O relativismo democrático da SIP
O Hermeneuta
SIP de bico fechado sobre golpe militar em Honduras
El periodista Enrique Santos, presidente de la Sociedad Interamericana de Prensa (SIP), manifestó que el organismo no le va a solicitar el cumplimiento de uno de sus principios “el respeto a la libertad de expresión”, a los diarios hondureños La prensa, La Tribuna y El Heraldo, socios de la institución que han justificado el golpe de Estado porque “la SIP no es un organismo monolítico”.
“La SIP no es un organismo monolítico donde todos los socios tengan que tener los mismos criterios políticos”, sentenció.
http://www.telesurtv.net/solotexto/nota/index.php?ckl=53324-NN
Comentário
A SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa) tem como principal bandeira a liberdade de imprensa. Ela considerou um risco à liberdade de imprensa a declaração de Lula, de que não lê jornais para não se irritar. Manifestou-se contra grupos de trabalho a favor do diploma de jornalista, como se a liberdade de imprensa estivesse em jogo. Considerou atentatório à liberdade de imprensa projetos no Legislativo restringindo a publicidade de bebidas e similares.
O último relatório sobre o Brasil termina assim:
O Vice Presidente da ANJ, Júlio César Ferreira de Mesquita, responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão da entidade, tem reiterado em Notas à Imprensa o repúdio da entidade, que também reflete a posição da ANER, às mencionadas violações aos direitos de liberdade de expressão, do livre exercício da profissão de jornalista e de o cidadão ter acesso a informações.
Mas não conseguiu condenar o fechamento de jornais em Honduras, por um golpe de Estado condenado unanimemente por todos os órgãos internacionais, por não haver consenso. Está bom.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: Honduras, liberdade de imprensa, SIP

Sociedade Interamericana da Imprensa de Democracia Relativa, é isto o que você quis dizer?
Para ser contra um golpe e ser contra as arbitrariedades cometidas pelos golpistas contra uma clara afronta à liberdade de imprensa, com fechamento de jornais e tudo o mais, eles precisam de apoio de “todos os sócios”? Ah, sim!
Nassif menos não é porque es sandinistas e cubanos dissem que foi golpe? O congresso não é um poder da democracia? as forças armadas não são obrigadas a cumprir a lei ?Senhores teremos que ficar a reboque do democratismo esquerdista.senhores vão pagar com seu estupido silencio a favor desse demagogoZELAYA,vão perguntar ao povo hondurenho?Os poderes constituidos de honduras ja garantiram as eleições de nobvembro.Honduras é um pais soberano e nós estamos afrontando suas instituições que estão tentando se preservar.porque voce não condena o caudilho chaves ,A venezuela tem eleições e não tem democracia.que eu saiba.
Percebe-se que a Sociedade Interamericana de Imprensa defende mesmo é a liberdade de empresa.
Essa organização não é ligada ao National Endowment for Democracy(NED),órgão do Partido Republicando dos EUA que apoiou o golpe de Estado contra Hugo Chávez??
Ah…Percebe-se,também,em termos orwellianos o duplifalar,o duplipensar e a novilíngua que a SIP utiliza para defender os interesses dos EUA.
Nassif,
Parabéns pela coragem (que não sei se eu teria se ocupasse o seu lugar) em desnudar a parcialidade, a hipocrisia e porque não dizer – a desonestidade – dos donos da grande mídia (SIP-ANJ).
Mais um serviço de interesse público que você nos presta a todos.
Golpe é golpe!
Acordar o presidente de madrugada para levá-lo à força para outro pais é golpe aqui e em honduras….
Se ao menos o poder judiciario e o legislativo tivessem declarado previamente o alegado abuso de poder do presidente ficaria legitimada uma ação de força do exercito.
Mas parece que isso não ocorreu…
Foi golpe mesmo.
PS- Por outro lado, não arrisco meu pouco latim na defesa desse Zelaya. É outro que não demonstra muito apreço pela democracia, assim como seu guru, o sargentão golpista Chavez….
Ou seja, a SIP, sob o álibi da defesa da liberdade de imprensa e da democracia, apenas exerce corporativismo dos mais rasteiros.
Olhe a cobertura da Folha de hoje (4/7/9) sobre Honduras.
A reportagem inteira, de uma pagina, dá a versão dos golpistas.
A Folha tem um enviado epecial lá.
Poderia enviar tambem carros de reportagem para fazer campana e transportar presos como fez aqui na ditabranda brasileira na decada de 70.
Para quem se interessar, eu coloquei um longo post no forum de política da Comunidade do blog, com informações interessantes para compreender algumas contas que não fecham nessa crise Hondurenha.
O link é:
http://blogln.ning.com/forum/topics/as-clausulas-petreas-e-as
“democratismo esquerdista”???
Acabo de descobrir um termo assustador para justificar golpes.
Vejam como é descaradamente relativo o conceito de justiça, de democracia dos porta vozes do PIG. Ví dias atrás a Míriam Leitão no Bom Dia Brasil condenar o golpe de estado em Honduras, mas também o referendo que dava a sociedade hondurenha de ecolher ter mais uma eleição do atual presidente que seria a segunda. Mas nada fala sobre o terceiro mandato de Álvaro Uribe na Colômbia, nem condenou a reeleição de FHC. Mas adoram falar de Chaves e de que lá está se consolidando uma ditadura. Esses lesa-pátria pensam que agente é idiota.
O comentário do Emanuel Cunha Lima também é relativo. Quer dizer mais ou menos o seguinte: É golpe mesmo. Mas como não gosto do Chávez e nem dos amigos dele, até que esse Zelaya mereceu.
Na Globonews, ontem, uma bela especialista em política externa, jovem louríssima, dizia a mesma coisa que o seu josé carlos acima: independente do golpe, o grande problema é o chavismo. O golpe é feio, mas ele “serve” para mostrar que o chavismo é muito mais malvado.
No final, indagada diretamente: “Zelaya deve reassumir?”, não pestanejou. Assim como o seu josé carlos, a moça segue a lógica do “estupra mas não mata”: “Não, não deve reassumir. Basta que haja novas eleições.”
Esse José Carlos (9.12) parece que não entende o que lê. Por isso não sabe o que escreve.
Para muitos mascar chicletes e andar é uma tarefa árdua.
A ultra direita se repete. Para quem tem o monopólio da “informação” e o conluio das Forças, nem é preciso ser original.
E Mesquita é um caricato.
Manuel Cunha Lima:
Enumere, se possível, o desapreço de Zelaya pela democracia, ou o senhor falou isso só para seguir os ventos da grande imprensa comprometida.
Rodrigo.
Conhece a piada do Joãozinho, aquela do “malamén”?.
Perguntado pela professora de que tinha medo, Joãozinho respondeu:
- Tenho medo do “malamén” fessora.
Perguntado do proque, responde:
- Minha mãe me obriga a ficar de joelhos, rezar o Padre Nosso vinte vezes por dia e termino rezando: “…….. e livrai-nos do malamén”. Esse malamen deve ser o Diabo, fessora.
Tem muita gente no Brasil que, seguindo incondicionalmente a nossa mídia, já reza o Padre Nosso, finalizando:
“……..e livrai-nos do Chavez, amén”.
O presidente da SIP, que tem sede em Miami,claro, é americano, e seu cargo é vitalício. Modelo exemplar de democracia…
sindicato patronal.
os jornais patrocinam o golpe. aliás os golpes.
parece coerente.
Mas a SIP, como a ANJ e a ANER não é da mesma firma? Do Opus Dei? Porque falariam diferente? Acham que a nossa elite foi buscar tutelagem na Espanha porque? Só pra entregarem os telefones e bancos de Sampa de graça a eles?
Por que acham que as elites latino americanas foram ao gozo quando S. M., advertiu o Chavez “por que no te callas?”
Viva Franco! Viva Escrivá!
Tá tudo dominado. (O medo que dá é reeditarem as fogueiras “purificadora$”, ih!)
Essa é mais uma herança neocon: Reagan e Bushes se descuidaram, aí o quintal aqui mudou de dono.