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	<title>Comentários sobre: A substituição tributária em São Paulo</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-692096</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 13:51:59 +0000</pubDate>
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		<description>A verdade sobre a medonha sonegação e exportação de empregos por meio do regimes especiais de ICMS que servem de alavanca a importação de produtos acabados em diversos estados da federação continua sem resposta (os beneficiários das compras junto aos &quot;atacadistas&quot; de SC e ES gostariam de varrer a verdade para baixo do tapete).

São Paulo apenas reagiu a essa vergonha de usar dinheiro do contribuinte brasileira para financiar a produção no exterior, não há justificativa para tal situação.

O que os beneficiários em São Paulo estão a lamentar é que ao menos uma parte do estavam sonegando pelos esquemas de sonegação criados por outros Estados agora está sendo recolhido sem chance de escape.
São Paulo está correto, não há justifica legal ou moral para permitir que esquemas com aqueles tocados pelo governo do ES e de SC continuem a destruir a indústria paulista e a arrecadação do Estado.

Como já explicado na msg acima, quando se usa os serviços das &quot;tradings&quot; ou &quot;atacadistas&quot; vinculados aos vergonhosos regimes especiais de ICMS, como aquele que existe no ES, as alíquotas reais de ICMS e IPI tendem a zero (obviamente, é um esquemaço onde os estados responsáveis fecham os olhos ou afastam as suas fiscalizações).

Não há justificativa para cobrar ICMS e IPI do fabricante brasileiro e deixar que distribuam produtos importados prontos no páis pagamento uma fração mínima do que pagam os  produtos brasileiros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade sobre a medonha sonegação e exportação de empregos por meio do regimes especiais de ICMS que servem de alavanca a importação de produtos acabados em diversos estados da federação continua sem resposta (os beneficiários das compras junto aos &#8220;atacadistas&#8221; de SC e ES gostariam de varrer a verdade para baixo do tapete).</p>
<p>São Paulo apenas reagiu a essa vergonha de usar dinheiro do contribuinte brasileira para financiar a produção no exterior, não há justificativa para tal situação.</p>
<p>O que os beneficiários em São Paulo estão a lamentar é que ao menos uma parte do estavam sonegando pelos esquemas de sonegação criados por outros Estados agora está sendo recolhido sem chance de escape.<br />
São Paulo está correto, não há justifica legal ou moral para permitir que esquemas com aqueles tocados pelo governo do ES e de SC continuem a destruir a indústria paulista e a arrecadação do Estado.</p>
<p>Como já explicado na msg acima, quando se usa os serviços das &#8220;tradings&#8221; ou &#8220;atacadistas&#8221; vinculados aos vergonhosos regimes especiais de ICMS, como aquele que existe no ES, as alíquotas reais de ICMS e IPI tendem a zero (obviamente, é um esquemaço onde os estados responsáveis fecham os olhos ou afastam as suas fiscalizações).</p>
<p>Não há justificativa para cobrar ICMS e IPI do fabricante brasileiro e deixar que distribuam produtos importados prontos no páis pagamento uma fração mínima do que pagam os  produtos brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Weber- Santos/S.P.</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691715</link>
		<dc:creator>Alexandre Weber- Santos/S.P.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 21:42:33 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns reparos na hermenêutica e na técnica legislativa sobre a criação e lançamento de impostos.

 Fiscal escreveu =&gt; &quot;Se uma empresa sonega ou não o imposto, ao povão não faz a menor diferença, pois ele pagou o imposto quando comprou.&quot;

Errado, o povão é quem sempre sofre com a sanha arrecadadora, pois é o bolso dele que é tungado.

No mais, seqüestrar e esterelizar numerário em uma economia depressiva, me parece o derradeiro tiro contra a própria administração, pois com a escassez de dinheiro e crédito a produção vai a colapso aceleradamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns reparos na hermenêutica e na técnica legislativa sobre a criação e lançamento de impostos.</p>
<p> Fiscal escreveu =&gt; &#8220;Se uma empresa sonega ou não o imposto, ao povão não faz a menor diferença, pois ele pagou o imposto quando comprou.&#8221;</p>
<p>Errado, o povão é quem sempre sofre com a sanha arrecadadora, pois é o bolso dele que é tungado.</p>
<p>No mais, seqüestrar e esterelizar numerário em uma economia depressiva, me parece o derradeiro tiro contra a própria administração, pois com a escassez de dinheiro e crédito a produção vai a colapso aceleradamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Delcides</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691658</link>
		<dc:creator>Delcides</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:45:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Sr. Fiscal,

          Parece que não fui eu que não li a notícia da Folha ( http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u570656.shtml)

          Reproduzo alguns trechos interessantes:

&quot;Se os fiscais da Fazenda paulista estivessem nas estradas que ligam São Paulo a outros Estados, essa situação não estaria ocorrendo, pois os lojistas daqui teriam de recolher a diferença das alíquotas mais a substituição tributária, o que equalizaria a carga fiscal dessa operação interestadual com a que está submetido o fornecedor paulista. Sou defensor da substituição tributária, desde que haja fiscalização&quot;, diz Sandoval de Araujo, presidente da Adasp (Associação de Distribuidores e Atacadistas de Produtos Industrializados do Estado de São Paulo). 

-

Consultores tributários ouvidos pela Folha dizem que há uma contradição na lógica do modelo paulista de substituição tributária. É que o regime foi adotado para evitar a sonegação e a fiscalização no varejo, que é pulverizado. Só que, se o lojista passa a comprar produtos em outros Estados com sistema de substituição tributária, é ele que tem de recolher a diferença de imposto. 
--

Sem mais, subscrevo-me cordialmente, recomendando mais cuidado na próxima visita ao oftalmologista.   
;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Sr. Fiscal,</p>
<p>          Parece que não fui eu que não li a notícia da Folha ( <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u570656.shtml)" rel="nofollow">http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u570656.shtml)</a></p>
<p>          Reproduzo alguns trechos interessantes:</p>
<p>&#8220;Se os fiscais da Fazenda paulista estivessem nas estradas que ligam São Paulo a outros Estados, essa situação não estaria ocorrendo, pois os lojistas daqui teriam de recolher a diferença das alíquotas mais a substituição tributária, o que equalizaria a carga fiscal dessa operação interestadual com a que está submetido o fornecedor paulista. Sou defensor da substituição tributária, desde que haja fiscalização&#8221;, diz Sandoval de Araujo, presidente da Adasp (Associação de Distribuidores e Atacadistas de Produtos Industrializados do Estado de São Paulo). </p>
<p>-</p>
<p>Consultores tributários ouvidos pela Folha dizem que há uma contradição na lógica do modelo paulista de substituição tributária. É que o regime foi adotado para evitar a sonegação e a fiscalização no varejo, que é pulverizado. Só que, se o lojista passa a comprar produtos em outros Estados com sistema de substituição tributária, é ele que tem de recolher a diferença de imposto.<br />
&#8211;</p>
<p>Sem mais, subscrevo-me cordialmente, recomendando mais cuidado na próxima visita ao oftalmologista.<br />
 <img src='http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fiscal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691501</link>
		<dc:creator>Fiscal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 14:32:26 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo Sr. Delcides.

O senhor não leu a notícia da Folha.

Para a sua informação, o comerciante que comprou de um atacadista de Sta Catarina, este vai pagar o ICMS de Santa Catarina, com todos os descontos, prazos e incentivos de Santa Catarina.

São Paulo só cobrará a diferença entre a alíquota de ICMS de Sta Catarina e a cobrada em São Paulo.

Isso não é apenas feito em São Paulo, mas TODOS os Estados assim o fazem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Sr. Delcides.</p>
<p>O senhor não leu a notícia da Folha.</p>
<p>Para a sua informação, o comerciante que comprou de um atacadista de Sta Catarina, este vai pagar o ICMS de Santa Catarina, com todos os descontos, prazos e incentivos de Santa Catarina.</p>
<p>São Paulo só cobrará a diferença entre a alíquota de ICMS de Sta Catarina e a cobrada em São Paulo.</p>
<p>Isso não é apenas feito em São Paulo, mas TODOS os Estados assim o fazem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luiz Gonçalves</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691434</link>
		<dc:creator>Luiz Gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 12:24:56 +0000</pubDate>
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		<description>Além de tudo que foi discutido até aqui, existe também, um &quot;buraco&quot; na  Substituição Tributária (3º parágrafo do art. 13º, se não estou enganado), onde as construtoras, ao comprar diretamente de qualquer Indústria, dentro do Estado de São Paulo, que a ISENTA de pagar o imposto. Isso mesmo!!! Portanto, as construtoras tem um &quot;diferencial&quot; sobre os demais: não pagam imposto!
Os comerciantes de material de construção, agradeçem, falidos e quebrados!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Além de tudo que foi discutido até aqui, existe também, um &#8220;buraco&#8221; na  Substituição Tributária (3º parágrafo do art. 13º, se não estou enganado), onde as construtoras, ao comprar diretamente de qualquer Indústria, dentro do Estado de São Paulo, que a ISENTA de pagar o imposto. Isso mesmo!!! Portanto, as construtoras tem um &#8220;diferencial&#8221; sobre os demais: não pagam imposto!<br />
Os comerciantes de material de construção, agradeçem, falidos e quebrados!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tristão</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691372</link>
		<dc:creator>Tristão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 03:09:01 +0000</pubDate>
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		<description>Falar em aumento de arrecadção de 3 milhões é suspeitíssimo, pois pode significar apenas uma arrecadação de ICMS de produtos que estavam ou ficarão estocados.

Creio que a rais deste problema não esta no carácter dos governantes, mas sim na podre estrutura política nacional. A característica mais triste desta podridão é a hereditariedade. Não julgo a competência do secretáriado atual, mas a maioria está lá por parentesco (como este tal de Ricardo) ou apadrinhamento.
Enquanto cargo técnico agir de modo político, como gratidão à indicação,  só trocaremos as moscas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar em aumento de arrecadção de 3 milhões é suspeitíssimo, pois pode significar apenas uma arrecadação de ICMS de produtos que estavam ou ficarão estocados.</p>
<p>Creio que a rais deste problema não esta no carácter dos governantes, mas sim na podre estrutura política nacional. A característica mais triste desta podridão é a hereditariedade. Não julgo a competência do secretáriado atual, mas a maioria está lá por parentesco (como este tal de Ricardo) ou apadrinhamento.<br />
Enquanto cargo técnico agir de modo político, como gratidão à indicação,  só trocaremos as moscas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Medeiros</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691370</link>
		<dc:creator>Cláudio Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 03:03:50 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando, dada a cara de sonso que vi na fotografia lá em cima, acho melhor &quot;desenhar&quot; para ele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando, dada a cara de sonso que vi na fotografia lá em cima, acho melhor &#8220;desenhar&#8221; para ele.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Delcides</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691361</link>
		<dc:creator>Delcides</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 02:34:54 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Fiscal,
     Uma empresa paulista que compre de um atacadista catarinense produto sujeito à substituição tributário *está obrigada a recolher o imposto por conta própria*. Se esta traz, por exemplo, uma carga de geladeiras produzida em SC &quot;mais barata&quot;, porque o estado não tem acordo de ST com São Paulo, passa a ser responsável pelo recolhimento do imposto devido a partir do momento em que a carga adentra a fronteira do estado. Carga desacompanhada da comprovação do recolhimento regular está sujeita a multa e apreensão.
      Este, aliás, é o motivo do post: quem compra nestas condições *não* tem os 90 dias para recolher - e é justamente essa a intenção da SEFAZ paulista ( vide meu outro comentário): &quot;incentivar&quot; que as empresas paulistas comprem dentro do estado ou de estados com os quais SP tem acordo de substituição tributária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Fiscal,<br />
     Uma empresa paulista que compre de um atacadista catarinense produto sujeito à substituição tributário *está obrigada a recolher o imposto por conta própria*. Se esta traz, por exemplo, uma carga de geladeiras produzida em SC &#8220;mais barata&#8221;, porque o estado não tem acordo de ST com São Paulo, passa a ser responsável pelo recolhimento do imposto devido a partir do momento em que a carga adentra a fronteira do estado. Carga desacompanhada da comprovação do recolhimento regular está sujeita a multa e apreensão.<br />
      Este, aliás, é o motivo do post: quem compra nestas condições *não* tem os 90 dias para recolher &#8211; e é justamente essa a intenção da SEFAZ paulista ( vide meu outro comentário): &#8220;incentivar&#8221; que as empresas paulistas comprem dentro do estado ou de estados com os quais SP tem acordo de substituição tributária.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Matheus</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-2/#comment-691326</link>
		<dc:creator>Matheus</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:42:18 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif, fico perplexo como ninguém põe o dedo na ferida: A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA IMPÔS UM ENORME AUMENTO NA CARGA TRIBUTÁRIA DAS EMPRESAS PAULISTAS ENQUADRADAS NO SIMPLES NACIONAL. Uma empresa comercial que fature entre R$ 360.000,01 e R$ 480.000,00 pagava R$ 3,84 de ICMS numa operação em que comprasse R$ 100,00 e aplicasse uma margem de 50% (ou seja, vendesse por R$ 150,00), agora, com a substituição tributária passará a pagar R$ 9,00 (234% a mais). Portanto, grande parcela desse aumento da arrecadação NÃO É FRUTO DE MENOR SONEGAÇÃO como se quer fazer crer, MAS SIM DE UM AUMENTO BRUTAL DA CARGA TRIBUTÁRIA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (se interessar, posso lhe enviar planilhas demonstrativas com o antes e o depois da substituição tributária).
E o pior é que não precisaria ser assim, daria para utilizar a substituição tributária como instituto de combate à sonegação sem prejudicar as micro e pequenas empresas, bastaria manter as alíquotas finais previstas na legislação federal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif, fico perplexo como ninguém põe o dedo na ferida: A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA IMPÔS UM ENORME AUMENTO NA CARGA TRIBUTÁRIA DAS EMPRESAS PAULISTAS ENQUADRADAS NO SIMPLES NACIONAL. Uma empresa comercial que fature entre R$ 360.000,01 e R$ 480.000,00 pagava R$ 3,84 de ICMS numa operação em que comprasse R$ 100,00 e aplicasse uma margem de 50% (ou seja, vendesse por R$ 150,00), agora, com a substituição tributária passará a pagar R$ 9,00 (234% a mais). Portanto, grande parcela desse aumento da arrecadação NÃO É FRUTO DE MENOR SONEGAÇÃO como se quer fazer crer, MAS SIM DE UM AUMENTO BRUTAL DA CARGA TRIBUTÁRIA DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (se interessar, posso lhe enviar planilhas demonstrativas com o antes e o depois da substituição tributária).<br />
E o pior é que não precisaria ser assim, daria para utilizar a substituição tributária como instituto de combate à sonegação sem prejudicar as micro e pequenas empresas, bastaria manter as alíquotas finais previstas na legislação federal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: juarez marques</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691321</link>
		<dc:creator>juarez marques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:20:53 +0000</pubDate>
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		<description>Eu já adotei as entrelinhas do discurso dos tucanos paulistas, entre umproduto feito em São Paulo e outro feito em qualquer outro Estado, eu opto pelo segundo. Isso desde outubro de 2006, quando esse mineiro em ferias fez a bobagem de ir para o Guarujá e assistiu parte do debate do segundo turno presidencial em um bar, repleto de paulistanos racistas e reacionários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já adotei as entrelinhas do discurso dos tucanos paulistas, entre umproduto feito em São Paulo e outro feito em qualquer outro Estado, eu opto pelo segundo. Isso desde outubro de 2006, quando esse mineiro em ferias fez a bobagem de ir para o Guarujá e assistiu parte do debate do segundo turno presidencial em um bar, repleto de paulistanos racistas e reacionários.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fiscal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691314</link>
		<dc:creator>Fiscal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:09:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/#comment-691314</guid>
		<description>SR. FERNANDO, talvez o senhor não esteja bem informado, no BRASIL se cobra o ICMS na ORIGEM. Assim se um comerciante comprar material de construção em SANTA CATARINA ele pagará o ICMS LÁ EM SANTA CATARINA, nos prazos definidos POR SANTA CATARINA.

Na realidade, SR FERNANDO, a discriminação, que o SR atribui CONTRA O BRASIL, é justamente o CONTRÁRIO, CONTRA OS PRÓPRIOS PAULISTA, porque se um comerciante de briquedos comprar de um atacadista de OUTROS ESTADOS, não precisará pagar o ICMS ANTECIPADO, como o faz nas operações dentro de  SÂO PAULO.

Para entender melhor leia essa notícia na Folha on-line:

Mudança no ICMS faz atacadista deixar São Paulo 
Publicidade
FÁTIMA FERNANDES
CLAUDIA ROLLI
da Folha de S.Paulo 

A adoção do regime de substituição tributária (pagamento antecipado do ICMS no início da cadeia produtiva) no Estado de São Paulo, há cerca de um ano e meio, resultou na queda de 50%, em média, na receita de atacadistas paulistas e na transferência de dezenas de empresas, principalmente para Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Distrito Federal. 


O governador JOSÉ SERRA AMA OS BRASILEIROS. Prejudicou os atacadistas paulistas para favorecer os atacadistas de todo o BRASIL!


O Sr. Nassif confunde a posição do gevernador José Serra em ser contra a reforma tributária elaborada por esse governo federal com a posição pessoal do governador em ser a favor da cobrança do ICMS no destino.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SR. FERNANDO, talvez o senhor não esteja bem informado, no BRASIL se cobra o ICMS na ORIGEM. Assim se um comerciante comprar material de construção em SANTA CATARINA ele pagará o ICMS LÁ EM SANTA CATARINA, nos prazos definidos POR SANTA CATARINA.</p>
<p>Na realidade, SR FERNANDO, a discriminação, que o SR atribui CONTRA O BRASIL, é justamente o CONTRÁRIO, CONTRA OS PRÓPRIOS PAULISTA, porque se um comerciante de briquedos comprar de um atacadista de OUTROS ESTADOS, não precisará pagar o ICMS ANTECIPADO, como o faz nas operações dentro de  SÂO PAULO.</p>
<p>Para entender melhor leia essa notícia na Folha on-line:</p>
<p>Mudança no ICMS faz atacadista deixar São Paulo<br />
Publicidade<br />
FÁTIMA FERNANDES<br />
CLAUDIA ROLLI<br />
da Folha de S.Paulo </p>
<p>A adoção do regime de substituição tributária (pagamento antecipado do ICMS no início da cadeia produtiva) no Estado de São Paulo, há cerca de um ano e meio, resultou na queda de 50%, em média, na receita de atacadistas paulistas e na transferência de dezenas de empresas, principalmente para Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Distrito Federal. </p>
<p>O governador JOSÉ SERRA AMA OS BRASILEIROS. Prejudicou os atacadistas paulistas para favorecer os atacadistas de todo o BRASIL!</p>
<p>O Sr. Nassif confunde a posição do gevernador José Serra em ser contra a reforma tributária elaborada por esse governo federal com a posição pessoal do governador em ser a favor da cobrança do ICMS no destino.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luciano</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691291</link>
		<dc:creator>luciano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 23:32:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/#comment-691291</guid>
		<description>O Sec. de Faz. de São Paulo com as medidas referentes a substituição tributária meramente reage a guerra tributária levada a cabo por outros estados da Federação, notadamente Espírito Santo e Santa Catarina.

Os Estados mencionados, e muitos outros, criaram regimes especiais de ICMS para importadores onde vemos coisas fantásticas como diferimento de 25 anos, pagamento de 75% do valor da dívida tributária por meio de precatórios (normalmente comprados de servidores públicos por 10% do valor de face).

No ES  temos coisas ainda mais espantosas, as empresas ditas fundapenas tem o direito  de emprestar no Banco de &quot;Desenvolvimento&quot; daquele estado até 90% do valor que importaram no ano anterior para pagamento em 25 anos com juros favorecidos (o detalhe que gostam de encobrir é que a cada dois anos são feitos leilões onde terceiros podem comprar do Banco de &quot;Desenvolvimento&quot; as dívidas relacionadas aos empréstimos citados por, pasmem, 10% do valor de face, o resto vcs podem imaginar por conta).

Tal situação em sí já configura ofensa a todo o nosso ordenamento jurídico, pois o que está é, em concreto, o fornecimento de pesados subsídios para importações de produtos de consumo prontos, ou seja, estamos exportando empregos (em detrimento do trabalhdor brasileiro e, em especial, do paulista - claro atentantado a organização do mercado de trabalho no Brasil e leal concorrência com a nossa indústria).

Esse quadro já justificaria as medidas da SEFA paulista, pois as alíquotas das operações interestaduais de ICMS ficam entre 7% a 12%(lembrando que o pagamento se dá em 25 anos e pode ser quitado  pleo esquema dos precatórios por 10% do valor que de fato deveriam pagar, ou seja, a alíquota do ICMS dentro desse esquema vergonhoso cai, em verdade, para 0,7% a 1,2% inviabilizando as empresas industriais dentro de São Paulo em diversos ramos). Mas além disto há muito mais.

Os importadores que se habilitam nos regimes especiais de ICMS em lugares como ES e SC são em sua maioria fachadas que operam com recursos e no interesse dos reais importadores localizados em São Paulo. 

O esquema funciona da seguinte maneira, essas fachadas localizadas em ES e SC  importam em nome próprio (muitas vezes subfaturando) e dão saída pelo mesmo valor da declaração de importação (quando muito acrescem despesas ao valor de saída para não dar tanto na vista).

Ora, como o IPI e ICMS a Recolher decorrem do valor que o vendedor agregar, significa que basicamente quando dão saída de mercadorias nas operações que simulam quase nada pagam do tributos mencionados. Há ainda outro bônus ilegal, quem usa esses esquemas foge da condição de contribuinte do IPI (a possível responsabilização futura fica com as empresas que cederam seus nomes).

Em resumo, São Paulo reagiu com a substituição tributário nos moldes que agora se critica muito não apenas por uma questão arrecadatória, mas para impedir que a massiva sonegação incentivada pelos demais Estados nos regimes especiais de ICMS na importação leve ao colapso completo da indústria em seu território, levendo ao &quot;ralo&quot; os empregos correspondentes.

Brasil, o único país do mundo que subsidia a destruição da própria indústria e do emprego industrial com recursos públicos (o Banco de &quot;Desenvolvimento&quot; do ES recebe repasses federais que têm como fonte original o imposto de renda, ou seja, tiram dinheiro do seu salário para destruir industrias e emprego no Brasil - o governo da China agradece).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Sec. de Faz. de São Paulo com as medidas referentes a substituição tributária meramente reage a guerra tributária levada a cabo por outros estados da Federação, notadamente Espírito Santo e Santa Catarina.</p>
<p>Os Estados mencionados, e muitos outros, criaram regimes especiais de ICMS para importadores onde vemos coisas fantásticas como diferimento de 25 anos, pagamento de 75% do valor da dívida tributária por meio de precatórios (normalmente comprados de servidores públicos por 10% do valor de face).</p>
<p>No ES  temos coisas ainda mais espantosas, as empresas ditas fundapenas tem o direito  de emprestar no Banco de &#8220;Desenvolvimento&#8221; daquele estado até 90% do valor que importaram no ano anterior para pagamento em 25 anos com juros favorecidos (o detalhe que gostam de encobrir é que a cada dois anos são feitos leilões onde terceiros podem comprar do Banco de &#8220;Desenvolvimento&#8221; as dívidas relacionadas aos empréstimos citados por, pasmem, 10% do valor de face, o resto vcs podem imaginar por conta).</p>
<p>Tal situação em sí já configura ofensa a todo o nosso ordenamento jurídico, pois o que está é, em concreto, o fornecimento de pesados subsídios para importações de produtos de consumo prontos, ou seja, estamos exportando empregos (em detrimento do trabalhdor brasileiro e, em especial, do paulista &#8211; claro atentantado a organização do mercado de trabalho no Brasil e leal concorrência com a nossa indústria).</p>
<p>Esse quadro já justificaria as medidas da SEFA paulista, pois as alíquotas das operações interestaduais de ICMS ficam entre 7% a 12%(lembrando que o pagamento se dá em 25 anos e pode ser quitado  pleo esquema dos precatórios por 10% do valor que de fato deveriam pagar, ou seja, a alíquota do ICMS dentro desse esquema vergonhoso cai, em verdade, para 0,7% a 1,2% inviabilizando as empresas industriais dentro de São Paulo em diversos ramos). Mas além disto há muito mais.</p>
<p>Os importadores que se habilitam nos regimes especiais de ICMS em lugares como ES e SC são em sua maioria fachadas que operam com recursos e no interesse dos reais importadores localizados em São Paulo. </p>
<p>O esquema funciona da seguinte maneira, essas fachadas localizadas em ES e SC  importam em nome próprio (muitas vezes subfaturando) e dão saída pelo mesmo valor da declaração de importação (quando muito acrescem despesas ao valor de saída para não dar tanto na vista).</p>
<p>Ora, como o IPI e ICMS a Recolher decorrem do valor que o vendedor agregar, significa que basicamente quando dão saída de mercadorias nas operações que simulam quase nada pagam do tributos mencionados. Há ainda outro bônus ilegal, quem usa esses esquemas foge da condição de contribuinte do IPI (a possível responsabilização futura fica com as empresas que cederam seus nomes).</p>
<p>Em resumo, São Paulo reagiu com a substituição tributário nos moldes que agora se critica muito não apenas por uma questão arrecadatória, mas para impedir que a massiva sonegação incentivada pelos demais Estados nos regimes especiais de ICMS na importação leve ao colapso completo da indústria em seu território, levendo ao &#8220;ralo&#8221; os empregos correspondentes.</p>
<p>Brasil, o único país do mundo que subsidia a destruição da própria indústria e do emprego industrial com recursos públicos (o Banco de &#8220;Desenvolvimento&#8221; do ES recebe repasses federais que têm como fonte original o imposto de renda, ou seja, tiram dinheiro do seu salário para destruir industrias e emprego no Brasil &#8211; o governo da China agradece).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fiscal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691261</link>
		<dc:creator>Fiscal</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:44:07 +0000</pubDate>
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		<description>É bom saber que aqui se defende sonegardor de imposto, mas só de imposto estadual, só de imposto estadual paulista.

Já sonegador de imposto federal, esse deve ir pra cadeia.

Além do mais, quem paga o ICMS não são as empresas, mas a população quem paga.

Se uma empresa sonega ou não o imposto, ao povão não faz a menor diferença, pois ele pagou o imposto quando comprou.

Sobre a redução da carga tributária, me lembro vagamente de uma tal de nota fiscal paulista, que devolve quase 1/3 dos impostos estaduais pagos diretamente ao consumidor, seja por abatimento, seja depositado na conta corremte mesmo.

E sobre a discriminação do governador José Serra ao &quot;resto do Brasil&quot;, como ficam todos os outros governadores, que deflagraram a guerra fiscal, dando incentivos ilegais às empresas para saírem de São Paulo?

E só pra lembrar, o governador José Serra é A FAVOR DA COBRANÇA DO ICMS NO DESTINO. Como se pode acusar o governador José Serra de discriminação?

&lt;strong&gt;

&lt;blockquote&gt;Era a favor, depois mudou de opinião e acatou a posição do Mauro Ricardo de manter tudo como está, com algumas mudanças pontuais.&lt;/blockquote&gt;

&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É bom saber que aqui se defende sonegardor de imposto, mas só de imposto estadual, só de imposto estadual paulista.</p>
<p>Já sonegador de imposto federal, esse deve ir pra cadeia.</p>
<p>Além do mais, quem paga o ICMS não são as empresas, mas a população quem paga.</p>
<p>Se uma empresa sonega ou não o imposto, ao povão não faz a menor diferença, pois ele pagou o imposto quando comprou.</p>
<p>Sobre a redução da carga tributária, me lembro vagamente de uma tal de nota fiscal paulista, que devolve quase 1/3 dos impostos estaduais pagos diretamente ao consumidor, seja por abatimento, seja depositado na conta corremte mesmo.</p>
<p>E sobre a discriminação do governador José Serra ao &#8220;resto do Brasil&#8221;, como ficam todos os outros governadores, que deflagraram a guerra fiscal, dando incentivos ilegais às empresas para saírem de São Paulo?</p>
<p>E só pra lembrar, o governador José Serra é A FAVOR DA COBRANÇA DO ICMS NO DESTINO. Como se pode acusar o governador José Serra de discriminação?</p>
<p><strong></p>
<blockquote><p>Era a favor, depois mudou de opinião e acatou a posição do Mauro Ricardo de manter tudo como está, com algumas mudanças pontuais.</p></blockquote>
<p></strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691240</link>
		<dc:creator>Luis</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:21:33 +0000</pubDate>
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		<description>Essa discriminação com outros estados é uma prova que o Serra não tem visão nacional, só pensa em SP. O resto do Brasil, para eles é resto, que se dane. Dilma 2010.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa discriminação com outros estados é uma prova que o Serra não tem visão nacional, só pensa em SP. O resto do Brasil, para eles é resto, que se dane. Dilma 2010.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Hamilton</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691178</link>
		<dc:creator>Hamilton</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 20:33:55 +0000</pubDate>
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		<description>Esse não é o cara que falou que sonegador tem que ser pregado na cruz? E onde devem ser pregados os governantes que descumprem decisões judiciais e não pagam precatórios, nem os alimentares?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse não é o cara que falou que sonegador tem que ser pregado na cruz? E onde devem ser pregados os governantes que descumprem decisões judiciais e não pagam precatórios, nem os alimentares?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Mauro Cesar</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691141</link>
		<dc:creator>Mauro Cesar</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:25:13 +0000</pubDate>
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		<description>Repetir até papagaio repete.
A verdade é que 60% das isenções de IPI recaem sobre os estados e municípios. via diminuição dos repasses.
Nas contribuições, que são da União, ninguém toca.
Cercar a sonegação é uma questão de justiça com quem paga.
São Paulo repassa à União muito mais do que recebe.
Pergunta-se:
Se é tão ruim porque que as pessoas e empresas, no gozo de seus Diretos Constitucionais, simplesmente não partem a procura de melhores condições em locais com melhor infraestrutura?
É um mistério essa atração pelo horror que  São Paulo representa.
Quem sabe o Maranhão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repetir até papagaio repete.<br />
A verdade é que 60% das isenções de IPI recaem sobre os estados e municípios. via diminuição dos repasses.<br />
Nas contribuições, que são da União, ninguém toca.<br />
Cercar a sonegação é uma questão de justiça com quem paga.<br />
São Paulo repassa à União muito mais do que recebe.<br />
Pergunta-se:<br />
Se é tão ruim porque que as pessoas e empresas, no gozo de seus Diretos Constitucionais, simplesmente não partem a procura de melhores condições em locais com melhor infraestrutura?<br />
É um mistério essa atração pelo horror que  São Paulo representa.<br />
Quem sabe o Maranhão&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Delcides</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691130</link>
		<dc:creator>Delcides</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:56:33 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Só pra ficar mais claro para o senhor conseguir entender, porque talvez seus assessores não foram capazes de lhe explicar : uma loja de material de construção quando comprar mercadorias de Santa Catarina tem que recolher o ICMS antecipado dessa aquisição no dia em que recebê-la, um comerciante de brinquedos da 25 de março que comprar brinquedos do Rio de Janeiro, tem que fazer o mesmo : pagar o ICMS antecipado à vista. Tudo isso pelo simples fato de comprarem de outro estado.&quot;

Mauro Ricardo: It&#039;s not a bug, it&#039;s a feature.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Só pra ficar mais claro para o senhor conseguir entender, porque talvez seus assessores não foram capazes de lhe explicar : uma loja de material de construção quando comprar mercadorias de Santa Catarina tem que recolher o ICMS antecipado dessa aquisição no dia em que recebê-la, um comerciante de brinquedos da 25 de março que comprar brinquedos do Rio de Janeiro, tem que fazer o mesmo : pagar o ICMS antecipado à vista. Tudo isso pelo simples fato de comprarem de outro estado.&#8221;</p>
<p>Mauro Ricardo: It&#8217;s not a bug, it&#8217;s a feature.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691080</link>
		<dc:creator>Roberto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 17:47:02 +0000</pubDate>
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		<description>Será que entendi? é um absurdo isso, não? 

Justificou até uma declaração educada do Mantega.

Capitalização do Estado de SP a custa do povo. 

Dinheiro que o Governo Federal não arrecada, que deveria ir para a população, vai para o Caixa do Estado de SP?

A população de SP não ve benefício econômico nenhum (ao contrário do restante do país)  na política econômica? 

Isso é feio. Jogo político pesado e arriscado. 

Se ninguem falar nada, tira voto do Lula. 

Se o paulista souber...  tira do Srrrr. 

é isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que entendi? é um absurdo isso, não? </p>
<p>Justificou até uma declaração educada do Mantega.</p>
<p>Capitalização do Estado de SP a custa do povo. </p>
<p>Dinheiro que o Governo Federal não arrecada, que deveria ir para a população, vai para o Caixa do Estado de SP?</p>
<p>A população de SP não ve benefício econômico nenhum (ao contrário do restante do país)  na política econômica? </p>
<p>Isso é feio. Jogo político pesado e arriscado. </p>
<p>Se ninguem falar nada, tira voto do Lula. </p>
<p>Se o paulista souber&#8230;  tira do Srrrr. </p>
<p>é isso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691063</link>
		<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 17:21:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/#comment-691063</guid>
		<description>Protecionismo intra-federativo é inconstitucional e atenta contra a unidade nacional</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Protecionismo intra-federativo é inconstitucional e atenta contra a unidade nacional</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/comment-page-1/#comment-691043</link>
		<dc:creator>Marcus</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 17:01:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/05/a-substituicao-tributaria-em-sao-paulo/#comment-691043</guid>
		<description>Eu gostaria de adicionar algo a esse assunto . Lendo o Decreto da Substituição Tributária da SEFAZ de São Paulo , verifiquei que existe uma imensa janela de corrupção prevista no Decreto. 
As Empresas que se sentirem prejudicadas em função da margem para calcular o preço de venda sugerido , e assim precificar a antecipação do Imposto , podem recorrer Administrativamente a SEFAZ que analisará os pleitos , concedendo ou não uma correção . 
O problema é que estes cálculos, petições e acertos ocorrerão de maneira não-transparente onde o Balcão de Negócios para o Empresário dar entrada nestas petições e conseguir &quot;facilidades&quot;já está até precificado . 
O que corre a boca pequena entre os Empresários é a necessidade de se fazer Caixa para Campanha de 2010 do PSDB. de Lucro Presumido.
O Sr. secretário da Fazenda e seus acessores vão funcionar meio no esquema Agaciel Maia e o Secretário será o Heráclitos Fortes do José Serra.
Isso já foi feiito na Secretária de Educação com os Livros Ponrodidáticos , com as Assinaturas da Editora Abril, etc...e na Secretaria de Obras dando o prosseguimento ao esquema Alstom. As Obras do Mterô de São Paulo e do Rodoanel . Todo mundo mineral sabe o que está acontecendo nestas &quot;obrinhas&quot;.
Aí , se &quot;sujar a barra&quot;e a oposição pedir uma investigação , o Governo Serra e do PSDB irá barrar a centésiima enésima CPI na Assembléia Legislativa. A Democracia Tucana é muito transparente . A nossa mídia se encarrega desta &quot;Transparência&quot; e &quot;Eficiência Administrativa&quot;.
Na Secretaria de Segurança o Governo Serra mantém outro grande Bacão de Negócios dividido nas Divisões Detran nos moldes da Yeda Crusius e na Polícia Civil .
São esssa pessoas que estão querendo voltar ao Poder .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria de adicionar algo a esse assunto . Lendo o Decreto da Substituição Tributária da SEFAZ de São Paulo , verifiquei que existe uma imensa janela de corrupção prevista no Decreto.<br />
As Empresas que se sentirem prejudicadas em função da margem para calcular o preço de venda sugerido , e assim precificar a antecipação do Imposto , podem recorrer Administrativamente a SEFAZ que analisará os pleitos , concedendo ou não uma correção .<br />
O problema é que estes cálculos, petições e acertos ocorrerão de maneira não-transparente onde o Balcão de Negócios para o Empresário dar entrada nestas petições e conseguir &#8220;facilidades&#8221;já está até precificado .<br />
O que corre a boca pequena entre os Empresários é a necessidade de se fazer Caixa para Campanha de 2010 do PSDB. de Lucro Presumido.<br />
O Sr. secretário da Fazenda e seus acessores vão funcionar meio no esquema Agaciel Maia e o Secretário será o Heráclitos Fortes do José Serra.<br />
Isso já foi feiito na Secretária de Educação com os Livros Ponrodidáticos , com as Assinaturas da Editora Abril, etc&#8230;e na Secretaria de Obras dando o prosseguimento ao esquema Alstom. As Obras do Mterô de São Paulo e do Rodoanel . Todo mundo mineral sabe o que está acontecendo nestas &#8220;obrinhas&#8221;.<br />
Aí , se &#8220;sujar a barra&#8221;e a oposição pedir uma investigação , o Governo Serra e do PSDB irá barrar a centésiima enésima CPI na Assembléia Legislativa. A Democracia Tucana é muito transparente . A nossa mídia se encarrega desta &#8220;Transparência&#8221; e &#8220;Eficiência Administrativa&#8221;.<br />
Na Secretaria de Segurança o Governo Serra mantém outro grande Bacão de Negócios dividido nas Divisões Detran nos moldes da Yeda Crusius e na Polícia Civil .<br />
São esssa pessoas que estão querendo voltar ao Poder .</p>
]]></content:encoded>
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