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01/07/2009 - 20:02

O preço do subdesenvolvimento

Por Fernando Trindade

Hora de rememorar as lições do Prof. Wanderley Guilherme

“Aqui no Brasil, com esta importância política que os jornais e a Globo têm, como é que eles exercem este poder?

O modo tradicional de exercer o poder em países como o Brasil, e isso tem acontecido historicamente com freqüência, é a capacidade que a imprensa tem de mexer na estabilidade, ou seja, de criar crises, cuja origem é simplesmente uma mobilização do condicionamento da opinião pública. O que a imprensa nos países da América Latina, e particularmente no Brasil, tem é a capacidade de criar instabilidades. É a capacidade que a imprensa tem de criar movimentação popular, de criar atitudes, opiniões, independentemente do que está acontecendo na realidade. Isso é próprio de países latino-americanos, mas particularmente no Brasil, em que as empresas jornalísticas têm poder econômico e capacidade e disposição para a intervenção política. Então, a arma da imprensa no Brasil, o seu recurso diante dos governos: esta capacidade de criar instabilidade política. ‘

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Política, Sem categoria Tags: , ,

39 comentários para “O preço do subdesenvolvimento”

  1. José Nivaldo Gonçalves Filho disse:

    Caro Fernando,

    O PIG ao longo das décadas vem fazendo a cabeça dos Brasileiros. Será que isso um dia vai acabar? Será que o nosso povo vai conseguir pensar por conta própria algum dia?

  2. Nassif.
    Sou do tempo que, ao errar a sabatina da taboda, era obrigado a repetir infinitas vezes, até corrigir o erro. E corrigia.
    O artigo acima cairia como luva, para ser lido e copiado, à mão, pacientemente, naqueles livros de caligrafia, pelo Mercadante, Suplicy, Miro………..
    Quem sabe, aprendem alguma coisa.

  3. Denilson disse:

    Vai outro comentario NAssif…

    Mas eu me pergunto: Pq uma grande parcela da população reage assim? Pq um grande numero de pessoas mesmo depois de seguidas vezes, ainda tem o mesmo reflexo condicionado diante da mesma tática? Acho que devemos observar isso também… Sinceramente, já postei aqui faz um tempo, que fui assinante da Veja dos 15 aos 16 anos pra nunca mais, e olha que vc diz que a pior fase veio depois de 2001, data do fim da minha assintura. Digo que a pá de cal final nestas atitudes (mesmo tendo paciência e querendo considerar a opinião desta “mídia”) foi o falso dossiê do FHc feito pelo assessor do Alvaro Dias, querendo incriminar a Ministra Dilma Roussef… Depois disso toda a paciência que ainda tinha se esgotou. Ainda mais tendo internet tanto em casa como nos outros lugares que frequento. Coloco aquela velha questão que sempre comento aqui: Se somos um país com uma das piores distribuições de renda do mundo, se como diz o Mino Carta, uma nação onde mais de 80% da população vive com menos de 800 reais de renda, a quem esta mídia instiga? Quem sempre cai neste canto da sereia? A quem ela influência? De que maneira atinge os vários segmentos da sociedade? Quais os efeitos em cada um e porque não há um amadurecimento critico que passe a ver isso de uma forma diferente, como foi meu caso e de muitos outros? Se não me engano os argonautas sabiam que deveriam tapar os ouvidos para não serem dominados pelo canto que levava tantos outros marinheiros para a morte, excetuando-se apenas Odisseu que sabia dos riscos e por isso, pelo menos pediu que o amarrassem no mastro…

  4. Clever Mendes de Oliveira disse:

    Fernando Trindade,
    Eu tenho me batido por negar que possa uma crise política no Brasil ter repercussão maior do que o impeachment de Fernando Collor ou os desdobramentos da CPI do mensalão.
    Trata-se de crítica que eu faço freqüentemente ao Luis Nassif. Segundo Luis Nassif às CPIs são feitas apenas para desestabilizar o governo. No limite poderia até ser que esta seja a intenção precípua da oposição, mas haveria esse risco? Eu creio que não. E essa intenção de a oposição desestabilizar o governo está presente em todo os países democráticos. Salvo quando a democracia é só de fachada e oposição e situação estão de mãos dadas fingido um grande esforço para governar o pais em direção ao atendimento dos interesses maiores da nação. Luis Nassif gosta desses modelos que ele defende como grandes pactos de conciliação nacional. Em minha opinião, entretanto, esses pactos mais se aproximam do modelo do fascismo italiano se adotado seriamente ou se tratam de mera farsa para acobertar a apropriação do Estado por forças que se dizem opostas, mas que são mais das vezes defensoras de interesses muitos similares.
    Enfim, gosto do Prof. Wanderley Guilherme e concordo com a denúncia que ele faz contra o poder muito grande que a imprensa possui no Brasil. Ultimamente tenho batido na tecla de que uma imprensa que não visasse o lucro, que fosse pulverizada seria melhor para a democracia em qualquer país no mundo. Defendo que o bom seria o modelo do jornalismo feito pelo I. F. Stone e desejaria que existissem milhares dele só que em vez de serem todos de esquerda haveria os I. F. Stone de esquerda, o de direita e o de centro. Não creio, entretanto, que a imprensa tenha esse poder de desestabilizar um governo.
    Em outros tempos tivemos o Carlos Lacerda desestabilizando o Getúlio Vargas. Penso que a situação deveria ser vista também com outros olhos. Na época o poder era muito concentrado na capital federal. E, além disso, o Getúlio Vargas suicidou por que já estava velho e não podia mais controlar todas as forças que aproveitaram o longo período de domínio do grupo no Brasil para auferir vantagens pessoais.
    Também não concordo com ele em apresentar tudo como uma particularidade do Brasil. A única particularidade do Brasil é a imensa concentração do PIB em uma região muito diminuta do Brasil.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 01/07/2009

  5. Antonio Alvaro Guedes disse:

    Pesquisa do IUPERJ sobre a parcialidade dos jornais nas eleições presidenciais de 2006
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    A pesquisa do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ) sobre a parcialidade dos jornais nas eleições presidenciais de 2006 foi realizada com base na análise de textos informativos e de opinião publicados em três grandes veículos de comunicação de circulação nacional – O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo (Rio de Janeiro) – e como se expressaram em relação aos candidatos Lula (PT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Heloísa Helena (PSOL). De acordo com a pesquisa, “o volume da cobertura neste ano eleitoral foi superior ao verificado nas eleições de 2002″. O resultado oficial da pesquisa foi publicado na edição de 27 de junho de 2007 na revista Carta Capital.
    Lula (presidente)
    Menções positivas
    Menções negativas
    Menções neutras
    Total de menções

    Folha de S. Paulo 25% 35% 40% 1.817
    O Globo 11% 43% 46% 2.320
    O Estado de S. Paulo 12% 47% 41% 2.701
    Lula (candidato) Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 33% 30% 37% 1.526
    O Globo 19% 40% 41% 1.410
    O Estado de S. Paulo 24% 43% 32% 1.395
    Geraldo Alckmin Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 35% 25% 40% 1.605
    O Globo 25% 32% 44% 1.388
    O Estado de S. Paulo 38% 26% 36% 1.371
    Heloísa Helena Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 37% 18% 46% 450
    O Globo 32% 17% 51% 402
    O Estado de S. Paulo 36% 16% 48% 257
    Textos de opinião
    Lula (presidente)
    Menções positivas
    Menções negativas
    Menções neutras
    Total de menções

    Folha de S. Paulo 12% 49% 39% 1.054
    O Globo 8% 47% 45% 983
    O Estado de S. Paulo 10% 49% 42% 692
    Lula (candidato) Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 23% 30% 47% 1.247
    O Globo 9% 53% 38% 1.054
    O Estado de S. Paulo 16% 60% 24% 716
    Geraldo Alckmin Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 17% 35% 48% 1.091
    O Globo 32% 22% 46% 840
    O Estado de S. Paulo 48% 24% 28% 479
    Heloísa Helena Menções positivas Menções negativas Menções neutras Total de menções
    Folha de S. Paulo 30% 32% 38% 202
    O Globo 30% 15% 54% 289
    O Estado de S. Paulo 45% 16% 39% 171
    Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Pesquisa_do_IUPERJ_sobre_a_parcialidade_dos_jornais_nas_elei%C3%A7%C3%B5es_presidenciais_de_2006″
    Categorias: Pesquisas | Política do Brasil

  6. Luis José Ariosto Pereira SIlva disse:

    Está certo, quero saber o que a imprensa fez de bom até hoje????? alguém sabe? Para mim, eh golpe atrás de golpe

    Sonho com o dia em que a gente nao vai ter mais imprensa, ok, esses jornais todos podem morrer que eu nao me importo, afinal para que precisamos de gente assim???

  7. Adriano do ABC disse:

    Falhei no post, favor cortar o meu comentário é para : “O boquirroto vai escancarando o jogo”

  8. Juliano Guilherme disse:

    É o modus operandis do golpismo no Brasil. O pig cria a instabilidade, e os militares depoem o presidente. Como os militares resolveram sair do jogo, o pig fica criando crise atrás de crise, a espera de alguém para completar o serviço. Mas quem? Como? Por isso é que fica essa masturbação de escândalos

  9. Neves disse:

    Perdemos tempo demais discutindo as ações de certos personagens da república. A participação nesses joguinhos de escolher o pior corrupto, essa gincana de quem menos rouba, a escandalização do nada. É tudo grotesca encenação que desvia de questões sérias do nosso destino. Roubam nossas energias e passam longe do essencial, o que nos afeta e poderá ser trágico ao nosso futuro.

    Agora que Sarney parece se afastar, antes que a revista semanal lance o mais um escandaloso escândalo, que nunca antes na história deste país tinha ocorrido, e coisas semelhantes, que tal uma pausa?
    Um dia sem escândalo e denúncias dos políticos, sem moralismo colérico e indignação seletiva?

    Nós temos questões seríssimas para encarar e resolver, não podemos fugir delas o tempo todo. Debate político não pode ser reduzido a isto. Ficar envolto em picuinhas de manobras parlamentares, do mais raso parlamento de nossa história, é o fim da picada. Nem na ditadura se exibiu uma coleção de tantas nulidades, apesar das cassações e das restrições à vida política.
    Eu desafio quem possa encher os dedos de uma das mãos com nomes Notáveis no Senado Federal.

    A relação está aqui, ó: ( http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=* ). Quem se arrisca?

    Nem o Lula encheria sua mão esquerda. Se agregar a Câmara, o quadro não se altera. Antes nosso destino fosse atrelado a mediocridades. São nulidades em sua ampla maioria.

    Um dia desalienado dos fuxicos do congresso é uma questão de saúde pública. Essa fixação diária nas manobras escusas dessa gente tem algo de doentio, ou pode nos levar à doença. Com uma pausa, nos sentiríamos mais leves, sem destilar os ódios que toda baixaria traz; mais calmo em nossa revoltas, canalizaríamos energias para reflexões serenas para o que interessa. Isto é que eu proponho para este espaço. Outros iguais pela rede poderiam seguir igual procedimento e com regularidade.

    Nesse dia discutiríamos política em tom maior. Longe de mexericos e joguetes partidários. As questões que afetam nosso cotidiano são cada vez mais inadiáveis, não encontram o mesmo espaço na imprensa ou na atenção desse parlamento. Eles ocupam o tempo em conspirações, conchavos e ocupações menores. Fiz pesquisa na rede com um nome dos “notáveis” em evidência. Coloquei “arthur virgilio” + projetos. Eis o que aparece em Primeiro lugar: “Arthur Virgílio desiste do projeto de hora única no Brasil pedido pela Globo”.
    http://blogdaamazonia.blog.terra.com.br/2009/07/01/senador-arthur-virgilio-desiste-do-projeto-de-unificar-a-hora-legal-do-brasil/

    Tirem suas conclusões.

  10. Vivian S. disse:

    Lendo o prof. Wanderley Guilherme dos Santos, fiquei pensando em quão poucas vezes ouvimos as vozes dos intelectuais brasileiros sobre os mais diversos assuntos de socieade e politica. Na maioria das vezes é uma meia duzia de palpiteiros com alguma alcunha de intelectual que sustenta nos jornais o que o editor ja esta afirmando.

    Pois é uma pena, o Brasil carece de debates aprofundados sobre que tipo de nação deseja ser, o que espera de suas instituições e de quem as representa e assim por diante.

    O universo acadêmico brasileiro esta muito restrito a si mesmo.

  11. Paulo disse:

    Só vejo um jeito de se resolver tal problema, é fazer com a mídia o que foi feito com o mundo acadêmico.

    Essa estória de que a mídia não pode ser regulamentada “é conversa pra boi dormir”… vivemos hoje não uma liberdade de expressão, mas sim uma libertinagem, falam e escrevem o que querem mesmo sabendo que é mentira… assim destroem vidas e carreiras de indivíduos honestos em prol de interesses escusos…

    A mídia hoje não informa, mas apenas expressa o que pensa; e expressar nem sempre significa dizer a verdade.

    O mundo acadêmico só passou a ser respeitado para valer quando adotou a “Metodologia” em suas escritas científicas. O mesmo vai ter de ser feito com a mídia. Tem-se que regulamentar a tal profissão de jornalista exigindo a total imparcialidade da mídia em suas redações, de modo a comprometê-las com a “verdade” respeitando a veracidade dos fatos dentro de uma metodologia específica (criada unicamente para o mundo jornalístico).

    Tal regulamentação tem de prover um arcabouço jurídico que permita e dê ao jornalista toda liberberdade de informar a sociedade, mas tem de exigir que tal informação divulgada livremente terá de ser feita de forma a informar o fato conforme ocorreu e não como os patrões midiáticos exigem.

    Tal Lei terá de proteger o jornalista de perseguição que poderá sofrer por ter agido conforme a lei e contra interesses escusus de seus patrões, e mais, tem de proteger até mesmo o patrão “midiático” contra as forças econômicas que muitas vezes forçam tais empresários da mídia agirem contra o interesse da sociedade.

    Outro problema que tem de ser encarado de frente é o fato de se tratar o direito de “Liberdade Expressão”, que é garantida aos indivíduos, e que atualmente está valendo para a mídia… isso tem de ser mudado…
    Para a mídia terá de se ter é o direito da “Liberdade de Informação”… e há uma diferença bem sutil nisso.

    A Liberdade de expressão dá ao indivíduo o direito de dizer o que quiser e como quiser. O “como” aqui não refere ao instrumento a ser usado pelo indivíduo para se expressar. Mas sim, refere ao fato de que, o que foi dito pelo indivíduo, seja verdade ou mentira.

    Para a mídia tem de ser garantida a “LIBERDADE de INFORMAÇÃO”… essa sim terá de ser a principal ferramenta da mídia e do jornalista. E informar significará tecer os fatos como realmente aconteceram. Para a informação não poderá caber a dualidade verdade/mentira, mas sim, e unicamente, a verdade.

  12. foo disse:

    “Isso é próprio de países latino-americanos, mas particularmente no Brasil, em que as empresas jornalísticas têm poder econômico e capacidade e disposição para a intervenção política.”

    Olhe para o passado recente e verá que isso não acontece só na América Latina.

    Empresas jornalísticas têm poder econômico e capacidade e disposição para a intervenção política nos EUA.

    Veja a Fox News, por exemplo. Somente a VEJA se equipara, em termos de mau jornalismo, àquela grande rede de TV norte-americana.

  13. branco velho disse:

    Nassif
    Tem os meios e os jornalistas que trabalham nele. Quanto a estes, eles sabem que se passou batido em vários escândalos potenciais e agora se escandaliza sobre um pelo em ovo no caso Sarney. Pergunto, o negócio deles é o salário, estar em evidência como celebridades do meio, ideologia (no sentido irracional, de ser visceralmente contra algo ou alguém), ou uma mistura.

  14. Otavio Barros disse:

    Otávio, temas livres devem ser colocados no Fora de Pauta.

  15. Calvin disse:

    Pois é. Que absurdo! Os políticos roubando na boa em paz sem ninguém saber e vem essa maldita Imprensa e noticia tudo. Uma barbaridade.

  16. Juliano Guilherme disse:

    Qual imprensa noticia tudo? A imprensa que eu estou vendo é aquela que esconde os podres de seus amigos, e dá uma boa vitaminada em pseudo-escândalos dos inimigos

  17. Daniel Campos disse:

    Geralmente quando comento sobre este tipo de assunto automaticamente me taxam de “louco” e o que digo de “teoria da conspiração”.

    Mas, é relativamente simples explicar porquê a mídia têm tanto poder no Brasil:

    - Só alguns “escolhidos” ganham o direito de poder ter uma TV;
    - A ditadura tratou de eliminar a pouca diversidade que havia em publicações, deixando apenas as alinhadas com ela como os Frias;
    - O povo sofre diariamente o que chamo de “lavagem cerebral leve”. Prova? Saiam na rua e vejam quantas pessoas tentam “sair do lugar comum” e vejam a massa que automaticamente aparece para ofender, denegrir e tentar agredir os que de fato conseguem sair do lugar comum;
    - Toda pessoa que tenha chegar em algum cargo com poder de decisão logo é assassinada, intimidada à se afastar ou à “entrar no esquema”;

    Ah, e respondendo ao que perguntou “o que fazer então?”… Sinceramente? Guerra civil. Porquê os beneficiados pelo “status quo” atual só “largam o osso” mortos.

  18. Marco Aurélio Barroso disse:

    Sem me alongar, diria educadamente, que o texto do Prof. Wanderley Guilherme – provavelmente um excerto – está enumerando como causa o que, para mim, deveria ser consignado como consequência.
    Se não vejamos: se no Brasil, a imprensa instabiliza o estável, cria crises, torna real o produto do imaginário, interfere torpemente no processo político não é porque seu poderio econômico seja forte ou sólido, mas sim porque nosso termômetro de senso crítico é zero, as escolas inexistem, os tenentes engordaram e a noção de cidadania e nacionalidade escafederam-se!
    No que se refere à Justiça, onde o Estado sai a milícia entra; no que se refere à alma, espiritualidade e símbolos da nacionalidadedde, onde o Estado so omite, a imprensa dá as cartas… aí temos isso tudo, que me tenho como desnecessário exemplicar.

  19. Fernando Trindade disse:

    Caro Vladimir Martins Coutinho,

    O texto que enviei é uma passagem de entrevista feita pelo PHAmorim com o mestre WGuilherme, salvo engano, em 2006 e publicada no Conversa Afiada.

    Atenciosamente,
    Fernando Trindade

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