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01/07/2009 - 16:42

A morte de Karl Malden

Por Tonin

Morreu Karl Malden aos 97 anos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

31 comentários para “A morte de Karl Malden”

  1. Marcia disse:

    01/07/2009 – 17:51

    Enviado por: priscila maria presotto

    Marcia,

    Vc é o máximo!

    PPRISCILA,

    Vc só deve estar brincando comigo.

    Fala sério, eu não tenho talento para nada.

    Sou assumida.

    Beijos,

  2. lucifer disse:

    Meu coadjuvante preferido. Boa viagem!

  3. anarquista disse:

    Jotapê
    :

    Vem conversar comigo hoje a noite no sarau do Nassa.

    Tem um lugar pra vc( me leia abaixo)

    A bebida é por minha conta( DIGA-SE MASTECARD QUE NÃO PAGAREI,RSSSSSSSS)

    VEM…

    ”VEM PRA CAIXA VC TBM”

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  4. anarquista disse:

    André Oliveira

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    AÍ já é pedir muito

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    E com um detalhe( com conhecimento de causa)

    Uma ou Duas fraldas geriátrica/ dia?

    Creia( sem riso)

    Quem usa duas por dia, e digo de ”cadeira”, é melhor desaparecer deste planeta.

    Na boa mesmo( é muito sofrimento)

    ps: ”cadeira”: Uma pessoa querida que visito sempre.

  5. tonico disse:

    Ele e Marlon Brando juntos em “A face oculta”.
    Belissimo faroeste,rodado à beira mar,na California.

  6. ailton medeiros disse:

    Grande Karl Malden, engraçado, ontem revi Sindicato de ladrões onde ele interpreta o padre.

  7. jairo arco e flexa disse:

    Apenas pelo nome, talvez só mesmo os cinéfilos de carteirinha soubessem de quem se tratava. Mas bastava bater os olhos por um instante que fosse no rosto de Karl Malden, que morreu hoje na Califórnia, aos 97 anos, para um sorriso de reconhecimento aflorar aos lábios de qualquer espectador. Como esquecer aquele homenzarrão de nariz de batata?

    Com seu jeito desengonçado e tamanha proeminência nasal, Mladen George Sekulovich (este era seu nome de batismo) foi suficientemente sensato para perceber que, como galã, não teria futuro algum nos palcos, onde começou a exercer a profissão que o consagraria. Assim, já no início da carreira, destacou-se ao interpretar personagens bem mais velhos no prestigioso Group Theater, de Nova York, onde conheceu Elia Kazan.
    Foi sob a direção de Kazan que Malden fez seus filmes de maior sucesso, “Uma Rua Chamada Pecado”, de 1951, e, três anos depois, “Sindicato de Ladrões”.
    No primeiro deles, repetiu o personagem que havia interpretado no palco, amigo do personagem de Marlon Brando, e que se interessa pela protagonista (Vivien Leigh), até se afastar dela ao descobrir sua promiscuidade sexual.
    Em “Sindicato de Ladrões” (novamente ao lado de Brando), teve uma cena inesquecível, misto de drama e comédia. Malden vivia um padre católico, que durante uma discussão com Teery Lalloy, o personagem de Brando, ouvia deste um sonoro “Vá para o inferno!”
    O padre, indignado com tamanho sacrilégio, respondia dando um murro que quase punha Malloy a nocaute.
    Amigo e grande admirador de Brando, Malden trabalhou ao lado dele no único filme dirigido pelo astro, “A Face Oculta”, de 1961.
    Com setenta filmes em seu currículo, Malden tornou-se conhecido do público mais jovem ao estrelar o seriado de TV de grande sucesso, “San Francisco Urgente’, de 1972 a 1977, ao lado de um Michael Douglas em inicio de carreira. Com enorme prestígio entre seus colegas, foi presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

  8. Sinesio disse:

    Grande ator, que também atuou em “A Árvore dos Enforcados”

  9. Jose Bentes de Araujo disse:

    E bote bola fora

  10. Abelha Rainha disse:

    Anarquista

    Vc tá com a maior pilha, heim?

    Que sarcástico!…hahaha

  11. Orlando disse:

    Anarquista

    Faleceu Karl Maiden. O Cara que, junto com centenas de outros atores e atrizes, me levou, com doze anos, a engraxar sapato, para ir à matinee de domingo.
    Karl Malden, e muitos outros atores e atrizes, inspirou um grupo de jovens, dentre eles, o “deliquente” Truffaut , além de Godard e outros, lá nos longínquos anos de 1950 e tantos, a, liderados por um cara chamado Basin a criar uma revista de cinema – Cahiers du Cinema. Daí viria a nascer O Nouvelle Vague francês que chegou aos olhos e ouvidos do nosso Glauber e o restante você já sabe…

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