Livros na biblioteca da Universidade de Cornell
Aproveitei o link passado pelo comentarista Luiz e pesquisei meus livros na Biblioteca da Universidade de Cornell. Encontrei quase todos que escrevi e ainda o release que escrevi para o histórico LP “São Paulo no Balanço do Choro”, do Laércio de Freitas – em 1982.
Clique aqui para acessar o sistema de buscas da biblioteca.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:




As universidades americanos são um potento, quase que um milagre.
É impressionante a literatura sobre temas brasileiros nas bibliotecas de centenas de universidades dos Estados Unidos. São textos de americanos a que não temos acesso, já que os acadêmicos brasileiros não incentivam o intercâmbio de pesquisas e informações com os gringos. Às vezes tenho a impressão de que eles sabem mais sobre o Brasil do que nós mesmos…
Oi, Nassif
Você passaria aqui o link? Gostaria de ver se um dado livro consta do acervo deles.
também achei coisas minhas, viu. e não tem minha tese de doutorado, nem de mestrado, nem um monte de outras coisinhas…
Nassif,
como proceder para acessá-los ?
Valdemir
Alguém poderia verificar se na biblioteca de Cornell tem algum livro do tio rei?
Só falta eles também terem o livro da Lúcia Hipólito e a coleção completa do Carlos Zéfiro.
Kakakakakakaka!
E “Os Marimbondos de Fogos” de José Sarney.
Coisa de universidade boa em país rico.
Gostaria de ver se você encontra alguma coisa boa nas bibliotecas das universidades criadas pelo DiGenio.
Ao Wandhkleysson : Na Cornell tem oito livros da Lucia Hippolito, inclusive o do PSD.
Ao Daniel L: Tem muita coisa sobre o Brasil nas universidades americanas, sobre o periodo 64-85 tem lá muito mais do que aqui, especialmente no Centro de Estudos Brasileiros na Universidade do Texas em Austin, não só em quantidade de documentos mas na forma de organizar o processo remissivo, que permite pesquisas muito eficientes.
Olá Nassif,
Pode postar o link novamente?
Eu gostaria de pesquisar o que há lá do John Gledson,
especialista inglês no nosso querido Machado.
Obrigado, Nassa! graças à sua dica, descobri que meu livro “MUlher brasileira em primeiro lugar!” também está lá. Pelo menos nesse item ( e alguns outros) estamos juntos. abs. góes
Há exemplares de livros, almanaques e outros impressos brasileiros nas universidades americanas que podem ser localizados pelo google books. Todos foram escaneados, mas pelo google só se pode obter imagens de alguns.
O impressionante é que está maior a cada vez que eu consulto.
Adorei encontrar alguns exemplares do famoso Almanak Laemmert, ou Almanak Comercial e Industrial da Província do Rio de Janeiro do tempo do império. Nele poderia até se encontrar o endereço de um ministro do Império para um lobby ou o nome de um contínuo do Paço para um jeitinho.
Seu Nassif jah pensou seus livros na Alemanha???!!!
Eh pra receber
títulos da “”meritocracia internacional”” acima de
“”POS DOUTORADO”””.
E me vem “””uns e outros””” com papo de
“””mestrado “””!!!
Cada analfa !!!!
Obrigada pelo link, Nassif, é realmente impressionante. Encontrei o livro que procurei, que nao se acha em quase lugar nenhum do Brasil fora uma ou duas bibliotecas de universidades da Regiao Sul. O livro recebeu dois prêmios, inclusive um da APCA, mas como nao vendeu tanto como o editor esperava, foi vendido a kilo, como papel! Coisas do Brasil.
Aqui do Alto Xingu, os índios querem saber a razão de toda essa vaidade por ter livros nessa biblioteca norte-americana. Incontáveis financistas especuladores, artífices do recente meltdown financeiro, também têm. A importância de qualquer livro se mede pela capacidade de mobilizar os homens para transformar o mundo. Lembrem-se da 11a. Tese de Marx sobre Feuerbach: “Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo”. O resto é inconseqüência.
Hamilton, literatura de esgoto só se encontra na Bordell University.
Minha tese de ::::
“”””Bucha de balão ,,,
Incendiário revolucionário”””
Com os ingredientes
Gasolina,,,querozene,,breu,,,cera de lustrar chão,,
Vidro moído,,parafina “”””
Foi sumariamente posta pra escanteio,,,
Encaminhei-a pro tal de “””pentagron”””
(subsidiário do tal de “”pentágono””),,
Me mandaram uma carta dizendo que iriam estudar a “”minha matéria””!!
Pensei,,,IHH soh tenho essa “”carcaça””,,,e imediatamente me deu um
“”estalo””::::
ACABEI DE SER ROUBADO !!!!
Nassif
Internacional?
Caramba, que glória.
Com tantas publicações vai ter direito a uma cadeira na Academia.
Quem sabe no lugar do que escreveu aquele brilhante “Maribondos de fogo”.
Vai ter que esperar o poeta morrer.
Pelo visto, vai demorar.
O defunto está há mais de 50 anos na corda bamba.
E agora com novo ânimo, se me faço entender.
Vai ter que esperar, prezado escritor.
Será que” Maribondos de fogo” está lá na Universidade americana?
Prezado Nassif e comentaristas
É impressionante a coleta de informações em nível mundial realizada pela Cornell University.A propósito, algumas das vezes faz-se necessário utilizar o sistema internacional de busca por autores , o qual consiste no uso reduzido do nome .Por exemplo , no meu caso foi preciso acessar L C L Botelho ou Luiz C L Botelho, para ter-se uma relação mais completa dos meus artigos e notas.
Índio, tem razão você… uma escapinha de marcha, só! vc perdoa?
a gente conhece a tese, sim… e lembra daquele outro italiano que fala da importância da cultura para fazer os enfrentamentos?
e, afinal, o que estamos todos nós (vc inclusive) fazendo aqui neste blog? transformando o mundo? mexendo com elementos de uma … hummm superestrutura ainda mais complexa, hoje…
e onde você leu esta tese? em um livro, né?
Minha gente acho que estão confundindo. Vocês estão vendo registros da biblioteca. Não quer dizer que eles tenham todos os livros a disposição.