daquilo, grupos de trabalho, enfim um monte de cabide de emprego, de gente fazendo de conta. Enquanto no Brasil é essa eterna discussão medíocre e primária sobre subsídios a produtores de matérias primas…

    http://www.amyris.com/index.php?option=com_content&task=view&id=142&Itemid=307

    Quantas décadas ainda se passarão até que governantes entendam que o interessa é conhecimento, inovação e tecnologia detidos e gerados por uma população educada?

  2. Hans Bintje disse:

    A maneira de tratar o tema dos biocombustíveis deve ser um dos motivos do combate que o nobre professor Hariovaldo Almeida Prado faz ao blog do Luis Nassif.

    REVOLUÇÃO DOS COCOS

    “Um documentário produzido pela National Geographic, com título ‘The Coconut Revolution’, relata a luta do povo de Bougainville contra a mineradora inglesa multinacional Rio Tinto Zinc, e depois por sua independência.

    Além disso, este documentário mostra também que os separatistas conseguiram uma verdadeira revolução, social e ecológica, superando um fatal bloqueio econômico através da recuperação e invenção de práticas autônomas de economia, medicina, etc. (…)

    A ilha sofreu um embargo marítimo de 7 anos, de modo a enfraquecer a vontade de seus 150 mil habitantes, porém essa população e os combatentes do Exército Revolucionário de Boungainville resistiram aos ataques e ao embargo, buscando meios alternativos para sobreviver. O desenvolvimento de armas próprias e a conversão de motores e máquinas para funcionar com óleos vegetais extraído do coco e processado pelos ilhéus — daí o nome do movimento.

    Este impasse militar e econômico levou quase uma década. Durante o conflito, a ilha de Bougainville viveu uma guerra civil que ceifou a vida de 15 mil nativos. Além disso, devido a proibição de ajuda humanitária e de medicamentos destinada a áreas controladas pelo Exército Revolucionário de Bougainville, houve desde então, nessas áreas, 5 mil mortes por doenças que poderiam ter sido evitadas se tivessem recebido o tratamento adequado.

    A disputa entre rebeldes separatistas e o governo do país se dá desde de 1975, quando a Papua Nova Guiné anexou a ilha, que antes fora da Alemanha e da Austrália.

    A Revolução dos Cocos foi o mais sangrento conflito na região desde a Segunda Guerra Mundial, e que foi considerado o ‘Vietnã da Austrália’ devido ao envolvimento do governo deste país na guerra contra os bougainvillenses.”

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_dos_Cocos

  3. sanderson disse:

    Se é para ajudar os pequenos e médios empreendedores rurais (familias) porque não liberam o uso de óleos vegetais puros (sem a tranterificação) para misturar e substituir o óleo diesel????????????!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Não vão diser que irá competir com os alimentos, pois geraria mais farelo de soja, e de outras oleaginosas para o mercado. E não vão dizer que não sabia que dava, pois o próprio RUDOLF DIESEL inventou o sistema de alta pressão na combustão interna do motor para ÓLEO DE AMENDOIM. PURO.
    Consultem o site http://www.fendel.com.br

  4. Clóvis Ribeiro Chaves Júnior disse:

    Eu ia comentar, mas já chegaram ao ponto: motores do ciclo Elsbett, que têm como vantagens o fato de não ser necessário processar o óleo vegetal para que o motor funcione.

    Em outros termos: não há necessidade de gasto com transporte, processamento centralizado, o qual implica gasto energético, e posterior transporte para entrega no atacado e no varejo.

    Essa forma de uso de energia dá autonomia aos pequenos atores sociais e, em última instância, ao país que assim decidir fazer.

  5. Hans Bintje disse:

    sanderson

    Há um artigo da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, que explica o desafio ( http://www.cati.sp.gov.br/Cati/_produtos/SementesMudas/oleo_girassol.php ). Trecho:

    “Os óleos vegetais funcionaram, mostrando ser bastante possível e, a nosso ver, vantajosa sua utilização, desde que tecnologias sejam desenvolvidas para minimizar as conseqüências das altas viscosidades dos óleos vegetais. Com o avanço dos testes e com a possibilidade de utilização direta em larga escala dos diversos tipos de óleos vegetais, com certeza a indústria nacional de motores e bombas injetoras deverá mostrar interesse em pesquisar e oferecer soluções para o uso garantido desses biocombustíveis, à semelhança do que ocorreu com o álcool etílico em motores de ciclo Otto. Deve-se destacar que a tecnologia necessária para a utilização direta e exclusiva de óleo vegetal já está totalmente disponível na Europa (motores Elsbett e outros mais).”

  6. Angelo Frizzo disse:

    É claro que, se o governo Brasileiro tivesse poder para desconsiderar o poder das multinacionais da energia, principalmente as do petróleo, já estaria executando um programa de plantação, transformação e consumo de combustíveis renováveis.
    Mas, sabemos que o PODER delas, que causou os genocídios do Iraque, Afeganistão e Palestina (´so nos últimos anos), é IIMPOSSIVEL de ser controlado.
    Se o governo pudesse, com dez hectares para cada sem terra do Brasil, resolveríamos o problema da reforma agrária, da renda familiar, da educação, do exodo do campo, da criminalidade, da poluição, etc.etc.
    Isso tudo só plantando MAMONA, que é uma peste que dá em qualquer lugar do Brasil, e, quase não precisa de cuidados especiais.
    Tem outros vegetais que também RENDEM MUITO MAIS OLEO DO QUE A SOJA. Tres, quatro vezes mais.
    Mas, como sabemos, tudo está parado. Até que eles consigam um sistema de controle de toda a produção de combustíveis no Brasil. Diretamente ou usando seus testas de ferro. Como fizeram com alcool, que hoje é um oligopólio .
    Veículos funcionam ATÉ A ÁGUA, todo mundo sabe disso. Mas oisso não dá lucros ao pequeno grupo que controla isso.

  7. biodiesel mb rural disse:

    srs.

    concordo plenamente com o sr. sanderson, nao e necessario a transesterificação do oleo somos fabricantes de equipamentos para extração de oleo vegetal usamos na empresa estes oleos sem aquisição d nnhum componente quimico pois a transesterificação nada mais e que a adição de soda caustica no oleo como todos sabem so caustica e prejudicial aos motores, isso acontece por esta se monopolizando na mao dos “grandes” como sempre acontece no Brasil, trabalhamos no ramo e sei o que acontece nesse meio.

  8. Nadir emerick Fonseca disse:

    Olá! Isso prova que só Deus pode mudar o mundo!
    O mundo inteiro jaz no maligno (1 Jo 5.19)
    Deus te abençoe!!!

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