iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
05/07/2009 - 09:20

A morte de Nilo Martins

Por Geraldo Hasse

Caso não lhe avisaram,  nosso querido Nilo Martins faleceu hoje à tarde.

Comentário

Nilo dirigiu redações da Abril na época áurea. Mesclava competência com uma doçura de trato que foi sua marca toda a vida.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

2 comentários para “A morte de Nilo Martins”

  1. Romulo Sá disse:

    Para maiores informações sobre a morte de Nilo Martins seguir o link:

    http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/a_gazeta/materia.php&cd_matia=519669

    Ou ler o texto de A Gazeta On Line (Vitória-ES) na íntegra:

    Morre aos 64 anos o jornalista Nilo Martins
    04/07/2009 – 00h00

    Redação Multimídia

    O jornalista e ex-superintendente estadual de Comunicação Social do governo estadual, Nilo de Souza Martins, morreu às 18 horas de ontem, em Vitória. Nilo Martins estava em tratamento domiciliar e hospitalar, intercalados, cuidando da saúde, e morreu no aos 64 anos, no Centro Integrado de Atenção à Saúde (Cias).

    No início da noite, o governador Paulo Hartung decretou luto oficial de três dias pela morte do ex-superintendente, que ficou no cargo de 29 de novembro de 2006 a 1º de julho de 2008. Ele havia tido uma primeira passagem pelo cargo no governo de Albuíno Azeredo.

    Carreira
    Filho do ex-senador pelo Rio de Janeiro Mário Martins, cassado pelo regime militar, Nilo Martins nasceu em 17 de setembro de 1944 no Rio de Janeiro. Teve três filhos do primeiro casamento e depois casou-se com Mirian Figueiredo Bilich, deixando três filhos (Joana, Diogo e Clara) e um enteado (Carlos Gustavo).

    Jornalista profissional desde 1965, exerceu as seguintes funções: foi repórter da revista “Fatos Fotos”, da Bloch Editores, no Rio (1965-1967); bolsista do World Press Institute, no Macalester College, em Saint Paul, Minnesotta, Estados Unidos, por um ano, no período 1967-1968; repórter especial e editor-assistente da revista “Veja”, em São Paulo (1968-1971).

    Ainda na Editora Abril, foi chefe de reportagem, redator-chefe e diretor de redação da revista “Quatro Rodas”, entre 1971-1977, período em que a revista se tornou um dos maiores sucessos editoriais do país.

    A convite de Carlos Lindenberg Filho, foi editor-chefe de A GAZETA, entre 1978 e 1984, quando se transferiu para a TV Vitória, afiliada então à Rede Manchete (1984-1987). Logo depois atuou como assessor de Comunicação Empresarial das Empresas Tristão (1988-1990).

    A partir de julho de 1990, montou a empresa Nilo Martins Assessoria em Comunicação para atuar na área de comunicação como consultoria e assessoria a empresas e entidades do Espírito Santo.

    Ministro virá para cerimônia de cremação
    O corpo do jornalista Nilo Martins será cremado hoje, às 17h, no Cemitério Parque da Paz, na Ponta da Fruta, em Vila Velha, onde está sendo velado. É esperada a presença do ministro Franklin Martins, um de seus irmãos que também seguiu a carreira jornalística, além de Beatriz, André, Vitor, Paula, a escritora Ana Maria Machado, Paulo Mário, dentre outros familiares.

Deixe um comentário:

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo