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	<title>Comentários sobre: Lá como cá</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: Roberto São Paulo/SP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-691010</link>
		<dc:creator>Roberto São Paulo/SP</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 16:15:48 +0000</pubDate>
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		<description>Pelos lado de cá, o Ministro Guido Mantega vai tirando leite de pedra, apesar dos erros do COPOM.
O crescimento da indústria no segundo trimestre de 2009 em relação ao primeiro trimestre de 2009, indica que a incentivos fiscais deram resultados.
A prorrogação dos dos incentivos fiscais até o final de 2009, demonstram que o Ministro Mantega sabe que a redução gradual praticada pelo COPOM irá demorar para fazer efeito na economia, o que se dará apenas no final de 2009.

Diferente do lado de lá, no lado de cá há um grande espaço para permitir um aumento no nível de crédito e até bem maior que no período anterior a quebra do Lehman Brothers.

Um dos grandes problemas a ser superado no lado de lá, é encontrar alguma forma de permitir um crescimento no nível de crédito que não seja o refinancimento dos imóveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelos lado de cá, o Ministro Guido Mantega vai tirando leite de pedra, apesar dos erros do COPOM.<br />
O crescimento da indústria no segundo trimestre de 2009 em relação ao primeiro trimestre de 2009, indica que a incentivos fiscais deram resultados.<br />
A prorrogação dos dos incentivos fiscais até o final de 2009, demonstram que o Ministro Mantega sabe que a redução gradual praticada pelo COPOM irá demorar para fazer efeito na economia, o que se dará apenas no final de 2009.</p>
<p>Diferente do lado de lá, no lado de cá há um grande espaço para permitir um aumento no nível de crédito e até bem maior que no período anterior a quebra do Lehman Brothers.</p>
<p>Um dos grandes problemas a ser superado no lado de lá, é encontrar alguma forma de permitir um crescimento no nível de crédito que não seja o refinancimento dos imóveis.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandre Leite</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690731</link>
		<dc:creator>Alexandre Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 00:52:20 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif,
seu &quot;colega&quot; ataca de novo:

Professor da PUC critica aumento de gastos do governo Lula e alerta para desmanche de arcabouço institucional

http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/07/04/professor-da-puc-critica-aumento-de-gastos-do-governo-lula-alerta-para-desmanche-de-arcabouco-institucional-756657498.asp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif,<br />
seu &#8220;colega&#8221; ataca de novo:</p>
<p>Professor da PUC critica aumento de gastos do governo Lula e alerta para desmanche de arcabouço institucional</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/07/04/professor-da-puc-critica-aumento-de-gastos-do-governo-lula-alerta-para-desmanche-de-arcabouco-institucional-756657498.asp" rel="nofollow">http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/07/04/professor-da-puc-critica-aumento-de-gastos-do-governo-lula-alerta-para-desmanche-de-arcabouco-institucional-756657498.asp</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Oz .</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690669</link>
		<dc:creator>Oz .</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 22:50:59 +0000</pubDate>
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		<description>Menos neoconservadorismo e neoliberalismo.

Mais Libertarianismo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Menos neoconservadorismo e neoliberalismo.</p>
<p>Mais Libertarianismo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Weber- Santos/S.P.</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690471</link>
		<dc:creator>Alexandre Weber- Santos/S.P.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 17:36:29 +0000</pubDate>
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		<description>O Paul Krugman é da turma do têm que mudar tudo para continuar a mesma coisa.

Um amigo meu lá de fora, o Bart, postou um monte de gráficos provando que a analogia simplória com a crise de 30 não funciona e é na verdade mais ruinosa ainda para a economia se levada a sério.

Os detalhes são praticamente ininteligíveis para leigos, assim poupo-os do trabalho da leitura e interpretação dos mesmos, mas se acreditam na minha palavra, este estudo é mais fumaça na cortina para impedir a visão do que realmente está acontecendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Paul Krugman é da turma do têm que mudar tudo para continuar a mesma coisa.</p>
<p>Um amigo meu lá de fora, o Bart, postou um monte de gráficos provando que a analogia simplória com a crise de 30 não funciona e é na verdade mais ruinosa ainda para a economia se levada a sério.</p>
<p>Os detalhes são praticamente ininteligíveis para leigos, assim poupo-os do trabalho da leitura e interpretação dos mesmos, mas se acreditam na minha palavra, este estudo é mais fumaça na cortina para impedir a visão do que realmente está acontecendo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fábio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690450</link>
		<dc:creator>Fábio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 17:06:47 +0000</pubDate>
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		<description>Lula, Obama, dentre outros líderes recentes, têm se apresentado como uma opção &quot;diferente&quot;, capaz de modificar as estruturas, etc.
Só que a ação não confere com o discurso. O que fazem é &quot;mais do mesmo&quot;.
Um período histórico em que vivemos onde as estruturas, os sistemas, sejam eles: políticos, econômicos, éticos, sociais, militares, educacionais, de imprensa, etc, etc, demandam opção mais de &quot;vanguarda&quot;. Continuar com o &quot;mais do mesmo&quot; é forma de prorrogar o atraso.
Isso me faz lembrar a Revolução Francesa. As estruturas estavam carcomidas. Eis que derrubam o rei, implantam uma monarquia constitucional, mas era tudo &quot;mais do mesmo&quot;. 
O marasmo da inércia que produziu uma fase jacobina até chegar a Napoleão. Os jacobinos e Napoleão foram capazes de adequar as ações com as necessidades do momento histórico.
Obama, Lula, dentre outros, são apenas &quot;mais do mesmo&quot;. O futuro não será definido pelas suas ações, mas pelas sua omissões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lula, Obama, dentre outros líderes recentes, têm se apresentado como uma opção &#8220;diferente&#8221;, capaz de modificar as estruturas, etc.<br />
Só que a ação não confere com o discurso. O que fazem é &#8220;mais do mesmo&#8221;.<br />
Um período histórico em que vivemos onde as estruturas, os sistemas, sejam eles: políticos, econômicos, éticos, sociais, militares, educacionais, de imprensa, etc, etc, demandam opção mais de &#8220;vanguarda&#8221;. Continuar com o &#8220;mais do mesmo&#8221; é forma de prorrogar o atraso.<br />
Isso me faz lembrar a Revolução Francesa. As estruturas estavam carcomidas. Eis que derrubam o rei, implantam uma monarquia constitucional, mas era tudo &#8220;mais do mesmo&#8221;.<br />
O marasmo da inércia que produziu uma fase jacobina até chegar a Napoleão. Os jacobinos e Napoleão foram capazes de adequar as ações com as necessidades do momento histórico.<br />
Obama, Lula, dentre outros, são apenas &#8220;mais do mesmo&#8221;. O futuro não será definido pelas suas ações, mas pelas sua omissões.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sergio Saraiva</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690445</link>
		<dc:creator>Sergio Saraiva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 17:01:38 +0000</pubDate>
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		<description>Há algum tempo tenho a seguinte impressão,
o Obama é o Lula deles e, guardadas as devidas proporções, principalmente em relação à beligerância, o Bush foi o FHC deles. 
Por isso, temia que, passado o entusiasmo inicial, o pau conservador começasse a descer solto na cabeça do Obama. Pelo que pude entender o belo texto do Paul Krugman o Partido Republicano é o PSDB deles e adotou a infeliz idéia do quanto pior melhor. Logo se as coisas correrem com a mesma simetria o governo Obama deverá ser um governo de sucesso popular e econômico com terríveis ataques da midia conservadora que, lá como cá, é a mesma merda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo tenho a seguinte impressão,<br />
o Obama é o Lula deles e, guardadas as devidas proporções, principalmente em relação à beligerância, o Bush foi o FHC deles.<br />
Por isso, temia que, passado o entusiasmo inicial, o pau conservador começasse a descer solto na cabeça do Obama. Pelo que pude entender o belo texto do Paul Krugman o Partido Republicano é o PSDB deles e adotou a infeliz idéia do quanto pior melhor. Logo se as coisas correrem com a mesma simetria o governo Obama deverá ser um governo de sucesso popular e econômico com terríveis ataques da midia conservadora que, lá como cá, é a mesma merda.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ale AR</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690256</link>
		<dc:creator>Ale AR</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:23:27 +0000</pubDate>
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		<description>Paul Krugman é um palhaço monetarista, e a sua proposta é a receita para o desastre econômico durante 20 anos, tal como aconteceu no Japão. O único caminho que tirará os EUA (e o mundo) da depressão e o afastaria definitivamente dos ciclos de boom-bust, é o fim da intervenção estatal na economia, e o fim das políticas de estimulo, que jogam fora recursos genuínos dos contribuíntes e aumentam a divida pública (com o conseguinte aumento da carga de juros sobre a economia). A lógica liberal se faz evidente nestes tempos malucos, mas isso soa anacrónico. É claro! Que Governo vai querer ficar revendo procesos, organogramas, tributos, e melhorando a sua gestão enquanto os bancos vão a falência e as fábricas fecham? Nenhum! Eles querem &quot;mostrar serviço&quot;. E assim o fazem desde crises passadas, aumentando o gasto público, injetando dinheiro espúrio na economia, introduzindo distorções e privilégios a este ou aquele setor através de subsídios, linhas de creditos especiais, isenções impositivas, pacotes de investimento, etc, etc. É incrível que os Governos que estavam a frente da economia quando a crise se formava fossem incapazes de enxergá-la (lembram das palavras &quot;a crise está contida&quot;, &#039;é uma marolinha&#039;, e tais?) mas capazes de resolvé-la. Eles são os culpados da crise!
Acho engraçado (por não dizer outra palavra mais chula) que perante qualquer problema (tipo gripe suína, alagamentos, ou outras catástrofes naturais), sempre a primeira notícia que ouvimos é: &quot;foram alocados trozentos trilhões para um fundo especial destinado a enfrentar a gripe/ o tornado/ o tsunami, ou o que for&quot;. Que velocidade pra fazer contas e calcular o custo da solução! O que parece é: o governo nunca está preparado, nem tem instituições prontas para atuar em caso de desastre (defesa civil, bombeiros, hospitais, cientistas), e sempre precisa de uma partida &quot;extra&quot; para solucionar o problema. Nunca se prestam contas dessas partidas extraordinárias, que imagino sejam sempre uma fonte renovada de recursos que vão parar no bolso de alguem.
Menos Estado. Menos manipulação da moeda. Menos farra com dinheiro do contribuínte. Menos &quot;rolagem&quot; de dívidas. Mais controle do gasto. Mais desoneração da economia, reduzindo juros e carga tributária. Menos privilégios (a começar pelo Governo, e seguindo pelo sistema financeiro e industrial, que leva boladas bilionárias a cada crise). Menos Krugman. Mais Von Mises! Melhor do que consertar o mundo da crise passada, e não deixá-lo pronto para a próxima crise.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paul Krugman é um palhaço monetarista, e a sua proposta é a receita para o desastre econômico durante 20 anos, tal como aconteceu no Japão. O único caminho que tirará os EUA (e o mundo) da depressão e o afastaria definitivamente dos ciclos de boom-bust, é o fim da intervenção estatal na economia, e o fim das políticas de estimulo, que jogam fora recursos genuínos dos contribuíntes e aumentam a divida pública (com o conseguinte aumento da carga de juros sobre a economia). A lógica liberal se faz evidente nestes tempos malucos, mas isso soa anacrónico. É claro! Que Governo vai querer ficar revendo procesos, organogramas, tributos, e melhorando a sua gestão enquanto os bancos vão a falência e as fábricas fecham? Nenhum! Eles querem &#8220;mostrar serviço&#8221;. E assim o fazem desde crises passadas, aumentando o gasto público, injetando dinheiro espúrio na economia, introduzindo distorções e privilégios a este ou aquele setor através de subsídios, linhas de creditos especiais, isenções impositivas, pacotes de investimento, etc, etc. É incrível que os Governos que estavam a frente da economia quando a crise se formava fossem incapazes de enxergá-la (lembram das palavras &#8220;a crise está contida&#8221;, &#8216;é uma marolinha&#8217;, e tais?) mas capazes de resolvé-la. Eles são os culpados da crise!<br />
Acho engraçado (por não dizer outra palavra mais chula) que perante qualquer problema (tipo gripe suína, alagamentos, ou outras catástrofes naturais), sempre a primeira notícia que ouvimos é: &#8220;foram alocados trozentos trilhões para um fundo especial destinado a enfrentar a gripe/ o tornado/ o tsunami, ou o que for&#8221;. Que velocidade pra fazer contas e calcular o custo da solução! O que parece é: o governo nunca está preparado, nem tem instituições prontas para atuar em caso de desastre (defesa civil, bombeiros, hospitais, cientistas), e sempre precisa de uma partida &#8220;extra&#8221; para solucionar o problema. Nunca se prestam contas dessas partidas extraordinárias, que imagino sejam sempre uma fonte renovada de recursos que vão parar no bolso de alguem.<br />
Menos Estado. Menos manipulação da moeda. Menos farra com dinheiro do contribuínte. Menos &#8220;rolagem&#8221; de dívidas. Mais controle do gasto. Mais desoneração da economia, reduzindo juros e carga tributária. Menos privilégios (a começar pelo Governo, e seguindo pelo sistema financeiro e industrial, que leva boladas bilionárias a cada crise). Menos Krugman. Mais Von Mises! Melhor do que consertar o mundo da crise passada, e não deixá-lo pronto para a próxima crise.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Roberto São Paulo/SP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690236</link>
		<dc:creator>Roberto São Paulo/SP</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 12:52:10 +0000</pubDate>
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		<description>BB e Caixa vão ampliar competição em cartões
Governo quer usar bancos públicos para reduzir concentração de mercado
Fernando Nakagawa, Sábado, 04 de Julho de 2009, O Estado de S.Paulo

Os bancos federais receberam uma nova missão do governo: aumentar a concorrência no mercado de cartões de crédito. Depois de liderar a oferta de empréstimos durante a crise, essas instituições começam a pôr em prática um plano ambicioso...............
...........Segundo informação dada ao Estado por fonte diretamente envolvida com o assunto, os bancos públicos vão agir alinhados com o plano da equipe econômica de remodelar o mercado de cartões, que é concentrado em poucas empresas. 

O Banco Central e os Ministérios da Fazenda e da Justiça trabalham numa proposta de nova regulamentação do setor, que deverá ser divulgada no fim de setembro. 
A intenção do governo é aumentar a concorrência para elevar o uso dos pagamentos eletrônicos e, ao mesmo tempo, reduzir custos para os clientes e varejo.

 Na Caixa Econômica Federal, está sendo preparada uma nova frente de negócios para o segmento de baixa renda e há intenção de emitir até 30 milhões de cartões para esse público. 
No Banco do Brasil, foi quebrado um duopólio de décadas e a instituição começou a oferecer uma terceira marca aos clientes de maior renda, a American Express.................
................Nesse projeto, a Caixa e o BB querem repetir o sucesso da ação recente no crédito. Desde o agravamento da crise em setembro de 2008, essas instituições aumentaram a oferta de financiamentos e passaram a reduzir os juros para tentar normalizar as condições do mercado. 
O movimento deu certo e foi seguido pelas instituições privadas. Para o governo, o plano pode ser aplicado nos cartões porque Caixa e BB têm posição relevante: juntos, têm um quarto do mercado................

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090704/not_imp397580,0.php</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BB e Caixa vão ampliar competição em cartões<br />
Governo quer usar bancos públicos para reduzir concentração de mercado<br />
Fernando Nakagawa, Sábado, 04 de Julho de 2009, O Estado de S.Paulo</p>
<p>Os bancos federais receberam uma nova missão do governo: aumentar a concorrência no mercado de cartões de crédito. Depois de liderar a oferta de empréstimos durante a crise, essas instituições começam a pôr em prática um plano ambicioso&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br />
&#8230;&#8230;&#8230;..Segundo informação dada ao Estado por fonte diretamente envolvida com o assunto, os bancos públicos vão agir alinhados com o plano da equipe econômica de remodelar o mercado de cartões, que é concentrado em poucas empresas. </p>
<p>O Banco Central e os Ministérios da Fazenda e da Justiça trabalham numa proposta de nova regulamentação do setor, que deverá ser divulgada no fim de setembro.<br />
A intenção do governo é aumentar a concorrência para elevar o uso dos pagamentos eletrônicos e, ao mesmo tempo, reduzir custos para os clientes e varejo.</p>
<p> Na Caixa Econômica Federal, está sendo preparada uma nova frente de negócios para o segmento de baixa renda e há intenção de emitir até 30 milhões de cartões para esse público.<br />
No Banco do Brasil, foi quebrado um duopólio de décadas e a instituição começou a oferecer uma terceira marca aos clientes de maior renda, a American Express&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.Nesse projeto, a Caixa e o BB querem repetir o sucesso da ação recente no crédito. Desde o agravamento da crise em setembro de 2008, essas instituições aumentaram a oferta de financiamentos e passaram a reduzir os juros para tentar normalizar as condições do mercado.<br />
O movimento deu certo e foi seguido pelas instituições privadas. Para o governo, o plano pode ser aplicado nos cartões porque Caixa e BB têm posição relevante: juntos, têm um quarto do mercado&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090704/not_imp397580,0.php" rel="nofollow">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090704/not_imp397580,0.php</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Assis Ribeiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690206</link>
		<dc:creator>Assis Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 12:15:29 +0000</pubDate>
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		<description>Não adianta estudos profundos sobre a crise e a sua solução.
Se não socializar a renda via ingerência forte dos governos... bau bau!
O consumo de superfluo terá que cair para aumentar o de gêneros essenciais
pela maioria da população. Na boa, ou na marra!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não adianta estudos profundos sobre a crise e a sua solução.<br />
Se não socializar a renda via ingerência forte dos governos&#8230; bau bau!<br />
O consumo de superfluo terá que cair para aumentar o de gêneros essenciais<br />
pela maioria da população. Na boa, ou na marra!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Roberto São Paulo/SP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/la-como-ca/comment-page-1/#comment-690189</link>
		<dc:creator>Roberto São Paulo/SP</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 11:47:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31445#comment-690189</guid>
		<description>Creio que no Brasil os incentivos fiscais concedido pelo Governo Presidente Lula garantiram o início da recuperação da atividade econômica, e estão compensando parte da forte queda da demanda externa.

Para garantir a continuidade da recuperação econômica após o fim dos incentivos fiscais, será necessário diminuir os juros da Selic, os spreads e aumentar a liquidez, viabilizando uma forte expansão do crédito.
O ajuste na liquidez será necessário caso ocorra uma forte recuperação da demanda externa, o que no momento parece pouco provável.

O nosso problema é o COPOM, que parece que não considera  o fato que os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Presidente Lula tem data limite, ou seja, são provisório, não são para sempre, vão terminar em algum momento.
E precisão de outros estímulos, de preferência monetários, para manter o ritmo de recuperação da economia brasileira.

Quanto mais o COPOM demorar para reduzir os juros da Selic e aumentar a liquidez, maior será o tempo necessário para manter os incentivos fiscais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que no Brasil os incentivos fiscais concedido pelo Governo Presidente Lula garantiram o início da recuperação da atividade econômica, e estão compensando parte da forte queda da demanda externa.</p>
<p>Para garantir a continuidade da recuperação econômica após o fim dos incentivos fiscais, será necessário diminuir os juros da Selic, os spreads e aumentar a liquidez, viabilizando uma forte expansão do crédito.<br />
O ajuste na liquidez será necessário caso ocorra uma forte recuperação da demanda externa, o que no momento parece pouco provável.</p>
<p>O nosso problema é o COPOM, que parece que não considera  o fato que os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Presidente Lula tem data limite, ou seja, são provisório, não são para sempre, vão terminar em algum momento.<br />
E precisão de outros estímulos, de preferência monetários, para manter o ritmo de recuperação da economia brasileira.</p>
<p>Quanto mais o COPOM demorar para reduzir os juros da Selic e aumentar a liquidez, maior será o tempo necessário para manter os incentivos fiscais.</p>
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