Tive um cineclube, com outros cinco amigos, nos anos 80 na Vila Madalena, SP. Ele se chamou Zoom Cósmico graças a um filme de Norman Mclaren. Foi uma experiência e tanto. Esta semana alguém me presenteou com o filme Vizinhos dele e o baú da memória se destampou.
Comecei a buscar se no mágico Youtube eu encontraria algo do Norman Mclaren e descobri muitos dos seus filmes até chegar neste documentário que desvela toda a arte deste artista, que transitou pela reflexão do movimento no desenho e não do desenho em movimento, conforme ele mesmo fala em uma das partes.
Fez muita coisa para o National Film Board, no Canadá, depois de ter vivido e capturado imagens da guerra, porque casualmente estava com uma câmera, podendo retratar cenas que (já naquela época) não eram devidamente capturadas pelos jornalistas de então. Oh!
Sua obra está para sempre imortalizada, mesmo tendo trabalhado com película, com Neighbours (Vizinhos), que para ele representou sua obra destacada. Ele afirma neste documentário que se toda sua obra fosse perdida e tivesse de sobrar somente uma, ele elegeria este filme como representativo de sua obra “porque mostra que
Ainda no final dos anos 40, de forma extremamente dedicada e profissional, ele dedicou a programas da Unesco, enfim, um artista maior. Que bom que me reencontrei com sua obra.
A parte 12 deste documentário traz um trecho de Villa Lobos. Imperdível.
Caro Nassif,
Sou de 1971, mas meu pai tinha inúmeros discos do que hoje chamo de música brega italiana dos anos 60, interessante ouvir nosso mais famoso menestrel curtindo essa onda em 67. Será que o Juca não tem um blog, nem que seja do além? Aproveito o saudosismo e peço que nos desafie em indicar pessoas de referência hoje no país, aqueles que lamentaremos daqui 10, 15 anos pois já estarão fora de circuito. Quem são nossas cabeças lúcidas, o oposto dos cabeças de planilha,mas sem ficar restrito à economia?
Seu blog é melhor que toda minha tv a cabo com seus falsos 500 canais. Contribuiria com o valor de um jornal diário para ler teu blog só para partir de algum referencial.
Caro Nassif
Não era um tal Virgilio, não o Artur do Senado, o outro que vivia com uma lanterna a procura de uma mísera cabeça lúcida? Achei fácil o Blog do Juquinha, tá no UOL, de tão bom, esmola comentários, pulei para o Caderno do Saramago, só ele escreve no caderno, mas esse dispensa comentários, vida longa Saramago e sua Fundação.
Nassif, cadê sua primeira dama com o trivial não mais? Ou tenho lido rápido demais e não presto atenção?
Virgílio foi um poeta romano que se deu bem ($$$) com o casamento, e recebeu patrocínios para produzir suas obras. Está na Wikipedia. O nome dele era Publius Vergilius Maro.
Camões se inspirou nele para escrever “as armas e os barões assinalados”.
Quem procurava um homem com a lanterna era Diógenes de Sínope, precursor do Anarquista. Liberdade sexual, igualdade entre homens e mulheres, não pagar impostos, etc. Uma das lendas sobre ele dizia que ele vivia num barril.
Para saber mais sobre Virgílio e Diógenes, digite wikipedia no google e, na janelinha dela, você busca os nomes.
Aliás, sou fã (e colaborador) da Wikipedia. Lá estão o Lula, o FHC, e quem não estiver lá pode ser colocado. Mas não pode ofensa nem palavrão.
O Virgílio, este do Senado, ainda não está lá, mas o Aloizio Mercadante já está. Serra não está. O Zé Dirceu, que é de Passa-Quatro, está.
O Nassif também.
E do Aécio há o pai, que se chama Aécio Ferreira da Cunha, e o avô Tancredo Neves.
Sabe aqueles rótulos: Voce é o que come, o que fala… o que lê…o que escuta? Na minha infância não gostava do Juca Menestrel, gostava do romântico, e ai sonha com alguma Ana Maria (lindíssima) penso que deve ter sido meu primeiro crime cometido contra o violão (ah se existisse a imputação penal para quem toca tão mal quanto eu). Na minha escalação dessa época consta também o Miltinho (Mulher de Trinta..Meu nome é ninguém)…bons tempos!
A Helô sempre trazendo as músicas que já quase nos tinhamos esquecido e das quais gostávamos. Tenho u LP do Juca com algumas músicas ótimas.
A Helô me fez tirar do baú. Não é por menos que a profissão qua a Helô colocou na comunidade é de “garimpeira”. Eta mulherzinha boa.
Beijo
Oi, uma bela lembrança trazida à tona. a música uma belezinha.
este cara foi bom… foi… bom… fazia umas coisinhas engraçadas. com sátira. com bom gosto.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.
Tive um cineclube, com outros cinco amigos, nos anos 80 na Vila Madalena, SP. Ele se chamou Zoom Cósmico graças a um filme de Norman Mclaren. Foi uma experiência e tanto. Esta semana alguém me presenteou com o filme Vizinhos dele e o baú da memória se destampou.
Comecei a buscar se no mágico Youtube eu encontraria algo do Norman Mclaren e descobri muitos dos seus filmes até chegar neste documentário que desvela toda a arte deste artista, que transitou pela reflexão do movimento no desenho e não do desenho em movimento, conforme ele mesmo fala em uma das partes.
Fez muita coisa para o National Film Board, no Canadá, depois de ter vivido e capturado imagens da guerra, porque casualmente estava com uma câmera, podendo retratar cenas que (já naquela época) não eram devidamente capturadas pelos jornalistas de então. Oh!
Sua obra está para sempre imortalizada, mesmo tendo trabalhado com película, com Neighbours (Vizinhos), que para ele representou sua obra destacada. Ele afirma neste documentário que se toda sua obra fosse perdida e tivesse de sobrar somente uma, ele elegeria este filme como representativo de sua obra “porque mostra que
Ainda no final dos anos 40, de forma extremamente dedicada e profissional, ele dedicou a programas da Unesco, enfim, um artista maior. Que bom que me reencontrei com sua obra.
A parte 12 deste documentário traz um trecho de Villa Lobos. Imperdível.
documentário parte
http://www.youtube.com/watch?v=0qUy5XFwZOM
neighbours
http://www.youtube.com/watch?v=Wh4DstK2w_Q
Caro Nassif,
Sou de 1971, mas meu pai tinha inúmeros discos do que hoje chamo de música brega italiana dos anos 60, interessante ouvir nosso mais famoso menestrel curtindo essa onda em 67. Será que o Juca não tem um blog, nem que seja do além? Aproveito o saudosismo e peço que nos desafie em indicar pessoas de referência hoje no país, aqueles que lamentaremos daqui 10, 15 anos pois já estarão fora de circuito. Quem são nossas cabeças lúcidas, o oposto dos cabeças de planilha,mas sem ficar restrito à economia?
Seu blog é melhor que toda minha tv a cabo com seus falsos 500 canais. Contribuiria com o valor de um jornal diário para ler teu blog só para partir de algum referencial.
Abraço
Entrevista Alfred Hitchcok 1964 parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=ydvU64L758c
TESES AO XIV CONGRESSO DO PARTIDO COMUNISTA
BRASILEIRO (PCB).
TESE 1- O Capitalismo Hoje-AQUI
TESE 2- A Estratégia e a Tática da Revolução Socialista no Brasil-AQUI
TESE 3- Socialismo: Balanço e Perspectivas- AQUI
TESE 4- ORGANIZAR, ESTUDAR E LUTAR (Os desafios do PCB, no limiar do século XXI)- AQUI
Caro Nassif
Não era um tal Virgilio, não o Artur do Senado, o outro que vivia com uma lanterna a procura de uma mísera cabeça lúcida? Achei fácil o Blog do Juquinha, tá no UOL, de tão bom, esmola comentários, pulei para o Caderno do Saramago, só ele escreve no caderno, mas esse dispensa comentários, vida longa Saramago e sua Fundação.
Nassif, cadê sua primeira dama com o trivial não mais? Ou tenho lido rápido demais e não presto atenção?
Nassif, a Dilma já te chamou de “santinho” alguma vez?
“Upa, upa, upa
Cavalinho sem medo
Leva pra Brasilia
O Presidente Figueiredo”
Inesquecível
André,
Virgílio foi um poeta romano que se deu bem ($$$) com o casamento, e recebeu patrocínios para produzir suas obras. Está na Wikipedia. O nome dele era Publius Vergilius Maro.
Camões se inspirou nele para escrever “as armas e os barões assinalados”.
Quem procurava um homem com a lanterna era Diógenes de Sínope, precursor do Anarquista. Liberdade sexual, igualdade entre homens e mulheres, não pagar impostos, etc. Uma das lendas sobre ele dizia que ele vivia num barril.
Para saber mais sobre Virgílio e Diógenes, digite wikipedia no google e, na janelinha dela, você busca os nomes.
Aliás, sou fã (e colaborador) da Wikipedia. Lá estão o Lula, o FHC, e quem não estiver lá pode ser colocado. Mas não pode ofensa nem palavrão.
O Virgílio, este do Senado, ainda não está lá, mas o Aloizio Mercadante já está. Serra não está. O Zé Dirceu, que é de Passa-Quatro, está.
O Nassif também.
E do Aécio há o pai, que se chama Aécio Ferreira da Cunha, e o avô Tancredo Neves.
Muitos Sarney estão lá, com fotos e tudo.
Sabe aqueles rótulos: Voce é o que come, o que fala… o que lê…o que escuta? Na minha infância não gostava do Juca Menestrel, gostava do romântico, e ai sonha com alguma Ana Maria (lindíssima) penso que deve ter sido meu primeiro crime cometido contra o violão (ah se existisse a imputação penal para quem toca tão mal quanto eu). Na minha escalação dessa época consta também o Miltinho (Mulher de Trinta..Meu nome é ninguém)…bons tempos!
O menestrel Juca Chavez, deveria fazer mais uma música política carregada de sátira como sempre fez por ex-fora sarney!!!!
A Helô sempre trazendo as músicas que já quase nos tinhamos esquecido e das quais gostávamos. Tenho u LP do Juca com algumas músicas ótimas.
A Helô me fez tirar do baú. Não é por menos que a profissão qua a Helô colocou na comunidade é de “garimpeira”. Eta mulherzinha boa.
Beijo
Oi, uma bela lembrança trazida à tona. a música uma belezinha.
este cara foi bom… foi… bom… fazia umas coisinhas engraçadas. com sátira. com bom gosto.
Essa Helô é do cacete, heim!