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06/07/2009 - 09:57

Seminário de Saúde Projeto Brasil – IG

AO VIVO: Chat do Seminário está no endereço Portal Luís Nassif.
Clique aqui para assistir no iG

*Caso não esteja visualizando o vídeo clique aqui para abrir em nova janela.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , ,

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11 comentários para “Seminário de Saúde Projeto Brasil – IG”

  1. mauricio himelfarb disse:

    no meu blog,comentando a declaração do Sr Presidnte sobre a Gripe,deixei claro que a declaração era mais uma das muitas equivocadas
    com o problema.
    è so ver o aumento nesses ultimos dias dos casos suspeitos
    a pergunta q faço ao Sr Ministro
    Qual a razao de so realizar exames nos casos graves?
    grato

    nao é repeteco de menssagem

  2. Carlos Alberto disse:

    Não entendi. Acompanhei parte da boa entrevista do inteligente ministro, mas pensei que ele responderia a perguntas. A entrevista terminou britanicamnete às 11h, sem perguntas.

  3. Cesar T disse:

    Nassif

    Tenho uma pergunta, não sei se é pertinente ao Min.Temparão ou aos debatedores:
    Sou assalariado com carteira assinada e
    pago um plano privado, não tem como abater esse valor ou me desvincular do plano público(SUS)?

  4. Flávio Henrique Ribeiro disse:

    A exigência de retenção de receitas para a venda de antibióticos vai impactar em muito o S.U.S.. Esta é uma medida que foi tomada sem pensar nas suas conseqüências. Não existem médicos em número suficiente para atender a demanda por consultas médicas vai existir por causa desta norma.

  5. Pode não ser hoje, nem amanhã, mas vai chegar o dia onde vamos ter de por o dedo na ferida.

    “No one can or should ignore this book. It’s an eloquent, well-documented
    damning appraisal of the historical marriage between medicine and capitalism and its impact on shaping the kind of health care system we have today.”
    — Washington Post Book World

    “One need not agree with the thesis, although there is much logic to it. The case is well-researched and presented in an interesting manner. This book should appeal to a wide medical audience and others concerned with the evolution of
    change in the health-care sector.” —New England Journal of Medicine
    “The last ten years have seen increasing emphasis on the analysis of the American health care system in terms of the struggle between entrepreneurial privatepractice forces and forces making for increased bureaucratization . . . Relying heavily on the papers of executives of the Rockefeller and other philanthropies,
    [Brown] focuses on the efforts of physicians and corporate interests to
    promote scientific medicine and modern medical education in the late 19th and early 20th centuries. . . . An important book.” —Choice
    “The events surrounding the development of scientific medicine and medical education in the period just before and after the Flexner report of 1910 have certainly been studied and overstudied by medical historians. It is to the inestimable credit of Brown that he is able to cover much of the same territory and yet reinterpret it in a totally original manner. … He has set the terms forfuture scholarship for years to come.”—Bulletin of the History of Medicine

    “A fine piece of work … an important addition to a growing literature which
    questions the orthodox and established explanations of medicine and medical professionalism.”— F/>7c^«/^ Navarro, M.D., The Johns Hopkins University

    “An outstanding contribution to the literature on the political economy of
    health care . . . integrating material from a variety of disciplines—economics, sociology, political science, epidemiology, history, and social policy . . . sets a standard for progressive writers on health care.” —John McKinlay, Boston University

    “Brown has written the definitive work on the development of
    the modern, scientific, technological paradigm of American
    medicine. … It is crucial that this book be read by consumers of
    health care.” —Antioch Review

    http://www.4shared.com/file/115984804/cc6f8395/1834_Brown_-_Rockefeller_Medicine_Men.html

  6. josé adailton disse:

    Acreditamos que este Seminário apresentará alternativas de administração eficiente do SUS buscando amenizar o grave problema de saúde pública do Brasil. O caso do médico que escreveu no braço da mulher grávida é só um pequeno exemplo que, mesmo assim, teve o fim trágico de mais uma morte.

  7. Legal disse:

    Retencao de receita pra antibioticos e demais produtos tarjados e uma coisa CERTISSIMA. Um medicamento por receita. Parabens ao congresso pela iniciativa.

    Cesar T, vc pode abater os gastos com seu plano de saude no IR. Nao abate tudo, mas ja ajuda um pouquinho. Nao tente se informar na receita que e meio impossivel. Procure o forum da sua cidade ou um escritorio de contabilidade de sua confianca.

    Nao deixe de pegar a sua parte.

  8. Arimatéia disse:

    Temporão afirmou que o ministério tem 10 mil medicamentos prontos para os casos da doença e começará a transformar a matéria-prima em mais medicamentos. O país tem estocadas matéria-prima para produzir 9 milhões de medicamentos.

    “Vamos montar um cronograma. O que chamo atenção é que o medicamento estocado, o prazo de validade vai até 2014 e quando o transformo em cápsula o prazo cai para 2012. Então tenho de ter cuidado na hora de produzir para que eu não corra o risco de ter medicamento estocado que não vou usar. Temos medicamentos suficientes e necessários”, disse o ministro. O medicamento para o tratamento da gripe suína é o Tamiflu.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u591360.shtml

    No fim de semana, a OMS revelou que distribuiu 2,4 milhões de doses de Tamiflu a 72 países. Os números são considerados insignificantes. Só os EUA têm estoque de 50 milhões de doses, contra 33 milhões na França e 9 milhões no Brasil. COM AFP

    5/5/2009

    http://www.temasdemedicina.com.br/default.asp?Pag=6&Destino=NoticiasTemplate&CodigoNoticiaPortal=351&Noticia=Sa%C3%BAde%20pede%20mais%20R$%20141%20milh%C3%B5es%20para%20preven%C3%A7%C3%A3o%20da%20gripe%20no%20Brasil

    População na França: 65 milhões
    População no Brasil: 200 milhões.

    Preciso desenhar?

  9. JA disse:

    Senhores Cesar T e Legal

    (06/07/2009 – 11:31 Enviado por: Cesar T
    e
    06/07/2009 – 16:30 Enviado por: Legal)

    De acordo com o Regulamento do Imposto de Renda de Pessoa Física para 2009 (nos anos anteriores também)

    “Podem ser deduzidos os seguintes pagamentos relativos a tratamento próprio, dos dependentes e dos alimentandos indicados na declaração, quando realizadas, neste último caso, pelo alimentante em decorrência de decisão judicial, acordo homologado judicialmente ou escritura pública:

    b) a empresas domiciliadas no Brasil, destinados à cobertura de despesas com hospitalização, cuidados médicos e dentários, e a entidades que assegurem direito de atendimento ou ressarcimento destas despesas;” (isto é Planos de Saúde Privados)

    Fontes: RIR 2009 Secretaria da Receita Federal do Brasil e Programa Gerador de Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda de Pessoa Física – IRPF 2009

    Se o senhor, Cesar T, não se beneficiou desta dedução nesses anos (2009 até 2005) pode fazer declarações retificadoras e pleitear o devido ressarcimento.

  10. Aldo Cardoso disse:

    Nassif,

    Parabéns pelo painel.
    O desempenho dos três convidados foi excelente, porém daria a nota máxima ao Secretário de Saúde de Minas Gerais.
    Desde o início que não consigo abrir esse vídeo do Min Temporão, cuja participação não cheguei a ver por ter chegado atrasado

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