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	<title>Comentários sobre: Fora de Pauta</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: Pedro</title>
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		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 04:42:12 +0000</pubDate>
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		<description>Nosso raivoso comentarista, o Jabor, voltou às lides cinematográficas. Lamentavelmente escolheu como uma das locações de seu filme a minha rua. 1:30h da madrugada e o barulho é feroz. O cinema pode tudo. Pouco mais cedo veio a prefeitura arrancar os postes de iluminação inconvenientes. Só uma pergunta. Tem grana nossa de incentivo nessa história? O cara é TÃO contra tudo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nosso raivoso comentarista, o Jabor, voltou às lides cinematográficas. Lamentavelmente escolheu como uma das locações de seu filme a minha rua. 1:30h da madrugada e o barulho é feroz. O cinema pode tudo. Pouco mais cedo veio a prefeitura arrancar os postes de iluminação inconvenientes. Só uma pergunta. Tem grana nossa de incentivo nessa história? O cara é TÃO contra tudo&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Guimarães</title>
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		<dc:creator>Eduardo Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 02:55:54 +0000</pubDate>
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		<description>10/07/2009 


Micheletti tentou mudar a constituição em 1985 
 

Da Telesur

 
Tradução de Eduardo Guimarães

 

Nas manifestações que aconteceram nesta sexta-feira [10 de julho de 2009] na capital hondurenha, Tegucigalpa, tornou-se pública uma verdade pouco tratada pelos meios de comunicação nacionais e internacionais, porém muito conhecida pela população hondurenha: uma tentativa de Roberto Micheletti de mudar a Constituição de Honduras.

Através de movimentos sociais, organizações populares, professores, líderes sindicais e o povo em geral, depois de exigirem a restituição do presidente legítimo e constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, os manifestantes denunciaram publicamente a tentativa ensaiada pelo promotor do golpe de Estado, Roberto Micheletti.

Em 1985, Micheletti tentou converter o Congresso Nacional hondurenho em uma Assembléia Nacional Constituinte para reformar a Carta Magna que atualmente defendem os golpistas;

Enquanto deputados e políticos acusam hoje Manuel Zelaya de tentar consolidar um projeto constinuista ao tentar mudar a Magna Lei hondurenha, quando o que tentou fazer foi uma consulta popular não vinculante, Micheletti, sim, é que tentou fazê-lo 24 anos atrás.

A proposta de Zelaya difere muito do que passou em 1985, quando o então deputado Roberto Micheletti (que é parlamentar há 28 anos) convocou uma Constituinte para estender o mandato do presidente da época, Roberto Suazo Córdoba. 

Fndamentalmente, em 24 de outubro de 1985, dois anos depois de aprovada a constituição vigente, vários deputados, liderados por Micheletti, tentaram introduzir a proposta convocando uma Assembléia Nacional Constituinte.

Os parlamentares pediam a suspensão de vários artigos constitucionais, os mesmos que, ironicamente, agora servem às autoridades de fato para dar legitimidade AA destituição de Zelaya. Esses artigos são os de número 373, 374 e 375, e se referem aos mecanismos de reforma e defesa da Constituição. 

Assim como descreve o enviado especial a Tegucigalpa da Agência Boliviariana de Notícias (ABN), Antonio Núñez Aldazoro, naquela época se apresentou uma representação e foi suspensa a apresentação da propostas, pois naquele momento a ação de Micheletti também foi considerada traição à pátria e os deputados opositores do partido nacionalista sabiam que aquela Constituinte buscava apenas estender o mandato do presidente liberal Suazo Córdoba.

Cabe ressaltar que 24 anos atrás ainda sentia-se os efeitos da guerra de baixa intensidade, o escândalo dos chamados “contras”, a doutrina de segurança do presidente norte-americano Ronald Reagan e Honduras ainda era considerada como a base de operações dos EUA na América Central.


D’Escoto diz que regresso de Zelaya está próximo
 

O presidente da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, Miguel D’Escoto, garantiu nesta sexta-feira [10 de julho de 2009] que “está próximo” de conseguir a restituição do presidente legítimo e constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, para que possa completar os meses de mandato que lhe faltam.

“Disseram-me, mas não estou seguro, de que se está próximo da restituição do presidente Zelaya”, declarou numa coletiva de imprensa D’Escoto, que no domingo passado acompanhou o mandatário em sua tentativa fracassada de voltar a Tegucigalpa depois de ter sido seqüestrado e expulso do país em 28 de junho.

O nicaragüense [D’Escoto] garantiu que sua afirmação “não é um pressentimento” e que se baseia em “conversações” que teve com interlocutores que não identificou.

Sob esse prisma, indicou que “há indícios” de que nas negociações entre Zelaya e o regime de fato hondurenho, mediadas pelo presidente da Costa Rica, Óscar Arias, aconteceu alguma coisa que se saberá mais tarde” e que o “leva a pensar que há uma solução”.

“Acredito, particularmente, que logo se alcançará uma solução, reiterou D’Escoto depois de indicas que isso poderia ocorrer “em alguns dias”.

O presidente da Assembléia Geral da ONU insistiu que a resolução da crise hondurenha passa pela restituição de Zelaya com plenos poderes.

Por outro lado, D’Escoto rechaçou as acusações de interferência na crise feitas ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez. “Não acredito que (Chávez) se dedique a matar gente ou a instalar bases permanentes em países estrangeiros. Sinto uma grande admiração pelo que ele representa”.


 Escrito por Eduardo Guimarães às 23h05</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>10/07/2009 </p>
<p>Micheletti tentou mudar a constituição em 1985 </p>
<p>Da Telesur</p>
<p>Tradução de Eduardo Guimarães</p>
<p>Nas manifestações que aconteceram nesta sexta-feira [10 de julho de 2009] na capital hondurenha, Tegucigalpa, tornou-se pública uma verdade pouco tratada pelos meios de comunicação nacionais e internacionais, porém muito conhecida pela população hondurenha: uma tentativa de Roberto Micheletti de mudar a Constituição de Honduras.</p>
<p>Através de movimentos sociais, organizações populares, professores, líderes sindicais e o povo em geral, depois de exigirem a restituição do presidente legítimo e constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, os manifestantes denunciaram publicamente a tentativa ensaiada pelo promotor do golpe de Estado, Roberto Micheletti.</p>
<p>Em 1985, Micheletti tentou converter o Congresso Nacional hondurenho em uma Assembléia Nacional Constituinte para reformar a Carta Magna que atualmente defendem os golpistas;</p>
<p>Enquanto deputados e políticos acusam hoje Manuel Zelaya de tentar consolidar um projeto constinuista ao tentar mudar a Magna Lei hondurenha, quando o que tentou fazer foi uma consulta popular não vinculante, Micheletti, sim, é que tentou fazê-lo 24 anos atrás.</p>
<p>A proposta de Zelaya difere muito do que passou em 1985, quando o então deputado Roberto Micheletti (que é parlamentar há 28 anos) convocou uma Constituinte para estender o mandato do presidente da época, Roberto Suazo Córdoba. </p>
<p>Fndamentalmente, em 24 de outubro de 1985, dois anos depois de aprovada a constituição vigente, vários deputados, liderados por Micheletti, tentaram introduzir a proposta convocando uma Assembléia Nacional Constituinte.</p>
<p>Os parlamentares pediam a suspensão de vários artigos constitucionais, os mesmos que, ironicamente, agora servem às autoridades de fato para dar legitimidade AA destituição de Zelaya. Esses artigos são os de número 373, 374 e 375, e se referem aos mecanismos de reforma e defesa da Constituição. </p>
<p>Assim como descreve o enviado especial a Tegucigalpa da Agência Boliviariana de Notícias (ABN), Antonio Núñez Aldazoro, naquela época se apresentou uma representação e foi suspensa a apresentação da propostas, pois naquele momento a ação de Micheletti também foi considerada traição à pátria e os deputados opositores do partido nacionalista sabiam que aquela Constituinte buscava apenas estender o mandato do presidente liberal Suazo Córdoba.</p>
<p>Cabe ressaltar que 24 anos atrás ainda sentia-se os efeitos da guerra de baixa intensidade, o escândalo dos chamados “contras”, a doutrina de segurança do presidente norte-americano Ronald Reagan e Honduras ainda era considerada como a base de operações dos EUA na América Central.</p>
<p>D’Escoto diz que regresso de Zelaya está próximo</p>
<p>O presidente da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, Miguel D’Escoto, garantiu nesta sexta-feira [10 de julho de 2009] que “está próximo” de conseguir a restituição do presidente legítimo e constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, para que possa completar os meses de mandato que lhe faltam.</p>
<p>“Disseram-me, mas não estou seguro, de que se está próximo da restituição do presidente Zelaya”, declarou numa coletiva de imprensa D’Escoto, que no domingo passado acompanhou o mandatário em sua tentativa fracassada de voltar a Tegucigalpa depois de ter sido seqüestrado e expulso do país em 28 de junho.</p>
<p>O nicaragüense [D’Escoto] garantiu que sua afirmação “não é um pressentimento” e que se baseia em “conversações” que teve com interlocutores que não identificou.</p>
<p>Sob esse prisma, indicou que “há indícios” de que nas negociações entre Zelaya e o regime de fato hondurenho, mediadas pelo presidente da Costa Rica, Óscar Arias, aconteceu alguma coisa que se saberá mais tarde” e que o “leva a pensar que há uma solução”.</p>
<p>“Acredito, particularmente, que logo se alcançará uma solução, reiterou D’Escoto depois de indicas que isso poderia ocorrer “em alguns dias”.</p>
<p>O presidente da Assembléia Geral da ONU insistiu que a resolução da crise hondurenha passa pela restituição de Zelaya com plenos poderes.</p>
<p>Por outro lado, D’Escoto rechaçou as acusações de interferência na crise feitas ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez. “Não acredito que (Chávez) se dedique a matar gente ou a instalar bases permanentes em países estrangeiros. Sinto uma grande admiração pelo que ele representa”.</p>
<p> Escrito por Eduardo Guimarães às 23h05</p>
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	<item>
		<title>Por: WALDIR</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-5/#comment-694586</link>
		<dc:creator>WALDIR</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 01:26:23 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente artigo no site do Azenha, recomendo.
http://www.viomundo.com.br/denuncias/expresidentes-valem-ouro-so-em-gasolina-fhc-aposentado-ja-custou-4599-latas-de-leite-ninho-no-cartao/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo no site do Azenha, recomendo.<br />
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	<item>
		<title>Por: Silvana</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-5/#comment-694534</link>
		<dc:creator>Silvana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 23:24:31 +0000</pubDate>
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		<description>Parece que não vai rolar trivial da pizza... tudo bem, já garanti minha margherita com pepperoni. =d</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que não vai rolar trivial da pizza&#8230; tudo bem, já garanti minha margherita com pepperoni. =d</p>
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	<item>
		<title>Por: Elianne</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-5/#comment-694527</link>
		<dc:creator>Elianne</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 23:01:42 +0000</pubDate>
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		<description>O vídeo revela que Obama não olhava para a moça- nem tudo é o que parece :) vejam aqui:

http://blogln.ning.com/video/obama-no-g8

eu adorei a foto dele olhando e o Sarkozy conferindo :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo revela que Obama não olhava para a moça- nem tudo é o que parece <img src='http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  vejam aqui:</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/video/obama-no-g8" rel="nofollow">http://blogln.ning.com/video/obama-no-g8</a></p>
<p>eu adorei a foto dele olhando e o Sarkozy conferindo <img src='http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Elianne</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694525</link>
		<dc:creator>Elianne</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 23:00:48 +0000</pubDate>
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		<description>João Maria, ele só está vivo porque tem muitaaaaaaaa vontade de viver, é claro isto.
abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Maria, ele só está vivo porque tem muitaaaaaaaa vontade de viver, é claro isto.<br />
abs</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694518</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:37:49 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif e comentaristas

Pra relaxar e conhecer o trabalho do pessoal da radio e tv FAAP.
Paródia :

&quot;Porta sem esperança&quot;

http://www.youtube.com/watch?v=RwOL8WhLPGE</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif e comentaristas</p>
<p>Pra relaxar e conhecer o trabalho do pessoal da radio e tv FAAP.<br />
Paródia :</p>
<p>&#8220;Porta sem esperança&#8221;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=RwOL8WhLPGE" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=RwOL8WhLPGE</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: zeh pequeteh</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694509</link>
		<dc:creator>zeh pequeteh</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:17:13 +0000</pubDate>
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		<description>Eita ferro! Blog da Petrobrás concorre ao prêmio “Os 10 que estão transformando o mundo da internet e da política”.
zeh

http://www.politicsonline.com/content/main/specialreports/2009/top10_2009/vote.asp


No dia 4/7, foi divulgada a lista dos 26 finalistas do prêmio“Os 10 que estão transformando o mundo da internet e da política”. Entre eles está o Fatos e Dados como “um dos experimentos mais importantes de transparência informativa e, portanto, da e-democracia”.
A votação – organizada pelo Politics Online e pelo World e-Democracy Forum – existe há dez anos e elegeu no ano passado como vencedor o site da campanha presidencial de Barack Obama.
O voto é aberto e não exige cadastro. Para votar e ver os outros indicados, clique aqui.
“The Petrobras’ blog Fatos e Dados, is the most important thing that has happened to Brazil’s people in recent years because provides a democratic real freedom – that was impossible with the traditional newspapers and TVs broadcast. Brazilian people feel hopeful that this blog Fatos e Dados has changed forever the face of the information we have from now on”. PoliticsOnline and the World eDemocracy Forum.


Petrobras, Brazil
Translated page
The Petrobras´ blog Fatos e Dados, is the most important thing that has happened to Brazil&#039;s people in recent years because provides a democratic real freedom - that was impossible with the traditional newspapers and TVs broadcast. Brazilian people feel hopeful that this blog Fatos e Dados has changed forever the face of the information we have from now on.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eita ferro! Blog da Petrobrás concorre ao prêmio “Os 10 que estão transformando o mundo da internet e da política”.<br />
zeh</p>
<p><a href="http://www.politicsonline.com/content/main/specialreports/2009/top10_2009/vote.asp" rel="nofollow">http://www.politicsonline.com/content/main/specialreports/2009/top10_2009/vote.asp</a></p>
<p>No dia 4/7, foi divulgada a lista dos 26 finalistas do prêmio“Os 10 que estão transformando o mundo da internet e da política”. Entre eles está o Fatos e Dados como “um dos experimentos mais importantes de transparência informativa e, portanto, da e-democracia”.<br />
A votação – organizada pelo Politics Online e pelo World e-Democracy Forum – existe há dez anos e elegeu no ano passado como vencedor o site da campanha presidencial de Barack Obama.<br />
O voto é aberto e não exige cadastro. Para votar e ver os outros indicados, clique aqui.<br />
“The Petrobras’ blog Fatos e Dados, is the most important thing that has happened to Brazil’s people in recent years because provides a democratic real freedom – that was impossible with the traditional newspapers and TVs broadcast. Brazilian people feel hopeful that this blog Fatos e Dados has changed forever the face of the information we have from now on”. PoliticsOnline and the World eDemocracy Forum.</p>
<p>Petrobras, Brazil<br />
Translated page<br />
The Petrobras´ blog Fatos e Dados, is the most important thing that has happened to Brazil&#8217;s people in recent years because provides a democratic real freedom &#8211; that was impossible with the traditional newspapers and TVs broadcast. Brazilian people feel hopeful that this blog Fatos e Dados has changed forever the face of the information we have from now on.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: josé adailton</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694503</link>
		<dc:creator>josé adailton</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 22:07:17 +0000</pubDate>
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		<description>Em terra de cego quem um olho é rei...É isto o que representa o Brasil no cenário mundial. O resto é balela ufanista.

O fim do G8 (grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia) e a formação de um novo fórum com a presença de outras economias foram as conclusões mais importantes tiradas da reunião da cúpula que aconteceu nos últimos três dias na Itália, segundo análise do professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Márcio Holland.

&quot;De quatro eixos mais discutidos no encontro, esse sem dúvida é o mais importante. Embora o Brasil, por exemplo, tenha pouco menos de 2% da produção mundial e não tenha nem 1,5% do comércio mundial, é uma economia politicamente estratégica para o equilíbrio da América do Sul. Faz falta um país como o Brasil no centro de negociações internacionais&quot;, diz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em terra de cego quem um olho é rei&#8230;É isto o que representa o Brasil no cenário mundial. O resto é balela ufanista.</p>
<p>O fim do G8 (grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia) e a formação de um novo fórum com a presença de outras economias foram as conclusões mais importantes tiradas da reunião da cúpula que aconteceu nos últimos três dias na Itália, segundo análise do professor da Escola de Economia da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Márcio Holland.</p>
<p>&#8220;De quatro eixos mais discutidos no encontro, esse sem dúvida é o mais importante. Embora o Brasil, por exemplo, tenha pouco menos de 2% da produção mundial e não tenha nem 1,5% do comércio mundial, é uma economia politicamente estratégica para o equilíbrio da América do Sul. Faz falta um país como o Brasil no centro de negociações internacionais&#8221;, diz.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: weden</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694493</link>
		<dc:creator>weden</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:51:58 +0000</pubDate>
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		<description>Na prática muda alguma coisa?


Mudanças no jornalismo da Globo

Estão sendo anunciadas hoje novidades na direção de jornalismo da TV Globo. São três promoções:

1)Carlos Henrique Schroder passa de diretor-geral da Central Globo de Jornalismo para Diretor-Geral de Jornalismo e Esportes, que acaba de ser criada.

2)O diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, sobe para o lugar que era de Schroder desde 2001.

3)E Luiz Fernando Lima, diretor da divisão de Esportes, vira o número 1 da também recém-criada Central Globo de Esportes.

Ambos – Kamel e Lima – continuam subordinados a Schroder.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na prática muda alguma coisa?</p>
<p>Mudanças no jornalismo da Globo</p>
<p>Estão sendo anunciadas hoje novidades na direção de jornalismo da TV Globo. São três promoções:</p>
<p>1)Carlos Henrique Schroder passa de diretor-geral da Central Globo de Jornalismo para Diretor-Geral de Jornalismo e Esportes, que acaba de ser criada.</p>
<p>2)O diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel, sobe para o lugar que era de Schroder desde 2001.</p>
<p>3)E Luiz Fernando Lima, diretor da divisão de Esportes, vira o número 1 da também recém-criada Central Globo de Esportes.</p>
<p>Ambos – Kamel e Lima – continuam subordinados a Schroder.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Stanley Burburinho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694487</link>
		<dc:creator>Stanley Burburinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:44:20 +0000</pubDate>
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		<description>Abaixo, textos do excelente Roberto Porto que tem muita história prá contar:

&lt;i&gt;&lt;b&gt;&quot;(...)
Mas isso tem tempo, muito tempo, e ainda reconheço em Evandro a responsabilidade de transformar O Globo num jornal moderno, e não naquele que, certa vez, antes dele, colocou o seguinte título no Esporte: ‘Prepara-se o Peru para o Mundial Feminino’. 
(...)&quot;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;

Publicada em:23/06/2007   

 FALA, ROBERTÃO!

Estive com o doutor Roberto Marinho (1904-2003), de maneira acidental, uma única e escassa vez, na década de 70. Inteiramente fora de meu horário de trabalho na editoria de esportes, estive no Globo mais ou menos na hora do almoço. Não me recordo o que lá fui fazer. O fato é que quando ia saindo, no hall dos elevadores da redação, nos encontramos, sós, frente a frente. Cumprimentei-o educadamente e ele retribuiu. 

Quando o elevador chegou – me lembro que o ascensorista usava luvas brancas – foi aquela troca de mesuras. Eu queria que ele tivesse a primazia de entrar primeiro mas ele não permitiu. E ordenou: ‘Os mais jovens, primeiro...’ No térreo, a mesma coisa. Ele me fez sair na frente. De repente, chegamos à escadaria do jornal, lado a lado, ele esperando um sinal de seu motorista, eu, de bobeira. 

Foi quando apareceu o diagramador do esporte Ney Trancoso Meirelles, com seu espalhafato de sempre. E da entrada do Globo gritou para mim: ‘Fala, Robertão...’ 

Fiquei tão envergonhado com aquela aparente confusão que não respondi e escapei a passos largos para a direita, a caminho do estacionamento. O doutor Roberto, que não sabia meu nome e igualmente não esperava aquela intimidade toda por parte de um simples funcionário, ficou sem alternativa. E, educado como sempre, fez um pequeno aceno com a mão direita para o diagramador. 

Aliás, naquelas circunstâncias, o que mais ele poderia fazer? 

Anos depois, quando o doutor Roberto morreu, O Globo colocou nas bancas, junto à edição normal do jornal, um caderno especial sobre a vida do homem que a partir do falecimento do pai, Irineu Marinho (1876-1925) transformou O Globo na potência que é hoje. E uma das manchetes do tal caderno especial, em seis colunas, dizia simplesmente o seguinte: ‘O dia em que o doutor Roberto virou Robertão’ 

Fui obrigado a contar essa história dezenas de vezes. Uma delas para o filho do doutor Roberto, José Roberto (hoje diretor da Rádio Globo) em sua sala na Rede Globo de Televisão, no Jardim Botânico. José Roberto adorou. Quando deixei a sala de José Roberto, peguei o elevador e dei de cara nada menos do que com Xuxa Meneghel. Apenas nós dois, eu fingindo que não a reconhecera. Foi então que o maldito elevador enguiçou e Xuxa ficou nervosíssima, esmurrando as paredes, a porta, tocando o alarme e pedindo socorro aos berros.

Foi então que chegou a minha vez. 

Sentei-me no chão, placidamente, e, diante do desespero dela, disse apenas o seguinte: 

‘Olha, garota, fica fria que daqui a pouco eles nos tiram daqui...’

Um sujeito como eu que conviveu com Nascimento Brito (1922-2003), Adolpho Bloch (1908-1995), Nélson Rodrigues (1912-1980), Otto Lara Resende (1922-1998), Vinícius de Moraes (1913-1980), Alceu Amoroso Lima (1893-1983), Samuel Wainer (1912-1980) e João Saldanha (1917-1990), para citar apenas estas oito figuras, não poderia dar uma de tiete da chamada Rainha dos Baixinhos. Ou deveria? 

Se saí do elevador intacto? Saí. Em plena forma física e técnica. 

http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3380 

Publicada em:18/10/2007   

 UM PEGA COM ROBERTO CARLOS

Os habituais leitores do Direto da Redação haverão de desconfiar que conto imaginárias histórias em minhas colunas. Mas elas são rigorosamente verdadeiras. Em quatro décadas de jornalismo conheci muita gente, como João Saldanha, Sandro Moreyra, Adalgisa Colombo (Marta Rocha, não), Mário Gonçalves Vianna, Chacrinha, Gilberto Braga, Carlos Vereza. Fúlvio Stefanini, Agnaldo Timóteo, Oswaldo Sargentelli, Roberto Marinho, Adolpho Bloch, Nascimento Brito, José Roberto Marinho e muitos e muitos outros. E topei acidentalmente com Xuxa e Luísa Brunet na Rede Globo de Televisão, como relatei em minha última coluna. Tudo verdade absoluta. 

A história de hoje é outra, por mais curiosa que pareça. Comprei, a prestação, um Opala SS4, com dupla carburação, pneus largos e uma aceleração incrível. Certa madrugada, voltando de um programa na Zona Sul do Rio (eu morava em Laranjeiras), parei no sinal da Praia de Botafogo porque sou um motorista responsável, embora as ruas já estivessem desertas. Meu trajeto seria Rua Farani, corte na pedreira e, por fim, Rua Pinheiro Machado, fundos do estádio do Fluminense Football Club (assim mesmo em inglês) e o recesso sacrossanto do meu lar. Eis que de repente, a meu lado, também obedecendo o sinal vermelho, emparelha comigo um Dodge Dart (ou Charger, já não me recordo).

Ao volante estava nada mais nada menos do que o rei Roberto Carlos. Com o vidro aberto, como eu – o Rio era outro Rio naquela época – ele me cumprimentou, respondi e, com um gesto que logo compreendi, sugeriu um pega a partir da Farani e, suponho, em direção ao Túnel Santa Bárbara. Fiz um aceno de cabeça, topando a parada. Sabe lá o que seria apostar uma corrida com Roberto Carlos e depois contar para os amigos? 

Quando o sinal ficou verde, partimos juntos, acelerando a mil. Percorremos a Farani lado a lado, passamos colados um ao outro pelo corte na pedreira, mas quando chegou à Rua Pinheiro Machado, desisti. Roberto Carlos disparou na minha frente – seu carro era bem mais potente – ele me fez um sinal com o braço pelo lado de fora, como vencedor, e foi em direção ao túnel. Só depois, em casa, percebi a idiotice que fizera só porque fora desafiado pelo rei. Perdi o pega e não me arrependo. Seguro morreu de velho.

Nunca mais vi Roberto Carlos pessoalmente. Só na telinha nos especiais de final de ano da Rede Globo de Televisão. Mas hoje, tenho a mais concreta e absoluta certeza de que o rei não desafia mais ninguém nas madrugadas cariocas. Mas sempre que ouço velhos CDs com a música ‘sabe quem chegou de repente, Roberto Carlos com seu novo carrão...’ sinto que fiz muito bem em bancar o Rubinho Barrichello para ele. Afinal de contas, perder um pega para Roberto Carlos não é nenhuma catástrofe. 

http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3565 

Publicada em:15/04/2009  

 UMA RELAÇÃO COMPLICADA

Rio - Geralmente, os jornalistas que têm acesso ao Direto da Redação acham que, ao longo de minha carreira, cultivei uma espécie de ódio a Evandro Carlos de Andrade (1932-2001). A rigor, não é bem ódio, mas sim mágoa. Ele me demitiu da subeditoria de Esportes de O Globo em fins de 1981. Por quê? Porque na morte de Cláudio Coutinho (1939-1981), afogado nas Ilhas Cagarras enquanto fazia pesca submarina, eu cobria a folga do editor de Esportes, Cláudio Mello e Souza. Resolvi arriscar e dei três páginas sobre o trágico fato. Evandro achou um exagero e me mostrou o caminho da rua. 

Mas Evandro, a rigor, me ensinou muita coisa e foi solidário comigo por pelo menos duas vezes. Na primeira, adiantando no meio do ano meu décimo-terceiro salário para que eu pudesse fazer frente à única batida de automóveis que provoquei sem querer. Na derrapagem à chegada das Laranjeiras, saindo do Túnel Santa Bárbara, atingi seriamente um táxi, pilotado por um modesto e honesto motorista. Com o décimo-terceiro, paguei o conserto do taxista, dei diariamente as diárias dele até o táxi ficar pronto e ainda arquei com a recuperação de meu Opala SS-4 e do táxi. Sem a benevolência de Evandro, não sei o que faria. 

Na segunda vez, o editor de Esportes, meu amigo Celso Itiberê, estava na Europa cobrindo Fórmula-1, sua eterna paixão. E eu, por falta de sorte, contraí uma terrível faringite. Numa determinada noite, na redação, Evandro me viu todo suado – apesar do ar-condicionado de O Globo – e foi até mim. 

- O que é que há com você, Roberto, com a camisa toda molhada? 

Disse a ele que estava tomando remédios para baixar a febre, pois estava com pelo menos 39 graus. Daí o suor e dores terríveis no corpo. 

Na mesma hora, Evandro me proibiu de seguir trabalhando. Colocou José Antônio Gerheim (editor de Esportes Amadores) em meu lugar e me remeteu, às custas de O Globo, para a Casa de Saúde Doutor Khós, na Rua Moncorvo Filho. Fiquei internado por um bom tempo, tomando Binotal na veia. Foi o que me livrou de uma endocardite, o mesmo mal que certa vez atacou meu grande amigo e companheiro desde o JB, Marcos de Castro. 

Mas creio que Evandro era uma pessoa sujeita a chuvas e trovoadas. E assim, na véspera de um Flamengo x Vasco (o do ladrilheiro) me despediu. Na realidade, nas três páginas que editei, pretendi mostrar o choque que a morte de Coutinho provocara no Flamengo, no Vasco e no mundo, pois ele fora técnico da Seleção Brasileira. Pior: na véspera de sua morte, encontrei Cláudio Coutinho saindo da Fiorentina, no Leme (ele estava de férias na Arábia). Conversamos amistosamente (eu tinha viajado com ele à Europa e Ásia) e nos despedimos – para sempre, por sinal. Sua morte foi um choque. 

Mas minha real desavença com Evandro foi na época em que trabalhei na Tribuna da Imprensa e ele passou um telex dizendo que Hélio Fernandes não tinha ‘culhão’. Em minha coluna, ironizei Evandro, tão professoral no português, a ignorar que a palavra correta era colhão. Foi, certamente, a minha inclusão na lista negra do jornal de Roberto Marinho (1904-2003). 

Mas isso tem tempo, muito tempo, e ainda reconheço em Evandro a responsabilidade de transformar O Globo num jornal moderno, e não naquele que, certa vez, antes dele, colocou o seguinte título no Esporte: ‘Prepara-se o Peru para o Mundial Feminino’. 

Se lá estivesse, Evandro jogaria o redator pela janela. 
http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=4467</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, textos do excelente Roberto Porto que tem muita história prá contar:</p>
<p><i><b>&#8220;(&#8230;)<br />
Mas isso tem tempo, muito tempo, e ainda reconheço em Evandro a responsabilidade de transformar O Globo num jornal moderno, e não naquele que, certa vez, antes dele, colocou o seguinte título no Esporte: ‘Prepara-se o Peru para o Mundial Feminino’.<br />
(&#8230;)&#8221;</b></i></p>
<p>Publicada em:23/06/2007   </p>
<p> FALA, ROBERTÃO!</p>
<p>Estive com o doutor Roberto Marinho (1904-2003), de maneira acidental, uma única e escassa vez, na década de 70. Inteiramente fora de meu horário de trabalho na editoria de esportes, estive no Globo mais ou menos na hora do almoço. Não me recordo o que lá fui fazer. O fato é que quando ia saindo, no hall dos elevadores da redação, nos encontramos, sós, frente a frente. Cumprimentei-o educadamente e ele retribuiu. </p>
<p>Quando o elevador chegou – me lembro que o ascensorista usava luvas brancas – foi aquela troca de mesuras. Eu queria que ele tivesse a primazia de entrar primeiro mas ele não permitiu. E ordenou: ‘Os mais jovens, primeiro&#8230;’ No térreo, a mesma coisa. Ele me fez sair na frente. De repente, chegamos à escadaria do jornal, lado a lado, ele esperando um sinal de seu motorista, eu, de bobeira. </p>
<p>Foi quando apareceu o diagramador do esporte Ney Trancoso Meirelles, com seu espalhafato de sempre. E da entrada do Globo gritou para mim: ‘Fala, Robertão&#8230;’ </p>
<p>Fiquei tão envergonhado com aquela aparente confusão que não respondi e escapei a passos largos para a direita, a caminho do estacionamento. O doutor Roberto, que não sabia meu nome e igualmente não esperava aquela intimidade toda por parte de um simples funcionário, ficou sem alternativa. E, educado como sempre, fez um pequeno aceno com a mão direita para o diagramador. </p>
<p>Aliás, naquelas circunstâncias, o que mais ele poderia fazer? </p>
<p>Anos depois, quando o doutor Roberto morreu, O Globo colocou nas bancas, junto à edição normal do jornal, um caderno especial sobre a vida do homem que a partir do falecimento do pai, Irineu Marinho (1876-1925) transformou O Globo na potência que é hoje. E uma das manchetes do tal caderno especial, em seis colunas, dizia simplesmente o seguinte: ‘O dia em que o doutor Roberto virou Robertão’ </p>
<p>Fui obrigado a contar essa história dezenas de vezes. Uma delas para o filho do doutor Roberto, José Roberto (hoje diretor da Rádio Globo) em sua sala na Rede Globo de Televisão, no Jardim Botânico. José Roberto adorou. Quando deixei a sala de José Roberto, peguei o elevador e dei de cara nada menos do que com Xuxa Meneghel. Apenas nós dois, eu fingindo que não a reconhecera. Foi então que o maldito elevador enguiçou e Xuxa ficou nervosíssima, esmurrando as paredes, a porta, tocando o alarme e pedindo socorro aos berros.</p>
<p>Foi então que chegou a minha vez. </p>
<p>Sentei-me no chão, placidamente, e, diante do desespero dela, disse apenas o seguinte: </p>
<p>‘Olha, garota, fica fria que daqui a pouco eles nos tiram daqui&#8230;’</p>
<p>Um sujeito como eu que conviveu com Nascimento Brito (1922-2003), Adolpho Bloch (1908-1995), Nélson Rodrigues (1912-1980), Otto Lara Resende (1922-1998), Vinícius de Moraes (1913-1980), Alceu Amoroso Lima (1893-1983), Samuel Wainer (1912-1980) e João Saldanha (1917-1990), para citar apenas estas oito figuras, não poderia dar uma de tiete da chamada Rainha dos Baixinhos. Ou deveria? </p>
<p>Se saí do elevador intacto? Saí. Em plena forma física e técnica. </p>
<p><a href="http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3380" rel="nofollow">http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3380</a> </p>
<p>Publicada em:18/10/2007   </p>
<p> UM PEGA COM ROBERTO CARLOS</p>
<p>Os habituais leitores do Direto da Redação haverão de desconfiar que conto imaginárias histórias em minhas colunas. Mas elas são rigorosamente verdadeiras. Em quatro décadas de jornalismo conheci muita gente, como João Saldanha, Sandro Moreyra, Adalgisa Colombo (Marta Rocha, não), Mário Gonçalves Vianna, Chacrinha, Gilberto Braga, Carlos Vereza. Fúlvio Stefanini, Agnaldo Timóteo, Oswaldo Sargentelli, Roberto Marinho, Adolpho Bloch, Nascimento Brito, José Roberto Marinho e muitos e muitos outros. E topei acidentalmente com Xuxa e Luísa Brunet na Rede Globo de Televisão, como relatei em minha última coluna. Tudo verdade absoluta. </p>
<p>A história de hoje é outra, por mais curiosa que pareça. Comprei, a prestação, um Opala SS4, com dupla carburação, pneus largos e uma aceleração incrível. Certa madrugada, voltando de um programa na Zona Sul do Rio (eu morava em Laranjeiras), parei no sinal da Praia de Botafogo porque sou um motorista responsável, embora as ruas já estivessem desertas. Meu trajeto seria Rua Farani, corte na pedreira e, por fim, Rua Pinheiro Machado, fundos do estádio do Fluminense Football Club (assim mesmo em inglês) e o recesso sacrossanto do meu lar. Eis que de repente, a meu lado, também obedecendo o sinal vermelho, emparelha comigo um Dodge Dart (ou Charger, já não me recordo).</p>
<p>Ao volante estava nada mais nada menos do que o rei Roberto Carlos. Com o vidro aberto, como eu – o Rio era outro Rio naquela época – ele me cumprimentou, respondi e, com um gesto que logo compreendi, sugeriu um pega a partir da Farani e, suponho, em direção ao Túnel Santa Bárbara. Fiz um aceno de cabeça, topando a parada. Sabe lá o que seria apostar uma corrida com Roberto Carlos e depois contar para os amigos? </p>
<p>Quando o sinal ficou verde, partimos juntos, acelerando a mil. Percorremos a Farani lado a lado, passamos colados um ao outro pelo corte na pedreira, mas quando chegou à Rua Pinheiro Machado, desisti. Roberto Carlos disparou na minha frente – seu carro era bem mais potente – ele me fez um sinal com o braço pelo lado de fora, como vencedor, e foi em direção ao túnel. Só depois, em casa, percebi a idiotice que fizera só porque fora desafiado pelo rei. Perdi o pega e não me arrependo. Seguro morreu de velho.</p>
<p>Nunca mais vi Roberto Carlos pessoalmente. Só na telinha nos especiais de final de ano da Rede Globo de Televisão. Mas hoje, tenho a mais concreta e absoluta certeza de que o rei não desafia mais ninguém nas madrugadas cariocas. Mas sempre que ouço velhos CDs com a música ‘sabe quem chegou de repente, Roberto Carlos com seu novo carrão&#8230;’ sinto que fiz muito bem em bancar o Rubinho Barrichello para ele. Afinal de contas, perder um pega para Roberto Carlos não é nenhuma catástrofe. </p>
<p><a href="http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3565" rel="nofollow">http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=3565</a> </p>
<p>Publicada em:15/04/2009  </p>
<p> UMA RELAÇÃO COMPLICADA</p>
<p>Rio &#8211; Geralmente, os jornalistas que têm acesso ao Direto da Redação acham que, ao longo de minha carreira, cultivei uma espécie de ódio a Evandro Carlos de Andrade (1932-2001). A rigor, não é bem ódio, mas sim mágoa. Ele me demitiu da subeditoria de Esportes de O Globo em fins de 1981. Por quê? Porque na morte de Cláudio Coutinho (1939-1981), afogado nas Ilhas Cagarras enquanto fazia pesca submarina, eu cobria a folga do editor de Esportes, Cláudio Mello e Souza. Resolvi arriscar e dei três páginas sobre o trágico fato. Evandro achou um exagero e me mostrou o caminho da rua. </p>
<p>Mas Evandro, a rigor, me ensinou muita coisa e foi solidário comigo por pelo menos duas vezes. Na primeira, adiantando no meio do ano meu décimo-terceiro salário para que eu pudesse fazer frente à única batida de automóveis que provoquei sem querer. Na derrapagem à chegada das Laranjeiras, saindo do Túnel Santa Bárbara, atingi seriamente um táxi, pilotado por um modesto e honesto motorista. Com o décimo-terceiro, paguei o conserto do taxista, dei diariamente as diárias dele até o táxi ficar pronto e ainda arquei com a recuperação de meu Opala SS-4 e do táxi. Sem a benevolência de Evandro, não sei o que faria. </p>
<p>Na segunda vez, o editor de Esportes, meu amigo Celso Itiberê, estava na Europa cobrindo Fórmula-1, sua eterna paixão. E eu, por falta de sorte, contraí uma terrível faringite. Numa determinada noite, na redação, Evandro me viu todo suado – apesar do ar-condicionado de O Globo – e foi até mim. </p>
<p>- O que é que há com você, Roberto, com a camisa toda molhada? </p>
<p>Disse a ele que estava tomando remédios para baixar a febre, pois estava com pelo menos 39 graus. Daí o suor e dores terríveis no corpo. </p>
<p>Na mesma hora, Evandro me proibiu de seguir trabalhando. Colocou José Antônio Gerheim (editor de Esportes Amadores) em meu lugar e me remeteu, às custas de O Globo, para a Casa de Saúde Doutor Khós, na Rua Moncorvo Filho. Fiquei internado por um bom tempo, tomando Binotal na veia. Foi o que me livrou de uma endocardite, o mesmo mal que certa vez atacou meu grande amigo e companheiro desde o JB, Marcos de Castro. </p>
<p>Mas creio que Evandro era uma pessoa sujeita a chuvas e trovoadas. E assim, na véspera de um Flamengo x Vasco (o do ladrilheiro) me despediu. Na realidade, nas três páginas que editei, pretendi mostrar o choque que a morte de Coutinho provocara no Flamengo, no Vasco e no mundo, pois ele fora técnico da Seleção Brasileira. Pior: na véspera de sua morte, encontrei Cláudio Coutinho saindo da Fiorentina, no Leme (ele estava de férias na Arábia). Conversamos amistosamente (eu tinha viajado com ele à Europa e Ásia) e nos despedimos – para sempre, por sinal. Sua morte foi um choque. </p>
<p>Mas minha real desavença com Evandro foi na época em que trabalhei na Tribuna da Imprensa e ele passou um telex dizendo que Hélio Fernandes não tinha ‘culhão’. Em minha coluna, ironizei Evandro, tão professoral no português, a ignorar que a palavra correta era colhão. Foi, certamente, a minha inclusão na lista negra do jornal de Roberto Marinho (1904-2003). </p>
<p>Mas isso tem tempo, muito tempo, e ainda reconheço em Evandro a responsabilidade de transformar O Globo num jornal moderno, e não naquele que, certa vez, antes dele, colocou o seguinte título no Esporte: ‘Prepara-se o Peru para o Mundial Feminino’. </p>
<p>Se lá estivesse, Evandro jogaria o redator pela janela.<br />
<a href="http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=4467" rel="nofollow">http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=4467</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Silvana</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694480</link>
		<dc:creator>Silvana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:29:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31557#comment-694480</guid>
		<description>Para o trivial do Dia da Pizza: http://www.youtube.com/watch?v=HgBI_cKboUM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o trivial do Dia da Pizza: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HgBI_cKboUM" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=HgBI_cKboUM</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Fabian</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694476</link>
		<dc:creator>Alexandre Fabian</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:26:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31557#comment-694476</guid>
		<description>LN: nem tinha me tocado isto da capacidade do &#039;chaveirinho&#039;... na proxima mando com 2 GB..... rs.

Quanto a análise do programa de habitação, decidimos nao participar - avaliamos que não tem o nosso perfil... não temos &#039;estômago&#039; para lidar com o poder público... e nas três esferas ainda ! 
Tenho só algumas percepções que se vc se interessar posso tentar organizar, redigir e te enviar.

A revista Construção e Mercado, da Pini editora, ao meu ver, tem feito as melhores matérias a respeito do programa.

abs

Alexandre</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LN: nem tinha me tocado isto da capacidade do &#8216;chaveirinho&#8217;&#8230; na proxima mando com 2 GB&#8230;.. rs.</p>
<p>Quanto a análise do programa de habitação, decidimos nao participar &#8211; avaliamos que não tem o nosso perfil&#8230; não temos &#8216;estômago&#8217; para lidar com o poder público&#8230; e nas três esferas ainda !<br />
Tenho só algumas percepções que se vc se interessar posso tentar organizar, redigir e te enviar.</p>
<p>A revista Construção e Mercado, da Pini editora, ao meu ver, tem feito as melhores matérias a respeito do programa.</p>
<p>abs</p>
<p>Alexandre</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luiz c l botelho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694462</link>
		<dc:creator>luiz c l botelho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:13:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31557#comment-694462</guid>
		<description>Prezado Nassif
Tendo recentemente assistido um debate aberto de uma Comissâo do Senado Federal  sobre grupos terroristas no Brasil, notei que existe toda uma grande dificuldade em tipificar ações terroristas pelo aparato de segurança do Estado Brasileiro, especialmente em ações de antecipação (Prende-se um suposto &quot;terrorista&quot; por crimes &quot;conexos&quot;- por exemplo, o cara fez apologia a ações de invasão do  MST-por exemplo !).É claro que tal &quot;tipificação&quot; de atos terroristas -especialmente nas fases preliminares da &quot;Pesquisa&quot; -; tem um forte víes político e portanto tendo uma certa dinamicidade de interpetração (e sempre em acôrdo com os interesses do Estado Brasileiro!).É claro que ações típicas  do crime organizado (mesmo quando perpetrados por grupos que alegam víes político em suas ações, como as FARC) são claras em suas tipificações !, sem nenhuma dúvida.Acredito ser uma tragédia para o aparato de segurança do Estado Brasileiro esta &quot;clonação&quot; e tutelagem toda dos protocolos de aparatos de segurança dos EUA e Reino Unido ( Penso que  Um navio de guerra  eletronica altamente especializado em  &quot;jamming&quot; de lançamentos de mísseis e americano monitorando os lançamentos do VLS Brasileiro ao largo da costa da Base de Alcântara ,tempos atràs é um objetivo tão vàlido para ser investigado quanto a ações de  um tal de &quot;Senhor K&quot; ).O Estado Brasileiro deve construir os seus proprios protocolos em relação ao terrorismo global.A propósito, penso que a integração dos orgãos de inteligência do Estado Brasileiro ,uma tentativa de reviver o Monstro do antigo SNI e o seu gigantesco poder criminoso e desestabilizador de bastidores atravès da obtenção de informações ditas &quot;invasivas&quot;.Penso que jamais deve-se cofundir intensa cooperação com &quot;fusâo&quot;!. A separação administrativa clara e sem ambiguidades dos orgâos operacionais de informação e contra-informação em um Estado de Direito é  feita para unicamente  salvaguardar os Direitos Individuais dos investigados, quase sempre atingidos por interesses pessoais dos investigadores e muitas das vezes, mais criminosos do que as supostas  ações imputadas  aos investigados, como tão bem nos mostrou recentemente a operação &quot;Satiagraha&quot;.Esquece-se que muitos erros sem reparos e impunes são cometidos pelos investigadores que gozam até a prerrogativa de cometerem crimes ,quando &quot;infiltrados&quot;. Sabe-se muito bem que existe uma demoniaca regra entre agentes &quot;infiltrados&quot; no Tráfico Internacional e Morros Cariocas : &quot;Quem  que rouba Ladrâo tem cem anos de perdâo!&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Nassif<br />
Tendo recentemente assistido um debate aberto de uma Comissâo do Senado Federal  sobre grupos terroristas no Brasil, notei que existe toda uma grande dificuldade em tipificar ações terroristas pelo aparato de segurança do Estado Brasileiro, especialmente em ações de antecipação (Prende-se um suposto &#8220;terrorista&#8221; por crimes &#8220;conexos&#8221;- por exemplo, o cara fez apologia a ações de invasão do  MST-por exemplo !).É claro que tal &#8220;tipificação&#8221; de atos terroristas -especialmente nas fases preliminares da &#8220;Pesquisa&#8221; -; tem um forte víes político e portanto tendo uma certa dinamicidade de interpetração (e sempre em acôrdo com os interesses do Estado Brasileiro!).É claro que ações típicas  do crime organizado (mesmo quando perpetrados por grupos que alegam víes político em suas ações, como as FARC) são claras em suas tipificações !, sem nenhuma dúvida.Acredito ser uma tragédia para o aparato de segurança do Estado Brasileiro esta &#8220;clonação&#8221; e tutelagem toda dos protocolos de aparatos de segurança dos EUA e Reino Unido ( Penso que  Um navio de guerra  eletronica altamente especializado em  &#8220;jamming&#8221; de lançamentos de mísseis e americano monitorando os lançamentos do VLS Brasileiro ao largo da costa da Base de Alcântara ,tempos atràs é um objetivo tão vàlido para ser investigado quanto a ações de  um tal de &#8220;Senhor K&#8221; ).O Estado Brasileiro deve construir os seus proprios protocolos em relação ao terrorismo global.A propósito, penso que a integração dos orgãos de inteligência do Estado Brasileiro ,uma tentativa de reviver o Monstro do antigo SNI e o seu gigantesco poder criminoso e desestabilizador de bastidores atravès da obtenção de informações ditas &#8220;invasivas&#8221;.Penso que jamais deve-se cofundir intensa cooperação com &#8220;fusâo&#8221;!. A separação administrativa clara e sem ambiguidades dos orgâos operacionais de informação e contra-informação em um Estado de Direito é  feita para unicamente  salvaguardar os Direitos Individuais dos investigados, quase sempre atingidos por interesses pessoais dos investigadores e muitas das vezes, mais criminosos do que as supostas  ações imputadas  aos investigados, como tão bem nos mostrou recentemente a operação &#8220;Satiagraha&#8221;.Esquece-se que muitos erros sem reparos e impunes são cometidos pelos investigadores que gozam até a prerrogativa de cometerem crimes ,quando &#8220;infiltrados&#8221;. Sabe-se muito bem que existe uma demoniaca regra entre agentes &#8220;infiltrados&#8221; no Tráfico Internacional e Morros Cariocas : &#8220;Quem  que rouba Ladrâo tem cem anos de perdâo!&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anarquista Lúcida</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694456</link>
		<dc:creator>Anarquista Lúcida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 21:00:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31557#comment-694456</guid>
		<description>Gente, o Biscoito Fino está fazendo uma campanha de ajuda do l jornalista Lúcio Flávio Pinto, condenado de maneira aberrante a uma multa de 30.000 por fazer denúncias comprovadas contra oligarcas no Norte. 
Eis os dados da conta, para quem quiser colaborar: 

Os dados da conta são: 

Lúcio Flávio Pinto
UNIBANCO (banco 409)
Conta: 201.512-0
Agência: 0208
CPF: 610.646.618-15</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, o Biscoito Fino está fazendo uma campanha de ajuda do l jornalista Lúcio Flávio Pinto, condenado de maneira aberrante a uma multa de 30.000 por fazer denúncias comprovadas contra oligarcas no Norte.<br />
Eis os dados da conta, para quem quiser colaborar: </p>
<p>Os dados da conta são: </p>
<p>Lúcio Flávio Pinto<br />
UNIBANCO (banco 409)<br />
Conta: 201.512-0<br />
Agência: 0208<br />
CPF: 610.646.618-15</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Maurício Machado</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694423</link>
		<dc:creator>Paulo Maurício Machado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:25:37 +0000</pubDate>
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		<description>Só podia dar errado: o Printed Blog, o primeiro blog em edição impressa, acabou melancolicamente por falta de investidores. 

Enquanto a imprensa mundial questiona se o futuro ainda suporta o papel e vários veículos se mudam de mala e cuia para sites exclusivos na Internet, um blog invadiu a pista na contramão, achou que conseguiria viver para lá do monitor e quis ter uma edição impressa. O lema era: &quot;Tal como na Internet, só que inflamável&quot;. O fogo apagou esta semana, por absoluta falta de combustível financeiro.

“É com grande tristeza que tenho de anunciar que o Printed Blog deixou de ser publicado devido a falta de investimentos”, disse Joshua Karp, o autor, num post publicado na quarta-feira, em que reconhece que quando apresentou a ideia todos o tacharam de louco. Parece que tinham razão.

De distribuição gratuita, o Printed Blog vivia das contribuições dos internautas e era distribuído nas estações de metrô e trens de grandes cidades como Nova York e Los Angeles. Ele sucumbe 16 edições desde a fundação, em janeiro, com apenas 80 mil exemplares distribuídos.

http://www.theprintedblog.com/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só podia dar errado: o Printed Blog, o primeiro blog em edição impressa, acabou melancolicamente por falta de investidores. </p>
<p>Enquanto a imprensa mundial questiona se o futuro ainda suporta o papel e vários veículos se mudam de mala e cuia para sites exclusivos na Internet, um blog invadiu a pista na contramão, achou que conseguiria viver para lá do monitor e quis ter uma edição impressa. O lema era: &#8220;Tal como na Internet, só que inflamável&#8221;. O fogo apagou esta semana, por absoluta falta de combustível financeiro.</p>
<p>“É com grande tristeza que tenho de anunciar que o Printed Blog deixou de ser publicado devido a falta de investimentos”, disse Joshua Karp, o autor, num post publicado na quarta-feira, em que reconhece que quando apresentou a ideia todos o tacharam de louco. Parece que tinham razão.</p>
<p>De distribuição gratuita, o Printed Blog vivia das contribuições dos internautas e era distribuído nas estações de metrô e trens de grandes cidades como Nova York e Los Angeles. Ele sucumbe 16 edições desde a fundação, em janeiro, com apenas 80 mil exemplares distribuídos.</p>
<p><a href="http://www.theprintedblog.com/" rel="nofollow">http://www.theprintedblog.com/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sanzio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694419</link>
		<dc:creator>Sanzio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:22:00 +0000</pubDate>
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		<description>Esta é a Polícia do PSDB. Não fosse a PF estariam extorquindo o Abadia até hoje. Como continuam a fazer com outros mega bandidos.

10/07/2009 - 07h31
Corregedoria indicia 14 policiais por achaques a Abadía

Em São PauloA Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo indiciou 14 policiais em quatro inquéritos diferentes sob a acusação de terem extorquido pelo menos R$ 2,7 milhões dos traficantes colombianos Juan Carlos Ramirez Abadía e Ramón Manoel Yepes Penagos, conhecido como El Negro. Outros três policiais são suspeitos, um dos quais obteve no Tribunal de Justiça uma liminar para que não fosse indiciado no inquérito.

Ao todo são investigadas cinco extorsões praticadas por policiais contra os colombianos e integrantes de suas quadrilhas. Abadía, que foi extraditado em 2008 para os Estados Unidos, era o chefão do cartel do Norte do Vale quando foi preso em 2007 pela Polícia Federal em São Paulo. Logo depois, descobriu-se que ele pagou resgate de três de seus subordinados e da mulher de um deles, sequestrados e achacados por policiais de Diadema, do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), todos da polícia de São Paulo.

El Negro é o traficante que teria convencido policiais do Denarc de que era mineiro de Borda da Mata, dizendo chamar-se Manoel de Oliveira Ortiz. O bandido, procurado pela Interpol por mandar toneladas de cocaína à Europa, disse que custou 400 mil para que os policiais o mandassem para a cadeia com a identidade falsa. Lá ficou incógnito até ser descoberto este ano por policiais do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic).

No caso de Abadía, os inquéritos sobre os achaques permaneceram nas gavetas da corregedoria por dois anos. Apesar de reconhecimentos das vítimas, da apreensão de carro dado para pagar suposta propina e das provas da PF, nenhum policial civil era indiciado.

O imobilismo durou até abril, quando a nova diretora da corregedoria, delegada Maria Inês Trefiglio Valente, pediu cópia ao Ministério Público Estadual da fita de vídeo em que Abadía fazia as revelações. &quot;Para acabar com o tráfico de drogas em São Paulo, basta fechar o Denarc&quot;, disse o colombiano aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

Em junho, o secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, decidiu pedir cópias das investigações e constatou que havia indícios suficientes de autoria. Ferreira lamentou a demora das investigações, o que teria prejudicado o trabalho de obtenção de provas. Em menos de 20 dias, o delegado Caetano de Paulo Neto, presidente dos inquéritos, indiciou a primeira leva de policiais suspeitos. As informações são do jornal &quot;O Estado de S. Paulo&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a Polícia do PSDB. Não fosse a PF estariam extorquindo o Abadia até hoje. Como continuam a fazer com outros mega bandidos.</p>
<p>10/07/2009 &#8211; 07h31<br />
Corregedoria indicia 14 policiais por achaques a Abadía</p>
<p>Em São PauloA Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo indiciou 14 policiais em quatro inquéritos diferentes sob a acusação de terem extorquido pelo menos R$ 2,7 milhões dos traficantes colombianos Juan Carlos Ramirez Abadía e Ramón Manoel Yepes Penagos, conhecido como El Negro. Outros três policiais são suspeitos, um dos quais obteve no Tribunal de Justiça uma liminar para que não fosse indiciado no inquérito.</p>
<p>Ao todo são investigadas cinco extorsões praticadas por policiais contra os colombianos e integrantes de suas quadrilhas. Abadía, que foi extraditado em 2008 para os Estados Unidos, era o chefão do cartel do Norte do Vale quando foi preso em 2007 pela Polícia Federal em São Paulo. Logo depois, descobriu-se que ele pagou resgate de três de seus subordinados e da mulher de um deles, sequestrados e achacados por policiais de Diadema, do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), todos da polícia de São Paulo.</p>
<p>El Negro é o traficante que teria convencido policiais do Denarc de que era mineiro de Borda da Mata, dizendo chamar-se Manoel de Oliveira Ortiz. O bandido, procurado pela Interpol por mandar toneladas de cocaína à Europa, disse que custou 400 mil para que os policiais o mandassem para a cadeia com a identidade falsa. Lá ficou incógnito até ser descoberto este ano por policiais do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic).</p>
<p>No caso de Abadía, os inquéritos sobre os achaques permaneceram nas gavetas da corregedoria por dois anos. Apesar de reconhecimentos das vítimas, da apreensão de carro dado para pagar suposta propina e das provas da PF, nenhum policial civil era indiciado.</p>
<p>O imobilismo durou até abril, quando a nova diretora da corregedoria, delegada Maria Inês Trefiglio Valente, pediu cópia ao Ministério Público Estadual da fita de vídeo em que Abadía fazia as revelações. &#8220;Para acabar com o tráfico de drogas em São Paulo, basta fechar o Denarc&#8221;, disse o colombiano aos promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).</p>
<p>Em junho, o secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, decidiu pedir cópias das investigações e constatou que havia indícios suficientes de autoria. Ferreira lamentou a demora das investigações, o que teria prejudicado o trabalho de obtenção de provas. Em menos de 20 dias, o delegado Caetano de Paulo Neto, presidente dos inquéritos, indiciou a primeira leva de policiais suspeitos. As informações são do jornal &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Mary A.S.</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694414</link>
		<dc:creator>Mary A.S.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:17:26 +0000</pubDate>
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		<description>Eis que vem aí a CPI da Petrobras.

Tomara que investiguem também o período de fhc e que a base do governo tenha mais habilidade dessa vez para conduzir um processo digno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eis que vem aí a CPI da Petrobras.</p>
<p>Tomara que investiguem também o período de fhc e que a base do governo tenha mais habilidade dessa vez para conduzir um processo digno.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694391</link>
		<dc:creator>Marcia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:47:15 +0000</pubDate>
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		<description>LN.


Aqui uma música que é a cara do Brasil:  eu, tu, eles


http://www.youtube.com/watch?v=5S-ZrxBkqKU
Gilberto Gil - Esperando na Janela</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LN.</p>
<p>Aqui uma música que é a cara do Brasil:  eu, tu, eles</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5S-ZrxBkqKU" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=5S-ZrxBkqKU</a><br />
Gilberto Gil &#8211; Esperando na Janela</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Eduardo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/10/fora-de-pauta-200/comment-page-4/#comment-694381</link>
		<dc:creator>Carlos Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 19:27:51 +0000</pubDate>
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		<description>Abaixo reproduzo decisão da relatora Ministra Laurita Vaz que me fez cantarolar...
”se todos fossem igual a você, que maravilha viver..”
_________________________________________________
STJ - O Tribunal da Cidadania
Garantia da ordem econômica serve de fundamentação para prisão cautelar
10/07/2009
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de habeas-corpus dirigido contra determinação de prisão de acusados de crimes fiscais envolvendo comércio irregular de combustíveis em Ponta Grossa (PR) e Marau (RS). Para a ministra Laurita Vaz, a ordem do juiz está devidamente fundamentada na garantia da ordem econômica e pública.

O decreto de prisão do juiz ao receber a denúncia afirmou que a suposta prática dos acusados causaria danos relevantes ao erário e prejuízos inestimáveis à sociedade. Para o juiz, “não é possível permitir a liberdade de quem retirou e desviou enorme quantia dos cofres públicos, para a satisfação de suas necessidades pessoais, em detrimento de muitos, pois o abalo à credibilidade da Justiça é evidente. Se a sociedade teme o assaltante ou o estuprador, igualmente tem apresentado temor em relação ao criminoso do colarinho branco”.

“Desta forma”, anota a ordem de prisão, “não se pode fechar os olhos à prática reiterada de crimes contra a ordem tributária, em tentativa permanente de burlar a lei, utilizando-se dos mais diversos artifícios e práticas espúrias a fim de auferir lucro fácil as custas da coletividade, e, ainda, desenvolvendo modus operandi complexo, criando toda uma sistemática delituosa buscando impedir o reconhecimento da responsabilidade dos agentes ativos de tais delitos.”

Segundo o juiz, “os acusados praticaram delitos de três espécies: fiscais, falsidade ideológica e quadrilha, tudo a evidenciar a periculosidade dos denunciados, mormente pelo até aqui já exposto, considerando a gravidade dos delitos, em especial pelo modus operandi e a lesão causada aos cofres públicos”.

“A reiterada prática criminosa dos denunciados atenta contra toda a coletividade, pois causa grave dano ao bem comum e, mormente, contra todos os cidadãos que pagam seus impostos e cumprem todas as suas obrigações regulamente, não podendo a Justiça restar inerte frente a isto”, completou.

Segue a decisão atacada no pedido da defesa: “A sociedade, na verdade, cobra e clama que se atue com igualdade na aplicação da lei, também a denunciados como o dos autos, cuja condição social e financeira é bem maior à da maioria infinita dos demais que respondem a processo crime. Deve haver uma resposta do Poder Judiciário, esperada pela coletividade”.

“Por isso, a garantia da ordem econômica impõe a segregação cautelar dos membros que &#039;arquitetaram’ o esquema delineado alhures, na ocasião da demonstração da presença de indícios de autoria. Por serem os principais articuladores do esquema, a segregação é imperiosa como forma de desestruturar a ação criminosa, buscando pôr fim à perpetração dos atos ilícitos.”

Para a ministra Laurita Vaz, a ordem de prisão faz menção expressa às situações demonstradas nos autos e está plenamente motivada na garantia da ordem pública e da ordem econômica, em razão da suposta reiteração dos agentes na prática criminosa. Segundo a relatora, ao contrário do sustentado pela defesa, a argumentação do juiz não é abstrata nem desvinculada dos elementos do processo, já que demonstra os pressupostos e motivos autorizadores da prisão cautelar, conforme o artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP) e com a devida indicação dos fatos concretos justificadores de sua imposição, nos termos do art. 93, inciso IX, da Constituição Federal (CF/88).
Processos: HC 130046

Fonte: http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=92820#</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo reproduzo decisão da relatora Ministra Laurita Vaz que me fez cantarolar&#8230;<br />
”se todos fossem igual a você, que maravilha viver..”<br />
_________________________________________________<br />
STJ &#8211; O Tribunal da Cidadania<br />
Garantia da ordem econômica serve de fundamentação para prisão cautelar<br />
10/07/2009<br />
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de habeas-corpus dirigido contra determinação de prisão de acusados de crimes fiscais envolvendo comércio irregular de combustíveis em Ponta Grossa (PR) e Marau (RS). Para a ministra Laurita Vaz, a ordem do juiz está devidamente fundamentada na garantia da ordem econômica e pública.</p>
<p>O decreto de prisão do juiz ao receber a denúncia afirmou que a suposta prática dos acusados causaria danos relevantes ao erário e prejuízos inestimáveis à sociedade. Para o juiz, “não é possível permitir a liberdade de quem retirou e desviou enorme quantia dos cofres públicos, para a satisfação de suas necessidades pessoais, em detrimento de muitos, pois o abalo à credibilidade da Justiça é evidente. Se a sociedade teme o assaltante ou o estuprador, igualmente tem apresentado temor em relação ao criminoso do colarinho branco”.</p>
<p>“Desta forma”, anota a ordem de prisão, “não se pode fechar os olhos à prática reiterada de crimes contra a ordem tributária, em tentativa permanente de burlar a lei, utilizando-se dos mais diversos artifícios e práticas espúrias a fim de auferir lucro fácil as custas da coletividade, e, ainda, desenvolvendo modus operandi complexo, criando toda uma sistemática delituosa buscando impedir o reconhecimento da responsabilidade dos agentes ativos de tais delitos.”</p>
<p>Segundo o juiz, “os acusados praticaram delitos de três espécies: fiscais, falsidade ideológica e quadrilha, tudo a evidenciar a periculosidade dos denunciados, mormente pelo até aqui já exposto, considerando a gravidade dos delitos, em especial pelo modus operandi e a lesão causada aos cofres públicos”.</p>
<p>“A reiterada prática criminosa dos denunciados atenta contra toda a coletividade, pois causa grave dano ao bem comum e, mormente, contra todos os cidadãos que pagam seus impostos e cumprem todas as suas obrigações regulamente, não podendo a Justiça restar inerte frente a isto”, completou.</p>
<p>Segue a decisão atacada no pedido da defesa: “A sociedade, na verdade, cobra e clama que se atue com igualdade na aplicação da lei, também a denunciados como o dos autos, cuja condição social e financeira é bem maior à da maioria infinita dos demais que respondem a processo crime. Deve haver uma resposta do Poder Judiciário, esperada pela coletividade”.</p>
<p>“Por isso, a garantia da ordem econômica impõe a segregação cautelar dos membros que &#8216;arquitetaram’ o esquema delineado alhures, na ocasião da demonstração da presença de indícios de autoria. Por serem os principais articuladores do esquema, a segregação é imperiosa como forma de desestruturar a ação criminosa, buscando pôr fim à perpetração dos atos ilícitos.”</p>
<p>Para a ministra Laurita Vaz, a ordem de prisão faz menção expressa às situações demonstradas nos autos e está plenamente motivada na garantia da ordem pública e da ordem econômica, em razão da suposta reiteração dos agentes na prática criminosa. Segundo a relatora, ao contrário do sustentado pela defesa, a argumentação do juiz não é abstrata nem desvinculada dos elementos do processo, já que demonstra os pressupostos e motivos autorizadores da prisão cautelar, conforme o artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP) e com a devida indicação dos fatos concretos justificadores de sua imposição, nos termos do art. 93, inciso IX, da Constituição Federal (CF/88).<br />
Processos: HC 130046</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=92820#" rel="nofollow">http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;tmp.texto=92820#</a></p>
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