Painel internacional
China diminui exigências para preço do ferro
A China suavizou suas exigências em relação a um grande corte de preços no minério de ferro, depois de fracassar os termos do acordo com as mineradoras globais no prazo que venceu na terça-feira. A mídia chinesa noticiou que o primeiro sinal de um possível compromisso foi o restabelecimento do acordo de fornecimento anual e evitar uma ruptura total do sistema de referência. Citando funcionários que assistiram a uma reunião fechada da Associação de Ferro e Aço da China (CISA, na sigla em inglês) na terça-feira, a revista Caijing e a publicação oficial Shanghai Securities News afirmaram que a China ainda está esperando um acordo melhor do que os 33% de redução acordada entre a Rio Tinto e as siderúrgicas japonesas, porém ofereceu um ramo de oliveira. A China agora está pronta para discutir um corte menor de preço, entre 33% a 40%, em vez da exigência anterior de uma redução de 40% a 45%, e espera encerrar as conversações rapidamente, citou uma fonte do jornal de Shangai próxima à situação.
Confiança empresarial do Japão melhora
A confiança entre os grandes fabricantes japoneses reverteu em junho depois de uma queda histórica, com a reação das exportações e produção industrial. Mas a melhoria foi menor do que o esperado, e as perspectivas para investimentos são sombriamente fracas, revelou a pesquisa Tankan do Banco do Japão nesta quarta-feira. O índice para grandes fabricantes subiu para -48 em junho, vinda de uma baixa recorde de -58 registrada em março, disse a pesquisa trimestral de sentimento corporativo do banco central.
Bancos japoneses unem forças
Os bancos japoneses Shinsei e Aozora Bank concordaram em se unir para formar o sexto maior banco do país, com ativos de 18 trilhões de ienes (US$ 186 bilhões). O Shinsei divulgou um prejuízo de 143 bilhões de ienes no ano passado, enquanto o Aozora perdeu 243 bilhões de ienes. Eles têm grandes fundos privados dos EUA como acionistas. O JC Flowers detém 33% do Shinsei, e a Cerberus Capital Management mais de metade do Aozora. Ambos os bancos são originários de emprestadores que foram nacionalizados na crise bancária do Japão na década de 1990. Desta vez, os bancos têm lutado contra a desaceleração, atingidos pelos custos de reestruturação investimentos estrangeiros de alto risco. A fusão está prevista para ser efetivada a partir de outubro de 2010.
Anheuser-Busch InBev vende 4 unidades
A cervejaria Anheuser-Busch InBev deu mais um passo na quarta-feira para reduzir seu endividamento e chegar a um acordo para vender quatro unidades que fabricam latas e tampas de refrigerante para a Ball Corp., por US$ 577 milhões em dinheiro. A Anheuser-Busch InBev tem procurado vender ativos desde que completou a aquisição com a Anheuser-Busch por US$ 52 bilhões no ano passado. Os executivos da empresa, incluindo o presidente executivo Carlos Brito vão precisar reduzir a relação dívida líquida/Ebitda de 7,7 vezes no final de 2008 para 2,5 vezes até ao final de 2013, para receber uma opção de subscrição de ações como gratificação.
Produção industrial na China em alta
Dois índices da China amplamente observados, de manufatura e atividade empresarial, terminaram em território positivo em junho, confirmando que a terceira maior economia do mundo vai continuar a se expandir em meio a um cenário misto no restante da Ásia. Os fabricantes da Índia também reforçaram a produção, levando a uma ligeira melhora do emprego na indústria em junho, primeiro avanço nos preços de fábrica em oito meses, desde que o início da queda acentuada começou, no final 2008. Japão e Austrália, respectivamente a primeira e a quarta maior economia da região, estão exibindo sinais preliminares de que o pior da desaceleração econômica pode ficar para trás em breve, de acordo com levantamentos de suas empresas, mas sem nenhuma indicação de reviravolta consistente.


Isso tudo é provisório. A China descobriu um pré-sal de minério de ferro no norte do país.
A jazida tem um montante de 3 bilhões de toneladas de minério, fato já confirmado por laudos técnicos. A produção se inicia em 2 ou 3 anos e está calculada em 3 milhões de toneladas mensais.
Então a China, com certeza, reduzirá drasticamente suas compras de minério do exterior.
O Brasil ao invés de ficar se preocupando com barreiras de produtos agrícolas deveria voltar sua atenção para coisas mais afins com sua vocação de país subdesenvolvido industrializado.
A siderurgia, por exemplo. Somos grandes exportadores de minério de ferro.
Ao invés disso deveríamos ser é grande exportador de aço.
Impor a taxação pesada da exportação de minérios ferrosos, buscar a formação de cartel de exportadores de ferro e orientar uma política dentro desse cartel e, principalmente, no Brasil para a expanção da siderurgia.
De igual sorte não deveríamos nos preocupar em exportar soja, mas sim, produtos industrializados de soja. Inclusive há uma grande contradição no Brasil em relação a soja.
Enquanto o povo passa fome, carece de dieta protéica, exportamos a rodo soja.
Adotar uma política de industrialização da soja, seja para exportar, como para o mercado interno, aliando-se nesse último caso a promoção do consumo da soja.
Infelizmente isso não interessa aos donos do poder. Continuamos a velha colônia vinculada a “ciclos” econômicos….
Rumo a moeda única, por traz a Banca Internacional, que não que perder a boquinha.
July 1 (Bloomberg) — The International Monetary Fund’s board of directors plans to approve authorization to issue as much as $150 billion of bonds for the first time as it seeks new sources of funds, an IMF official said.
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Leaders from the Group of 20 industrial and emerging nations agreed in April to boost IMF coffers by $750 billion to help the Washington-based agency shore up nations roiled by the credit crunch. The U.S. last month agreed to boost its contribution for the IMF by more than $100 billion.
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The IMF is also considering making them tradable between all central banks from countries that are IMF members, said a G- 8 official, who spoke on condition of anonymity. It would stop short of allowing them to trade on the open market, he said.
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China’s central bank last month renewed its call for a new global currency and said the IMF should manage more of members’ foreign-exchange reserves, triggering a decline in the U.S. dollar. IMF First Deputy Managing Director John Lipsky said on June 6 it’s possible some day to take the “revolutionary” step of making SDRs a reserve currency.
SDRs were created by the IMF in 1969 to support the Bretton Woods exchange-rate system that collapsed in 1971. They act as a unit of account rather than a currency. The cash is disbursed in proportion to the money each member nation pays into the fund.
http://www.bloomberg.com/apps/news?p…d=aICtTde_qKVA