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	<title>Comentários sobre: Das analogias improváveis</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: Entendendo o fator Sarney &#124; Luis Nassif</title>
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		<dc:creator>Entendendo o fator Sarney &#124; Luis Nassif</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 00:40:17 +0000</pubDate>
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		<description>[...] No dia 04/07 mais informações sobre as ligações de Sarney com Edemar Cid Ferreira: clique aqui. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] No dia 04/07 mais informações sobre as ligações de Sarney com Edemar Cid Ferreira: clique aqui. [...]</p>
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		<title>Por: Marcos</title>
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		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 15:15:41 +0000</pubDate>
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		<description>Tudo se resume ao que disse Tião Vianna:
   &quot; Lula nada fez para evitar a desconstrução e a perda de autoridade moral do Congresso. Os partidos estão mais fracos e deteriorados do que antes de sua posse. E é papel do chefe de Estado fazer com que as instituições como o Parlamento sejam vigorosas.”

Senador Tião Viana (PT-AC)
EU ACRESCENTARIA QUE LULA  CONTRIBUIU PARA QUE CHEGASSE A ISSO..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo se resume ao que disse Tião Vianna:<br />
   &#8221; Lula nada fez para evitar a desconstrução e a perda de autoridade moral do Congresso. Os partidos estão mais fracos e deteriorados do que antes de sua posse. E é papel do chefe de Estado fazer com que as instituições como o Parlamento sejam vigorosas.”</p>
<p>Senador Tião Viana (PT-AC)<br />
EU ACRESCENTARIA QUE LULA  CONTRIBUIU PARA QUE CHEGASSE A ISSO..</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fariajos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690778</link>
		<dc:creator>fariajos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 03:59:06 +0000</pubDate>
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		<description>Anarquista, já que vc colou o texto do Josias vou colar o mesmo comentário que fiz lá, mas dirigido a vc... Diz lá no final que não se sabe para onde Sarney está conduzindo o Senado... mas, vem cá, alguém sabe? Vc escreve como se soubesse... Não defendo o Sarney, mas o Senado é um colegiado, não há déspota esclarecido por ali (nem mesmo o déspota que se pensa esclarecido). O menor pacote que o Senado pode entregar ao povo brasileiro, como Lula sabe, é a governabilidade. Deve entregar mais, mas está, o próprio Senado, entregue a uma luta política intestina, deflagrada por uma oposição que não aprendeu que não consegue vingar por meio de colheita de escândalos. A concepção de uma oposição que se vê apenas como fiscal do governo é muito pobre, muito flácida, desvertebrada, e o Senado, e todos nós, nos ressentimos disso. Só teremos um Congresso de verdade quando as lutas ali forem por diferentes projetos de país. Enquanto isso não ocorre, ficam alguns defendendo o seu cercado e outros tentando derrubar a cerca. Faroeste. Não consigo ficar do lado de ninguém nessa tragédia. De fato, fico mesmo admirado que alguém consiga. Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anarquista, já que vc colou o texto do Josias vou colar o mesmo comentário que fiz lá, mas dirigido a vc&#8230; Diz lá no final que não se sabe para onde Sarney está conduzindo o Senado&#8230; mas, vem cá, alguém sabe? Vc escreve como se soubesse&#8230; Não defendo o Sarney, mas o Senado é um colegiado, não há déspota esclarecido por ali (nem mesmo o déspota que se pensa esclarecido). O menor pacote que o Senado pode entregar ao povo brasileiro, como Lula sabe, é a governabilidade. Deve entregar mais, mas está, o próprio Senado, entregue a uma luta política intestina, deflagrada por uma oposição que não aprendeu que não consegue vingar por meio de colheita de escândalos. A concepção de uma oposição que se vê apenas como fiscal do governo é muito pobre, muito flácida, desvertebrada, e o Senado, e todos nós, nos ressentimos disso. Só teremos um Congresso de verdade quando as lutas ali forem por diferentes projetos de país. Enquanto isso não ocorre, ficam alguns defendendo o seu cercado e outros tentando derrubar a cerca. Faroeste. Não consigo ficar do lado de ninguém nessa tragédia. De fato, fico mesmo admirado que alguém consiga. Abraço.</p>
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	<item>
		<title>Por: Clovis</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690642</link>
		<dc:creator>Clovis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 22:09:25 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar. [2]

Ou tem algum link onde possamos nos informar?&quot;


Também não sei. Poderia informar?

&lt;strong&gt;

&lt;blockquote&gt;NO caso do Capitão América, matérias do Teodomiro Braga no JB, fim dos anos 80. O segundo caso foi a briga do Edemar com uma empresária paulistana. Os advogados levantaram esses dados.&lt;/blockquote&gt;

&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar. [2]</p>
<p>Ou tem algum link onde possamos nos informar?&#8221;</p>
<p>Também não sei. Poderia informar?</p>
<p><strong></p>
<blockquote><p>NO caso do Capitão América, matérias do Teodomiro Braga no JB, fim dos anos 80. O segundo caso foi a briga do Edemar com uma empresária paulistana. Os advogados levantaram esses dados.</p></blockquote>
<p></strong></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Antonio Barros</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690624</link>
		<dc:creator>Antonio Barros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 21:42:57 +0000</pubDate>
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		<description>Entoar o mantra da &quot;governabilidade&quot; soa idêntico ao mantra da economia de mercado, muito ouvido no Governo FHC. É a ideia de que não dá para fazer nada fora do poder -- ou, quando se entra no poder, não dá para fazer nada diferente --, como se a estrutura atemporal e metafísica do fisiologismo político estivesse acima de qualquer possibilidade concreta de transformação política, social e econômica do Brasil. Ambos os mantras imobilizam as necessárias e urgentes reformas em função das falácias politiqueiras e &quot;economiqueiras&quot; (perdoem o neologismo) que insistem em descer em cascata. Este é o primeiro ponto -- e estou aqui tentando andar na linha das críticas de Paulo Arantes, no livro &quot;Extinção&quot; (Boitempo).

Para não perder o tom dialético, porém, é preciso colocar o segundo ponto: o que a imprensa faz não é varrer a contrapelo essa suposta estrutura imobilizante da política (como era de se esperar). Em outras palavras, a imprensa não é capaz de instaurar a crítca DO poder, mas sim a crítica DESSE poder, numa manobra claramente reformista, com o intuto de devolver o poder aos &quot;verdadeiros dono da casa&quot;.

O que torna ilegítimo o esperneamento da mídia é a sua parcialidade. Parcialidade que, perigosamente, joga os críticos da mídia do lado governista, engrossando o coro dessa parolagem da &quot;governabilidade&quot;, mesmo quando o assunto é outro.

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, compadres...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entoar o mantra da &#8220;governabilidade&#8221; soa idêntico ao mantra da economia de mercado, muito ouvido no Governo FHC. É a ideia de que não dá para fazer nada fora do poder &#8212; ou, quando se entra no poder, não dá para fazer nada diferente &#8211;, como se a estrutura atemporal e metafísica do fisiologismo político estivesse acima de qualquer possibilidade concreta de transformação política, social e econômica do Brasil. Ambos os mantras imobilizam as necessárias e urgentes reformas em função das falácias politiqueiras e &#8220;economiqueiras&#8221; (perdoem o neologismo) que insistem em descer em cascata. Este é o primeiro ponto &#8212; e estou aqui tentando andar na linha das críticas de Paulo Arantes, no livro &#8220;Extinção&#8221; (Boitempo).</p>
<p>Para não perder o tom dialético, porém, é preciso colocar o segundo ponto: o que a imprensa faz não é varrer a contrapelo essa suposta estrutura imobilizante da política (como era de se esperar). Em outras palavras, a imprensa não é capaz de instaurar a crítca DO poder, mas sim a crítica DESSE poder, numa manobra claramente reformista, com o intuto de devolver o poder aos &#8220;verdadeiros dono da casa&#8221;.</p>
<p>O que torna ilegítimo o esperneamento da mídia é a sua parcialidade. Parcialidade que, perigosamente, joga os críticos da mídia do lado governista, engrossando o coro dessa parolagem da &#8220;governabilidade&#8221;, mesmo quando o assunto é outro.</p>
<p>Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, compadres&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Clovis Camposc</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690616</link>
		<dc:creator>Clovis Camposc</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 21:28:24 +0000</pubDate>
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		<description>Romanelli

A linha que separa a incisividade da agressividade é muito tênue. Pior, cada um , em função do seu grau de sensibilidade avança ou recua os limites dessa fronteira. Padeci ( presunção) dessa&quot; incompreensão&quot; a maior parte dessa minha boa vida. Mas dá pra levar essa incompreensão dos outros.

Anarquista 

Lá pela metade de seu texto das 13:07 ocorrera-me lançá-lo para ocupar a direção da Abim cumulativamente com a da P.F. Vai ser informado assim lá na Conchinchina. O seu texto das 13:08 derrotou minha futura campanha, mas seu jornalista ou tem muita critividade ou tem mediunidade para estar presente a diálogos e cenas tão distintas. Em todo caso é uma bela síntese do que vem ocorrendo nas bandas da taba do Índio Tupi...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Romanelli</p>
<p>A linha que separa a incisividade da agressividade é muito tênue. Pior, cada um , em função do seu grau de sensibilidade avança ou recua os limites dessa fronteira. Padeci ( presunção) dessa&#8221; incompreensão&#8221; a maior parte dessa minha boa vida. Mas dá pra levar essa incompreensão dos outros.</p>
<p>Anarquista </p>
<p>Lá pela metade de seu texto das 13:07 ocorrera-me lançá-lo para ocupar a direção da Abim cumulativamente com a da P.F. Vai ser informado assim lá na Conchinchina. O seu texto das 13:08 derrotou minha futura campanha, mas seu jornalista ou tem muita critividade ou tem mediunidade para estar presente a diálogos e cenas tão distintas. Em todo caso é uma bela síntese do que vem ocorrendo nas bandas da taba do Índio Tupi&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Guimarães</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690606</link>
		<dc:creator>Eduardo Guimarães</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 21:02:54 +0000</pubDate>
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		<description>A aliança entre Serra e Quércia será um tema proibido na mídia daqui até o fim do ano que vem.  O PSDB existe porque Serra e Fernando Henrique Cardoso, entre outros, deixaram o PMDB em junho de 1988 e criaram o Partido da Social Democracia Brasileira justamente por conta da ascensão de Quércia no partido.

Lembram-se de Quércia? É o ex-governador peemedebista que “quebrou São Paulo mas fez seu sucessor (Fleury Filho – 1991/1994)”. Fica difícil explicar a aliança entre esse pessoal. Sobretudo para a mídia paulista, que triturou Quércia na década passada. Seria curioso pedir a um Estadão, por exemplo, que explicasse Serra e Quércia juntos depois de tudo que o jornal disse do peemedebista nos anos 1990.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A aliança entre Serra e Quércia será um tema proibido na mídia daqui até o fim do ano que vem.  O PSDB existe porque Serra e Fernando Henrique Cardoso, entre outros, deixaram o PMDB em junho de 1988 e criaram o Partido da Social Democracia Brasileira justamente por conta da ascensão de Quércia no partido.</p>
<p>Lembram-se de Quércia? É o ex-governador peemedebista que “quebrou São Paulo mas fez seu sucessor (Fleury Filho – 1991/1994)”. Fica difícil explicar a aliança entre esse pessoal. Sobretudo para a mídia paulista, que triturou Quércia na década passada. Seria curioso pedir a um Estadão, por exemplo, que explicasse Serra e Quércia juntos depois de tudo que o jornal disse do peemedebista nos anos 1990.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Juliano Guilherme</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690584</link>
		<dc:creator>Juliano Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:35:26 +0000</pubDate>
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		<description>Dá. Agora uma perguntinha: É só porque dá trabalho que eles não levantam essas coisas tipo envolvimento com Edmar? Será que não existem outros motivos também?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dá. Agora uma perguntinha: É só porque dá trabalho que eles não levantam essas coisas tipo envolvimento com Edmar? Será que não existem outros motivos também?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcelo de Matos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690561</link>
		<dc:creator>Marcelo de Matos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:04:13 +0000</pubDate>
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		<description>Anarquista
O texto é muito bom, mas, você não disse quem é o pai da criança. Só não concordo com certos clichês como esse de que Jânio renunciou porque estava embriagado e que as “forças terríveis” a que ele se referia eram produto de alucinação. Depois da renúncia de Jânio, João Goulart deparou-se com esses fantasmas e cuidou de refugiar-se em Montevidéu. Infelizmente, os fantasmas o perseguiram mesmo lá e parecem ter dado cabo de sua vida. Temos o costume de desqualificar personagens de nossa história. D. João VI é tido como um rei medroso que fugiu das tropas de Napoleão. Engraçado que os russos fugiram para além de Moscou quando da invasão napoleônica e nunca foram chamados de medrosos. A reação de Lula à posição do PT é interessante: a bancada do partido no Senado é composta de amadores. É verdade. Como diz o script dos marqueteiros para o horário político, está faltando “atitude” a esse pessoal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anarquista<br />
O texto é muito bom, mas, você não disse quem é o pai da criança. Só não concordo com certos clichês como esse de que Jânio renunciou porque estava embriagado e que as “forças terríveis” a que ele se referia eram produto de alucinação. Depois da renúncia de Jânio, João Goulart deparou-se com esses fantasmas e cuidou de refugiar-se em Montevidéu. Infelizmente, os fantasmas o perseguiram mesmo lá e parecem ter dado cabo de sua vida. Temos o costume de desqualificar personagens de nossa história. D. João VI é tido como um rei medroso que fugiu das tropas de Napoleão. Engraçado que os russos fugiram para além de Moscou quando da invasão napoleônica e nunca foram chamados de medrosos. A reação de Lula à posição do PT é interessante: a bancada do partido no Senado é composta de amadores. É verdade. Como diz o script dos marqueteiros para o horário político, está faltando “atitude” a esse pessoal.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: DKRC</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690542</link>
		<dc:creator>DKRC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 19:34:34 +0000</pubDate>
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		<description>A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar. [2]

Ou tem algum link onde possamos nos informar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar. [2]</p>
<p>Ou tem algum link onde possamos nos informar?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Edmar Melo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-2/#comment-690536</link>
		<dc:creator>Edmar Melo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 19:30:10 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Nassif,

Seu comentário sobre a coluna de Dora Kramer está tão claro que não precisa nem desenhar. Só a ligação de Sarney com ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira já seria suficiente para incriminar o atual presidente do Senado em várias transações tenebrosas. Você realmente sabe das coisas. Aliás, seu comentário me fez mudar de opinião. Acho agora que o Sarney não deve sequer pedir licença. Ele precisa enfrentar a crise e resolver os problemas do Senado gerado por ele e seus asseclas nos últimos quinze anos. Aqui no nordeste tem um adágio popular que diz o seguinte: “quem conhece Zé é a mãe de Zé”. Você incorporou a figura.

Abraços,

Edmar Melo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Nassif,</p>
<p>Seu comentário sobre a coluna de Dora Kramer está tão claro que não precisa nem desenhar. Só a ligação de Sarney com ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira já seria suficiente para incriminar o atual presidente do Senado em várias transações tenebrosas. Você realmente sabe das coisas. Aliás, seu comentário me fez mudar de opinião. Acho agora que o Sarney não deve sequer pedir licença. Ele precisa enfrentar a crise e resolver os problemas do Senado gerado por ele e seus asseclas nos últimos quinze anos. Aqui no nordeste tem um adágio popular que diz o seguinte: “quem conhece Zé é a mãe de Zé”. Você incorporou a figura.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Edmar Melo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Oliveira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690480</link>
		<dc:creator>André Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 17:58:55 +0000</pubDate>
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		<description>A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A estória dos cartões de crédito eu nunca ouvi falar. Você poderia contar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro P. Tardelli</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690452</link>
		<dc:creator>Pedro P. Tardelli</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 17:09:42 +0000</pubDate>
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		<description>É duro Nassif! Com todos os seus argumentos, a geração Twitter &quot;sou-amigo-de-quem-xinga-legal-o-Lula&quot; quer que quer derrubar o Sarney. Só o Sarney! Os &quot;marcelotas&quot; da vida tem uma legião de seguidores e carrega na lapela o seu partido de preferência. Tudo que é relacionado a PT ou ao Lula (hoje em dia com atitudes bem distintas) tem tratamento idiotizado. Na falta de cultura geral (embora quem frequente seu blog deva ser considerado razoavelmente informado), usam-se argumentos engessados na base do &quot;pronto-acabou&quot;. Citar argumentos pífios de Dora Kramer, Lúcia Hipólito, Mainardi, Reynaldo Azevedo é correr riscos de contrapartidas agressivas com requintes de arrogância. O blog permite mais que os 140 caracteres do Twitter e, portanto, vamos debater em melhor nível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É duro Nassif! Com todos os seus argumentos, a geração Twitter &#8220;sou-amigo-de-quem-xinga-legal-o-Lula&#8221; quer que quer derrubar o Sarney. Só o Sarney! Os &#8220;marcelotas&#8221; da vida tem uma legião de seguidores e carrega na lapela o seu partido de preferência. Tudo que é relacionado a PT ou ao Lula (hoje em dia com atitudes bem distintas) tem tratamento idiotizado. Na falta de cultura geral (embora quem frequente seu blog deva ser considerado razoavelmente informado), usam-se argumentos engessados na base do &#8220;pronto-acabou&#8221;. Citar argumentos pífios de Dora Kramer, Lúcia Hipólito, Mainardi, Reynaldo Azevedo é correr riscos de contrapartidas agressivas com requintes de arrogância. O blog permite mais que os 140 caracteres do Twitter e, portanto, vamos debater em melhor nível.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690439</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 16:54:47 +0000</pubDate>
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		<description>Pig,pig,pig,que isso ? Um mantra?
Quantos crimes dos sarney precisarão acontecer para eles entrarem pelo cano ( se for escrever todos da uma enciclopedia)
O presidente que mais fez o brasileiro de otario, este individuo em 5 anos fez o pais andar 20 para o buraco e o Estado do Maranhão então transformou num feudo e o colocou entre os mais atrasados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pig,pig,pig,que isso ? Um mantra?<br />
Quantos crimes dos sarney precisarão acontecer para eles entrarem pelo cano ( se for escrever todos da uma enciclopedia)<br />
O presidente que mais fez o brasileiro de otario, este individuo em 5 anos fez o pais andar 20 para o buraco e o Estado do Maranhão então transformou num feudo e o colocou entre os mais atrasados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anarquista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690402</link>
		<dc:creator>anarquista</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 16:08:06 +0000</pubDate>
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		<description>Brasília respirou, entre terça e quarta-feira, a expectativa de uma renúncia planejada para não acontecer. Moído por uma crise que o persegue há cinco meses, José Sarney pôs em marcha uma estratégia definida por um de seus aliados como “Plano Jânio Quadros”.

 

Jânio, como se sabe, renunciou à presidência da República, em agosto de 1961, seis meses e 23 dias depois de ter sido empossado. Em texto manuscrito, de cunho enigmático –“forças terríveis levantam-se contra mim”—, comunicou a decisão ao Congresso e voou para São Paulo.

 

Esperava que o Legislativo recusasse a renúncia e que o povo fosse às ruas clamar por seu retorno. Não ocorreu nem uma coisa nem outra. O resto é história. Sarney –“um Jânio sem álcool”, na definição ouvida pelo blog— simulou a renúncia para “voltar” a um cargo que lhe foge. Sem o inconveniente de deixar a cadeira.

 

Para livrar sua “presidência” das aspas que a conspurcam, Sarney tramou uma ressurreição “nos braços do PT”. Deu-se o seguinte:

 

1. Na manhã de quarta, Sarney recebeu em sua mansão, no Lago Sul, Aloizio Mercadante e Ideli Sanvatti. Foram contar a ele um segredo de polichinelo. Na noite anterior, a bancada do PT posicionara-se a favor do seu afastamento. Licença de um mês. Sarney refugou. Licença não tiraria. Ou o PT o apoiava ou renunciaria. 

 

2. Sem que Mercadante e Ideli suspeitassem, Sarney armava a reação desde a tarde da véspera, quando a notícia sobre a cara virada do PT lhe chegara aos ouvidos. Em segredo, conversara pelo telefone com Lula, que estava na Líbia. Queixara-se da movimentação do petismo. Ouvira de Lula críticas acerbas ao PT. O presidente chamara de amadores os senadores de seu partido. E tranquilizara Sarney. 

 

3. Lula acionaria, desde a Líbia, a ministra Dilma Rousseff e o chefe de gabinete dele, Gilberto Carvalho. Ordenou-lhes que agissem para deter o “amadorismo” do PT. Na noite de terça, enquanto a bancada petista apreciava o pedido de licença de Sarney –7 votos a favor e 4 contra– o “alvo” reunia-se secretamente com Dilma e Carvalho, na casa da ministra.

 

4. Sob orientações de Lula e de olho na preservação do apoio do PMDB à sua candidatura presidencial, Dilma acalmou Sarney. Pediu que aguardasse o retorno do chefe. Tudo seria solucionado, disse. Assim, Lula e sua principal ministra já haviam vendido a Sarney o apoio do PT, que Mercadante e Ideli diziam não existir.

 

5. Sarney tinha razões para escorar-se no governo. O plenário fervia. Três partidos exigiram a sua licença: PSDB, PDT e até o DEM. Sem o PT, sua “presidência”, já comprometida pelas aspas, poderia virar cinzas. Na conversa com Mercadante e Ideli, testemunhada por Renan Calheiros, Sarney, na pele de “Jânio sóbrio”, como que devolveu o problema ao PT e ao governo. Parecia jogar o seu futuro numa única mão de cartas. Mas a renúncia era teatro.

 

6. Quatro dias antes, no início da noite de um domingo frio de Brasília, um Sarney apegado ao cargo e seu escudeiro Renan Calheiros tiveram uma primeira reunião sigilosa com com Lula. Dera-se na Granja do Torto. Lula se preparava para a viagem à Líbia. Àquela altura, a fuga do DEM tinha a forma de uma ameaça, pendurada nas manchetes pelo líder José Agripino Maia. Sarney e Renan pareciam descrer. Pelo sim, pelo não, decidiram testar os limites do apoio de Lula. Não havia limites. O presidente prometeu-lhes apoio irrestrito. 

 

8. Tampouco o PSDB, parceiro de oposição do DEM, levava a sério os arroubos de Agripino. “Não vão chegar a tanto”, dizia, na segunda-feira, o presidente tucano Sérgio Guerra ao dissidente peemedebista Jarbas Vasconcelos. Estavam no aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Retornavam de uma viagem a Estocolmo. Àquela altura, Agripino já havia costurado o rompimento.

 

9. O líder ‘demo’ entendera-se com os “formadores de opinião” de sua bancada. Até o sereno Marco Maciel apoiara a tese do afastamento de Sarney. A decisão do DEM foi vendida ao público como “consensual”. Meia-verdade. De 14 senadores, três saíram da reunião como votos vencidos: Eliseu Resende (MG), ACM Jr. (BA) e Heráclito Fortes (PI).

 

10. Primeiro-secretário da Mesa presidida por Sarney, Heráclito ponderou que o rompimento poderia empurrar Sarney para a reunúncia. Pintou um cenário de caos. Agripino atalhou a argumentação com uma idéia que sabia inviável: “Por que não uma candidatura própria, de Marco Maciel? Ficava claro que, além de romper com Sarney, o DEM já esboçava a sucessão. Agripino prevaleceu.

 

11. No meio da reunião do DEM, tocou o telefone. Era o tucano Sérgio Guerra. Queria que Agripino aderisse a uma proposta de última hora: a constituição de um grupo de senadores notáveis. Reformariam o Senado sob um Sarney manietado. Agripino já havia sido informado dos planos de Guerra por Renan, procurado antes dele. Reagira mal. Chamara a proposta de “tolice”. Nem atendeu ao telefone. Mesmo sem o assentimento de Agripino, Guerra foi à casa de Sarney. Levou a tiracolo os tucanos Alvaro Dias e Marisa Serrano.

 

12. Apresentado à tese da constituição do grupo de senadores insignes, Sarney simulou interesse. Disse que iria pensar. Os tucanos disseram-lhe que nem precisaria se licenciar do cargo. Bastaria um afastamento informal. Não queriam ver Sarney pelas costas. De quebra, sondaram-no sobre a disposição de instalar a CPI da Petrobras. “Parece que nem a oposição está interessada”, provocou Sarney. 

 

13. O tucanato estava, sim, interessado. Sarney e Renan trataram de levar esse interesse ao caldeirão da crise como mais uma ameaça ao governo. Em seus diálogos, deixaram antever que, ao menor sinal de abandono, o PMDB ajudaria a abrir a CPI.  

 

14. Lula manteve a mão estendida. Mal posou na base aérea de Brasília, na noite de quarta, discou para Sarney. Antes, telefonara para Ideli Salvatti, que lhe relatara um encontro ameno de Sarney com dez dos 12 senadores do PT. Só Marina Silva e Eduardo Suplicy ousaram repisar a tese da licença diante de Sarney. A bancada parecia ceder à pressão. Lula sentiu o pulso de Sarney e agendou uma conversa com ele. Seria na quinta. Foi transferida para sexta. O presidente quis, primeiro, avistar-se com o PT. 

 

15. Lula testemunhou ao vivo o “amadorismo” que pressentira à distância. Cinco senadores petistas defenderam a licença de Sarney. Em resposta, reduziu a crise do Senado a uma “guerra política”. Lembrou 2010 e apelou à governabilidade. Encurralado, o PT reunirá sua bancada, de novo, na próxima terça. De antemão, Lula disse a Sarney, nesta sexta, que entregará a mercadoria que prometera. Se conseguir, José ‘Quadros’ Sarney ganhará sobrevida para continuar conduzindo o Senado. Não se sabe para onde

                    COPIADO DE UM JORNALISTA.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília respirou, entre terça e quarta-feira, a expectativa de uma renúncia planejada para não acontecer. Moído por uma crise que o persegue há cinco meses, José Sarney pôs em marcha uma estratégia definida por um de seus aliados como “Plano Jânio Quadros”.</p>
<p>Jânio, como se sabe, renunciou à presidência da República, em agosto de 1961, seis meses e 23 dias depois de ter sido empossado. Em texto manuscrito, de cunho enigmático –“forças terríveis levantam-se contra mim”—, comunicou a decisão ao Congresso e voou para São Paulo.</p>
<p>Esperava que o Legislativo recusasse a renúncia e que o povo fosse às ruas clamar por seu retorno. Não ocorreu nem uma coisa nem outra. O resto é história. Sarney –“um Jânio sem álcool”, na definição ouvida pelo blog— simulou a renúncia para “voltar” a um cargo que lhe foge. Sem o inconveniente de deixar a cadeira.</p>
<p>Para livrar sua “presidência” das aspas que a conspurcam, Sarney tramou uma ressurreição “nos braços do PT”. Deu-se o seguinte:</p>
<p>1. Na manhã de quarta, Sarney recebeu em sua mansão, no Lago Sul, Aloizio Mercadante e Ideli Sanvatti. Foram contar a ele um segredo de polichinelo. Na noite anterior, a bancada do PT posicionara-se a favor do seu afastamento. Licença de um mês. Sarney refugou. Licença não tiraria. Ou o PT o apoiava ou renunciaria. </p>
<p>2. Sem que Mercadante e Ideli suspeitassem, Sarney armava a reação desde a tarde da véspera, quando a notícia sobre a cara virada do PT lhe chegara aos ouvidos. Em segredo, conversara pelo telefone com Lula, que estava na Líbia. Queixara-se da movimentação do petismo. Ouvira de Lula críticas acerbas ao PT. O presidente chamara de amadores os senadores de seu partido. E tranquilizara Sarney. </p>
<p>3. Lula acionaria, desde a Líbia, a ministra Dilma Rousseff e o chefe de gabinete dele, Gilberto Carvalho. Ordenou-lhes que agissem para deter o “amadorismo” do PT. Na noite de terça, enquanto a bancada petista apreciava o pedido de licença de Sarney –7 votos a favor e 4 contra– o “alvo” reunia-se secretamente com Dilma e Carvalho, na casa da ministra.</p>
<p>4. Sob orientações de Lula e de olho na preservação do apoio do PMDB à sua candidatura presidencial, Dilma acalmou Sarney. Pediu que aguardasse o retorno do chefe. Tudo seria solucionado, disse. Assim, Lula e sua principal ministra já haviam vendido a Sarney o apoio do PT, que Mercadante e Ideli diziam não existir.</p>
<p>5. Sarney tinha razões para escorar-se no governo. O plenário fervia. Três partidos exigiram a sua licença: PSDB, PDT e até o DEM. Sem o PT, sua “presidência”, já comprometida pelas aspas, poderia virar cinzas. Na conversa com Mercadante e Ideli, testemunhada por Renan Calheiros, Sarney, na pele de “Jânio sóbrio”, como que devolveu o problema ao PT e ao governo. Parecia jogar o seu futuro numa única mão de cartas. Mas a renúncia era teatro.</p>
<p>6. Quatro dias antes, no início da noite de um domingo frio de Brasília, um Sarney apegado ao cargo e seu escudeiro Renan Calheiros tiveram uma primeira reunião sigilosa com com Lula. Dera-se na Granja do Torto. Lula se preparava para a viagem à Líbia. Àquela altura, a fuga do DEM tinha a forma de uma ameaça, pendurada nas manchetes pelo líder José Agripino Maia. Sarney e Renan pareciam descrer. Pelo sim, pelo não, decidiram testar os limites do apoio de Lula. Não havia limites. O presidente prometeu-lhes apoio irrestrito. </p>
<p>8. Tampouco o PSDB, parceiro de oposição do DEM, levava a sério os arroubos de Agripino. “Não vão chegar a tanto”, dizia, na segunda-feira, o presidente tucano Sérgio Guerra ao dissidente peemedebista Jarbas Vasconcelos. Estavam no aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Retornavam de uma viagem a Estocolmo. Àquela altura, Agripino já havia costurado o rompimento.</p>
<p>9. O líder ‘demo’ entendera-se com os “formadores de opinião” de sua bancada. Até o sereno Marco Maciel apoiara a tese do afastamento de Sarney. A decisão do DEM foi vendida ao público como “consensual”. Meia-verdade. De 14 senadores, três saíram da reunião como votos vencidos: Eliseu Resende (MG), ACM Jr. (BA) e Heráclito Fortes (PI).</p>
<p>10. Primeiro-secretário da Mesa presidida por Sarney, Heráclito ponderou que o rompimento poderia empurrar Sarney para a reunúncia. Pintou um cenário de caos. Agripino atalhou a argumentação com uma idéia que sabia inviável: “Por que não uma candidatura própria, de Marco Maciel? Ficava claro que, além de romper com Sarney, o DEM já esboçava a sucessão. Agripino prevaleceu.</p>
<p>11. No meio da reunião do DEM, tocou o telefone. Era o tucano Sérgio Guerra. Queria que Agripino aderisse a uma proposta de última hora: a constituição de um grupo de senadores notáveis. Reformariam o Senado sob um Sarney manietado. Agripino já havia sido informado dos planos de Guerra por Renan, procurado antes dele. Reagira mal. Chamara a proposta de “tolice”. Nem atendeu ao telefone. Mesmo sem o assentimento de Agripino, Guerra foi à casa de Sarney. Levou a tiracolo os tucanos Alvaro Dias e Marisa Serrano.</p>
<p>12. Apresentado à tese da constituição do grupo de senadores insignes, Sarney simulou interesse. Disse que iria pensar. Os tucanos disseram-lhe que nem precisaria se licenciar do cargo. Bastaria um afastamento informal. Não queriam ver Sarney pelas costas. De quebra, sondaram-no sobre a disposição de instalar a CPI da Petrobras. “Parece que nem a oposição está interessada”, provocou Sarney. </p>
<p>13. O tucanato estava, sim, interessado. Sarney e Renan trataram de levar esse interesse ao caldeirão da crise como mais uma ameaça ao governo. Em seus diálogos, deixaram antever que, ao menor sinal de abandono, o PMDB ajudaria a abrir a CPI.  </p>
<p>14. Lula manteve a mão estendida. Mal posou na base aérea de Brasília, na noite de quarta, discou para Sarney. Antes, telefonara para Ideli Salvatti, que lhe relatara um encontro ameno de Sarney com dez dos 12 senadores do PT. Só Marina Silva e Eduardo Suplicy ousaram repisar a tese da licença diante de Sarney. A bancada parecia ceder à pressão. Lula sentiu o pulso de Sarney e agendou uma conversa com ele. Seria na quinta. Foi transferida para sexta. O presidente quis, primeiro, avistar-se com o PT. </p>
<p>15. Lula testemunhou ao vivo o “amadorismo” que pressentira à distância. Cinco senadores petistas defenderam a licença de Sarney. Em resposta, reduziu a crise do Senado a uma “guerra política”. Lembrou 2010 e apelou à governabilidade. Encurralado, o PT reunirá sua bancada, de novo, na próxima terça. De antemão, Lula disse a Sarney, nesta sexta, que entregará a mercadoria que prometera. Se conseguir, José ‘Quadros’ Sarney ganhará sobrevida para continuar conduzindo o Senado. Não se sabe para onde</p>
<p>                    COPIADO DE UM JORNALISTA.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: anarquista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690398</link>
		<dc:creator>anarquista</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 16:07:00 +0000</pubDate>
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		<description>Brasília respirou, entre terça e quarta-feira, a expectativa de uma renúncia planejada para não acontecer. Moído por uma crise que o persegue há cinco meses, José Sarney pôs em marcha uma estratégia definida por um de seus aliados como “Plano Jânio Quadros”.

 

Jânio, como se sabe, renunciou à presidência da República, em agosto de 1961, seis meses e 23 dias depois de ter sido empossado. Em texto manuscrito, de cunho enigmático –“forças terríveis levantam-se contra mim”—, comunicou a decisão ao Congresso e voou para São Paulo.

 

Esperava que o Legislativo recusasse a renúncia e que o povo fosse às ruas clamar por seu retorno. Não ocorreu nem uma coisa nem outra. O resto é história. Sarney –“um Jânio sem álcool”, na definição ouvida pelo blog— simulou a renúncia para “voltar” a um cargo que lhe foge. Sem o inconveniente de deixar a cadeira.

 

Para livrar sua “presidência” das aspas que a conspurcam, Sarney tramou uma ressurreição “nos braços do PT”. Deu-se o seguinte:

 

1. Na manhã de quarta, Sarney recebeu em sua mansão, no Lago Sul, Aloizio Mercadante e Ideli Sanvatti. Foram contar a ele um segredo de polichinelo. Na noite anterior, a bancada do PT posicionara-se a favor do seu afastamento. Licença de um mês. Sarney refugou. Licença não tiraria. Ou o PT o apoiava ou renunciaria. 

 

2. Sem que Mercadante e Ideli suspeitassem, Sarney armava a reação desde a tarde da véspera, quando a notícia sobre a cara virada do PT lhe chegara aos ouvidos. Em segredo, conversara pelo telefone com Lula, que estava na Líbia. Queixara-se da movimentação do petismo. Ouvira de Lula críticas acerbas ao PT. O presidente chamara de amadores os senadores de seu partido. E tranquilizara Sarney. 

 

3. Lula acionaria, desde a Líbia, a ministra Dilma Rousseff e o chefe de gabinete dele, Gilberto Carvalho. Ordenou-lhes que agissem para deter o “amadorismo” do PT. Na noite de terça, enquanto a bancada petista apreciava o pedido de licença de Sarney –7 votos a favor e 4 contra– o “alvo” reunia-se secretamente com Dilma e Carvalho, na casa da ministra.

 

4. Sob orientações de Lula e de olho na preservação do apoio do PMDB à sua candidatura presidencial, Dilma acalmou Sarney. Pediu que aguardasse o retorno do chefe. Tudo seria solucionado, disse. Assim, Lula e sua principal ministra já haviam vendido a Sarney o apoio do PT, que Mercadante e Ideli diziam não existir.

 

5. Sarney tinha razões para escorar-se no governo. O plenário fervia. Três partidos exigiram a sua licença: PSDB, PDT e até o DEM. Sem o PT, sua “presidência”, já comprometida pelas aspas, poderia virar cinzas. Na conversa com Mercadante e Ideli, testemunhada por Renan Calheiros, Sarney, na pele de “Jânio sóbrio”, como que devolveu o problema ao PT e ao governo. Parecia jogar o seu futuro numa única mão de cartas. Mas a renúncia era teatro.

 

6. Quatro dias antes, no início da noite de um domingo frio de Brasília, um Sarney apegado ao cargo e seu escudeiro Renan Calheiros tiveram uma primeira reunião sigilosa com com Lula. Dera-se na Granja do Torto. Lula se preparava para a viagem à Líbia. Àquela altura, a fuga do DEM tinha a forma de uma ameaça, pendurada nas manchetes pelo líder José Agripino Maia. Sarney e Renan pareciam descrer. Pelo sim, pelo não, decidiram testar os limites do apoio de Lula. Não havia limites. O presidente prometeu-lhes apoio irrestrito. 

 

8. Tampouco o PSDB, parceiro de oposição do DEM, levava a sério os arroubos de Agripino. “Não vão chegar a tanto”, dizia, na segunda-feira, o presidente tucano Sérgio Guerra ao dissidente peemedebista Jarbas Vasconcelos. Estavam no aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Retornavam de uma viagem a Estocolmo. Àquela altura, Agripino já havia costurado o rompimento.

 

9. O líder ‘demo’ entendera-se com os “formadores de opinião” de sua bancada. Até o sereno Marco Maciel apoiara a tese do afastamento de Sarney. A decisão do DEM foi vendida ao público como “consensual”. Meia-verdade. De 14 senadores, três saíram da reunião como votos vencidos: Eliseu Resende (MG), ACM Jr. (BA) e Heráclito Fortes (PI).

 

10. Primeiro-secretário da Mesa presidida por Sarney, Heráclito ponderou que o rompimento poderia empurrar Sarney para a reunúncia. Pintou um cenário de caos. Agripino atalhou a argumentação com uma idéia que sabia inviável: “Por que não uma candidatura própria, de Marco Maciel? Ficava claro que, além de romper com Sarney, o DEM já esboçava a sucessão. Agripino prevaleceu.

 

11. No meio da reunião do DEM, tocou o telefone. Era o tucano Sérgio Guerra. Queria que Agripino aderisse a uma proposta de última hora: a constituição de um grupo de senadores notáveis. Reformariam o Senado sob um Sarney manietado. Agripino já havia sido informado dos planos de Guerra por Renan, procurado antes dele. Reagira mal. Chamara a proposta de “tolice”. Nem atendeu ao telefone. Mesmo sem o assentimento de Agripino, Guerra foi à casa de Sarney. Levou a tiracolo os tucanos Alvaro Dias e Marisa Serrano.

 

12. Apresentado à tese da constituição do grupo de senadores insignes, Sarney simulou interesse. Disse que iria pensar. Os tucanos disseram-lhe que nem precisaria se licenciar do cargo. Bastaria um afastamento informal. Não queriam ver Sarney pelas costas. De quebra, sondaram-no sobre a disposição de instalar a CPI da Petrobras. “Parece que nem a oposição está interessada”, provocou Sarney. 

 

13. O tucanato estava, sim, interessado. Sarney e Renan trataram de levar esse interesse ao caldeirão da crise como mais uma ameaça ao governo. Em seus diálogos, deixaram antever que, ao menor sinal de abandono, o PMDB ajudaria a abrir a CPI.  

 

14. Lula manteve a mão estendida. Mal posou na base aérea de Brasília, na noite de quarta, discou para Sarney. Antes, telefonara para Ideli Salvatti, que lhe relatara um encontro ameno de Sarney com dez dos 12 senadores do PT. Só Marina Silva e Eduardo Suplicy ousaram repisar a tese da licença diante de Sarney. A bancada parecia ceder à pressão. Lula sentiu o pulso de Sarney e agendou uma conversa com ele. Seria na quinta. Foi transferida para sexta. O presidente quis, primeiro, avistar-se com o PT. 

 

15. Lula testemunhou ao vivo o “amadorismo” que pressentira à distância. Cinco senadores petistas defenderam a licença de Sarney. Em resposta, reduziu a crise do Senado a uma “guerra política”. Lembrou 2010 e apelou à governabilidade. Encurralado, o PT reunirá sua bancada, de novo, na próxima terça. De antemão, Lula disse a Sarney, nesta sexta, que entregará a mercadoria que prometera. Se conseguir, José ‘Quadros’ Sarney ganhará sobrevida para continuar conduzindo o Senado. Não se sabe para onde</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília respirou, entre terça e quarta-feira, a expectativa de uma renúncia planejada para não acontecer. Moído por uma crise que o persegue há cinco meses, José Sarney pôs em marcha uma estratégia definida por um de seus aliados como “Plano Jânio Quadros”.</p>
<p>Jânio, como se sabe, renunciou à presidência da República, em agosto de 1961, seis meses e 23 dias depois de ter sido empossado. Em texto manuscrito, de cunho enigmático –“forças terríveis levantam-se contra mim”—, comunicou a decisão ao Congresso e voou para São Paulo.</p>
<p>Esperava que o Legislativo recusasse a renúncia e que o povo fosse às ruas clamar por seu retorno. Não ocorreu nem uma coisa nem outra. O resto é história. Sarney –“um Jânio sem álcool”, na definição ouvida pelo blog— simulou a renúncia para “voltar” a um cargo que lhe foge. Sem o inconveniente de deixar a cadeira.</p>
<p>Para livrar sua “presidência” das aspas que a conspurcam, Sarney tramou uma ressurreição “nos braços do PT”. Deu-se o seguinte:</p>
<p>1. Na manhã de quarta, Sarney recebeu em sua mansão, no Lago Sul, Aloizio Mercadante e Ideli Sanvatti. Foram contar a ele um segredo de polichinelo. Na noite anterior, a bancada do PT posicionara-se a favor do seu afastamento. Licença de um mês. Sarney refugou. Licença não tiraria. Ou o PT o apoiava ou renunciaria. </p>
<p>2. Sem que Mercadante e Ideli suspeitassem, Sarney armava a reação desde a tarde da véspera, quando a notícia sobre a cara virada do PT lhe chegara aos ouvidos. Em segredo, conversara pelo telefone com Lula, que estava na Líbia. Queixara-se da movimentação do petismo. Ouvira de Lula críticas acerbas ao PT. O presidente chamara de amadores os senadores de seu partido. E tranquilizara Sarney. </p>
<p>3. Lula acionaria, desde a Líbia, a ministra Dilma Rousseff e o chefe de gabinete dele, Gilberto Carvalho. Ordenou-lhes que agissem para deter o “amadorismo” do PT. Na noite de terça, enquanto a bancada petista apreciava o pedido de licença de Sarney –7 votos a favor e 4 contra– o “alvo” reunia-se secretamente com Dilma e Carvalho, na casa da ministra.</p>
<p>4. Sob orientações de Lula e de olho na preservação do apoio do PMDB à sua candidatura presidencial, Dilma acalmou Sarney. Pediu que aguardasse o retorno do chefe. Tudo seria solucionado, disse. Assim, Lula e sua principal ministra já haviam vendido a Sarney o apoio do PT, que Mercadante e Ideli diziam não existir.</p>
<p>5. Sarney tinha razões para escorar-se no governo. O plenário fervia. Três partidos exigiram a sua licença: PSDB, PDT e até o DEM. Sem o PT, sua “presidência”, já comprometida pelas aspas, poderia virar cinzas. Na conversa com Mercadante e Ideli, testemunhada por Renan Calheiros, Sarney, na pele de “Jânio sóbrio”, como que devolveu o problema ao PT e ao governo. Parecia jogar o seu futuro numa única mão de cartas. Mas a renúncia era teatro.</p>
<p>6. Quatro dias antes, no início da noite de um domingo frio de Brasília, um Sarney apegado ao cargo e seu escudeiro Renan Calheiros tiveram uma primeira reunião sigilosa com com Lula. Dera-se na Granja do Torto. Lula se preparava para a viagem à Líbia. Àquela altura, a fuga do DEM tinha a forma de uma ameaça, pendurada nas manchetes pelo líder José Agripino Maia. Sarney e Renan pareciam descrer. Pelo sim, pelo não, decidiram testar os limites do apoio de Lula. Não havia limites. O presidente prometeu-lhes apoio irrestrito. </p>
<p>8. Tampouco o PSDB, parceiro de oposição do DEM, levava a sério os arroubos de Agripino. “Não vão chegar a tanto”, dizia, na segunda-feira, o presidente tucano Sérgio Guerra ao dissidente peemedebista Jarbas Vasconcelos. Estavam no aeroporto de Cumbica, em São Paulo. Retornavam de uma viagem a Estocolmo. Àquela altura, Agripino já havia costurado o rompimento.</p>
<p>9. O líder ‘demo’ entendera-se com os “formadores de opinião” de sua bancada. Até o sereno Marco Maciel apoiara a tese do afastamento de Sarney. A decisão do DEM foi vendida ao público como “consensual”. Meia-verdade. De 14 senadores, três saíram da reunião como votos vencidos: Eliseu Resende (MG), ACM Jr. (BA) e Heráclito Fortes (PI).</p>
<p>10. Primeiro-secretário da Mesa presidida por Sarney, Heráclito ponderou que o rompimento poderia empurrar Sarney para a reunúncia. Pintou um cenário de caos. Agripino atalhou a argumentação com uma idéia que sabia inviável: “Por que não uma candidatura própria, de Marco Maciel? Ficava claro que, além de romper com Sarney, o DEM já esboçava a sucessão. Agripino prevaleceu.</p>
<p>11. No meio da reunião do DEM, tocou o telefone. Era o tucano Sérgio Guerra. Queria que Agripino aderisse a uma proposta de última hora: a constituição de um grupo de senadores notáveis. Reformariam o Senado sob um Sarney manietado. Agripino já havia sido informado dos planos de Guerra por Renan, procurado antes dele. Reagira mal. Chamara a proposta de “tolice”. Nem atendeu ao telefone. Mesmo sem o assentimento de Agripino, Guerra foi à casa de Sarney. Levou a tiracolo os tucanos Alvaro Dias e Marisa Serrano.</p>
<p>12. Apresentado à tese da constituição do grupo de senadores insignes, Sarney simulou interesse. Disse que iria pensar. Os tucanos disseram-lhe que nem precisaria se licenciar do cargo. Bastaria um afastamento informal. Não queriam ver Sarney pelas costas. De quebra, sondaram-no sobre a disposição de instalar a CPI da Petrobras. “Parece que nem a oposição está interessada”, provocou Sarney. </p>
<p>13. O tucanato estava, sim, interessado. Sarney e Renan trataram de levar esse interesse ao caldeirão da crise como mais uma ameaça ao governo. Em seus diálogos, deixaram antever que, ao menor sinal de abandono, o PMDB ajudaria a abrir a CPI.  </p>
<p>14. Lula manteve a mão estendida. Mal posou na base aérea de Brasília, na noite de quarta, discou para Sarney. Antes, telefonara para Ideli Salvatti, que lhe relatara um encontro ameno de Sarney com dez dos 12 senadores do PT. Só Marina Silva e Eduardo Suplicy ousaram repisar a tese da licença diante de Sarney. A bancada parecia ceder à pressão. Lula sentiu o pulso de Sarney e agendou uma conversa com ele. Seria na quinta. Foi transferida para sexta. O presidente quis, primeiro, avistar-se com o PT. </p>
<p>15. Lula testemunhou ao vivo o “amadorismo” que pressentira à distância. Cinco senadores petistas defenderam a licença de Sarney. Em resposta, reduziu a crise do Senado a uma “guerra política”. Lembrou 2010 e apelou à governabilidade. Encurralado, o PT reunirá sua bancada, de novo, na próxima terça. De antemão, Lula disse a Sarney, nesta sexta, que entregará a mercadoria que prometera. Se conseguir, José ‘Quadros’ Sarney ganhará sobrevida para continuar conduzindo o Senado. Não se sabe para onde</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690383</link>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 15:48:49 +0000</pubDate>
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		<description>E a denúncia da Carta Capital desta semana? Homens de Sarney têm concedido licenças de exploração mineral, aos cântaros, a Daniel Dantas.

Será que o PIG vai repercutir?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E a denúncia da Carta Capital desta semana? Homens de Sarney têm concedido licenças de exploração mineral, aos cântaros, a Daniel Dantas.</p>
<p>Será que o PIG vai repercutir?</p>
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		<title>Por: lucifer</title>
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		<dc:creator>lucifer</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 15:25:38 +0000</pubDate>
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		<description>A casa não  declarada é o  pivô  .Consta  na  de rendas ,e é omitida  na do TSE.. Para  requentar , o movimento , &quot; Fora Sarney&quot;, o PIG, terá de recorrer  aos arquivos que  comprometem  as &quot;quatro famílias&quot;,durante  o saudoso  período  de generosa magnanimidade,quando os  marinho,desfrutaram de ricas benesses. E o luxo de terem um  Ministro de  estado exclusivo,para seu uso e  desfrute.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A casa não  declarada é o  pivô  .Consta  na  de rendas ,e é omitida  na do TSE.. Para  requentar , o movimento , &#8221; Fora Sarney&#8221;, o PIG, terá de recorrer  aos arquivos que  comprometem  as &#8220;quatro famílias&#8221;,durante  o saudoso  período  de generosa magnanimidade,quando os  marinho,desfrutaram de ricas benesses. E o luxo de terem um  Ministro de  estado exclusivo,para seu uso e  desfrute.</p>
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		<title>Por: Marcelo de Matos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690344</link>
		<dc:creator>Marcelo de Matos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 15:11:53 +0000</pubDate>
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		<description>O tédio toma conta da primeira página da tradicional Folha de São Paulo neste sábado. Naquelas notinhas que aparecem no alto da página e que não sei como se chamam, em linguagem jornalística, já há indícios de fastio. Numa delas Chico Buarque diz que escrever “é uma chatice”. A outra fala sobre “torradeiras com funções inovadoras”. Torradeira, freudianamente, pode ter o significado de coisa maçante. A manchete principal é recorrente: “Sindicância vê crime em ato secreto e culpa só diretores”. Maçada por maçada, melhor falarmos sobre as torradeiras. Sou do tempo em que marketing de novos produtos não se fazia em jornal, revista ou TV, mas, no cinema. No filme “Primeira noite de um homem” aparece uma revolucionária torradeira. O protagonista deixa duas fatias de pão de forma no aparelho e sai de cena. A câmera focaliza a torradeira no momento em que as fatias, já tostadas, são quase que ejetadas. Essa torradeira tornou-se um ícone das vendas através de catálogo. Um amigo meu trabalhava nessas vendas e os clientes perguntavam: você tem aquela torradeira que apareceu naquele filme do Dustin Hoffman? O meu amigo tinha de assistir a todos os filmes que entravam em cartaz para poder realizar suas vendas. Mas, voltemos às torradeiras da Folha, mais modernas, com componentes eletrônicos. Enfim, é menos fastidioso falar sobre elas que sobre os atos secretos do Senado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tédio toma conta da primeira página da tradicional Folha de São Paulo neste sábado. Naquelas notinhas que aparecem no alto da página e que não sei como se chamam, em linguagem jornalística, já há indícios de fastio. Numa delas Chico Buarque diz que escrever “é uma chatice”. A outra fala sobre “torradeiras com funções inovadoras”. Torradeira, freudianamente, pode ter o significado de coisa maçante. A manchete principal é recorrente: “Sindicância vê crime em ato secreto e culpa só diretores”. Maçada por maçada, melhor falarmos sobre as torradeiras. Sou do tempo em que marketing de novos produtos não se fazia em jornal, revista ou TV, mas, no cinema. No filme “Primeira noite de um homem” aparece uma revolucionária torradeira. O protagonista deixa duas fatias de pão de forma no aparelho e sai de cena. A câmera focaliza a torradeira no momento em que as fatias, já tostadas, são quase que ejetadas. Essa torradeira tornou-se um ícone das vendas através de catálogo. Um amigo meu trabalhava nessas vendas e os clientes perguntavam: você tem aquela torradeira que apareceu naquele filme do Dustin Hoffman? O meu amigo tinha de assistir a todos os filmes que entravam em cartaz para poder realizar suas vendas. Mas, voltemos às torradeiras da Folha, mais modernas, com componentes eletrônicos. Enfim, é menos fastidioso falar sobre elas que sobre os atos secretos do Senado.</p>
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		<title>Por: Cascudo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/04/das-analogias-improvaveis-3/comment-page-1/#comment-690328</link>
		<dc:creator>Cascudo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:52:22 +0000</pubDate>
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		<description>PS:

cerestia = carestia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PS:</p>
<p>cerestia = carestia.</p>
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