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04/07/2009 - 17:14

Livros na biblioteca da Universidade de Cornell

Aproveitei o link passado pelo comentarista Luiz e pesquisei meus livros na Biblioteca da Universidade de Cornell. Encontrei quase todos que escrevi e ainda o release que escrevi para o histórico LP “São Paulo no Balanço do Choro”, do Laércio de Freitas – em 1982.

Clique aqui para acessar o sistema de buscas da biblioteca.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

26 comentários para “Livros na biblioteca da Universidade de Cornell”

  1. Daniel L disse:

    As universidades americanos são um potento, quase que um milagre.

    É impressionante a literatura sobre temas brasileiros nas bibliotecas de centenas de universidades dos Estados Unidos. São textos de americanos a que não temos acesso, já que os acadêmicos brasileiros não incentivam o intercâmbio de pesquisas e informações com os gringos. Às vezes tenho a impressão de que eles sabem mais sobre o Brasil do que nós mesmos…

  2. Anarquista Lúcida disse:

    Oi, Nassif

    Você passaria aqui o link? Gostaria de ver se um dado livro consta do acervo deles.

  3. luzete disse:

    também achei coisas minhas, viu. e não tem minha tese de doutorado, nem de mestrado, nem um monte de outras coisinhas…

  4. Valdemir disse:

    Nassif,

    como proceder para acessá-los ?

    Valdemir

    Acho que é só livro-papel.

  5. Hamilton disse:

    Alguém poderia verificar se na biblioteca de Cornell tem algum livro do tio rei?

  6. Wandhklêysson disse:

    Só falta eles também terem o livro da Lúcia Hipólito e a coleção completa do Carlos Zéfiro.

    Kakakakakakaka!

    E “Os Marimbondos de Fogos” de José Sarney.

  7. Wandhklêysson disse:

    Coisa de universidade boa em país rico.

    Gostaria de ver se você encontra alguma coisa boa nas bibliotecas das universidades criadas pelo DiGenio.

  8. Andre Araujo disse:

    Ao Wandhkleysson : Na Cornell tem oito livros da Lucia Hippolito, inclusive o do PSD.
    Ao Daniel L: Tem muita coisa sobre o Brasil nas universidades americanas, sobre o periodo 64-85 tem lá muito mais do que aqui, especialmente no Centro de Estudos Brasileiros na Universidade do Texas em Austin, não só em quantidade de documentos mas na forma de organizar o processo remissivo, que permite pesquisas muito eficientes.

  9. Gilberto Cruvinel disse:

    Olá Nassif,

    Pode postar o link novamente?
    Eu gostaria de pesquisar o que há lá do John Gledson,
    especialista inglês no nosso querido Machado.

  10. Ludenbergue Góes disse:

    Obrigado, Nassa! graças à sua dica, descobri que meu livro “MUlher brasileira em primeiro lugar!” também está lá. Pelo menos nesse item ( e alguns outros) estamos juntos. abs. góes

  11. Wandhklêysson disse:

    Há exemplares de livros, almanaques e outros impressos brasileiros nas universidades americanas que podem ser localizados pelo google books. Todos foram escaneados, mas pelo google só se pode obter imagens de alguns.

    O impressionante é que está maior a cada vez que eu consulto.

    Adorei encontrar alguns exemplares do famoso Almanak Laemmert, ou Almanak Comercial e Industrial da Província do Rio de Janeiro do tempo do império. Nele poderia até se encontrar o endereço de um ministro do Império para um lobby ou o nome de um contínuo do Paço para um jeitinho.

  12. zora disse:

    Seu Nassif jah pensou seus livros na Alemanha???!!!

    Eh pra receber

    títulos da “”meritocracia internacional”” acima de

    “”POS DOUTORADO”””.

    E me vem “””uns e outros””” com papo de

    “””mestrado “””!!!

    Cada analfa !!!!

  13. Anarquista Lúcida disse:

    Obrigada pelo link, Nassif, é realmente impressionante. Encontrei o livro que procurei, que nao se acha em quase lugar nenhum do Brasil fora uma ou duas bibliotecas de universidades da Regiao Sul. O livro recebeu dois prêmios, inclusive um da APCA, mas como nao vendeu tanto como o editor esperava, foi vendido a kilo, como papel! Coisas do Brasil.

  14. Índio Tupi disse:

    Aqui do Alto Xingu, os índios querem saber a razão de toda essa vaidade por ter livros nessa biblioteca norte-americana. Incontáveis financistas especuladores, artífices do recente meltdown financeiro, também têm. A importância de qualquer livro se mede pela capacidade de mobilizar os homens para transformar o mundo. Lembrem-se da 11a. Tese de Marx sobre Feuerbach: “Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo”. O resto é inconseqüência.

  15. EGF disse:

    Hamilton, literatura de esgoto só se encontra na Bordell University.

  16. MANU-EL disse:

    Minha tese de ::::

    “”””Bucha de balão ,,,

    Incendiário revolucionário”””

    Com os ingredientes

    Gasolina,,,querozene,,breu,,,cera de lustrar chão,,

    Vidro moído,,parafina “”””

    Foi sumariamente posta pra escanteio,,,

    Encaminhei-a pro tal de “””pentagron”””

    (subsidiário do tal de “”pentágono””),,

    Me mandaram uma carta dizendo que iriam estudar a “”minha matéria””!!

    Pensei,,,IHH soh tenho essa “”carcaça””,,,e imediatamente me deu um

    “”estalo””::::

    ACABEI DE SER ROUBADO !!!!

  17. Arimatéia disse:

    Nassif

    Internacional?
    Caramba, que glória.
    Com tantas publicações vai ter direito a uma cadeira na Academia.
    Quem sabe no lugar do que escreveu aquele brilhante “Maribondos de fogo”.
    Vai ter que esperar o poeta morrer.
    Pelo visto, vai demorar.
    O defunto está há mais de 50 anos na corda bamba.
    E agora com novo ânimo, se me faço entender.
    Vai ter que esperar, prezado escritor.
    Será que” Maribondos de fogo” está lá na Universidade americana?

  18. luiz c l botelho disse:

    Prezado Nassif e comentaristas
    É impressionante a coleta de informações em nível mundial realizada pela Cornell University.A propósito, algumas das vezes faz-se necessário utilizar o sistema internacional de busca por autores , o qual consiste no uso reduzido do nome .Por exemplo , no meu caso foi preciso acessar L C L Botelho ou Luiz C L Botelho, para ter-se uma relação mais completa dos meus artigos e notas.

  19. luzete disse:

    Índio, tem razão você… uma escapinha de marcha, só! vc perdoa?
    a gente conhece a tese, sim… e lembra daquele outro italiano que fala da importância da cultura para fazer os enfrentamentos?

    e, afinal, o que estamos todos nós (vc inclusive) fazendo aqui neste blog? transformando o mundo? mexendo com elementos de uma … hummm superestrutura ainda mais complexa, hoje…

    e onde você leu esta tese? em um livro, né?

  20. André Oliveira disse:

    Minha gente acho que estão confundindo. Vocês estão vendo registros da biblioteca. Não quer dizer que eles tenham todos os livros a disposição.

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