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	<title>Comentários sobre: O país dos imigrantes</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Por: Luiz rigolin</title>
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		<dc:creator>Luiz rigolin</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 20:25:58 +0000</pubDate>
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		<description>O governo deveria, também, incentivar a emigração, principalmente daqueles que nada agragam na nossa socidade.
A própria imigração interna, principalmente do norte e nordeste para o sul e sudeste já não é mais desejada. O aumento da criminalidade está diretamente ligado ao inchaço das grandes cidades que não tem como empregar essa massa de infelizes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O governo deveria, também, incentivar a emigração, principalmente daqueles que nada agragam na nossa socidade.<br />
A própria imigração interna, principalmente do norte e nordeste para o sul e sudeste já não é mais desejada. O aumento da criminalidade está diretamente ligado ao inchaço das grandes cidades que não tem como empregar essa massa de infelizes</p>
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		<title>Por: Tuaregue Alemão</title>
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		<dc:creator>Tuaregue Alemão</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 21:09:09 +0000</pubDate>
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		<description>04/07/2009 - 11:10
Enviado por: Murilo

Gato Fedorento não vale !!

http://www.youtube.com/watch?v=C7LpQ-Fj6Cg&amp;feature=channel

Agora sim , algo sério, né?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>04/07/2009 &#8211; 11:10<br />
Enviado por: Murilo</p>
<p>Gato Fedorento não vale !!</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=C7LpQ-Fj6Cg&amp;feature=channel" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=C7LpQ-Fj6Cg&amp;feature=channel</a></p>
<p>Agora sim , algo sério, né?</p>
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	<item>
		<title>Por: João A.</title>
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		<dc:creator>João A.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:20:26 +0000</pubDate>
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		<description>O problema dos imigrantes no mundo, só vai acabar quando existirem iguais oportunidades em todos os países do mundo. E isso não vai acontecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema dos imigrantes no mundo, só vai acabar quando existirem iguais oportunidades em todos os países do mundo. E isso não vai acontecer.</p>
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		<title>Por: Murilo Rodrigues Filho</title>
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		<dc:creator>Murilo Rodrigues Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:18:08 +0000</pubDate>
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		<description>Embora louvável, já comentários que os custos para regularização é caro, principalmente que a regularização interessa a bolivianos. Além do fato de que nem sempre a informação nem sempre chega aos clandestinos, que não leem jornais e tem medo de multa e represália de patrões. Quanto ao Brasil dar exemplo, não passa de discurso bobo do governo Lula, pois brasileiro quer ir para Europa e Estados Unidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Embora louvável, já comentários que os custos para regularização é caro, principalmente que a regularização interessa a bolivianos. Além do fato de que nem sempre a informação nem sempre chega aos clandestinos, que não leem jornais e tem medo de multa e represália de patrões. Quanto ao Brasil dar exemplo, não passa de discurso bobo do governo Lula, pois brasileiro quer ir para Europa e Estados Unidos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Murilo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-5/#comment-690283</link>
		<dc:creator>Murilo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 14:10:31 +0000</pubDate>
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		<description>Esse é um debate sobre os imigrantes na TV portuguesa. Um tanto fraquinho, mas não deixa de ser interessante.

http://www.youtube.com/watch?v=F-O-2X6tvt8</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um debate sobre os imigrantes na TV portuguesa. Um tanto fraquinho, mas não deixa de ser interessante.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F-O-2X6tvt8" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=F-O-2X6tvt8</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Murilo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-5/#comment-690267</link>
		<dc:creator>Murilo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 13:53:31 +0000</pubDate>
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		<description>Plantar, só lembro de ter plantado umas míseras cenourinhas, que até nasceram, porém não falo de cátedra sobre agricultura. 

Mas desta vez o Sanzio, habitualmente perspicaz, arguto e bem informado, cometeu um equívoco (sbaglio?). Mandioca não dá em três meses. Leva mais de ano. O que dá em três meses ou pouco mais, é batata-doce.

Sobre os imigrantes, e particularmente o preconceito, nossos imperadores nutriam aversão aos europeus meridionais e mais ainda com relação aos asiáticos, daí que os primeiros não-ibéricos a chegar foram os alemães e suiços, estes os preferidos por Pedro II.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Plantar, só lembro de ter plantado umas míseras cenourinhas, que até nasceram, porém não falo de cátedra sobre agricultura. </p>
<p>Mas desta vez o Sanzio, habitualmente perspicaz, arguto e bem informado, cometeu um equívoco (sbaglio?). Mandioca não dá em três meses. Leva mais de ano. O que dá em três meses ou pouco mais, é batata-doce.</p>
<p>Sobre os imigrantes, e particularmente o preconceito, nossos imperadores nutriam aversão aos europeus meridionais e mais ainda com relação aos asiáticos, daí que os primeiros não-ibéricos a chegar foram os alemães e suiços, estes os preferidos por Pedro II.</p>
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		<title>Por: Irene</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-5/#comment-690176</link>
		<dc:creator>Irene</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 10:51:47 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, sou a Irene. 

com meu comentário anterior tão só queria dar os parabens á  medida do governo brasileiro... Como européia me sento obrigada a felicitar este tipo de avanços que se produzem em outros lugares do mundo.

Vos explicarei minha situação pessoal: sou espanhola, nasci na Espanha e minha família é espanhola. Também tenho família na França e amigos italianos e ingleses. 

Portanto não dou minha opinião sobre Europa “desde a distância”, e também não tento fazer generalizações. Eu gostaria fundamentar o que escrevi:

A princípios do mês de Junho 2009 se celebraram as eleições para o parlamento europeu. Vos porei um link sobre os resultados:

“O CENTRO DIREITA GANHA As ELEIÇÕES EM EUROPA”
(http://www.cope.es/mundo/07-06-09--centro-derecha-gana-elecciones-europa-58089-1)


O Partido Popular Europeu voltará a ser a primeira força da Eurocámara (267 de um total de 736 deputados), depois de seu triunfo nos países mais povoados da União numas eleições nas que ambientalistas e grupos minoritários registram um importante crescimento. A taxa de participação nas eleições européias se foi reduzindo progressivamente desde o 61,99% dos primeiros de 1979, até o 45,47%, que era até agora a cifra mais baixa, atingida nas anteriores eleições de 2004.

Em conjunto, quase dois terços do futuro parlamento corresponderão a formações de centro-direita: conservadores, democristianos, liberais, soberanistas, céticos antieuropeos, e direita xenófoba.

A vitória conservadora se fortaleceu, sobretudo, nos países mais povoados da União: Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha e Polônia.


“ATUALIDADE SOBRE A IMIGRAÇÃO EM ESPANHA”
(http://madrepatria.blogspot.com/2009/05/sos-racismo-acusa-al-gobierno-de.html)


SOS Racismo alertou de que o racismo institucional fomenta o racismo social e augurou que &quot;se não há um giro das políticas orquestradas desde as estruturas institucionais, assistiremos nos próximos anos a um aumento do racismo entre pessoas, entre vizinhos, nas relações trabalhistas, etcétera&quot;.


Agora moro em Barcelona. Estudei na universidade com muitas pessoas de LatinoAmérica. Continuamente escuto comentários a meus colegas de trabalho, na rua, nos jornais. Além dos resultados das eleições européias, sente-se em todas partes. A crise sacou o pior de nós. Se vocês vierem viver a Europa, o sentirão na pele. Em alguns países menos do que em outros, em alguns trabalhos menos do que em outros, segundo com quem se relacionem...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, sou a Irene. </p>
<p>com meu comentário anterior tão só queria dar os parabens á  medida do governo brasileiro&#8230; Como européia me sento obrigada a felicitar este tipo de avanços que se produzem em outros lugares do mundo.</p>
<p>Vos explicarei minha situação pessoal: sou espanhola, nasci na Espanha e minha família é espanhola. Também tenho família na França e amigos italianos e ingleses. </p>
<p>Portanto não dou minha opinião sobre Europa “desde a distância”, e também não tento fazer generalizações. Eu gostaria fundamentar o que escrevi:</p>
<p>A princípios do mês de Junho 2009 se celebraram as eleições para o parlamento europeu. Vos porei um link sobre os resultados:</p>
<p>“O CENTRO DIREITA GANHA As ELEIÇÕES EM EUROPA”<br />
(<a href="http://www.cope.es/mundo/07-06-09--centro-derecha-gana-elecciones-europa-58089-1" rel="nofollow">http://www.cope.es/mundo/07-06-09&#8211;centro-derecha-gana-elecciones-europa-58089-1</a>)</p>
<p>O Partido Popular Europeu voltará a ser a primeira força da Eurocámara (267 de um total de 736 deputados), depois de seu triunfo nos países mais povoados da União numas eleições nas que ambientalistas e grupos minoritários registram um importante crescimento. A taxa de participação nas eleições européias se foi reduzindo progressivamente desde o 61,99% dos primeiros de 1979, até o 45,47%, que era até agora a cifra mais baixa, atingida nas anteriores eleições de 2004.</p>
<p>Em conjunto, quase dois terços do futuro parlamento corresponderão a formações de centro-direita: conservadores, democristianos, liberais, soberanistas, céticos antieuropeos, e direita xenófoba.</p>
<p>A vitória conservadora se fortaleceu, sobretudo, nos países mais povoados da União: Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Espanha e Polônia.</p>
<p>“ATUALIDADE SOBRE A IMIGRAÇÃO EM ESPANHA”<br />
(<a href="http://madrepatria.blogspot.com/2009/05/sos-racismo-acusa-al-gobierno-de.html" rel="nofollow">http://madrepatria.blogspot.com/2009/05/sos-racismo-acusa-al-gobierno-de.html</a>)</p>
<p>SOS Racismo alertou de que o racismo institucional fomenta o racismo social e augurou que &#8220;se não há um giro das políticas orquestradas desde as estruturas institucionais, assistiremos nos próximos anos a um aumento do racismo entre pessoas, entre vizinhos, nas relações trabalhistas, etcétera&#8221;.</p>
<p>Agora moro em Barcelona. Estudei na universidade com muitas pessoas de LatinoAmérica. Continuamente escuto comentários a meus colegas de trabalho, na rua, nos jornais. Além dos resultados das eleições européias, sente-se em todas partes. A crise sacou o pior de nós. Se vocês vierem viver a Europa, o sentirão na pele. Em alguns países menos do que em outros, em alguns trabalhos menos do que em outros, segundo com quem se relacionem&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO &#171;</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690171</link>
		<dc:creator>i iNDA TEM FRANÇÊiS Qi DiZ Qi A GENTi NUM SEMO SERO &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 10:11:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] em países como a França (de Sarkosy) e a Itália (de Berlusconi). Sacamos a notícia do blog do Nassif, no qual Marcelo Carneiro da Cunha dá a notícia com euforia. Mas nos comentários há uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] em países como a França (de Sarkosy) e a Itália (de Berlusconi). Sacamos a notícia do blog do Nassif, no qual Marcelo Carneiro da Cunha dá a notícia com euforia. Mas nos comentários há uma [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690169</link>
		<dc:creator>João</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 09:22:13 +0000</pubDate>
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		<description>Moro na Espanha desde 99, consegui contrato de trabalho e hoje tenho cidadania espanhola. Apesar de estar vivendo, trabalhando e com todos os direitos, dificilmente poderei ter um cargo maior do que tenho na minha profissão (sou arquiteto), já que aqui existe uma barreira grande contra os estrangeiros não europeus.
Minha mulher que é espanhola fica horrorizada quando escuta comentários das colegas de trabalho dizendo que teriam um troço se um filho se casasse com um(a) imigrante. 
Ao contrário do Brasil (que também já teve um cultura bastante xenófoba) aqui na Europa você nunca vai deixar de ser &quot;de fora&quot;, mesmo que fale o idioma perfeitamente e sem sotaque. Essa é uma grande diferença. 
Se volto ao Brasil com minha mulher ela será melhor recebida do que eu aqui.
Como disseram acima, o Brasil é um país de acolhida e de mistura, só precisa se dar conta disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moro na Espanha desde 99, consegui contrato de trabalho e hoje tenho cidadania espanhola. Apesar de estar vivendo, trabalhando e com todos os direitos, dificilmente poderei ter um cargo maior do que tenho na minha profissão (sou arquiteto), já que aqui existe uma barreira grande contra os estrangeiros não europeus.<br />
Minha mulher que é espanhola fica horrorizada quando escuta comentários das colegas de trabalho dizendo que teriam um troço se um filho se casasse com um(a) imigrante.<br />
Ao contrário do Brasil (que também já teve um cultura bastante xenófoba) aqui na Europa você nunca vai deixar de ser &#8220;de fora&#8221;, mesmo que fale o idioma perfeitamente e sem sotaque. Essa é uma grande diferença.<br />
Se volto ao Brasil com minha mulher ela será melhor recebida do que eu aqui.<br />
Como disseram acima, o Brasil é um país de acolhida e de mistura, só precisa se dar conta disso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690143</link>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 03:18:24 +0000</pubDate>
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		<description>Foi um gesto bonito, principalmente em tempos de intolerância e xenofobia!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi um gesto bonito, principalmente em tempos de intolerância e xenofobia!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: R.Elizabeth</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690106</link>
		<dc:creator>R.Elizabeth</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 01:25:58 +0000</pubDate>
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		<description>O Brasil e um paiz que vez por outra acomoda bandidos extrangeiros ,porque nao acomodar trabalhadores pobres que tentam sobreviver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil e um paiz que vez por outra acomoda bandidos extrangeiros ,porque nao acomodar trabalhadores pobres que tentam sobreviver.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Gilson</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690104</link>
		<dc:creator>Gilson</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 01:22:32 +0000</pubDate>
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		<description>Mas uns votos para Dilma em 2010.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas uns votos para Dilma em 2010.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cascudo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690100</link>
		<dc:creator>Cascudo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 01:12:04 +0000</pubDate>
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		<description>O visto de permanência para estrangeiros ilegais, em sua maioria dos países vizinhos sulamericanos é de importância vital para o fortalecimento das relações com seus países de origem.

Cria ambiente para relações micro-economicas, alivia tensões sociais e desenvolve mercado consumidor para os produtos feitos no Brasil e nesses países.

Um imigrante, ao melhorar de renda, a primeira coisa que faz é remeter o excedente aos seus familiares na origem. E estes então passam a ter condições de vencer suas limitações locais.

Manter ilegais, ilegais, só aumenta o preconceito e a violência. Alimenta o crime organizado e as atividades ilícitas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O visto de permanência para estrangeiros ilegais, em sua maioria dos países vizinhos sulamericanos é de importância vital para o fortalecimento das relações com seus países de origem.</p>
<p>Cria ambiente para relações micro-economicas, alivia tensões sociais e desenvolve mercado consumidor para os produtos feitos no Brasil e nesses países.</p>
<p>Um imigrante, ao melhorar de renda, a primeira coisa que faz é remeter o excedente aos seus familiares na origem. E estes então passam a ter condições de vencer suas limitações locais.</p>
<p>Manter ilegais, ilegais, só aumenta o preconceito e a violência. Alimenta o crime organizado e as atividades ilícitas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Patrick Pinheiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690097</link>
		<dc:creator>Patrick Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 01:10:22 +0000</pubDate>
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		<description>Louvável iniciativa, já morei na Europa e felizmente fui sempre bem tradado, pois além de descendente estava como estudante, mas eu vi bastante injustiça contra brasileiros e temos nossa imagem bastante prejudicada por alguns compatriotas só que isso já é outro assunto.... 

Já na Itália foi tomado outro rumo e agora imigração ilegal é crime e inclusive milícias anti-imigração estão se organizando, e pensar que não muito tempo atrás estes junto de portugueses, espanhoís e outros chegavam em barcos sem nada aqui e fizeram vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Louvável iniciativa, já morei na Europa e felizmente fui sempre bem tradado, pois além de descendente estava como estudante, mas eu vi bastante injustiça contra brasileiros e temos nossa imagem bastante prejudicada por alguns compatriotas só que isso já é outro assunto&#8230;. </p>
<p>Já na Itália foi tomado outro rumo e agora imigração ilegal é crime e inclusive milícias anti-imigração estão se organizando, e pensar que não muito tempo atrás estes junto de portugueses, espanhoís e outros chegavam em barcos sem nada aqui e fizeram vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nonato Amorim</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690096</link>
		<dc:creator>Nonato Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 01:09:13 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif &amp; Amigos, ponto, ponto e mais ponto para o LULA, que é mestre em 

sensibilidade. Ele, que não acha o bolsa-família uma merreca porque, como 

sabemos, passou fome. Que, apesar dos problemas causados pelo Evo, 

não invadiu a Bolívia. Que, com toda a proximidade que tinha com o Bush, 

não embarcou soldados brasileiros para morrer no conto-de-fadas do 

Iraque. Que declarou achar bom ter como candidatos Dilma, Serra, Aécio e 

Ciro porque pensa que nenhum é de direita. Que, apesar de todas as 

dificuldades que a imprensa tem colocado para que ele possa governar 

mais e melhor, desfiando diuturnamente um baita rosário de mentiras e 

falsas acusações, acha que só chegou lá por causa da própria imprensa. 

Que, mesmo com esse carcomido e atrasado senado sendo o reduto mais 

oposicionista do seu governo, jamais declarou que deixou de fazer isso ou 

aquilo por causa dos nobres senadores. LULA tem mesmo é phd em 

sensibilidade e acho que, entre outros preconceitos que sofreu ao longo 

da vida, quando já foi taxado por muita gente &quot;boa&quot; como apedeuta, 

ignorante, analfabeto, entre outros adjetivos de quem não tem argumentos 

plausíveis, é porque passou também pelas agruras da fome. Só quem 

passou por tal provação pode ter esse sentimento num grau raro e 

máximo como é o caso do nosso Presidente. O premio Nobel da paz ficaria 

muito dignificado se chegasse às mãos dele. 

Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif &amp; Amigos, ponto, ponto e mais ponto para o LULA, que é mestre em </p>
<p>sensibilidade. Ele, que não acha o bolsa-família uma merreca porque, como </p>
<p>sabemos, passou fome. Que, apesar dos problemas causados pelo Evo, </p>
<p>não invadiu a Bolívia. Que, com toda a proximidade que tinha com o Bush, </p>
<p>não embarcou soldados brasileiros para morrer no conto-de-fadas do </p>
<p>Iraque. Que declarou achar bom ter como candidatos Dilma, Serra, Aécio e </p>
<p>Ciro porque pensa que nenhum é de direita. Que, apesar de todas as </p>
<p>dificuldades que a imprensa tem colocado para que ele possa governar </p>
<p>mais e melhor, desfiando diuturnamente um baita rosário de mentiras e </p>
<p>falsas acusações, acha que só chegou lá por causa da própria imprensa. </p>
<p>Que, mesmo com esse carcomido e atrasado senado sendo o reduto mais </p>
<p>oposicionista do seu governo, jamais declarou que deixou de fazer isso ou </p>
<p>aquilo por causa dos nobres senadores. LULA tem mesmo é phd em </p>
<p>sensibilidade e acho que, entre outros preconceitos que sofreu ao longo </p>
<p>da vida, quando já foi taxado por muita gente &#8220;boa&#8221; como apedeuta, </p>
<p>ignorante, analfabeto, entre outros adjetivos de quem não tem argumentos </p>
<p>plausíveis, é porque passou também pelas agruras da fome. Só quem </p>
<p>passou por tal provação pode ter esse sentimento num grau raro e </p>
<p>máximo como é o caso do nosso Presidente. O premio Nobel da paz ficaria </p>
<p>muito dignificado se chegasse às mãos dele. </p>
<p>Abs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: antonio barbosa filho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690048</link>
		<dc:creator>antonio barbosa filho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 23:26:25 +0000</pubDate>
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		<description>A louvável Anistia tem que ser seguida de outras medidas, como combate implacável à exploração da mão-de-obra semi escrava, bem como uma orientação dos imigrantes nesta condição para empregos formais.
Pensamos logo nos irmãos bolivianos, que devem ser uns 80 mil em São Paulo - não é um número que deva assustar os brasileiros igualmente sub-empregados. 
Espero que existam na massa de ilegais pelo menos algumas dezenas de espanhóis, portugueses e europeus em geral. Assim o Itamarati terá mais autoridade moral para defender os brasileiros que naqueles países são arbitrariamente presos e escorraçados, muitos preenchendo todas as condições legais de viagem. É preciso reciprocidade nesta área, hoje totalmente desequilibrada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A louvável Anistia tem que ser seguida de outras medidas, como combate implacável à exploração da mão-de-obra semi escrava, bem como uma orientação dos imigrantes nesta condição para empregos formais.<br />
Pensamos logo nos irmãos bolivianos, que devem ser uns 80 mil em São Paulo &#8211; não é um número que deva assustar os brasileiros igualmente sub-empregados.<br />
Espero que existam na massa de ilegais pelo menos algumas dezenas de espanhóis, portugueses e europeus em geral. Assim o Itamarati terá mais autoridade moral para defender os brasileiros que naqueles países são arbitrariamente presos e escorraçados, muitos preenchendo todas as condições legais de viagem. É preciso reciprocidade nesta área, hoje totalmente desequilibrada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Pascoal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690034</link>
		<dc:creator>Pascoal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 23:05:56 +0000</pubDate>
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		<description>link da reportagem da CBN

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		<content:encoded><![CDATA[<p>link da reportagem da CBN</p>
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		<title>Por: Pascoal</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690031</link>
		<dc:creator>Pascoal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 23:04:18 +0000</pubDate>
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		<description>O maior problema do Brasil é essa ausência quase completa de brasileiros. É impressionante. Eu tive a felicidade de conhecer esse país de uma ponta a outra. Passei três anos nisso, de ficar de lá para cá. É um país surpreendente em todos os aspectos. Mas todo mundo aqui veio de algum lugar (Alemanha, Espanha, Holanda, Chile, Uruguai, Itália, Japão...) Pintou uma crise econômica ou política, eles brotam no Galeão ou atravessam a Amizade. 

Eu gostaria de aproveitar esse romântico texto sobre essa característica brasileira, para abrir um parêntese sobre identidade. Sobre se de fato alguém realmente conhece o brasileiro – não esse de blogs, e jornais, e revista; mas os 170 milhões que só aparecem em matérias de futebol, polícia e campanhas políticas. Conhecemos mesmo o brasileiro? E se conhecemos temos orgulho dele? Porque não é possível ter orgulho do Brasil, sem ter orgulho do brasileiro – embora seja exatamente assim que muitos se comportam. 

Para ilustrar isso, peguemos um exemplo oportuno, que foi ao ar, nesta semana, na rádio CBN e analisemos cuidadosamente o discurso, porque este mostra os meandros da convição de quem está aqui em cima (falo dos 8% que têm nível superior) sobre o brasileiro. 

O Heródoto Barbeiro já passa a navalha ao chamar a matéria e afirmar “na reportagem de hoje, os problemas causados por alguns costumes tipicamente brasileiros” (a cultura brasileira, lá fora, é problema) e em seguida entra o repórter Leandro Mota arremessando sutilmente verbos e adjetivos que destrói aos poucos qualquer traço de civilidade que o brasileiro possa ter, o comportamento dele passa a ser ruim, porque ele quer, lá fora, manter-se ligado ao seu País – coisa que os alemães, 300 anos depois, ainda fazem por aqui. 

Aos poucos vai se destruindo o brasileiro – porque, imaginem, ele ousou ficar rico na Europa! – um absurdo. Então entra o magnânimo pensamento uspiano na voz do sociólogo Hilário Franco Júnior, que não alivia e já de cara chama o brasileiro por “indivíduo”  e diz que o cidadão – lá fora - só quer saber de lugares onde se possa apreciar o arroz com feijão – como se a pizza fosse invenção nossa ou o chimarrão corresse nos rios daqui. Ele diz: “o indivíduo chega, não mostra a mínima boa vontade em aprender a língua do local, está sempre procurando um local onde venda um arroz feijão (sic), como se não existisse nada ali que fosse comestível. Não deixa de ser, do ponto de vista [daquela] população, também uma certa forma de insulto” e segue disparando um pensamento típico do catedrático uspiano – o de reverência incondicional à Europa. Ou seja, para ele, manter os hábitos alimentares e os traços culturais típicos é um insulto.

Mas bater em brasileiro é igual bater em cachorro morto. Ele não late, não rosna, não estranha, porque, até mesmo dentro de seu próprio país ele não é reconhecido, não é respeitado, não é ouvido, não é ninguém. E terra de ninguém, meu cumpadi,  quem chega de fora é dono.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O maior problema do Brasil é essa ausência quase completa de brasileiros. É impressionante. Eu tive a felicidade de conhecer esse país de uma ponta a outra. Passei três anos nisso, de ficar de lá para cá. É um país surpreendente em todos os aspectos. Mas todo mundo aqui veio de algum lugar (Alemanha, Espanha, Holanda, Chile, Uruguai, Itália, Japão&#8230;) Pintou uma crise econômica ou política, eles brotam no Galeão ou atravessam a Amizade. </p>
<p>Eu gostaria de aproveitar esse romântico texto sobre essa característica brasileira, para abrir um parêntese sobre identidade. Sobre se de fato alguém realmente conhece o brasileiro – não esse de blogs, e jornais, e revista; mas os 170 milhões que só aparecem em matérias de futebol, polícia e campanhas políticas. Conhecemos mesmo o brasileiro? E se conhecemos temos orgulho dele? Porque não é possível ter orgulho do Brasil, sem ter orgulho do brasileiro – embora seja exatamente assim que muitos se comportam. </p>
<p>Para ilustrar isso, peguemos um exemplo oportuno, que foi ao ar, nesta semana, na rádio CBN e analisemos cuidadosamente o discurso, porque este mostra os meandros da convição de quem está aqui em cima (falo dos 8% que têm nível superior) sobre o brasileiro. </p>
<p>O Heródoto Barbeiro já passa a navalha ao chamar a matéria e afirmar “na reportagem de hoje, os problemas causados por alguns costumes tipicamente brasileiros” (a cultura brasileira, lá fora, é problema) e em seguida entra o repórter Leandro Mota arremessando sutilmente verbos e adjetivos que destrói aos poucos qualquer traço de civilidade que o brasileiro possa ter, o comportamento dele passa a ser ruim, porque ele quer, lá fora, manter-se ligado ao seu País – coisa que os alemães, 300 anos depois, ainda fazem por aqui. </p>
<p>Aos poucos vai se destruindo o brasileiro – porque, imaginem, ele ousou ficar rico na Europa! – um absurdo. Então entra o magnânimo pensamento uspiano na voz do sociólogo Hilário Franco Júnior, que não alivia e já de cara chama o brasileiro por “indivíduo”  e diz que o cidadão – lá fora &#8211; só quer saber de lugares onde se possa apreciar o arroz com feijão – como se a pizza fosse invenção nossa ou o chimarrão corresse nos rios daqui. Ele diz: “o indivíduo chega, não mostra a mínima boa vontade em aprender a língua do local, está sempre procurando um local onde venda um arroz feijão (sic), como se não existisse nada ali que fosse comestível. Não deixa de ser, do ponto de vista [daquela] população, também uma certa forma de insulto” e segue disparando um pensamento típico do catedrático uspiano – o de reverência incondicional à Europa. Ou seja, para ele, manter os hábitos alimentares e os traços culturais típicos é um insulto.</p>
<p>Mas bater em brasileiro é igual bater em cachorro morto. Ele não late, não rosna, não estranha, porque, até mesmo dentro de seu próprio país ele não é reconhecido, não é respeitado, não é ouvido, não é ninguém. E terra de ninguém, meu cumpadi,  quem chega de fora é dono.</p>
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	<item>
		<title>Por: Wandhklêysson</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-690026</link>
		<dc:creator>Wandhklêysson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 22:53:31 +0000</pubDate>
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		<description>Por que me ufano de meu país!

Mais um típico exemplar da série.  Santa ingenuidade, batman!

Em relação ao passado, existem muitos poucos imigrantes no Brasil atual.  Além disto, como bem mostrou o Patrick acima (citando um tal de de Sakamoto), muitos poucos poderão cumprir os requisitos necessários.

Recebemos cerca de 180 mil imigrantes japoneses em TODA a nossa História, atualmente há mais de 300 mil brasileiros residindo no Japão apesar do baixo crescimento econômico que ocorre por lá desde 1990. Uma boa parte é de mestiços, outra boa parte é de brasileiros sem ascendência japonesa, apesar de casados com um. Reparem que o Japão é um país que não gosta de receber imigrantes. Juntando EUA e Europa, a quantidade de brasileiros que emigraram nos últimos 30 anos é contada em milhões. 

É fácil ser bonzinho com imigrantes em pequenas quantidades. Difícil seria se o Brasil estivesse inundado por centenas de milhares de bolivianos e angolanos. Há muitos casos de mau tratamento de imigrantes no Brasil do passado, até com aqueles considerados desejáveis pela elite brasileira (brancos e católícos).

Esta lei é necessária e justa, mas seu impacto na sociedade será mínimo e não é exemplo de que somos melhores que os outros. Mostra apenas que nos últimos 30 anos deixamos de ser um país de imigração para ser um país de emigração.

Os 800.000 e tantos estrangeiros legalizados  no Brasil são gente velha que não quis abdicar da cidadania original ,pois esta esta vale mais que a cidadania brasileira. Vejo muita gente jovem lutando com a burocracia italiana (logo uma das piores do mundo) para obter uma cidadania estrangeira. Até o presidente da República é casado com uma cidadã italiana!

O Brasil não está bom nem para os &quot;perseguidos&quot; cubanos. Quando Fidel liberou a saída de Marielitos, apenas um 200 quiseram vir para cá. Receberam até uma ajuda razoável da ONU, mas, alguns meses depois, se rebelaram e conseguiram ir para os EUA. Foram seguidos por muitos brasileiros.

Vá lá, todo mundo aqui conhece alguém, parente próximo ou amigo, que desistiu do Brasil, emigrou, e não quer voltar nunca mais. Então, para que este ufanismo enganador?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por que me ufano de meu país!</p>
<p>Mais um típico exemplar da série.  Santa ingenuidade, batman!</p>
<p>Em relação ao passado, existem muitos poucos imigrantes no Brasil atual.  Além disto, como bem mostrou o Patrick acima (citando um tal de de Sakamoto), muitos poucos poderão cumprir os requisitos necessários.</p>
<p>Recebemos cerca de 180 mil imigrantes japoneses em TODA a nossa História, atualmente há mais de 300 mil brasileiros residindo no Japão apesar do baixo crescimento econômico que ocorre por lá desde 1990. Uma boa parte é de mestiços, outra boa parte é de brasileiros sem ascendência japonesa, apesar de casados com um. Reparem que o Japão é um país que não gosta de receber imigrantes. Juntando EUA e Europa, a quantidade de brasileiros que emigraram nos últimos 30 anos é contada em milhões. </p>
<p>É fácil ser bonzinho com imigrantes em pequenas quantidades. Difícil seria se o Brasil estivesse inundado por centenas de milhares de bolivianos e angolanos. Há muitos casos de mau tratamento de imigrantes no Brasil do passado, até com aqueles considerados desejáveis pela elite brasileira (brancos e católícos).</p>
<p>Esta lei é necessária e justa, mas seu impacto na sociedade será mínimo e não é exemplo de que somos melhores que os outros. Mostra apenas que nos últimos 30 anos deixamos de ser um país de imigração para ser um país de emigração.</p>
<p>Os 800.000 e tantos estrangeiros legalizados  no Brasil são gente velha que não quis abdicar da cidadania original ,pois esta esta vale mais que a cidadania brasileira. Vejo muita gente jovem lutando com a burocracia italiana (logo uma das piores do mundo) para obter uma cidadania estrangeira. Até o presidente da República é casado com uma cidadã italiana!</p>
<p>O Brasil não está bom nem para os &#8220;perseguidos&#8221; cubanos. Quando Fidel liberou a saída de Marielitos, apenas um 200 quiseram vir para cá. Receberam até uma ajuda razoável da ONU, mas, alguns meses depois, se rebelaram e conseguiram ir para os EUA. Foram seguidos por muitos brasileiros.</p>
<p>Vá lá, todo mundo aqui conhece alguém, parente próximo ou amigo, que desistiu do Brasil, emigrou, e não quer voltar nunca mais. Então, para que este ufanismo enganador?</p>
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	<item>
		<title>Por: Adir Tavares</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-pais-dos-imigrantes/comment-page-4/#comment-689994</link>
		<dc:creator>Adir Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 22:00:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31440#comment-689994</guid>
		<description>Fiquei contente com essa medida, vou dormir bem melhor sim.
Veleu, São Jorge! 2 X 0 nos argentinos do sul.
hehehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei contente com essa medida, vou dormir bem melhor sim.<br />
Veleu, São Jorge! 2 X 0 nos argentinos do sul.<br />
hehehehe</p>
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