As gravações revelaram ligações do presidente do Senado com os atos secretos da Casa
BRASÍLIA - O Tribunal de Justiça do Distrito Federal proibiu na tarde desta sexta-feira, 31, o Grupo Estado de divulgar informações relativas a Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que fazem parte da operação Boi Barrica da Polícia Federal, que corre sobre sigilo de polícia.As gravações revelaram ligações do presidente do Senado com os atos secretos da Casa. A decisão faz com que o portal Estadão seja obrigado a suspender a veiculação dos arquivos de áudio relacionados à operação. O Grupo Estado vai recorrer da decisão.
Comentário
Como se entende essa postura do Estadão à luz dos editoriais que publicou contra a chamada “república dos grampos”?
Por Daphne
Nassif,
você está aplaudindo a censura à imprensa?
Comentário 2
Sou leitor fiel do velho Estadão e aprendi com ele que vazamento de grampo é algo criminoso. Obviamente a divulgação do grampo vazado amplia o dano do crime. Então, como assinante do velho Estadão, sigo seus ensinamentos para analisar o novo Estadão.
Olhem que graça, no Blog do Loronix (clique aqui). É um vídeo das chanchadas da Atlântida, com direito aos melhores comediantes – Grande Otelo, Ankito e Costinha – e o galã Anselmo Duarte.
H[a um vídeo de uma cantora linda, graciosa, com um domínio de palco surpreendente e uma voz bastante agravável.
Clique aqui para ir até lá e adivinhar o nome da diva.
Por Alexandre Leite
Julie Joy em ‘E O Bicho Não Deu’ de J.B.Tanko com roteiro de Sérgio Porto, ele mesmo, Stanislaw Ponte Preta.
Grande Otelo, Ankito, Aida Campos, Paulo Goulart, Costinha, Carlos Imperial e, é claro, Wilson Grey
Ela está viva Nassif, na casa dos 80 ..
Do Dicionário Cravo Albim
Julie Joy (Beatriz da Silva Araújo)
Começou a carreira de cantora interpretando músicas norte americanas cantando em inglês e posteriormente passou a interpretar músicas brasileiras. Em 1956, foi contratada pela gravadora Sinter e lançou seu primeiro disco interpretando o fox-trot “Verão em Veneza”, de Icini e Ribeiro Filho, e o samba “Finge gostar”, de Jaime Florence e Chico Anísio. Por essa época também passou a fazer parte do cast da Rádio Nacional, onde cantava, preferencialmente em inglês, alguns sucessos da época. Em 1957, gravou com acompanhamento de Britinho e sua orquestra o xote “Amor é bom de dar”, de Bruno Marnet e Roberto Faissal, e a “Valsa do 1º filho”, de Luiz de França e Ari Rabelo. No mesmo ano, foi contratada pela gravadora Columbia e lançou disco acompanhada pela orquestra de Renato de Oliveira interpretando o beguine “Sombras”, de Lavello, J. Mercer e Arierpe, e o bolero “Tinha que ser”, de Fernando César. Também em 1957, foi escolhida em votação popular a “Rainha do Rádio” com 319.430 votos. Além de se apresentar em programas de Rádio, cantou também na TV Tupi.
Foi coroada “Rainha do Rádio” de 1958, ano em que atuou no filme “E o bicho não deu…”, dirigido por J. B. Tanko e que contou no elenco com as presenças de Ankito e Grande Otelo num enredo escrito por Sérgio Porto, o popular Stanislaw Ponte Preta. Neste filme, além de cantar, foi também atriz, quando exibiu bons recursos de cena. Também nesse ano, lançou disco com o bolero “Podes voltar”, de Othon Russo e Nazareno de Brito, e a valsa “…E a chuva parou”, de Ribamar, Esdras Silva e Vitor Freire. Em 1960, gravou com acompanhamento da orquestra e coro de Bob Rose os fox “Você não tem razão”, de Bartel, Burns e Magio, e “Quero sonhar”, de J. Gluck Jr e F. Tobias, ambos em versões de Renato Corte Real. Retirou-se progressivamente da cena, a partir do final dos anos 1960.
Li hoje no Blog do Poder Aéreo. O Brasil terá que fazer uma outra base de lançamento de foquete, devido o conflito com o quilombola e o Incra. O curioso é que a região dixará de se desnvolver em nome dos quilombolas, que também deixarão de se desvolver economicamente. Gostaria que pudessemos discutir este assunto: os aspectos econômicos, sociais e morais desta decisão.
“Por que não, então, um gay para suceder Lula? Branco ou preto? Esperem! Vamos fazer logo um “combo” de minorias. A candidata poderia ser mulher, negra e lésbica. E acho que a gente deve acumular experiências, incorporando qualidades de minorias passadas. Poderia ser mulher, negra, lésbica, meio analfabeta e eventualmente sem dedo. O “eneadactalismo” passaria a ser uma exigência para chegar ao topo”.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, criticou ontem o vazamento de informações sigilosas de inquéritos da Polícia Federal. Segundo ele, a prática de vazamento vem sendo feita com tranquilidade no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente a favor de emissoras de televisão.
– A Polícia Federal, durante todo o governo Lula, praticou com grande tranquilidade o vazamento. E eu acho até que é uma das marcas da gestão Paulo Lacerda (ex-diretor-geral da instituição) na Polícia Federal era o vazamento. Só que o vazamento era dado às emissoras de TV – afirmou o ministro, em São Paulo.
Imagem só: Ele falando em vazamento… Será que ele esqueceu do grampo sem audio que ele iresponsavelmente validou? A queno me daria a atitude dele naquele caso? Burrice ou má fé!?
Comentário
Resposta: leviandade, irresponsabilidade, posturas incompatíveis com a presidência do STF.
Veja aqui 1 livro colaborativo que está sendo escrito através do Twitter
13:45 Projeto criado por um grupo br batizado Coletivo Centro, o twiterbook – http://twitter.com/twiterbook (com apenas um t) pretende produzir um livro colaborativo através do Twitter. A idéia é que cada participante escreva um tweet de 140 caracteres, dando sequência ao tweet anterior e levando a história adiante – é uma versao da brincadeira tradicional em que as pessoas constroem um texto juntas escrevendo uma frase cada uma. Estreou na 3a feira e registra até o momento 21 tweets. As colaboraçoes nao entram no ar imediatamente, sao avaliadas pelos editores e a melhor sugerida para cada sequencia é publicada. Entre em @twiterbook para ler as instruçoes de como participar. 30/07 Blue Bus
Noticia do Blue Bus – 05/09/08
Experiência nova | Eles estao escrevendo seus livros no Twitter
Até isso | Um apelo para que Obama ajude a salvar os jornais nos EUA
O ex âncora da CBS, Dan Rather, pediu o envolvimento do presidente Obama num esforço para salvar os jornais. Falando no Aspen Institute, fez um discurso emocionado durante o qual defendeu a criaçao de uma comissao pela Casa Branca com o objetivo de apresentar recomendaçoes de como salvar empregos e criar novo modelo de negócios para as organizaçoes jornalisticas.”
O Itamarati tem sido um dos vitoriosos nas políticas públicas dos últimos anos. Entre a visão histórica de alinhamento versus não-alinhamento, consolidou uma espécie de vários alinhamentos, firmando o papel do país como mediador global.
Liderou o grupo dos países produtores de alimentos, ganhou espaço no G20, entendeu-se com os Estados Unidos sobre o papel a desempenhar especialmente junto ao bloco andino, tornou-se interlocutor confiável junto ao mundo árabe, sem cortar as relações com Israel.
Em um ponto apenas patinou feio: na insistência em segurar o Acordo de Doha – sobre liberalização comercial, especialmente de alimentos.
No início do governo Lula, o chanceler Celso Amorim fez uma aposta nos acordos multilaterais – em detrimento dos acordos bilaterais e da ALCA. Com relação à ALCA, a situação atual do México mostrou que foi boa estratégia não ter embarcado de cabeça na proposta norte-americana. Em relação aos acordos bilaterais, perderam-se muitas oportunidades pontuais, em nome de uma aposta no médio prazo.
Bem antes da crise internacional, estava claro – para quem acompanha os rumos da história – que o mundo caminhava para um fechamento. À globalização desvairada se seguiria um período de acirramento comercial, de aprofundamento do nacionalismo até o limite da xenofobia. Nesse quadro, despender esforços no acordo comercial de Doha tornou-se uma temeridade. Consumiu esforços, impediu o reforço de linhas diplomático-comerciais alternativas e, no final, significaria uma derrota.
Para não dar o braço a torcer, o Itamarati insistiu em Doha, mesmo depois da eclosão da crise mundial, quando era óbvio que todas as tendências nacionalistas anteriores seriam reforçadas.
Ontem, Amorim admitiu que Doha já era e irá avançar na definição de um acordo bilateral com a União Europeia.
Clique aqui para matéria da Eliane Cantanhede sobre o tema.
O fundo do pré-sal começa a tomar forma (clique aqui para matérias dos jornais).
Alguns pontos relevantes:
1. Será administrado por um comitê e ficará fora do orçamento.
É medida fundamental para assegurar que os recursos não serão desviados para outros fins, como tem sempre ocorrido em sucessivos governos. A educação e a saúde conseguiram alguns avanços dos anos 90 para cá por conta do direcionamento de verbas para o setor. De lá para cá, todos os fundos criados acabaram sendo desviados para cobrir despesa correntes e deixar o Banco Central confortável para praticar taxas de juros absurdas.
2. A prioridade serão investimentos em educação e desenvolvimento social
Há uma visão estreita no país, de separar o bom gasto (investimento) do mal gasto (despesa corrente). É evidente que as despesas correntes precisam ser submetidas a um bom gerenciamento. Mas, para efeito de responsabilidade de Estado e desenvolvimento de país, gastos em educação, inclusão social, tecnologia são mais relevantes até que investimentos – já que o Estado pode se valer de parcerias público-privadas para completar a necessidade de recursos.
O risco que existe é o da substituição de recursos – algo que ocorreu com a IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira). Aproveitou-se o recurso novo para reduzir as dotações orçamentárias para o setor.
A ideia de comitê gestor do fundo firmar convênios com estados e municípios é um dos pilares da modernização do federalismo brasileiro. A forma veio do SUS, ganhou força com a Bolsa Família e, depois, com o PAC Saneamento e com o Plano Habitacional. A União provê os recursos, a regras do jogo e a regulação. Estados e municípios se organizam e implementam os programas. Divide-se o mérito das obras – principal mola propulsora da ação política no país.
A China optou por acionar os mecanismos da Organização Mundial do Comércio para proteger seus exportadores dos casos de protecionismo comercial. O Ministério do Comércio da China previu que o país será um dos principais alvos de protecionismo comercial e, portanto, vai recorrer a mais medidas anti-dumping, anti-subvenções e proteções especiais, principalmente contra os EUA e Índia, uma vez que esses concorrentes estão tentando sobreviver à crise financeira mundial. “Os EUA estão abusando de medidas comerciais protecionistas para ajudar as próprias indústrias a enfrentar a desaceleração econômica. A perda para as empresas chinesasé enorme”, disse Zhou Xiaoyan, diretor-adjunto da Secretaria de Comércio da China para Importação e Exportação, de acordo com a agência estatal de notícias XinhuaNews nesta sexta-feira. A China continuou a registrar um grande declínio nas exportações após o início da crise financeira mundial no outono passado. Os números mais recentes mostram que as exportações chinesas tombaram 21,4% em junho, para US$ 95,5 bilhões, após queda de 26,4% em maio. Clique aqui
A divulgação dos resultados da Vale era importante devido ao fato de permitir uma avaliação mais precisa sobre o tamanho da crise no resultados da empresa. Como lembrou Rafael Montagner, analista da corretora Ativa, “os volumes de vendas estabilizaram, os novos preços de minério de ferro foram totalmente absorvidos nos resultados e os preços de não ferrosos interromperam sua trajetória descendente”.
Os resultados do segundo trimestre representam o fundo do poço para a empresa. E, se as vendas caíram abaixo das previsões de mercado, os resultados finais foram relativamente positivos. Houve uma queda da margem EBITDA (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) de 23,8% em relação ao mesmo período do ano passado). Mesmo assim, ficou em patamar bastante razoável, de 35% em relação ao faturamento.
Era uma vez um anjinho solitario que não tinha familia e se chamava pubi. Os outros anjos tinham pai, mãe e ainda eles eram anjos da guarda.
Um dia pubi decidiu reagir. Ele queria ser um anjo da guarda e foi procurar uma criancinha que precisava de um anjo da guarda.
CAPITULO 2: A AVENTURA COMEÇA
O pubi foi primeiro ver na casa de uma criancinha chamada Marina. Marina era uma pessoa boa que brincava com sua boneca então pubi perguntou:
-Você precisa de um anjo da guarda porque eu estou aqui para ser o seu
-Eu sinto muito mas eu ja tenho um ele se chama jack eu sinto muito mesmo-disse a marina-mas eu tenho uma amiga la do canada que precisa de um e se chama natalia.
-Mas o canada é muito longe, onde fica !?!?!?!?
- Não sei te dizer mas eu acho que é para lá-e apontou para o norte-é eu acho que é na america do norte
-Obrigada eu te agradeço muito- e foi para o norte
Mas o problema é que o anjinho não sabia que tinha um monstro no ceu.
Felipe Peixoto Braga Netto (1973) afirma que não é jornalista, não é publicitário, nunca publicou crônicas ou contos – não é, enfim, literariamente falando, muita coisa, segundo suas próprias palavras. Paulistano, mora em Belo Horizonte e ama Minas Gerais. Ele diz que nunca publicou nada, mas a crônica que abaixo foi extraída do livro ‘As coisas simpáticas da vida’, Landy Editora, São Paulo (SP) – 2005, pág. 82.
O SOTAQUE DAS MINEIRAS
(F.P.B. Netto)
O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar.
Afinal, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar sensual e lindo das moças de Minas ficou de fora?
Porque, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ‘ouvi-la faz mal à saúde’. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: ’só isso?’.
Assino, achando que ela me faz um favor.
Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma.
Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.
Vamos entender melhor esse jogo de hipocrisias na campanha contra José Sarney.
Clique aqui para um conjunto de matérias sobre o tema
1. A Folha traz uma denúncia de empréstimos do BNB (Banco do Nordeste do Brasil) à TV Mirante, dos Sarney. A dívida está sendo questionada na Justiça, devido às cláusulas de correção cambial. O empréstimo foi concedido pelo BNB na gestão Byron, indicado pelo senador Tasso Jereissatti e homem de confiança do Ministro da Fazenda Pedro Malan. Questionamento na Justiça significa o banco contra Sarney, não necessariamente irregularidades cometidas na concessão do empréstimo.
2. Todos esses vícios de Sarney fazem parte de usos e costumes do Legislativo. Praticamente todos os senadores foram beneficiados por nomeações de parentes e outras benesses do poder. Mas a campanha é focada nele, não nas saídas para reduzir esse tipo de vício das práticas políticas brasileiras.
3. O governo Sarney marcou o auge do poder de Roberto Marinho. Não havia uma indicação de Ministro que não passasse por Marinho, conforme amplamente conhecido. Foi nesse período que a TV Mirante, de Sarney, conseguiu a concessão da Globo (assim como a TV de ACM). E a Globo conseguiu apoio irrestrito da Telebras.
4. No governo Sarney, a Folha se aproximou dele de tal maneira que lhe concedeu vinte anos de coluna no espaço nobre da página 2.
5. Agora que José Sarney ameaça renunciar, matéria da Folha mostrando a cúpula tucana (FHC, Serra e Aécio) tentando se aproximar dele. Renunciando, os ataques contra ele cessarão na hora, como cessaram contra Renan.
6. Em sua coluna de hoje, Clóvis Rossi fala em “um certo estilo de Máfia”. Coloco o raciocínio do Rossi, deixando entre parêntesis opções de personagens que se adequam ao raciocínio.
“O problema é que Renan (a mídia) não ameaça Virgílio (Sarney) porque este violou a ética, mas porque o PSDB (PMDB) está entrando com a sua própria representação (aliança) contra José Sarney (José Serra), de quem Renan (a mídia) é cão de guarda. Em outras palavras, é o típico aviso mafioso: você não entra no meu território que eu deixo seus trambiques em paz”.
Por weden
Nassif,
Estas campanhas falsamente moralistas são um desserviço para a política brasileira.
Rússia e Cuba assinaram contratos que “definem as bases” para a companhia petrolífera russa Zarubezhneft prospectar petróleo na área cubana do Golfo do México, disse a imprensa oficial de Cuba na quarta-feira. Na sua edição online, o jornal do Partido Comunista Granma escreveu que quatro contratos de petróleo foram assinados durante a visita da terça-feira do vice-primeiro-ministro russo Igor Sechin à ilha, que foi aliada próxima do seu país durante a Guerra Fria. Cuba disse que pode haver 20 bilhões de barris em reservas de petróleo em seus campos ‘offshore’ (marítimos), mas apenas um teste de perfuração foi realizado. Clique aqui
Copom, Atas do Copom, 144ª Reunião, 21 e 22/07/2009
Banco Central do Brasil
….Implementação da política monetária
…………..21. O Copom entende que a perda de dinamismo da demanda doméstica gerou ampliação da margem de ociosidade da utilização dos fatores, ocasionando redução das pressões inflacionárias. Por outro lado, os riscos para a consolidação de um cenário inflacionário benigno derivam, no curto prazo, da atuação de mecanismos de reajuste que contribuem para prolongar no tempo pressões inflacionárias observadas no passado, como evidencia o comportamento dos preços dos serviços e de itens monitorados desde o início do ano, bem como, de uma eventual elevação dos preços de commodities. No médio prazo, o risco advém dos efeitos, cumulativos e defasados, da distensão das condições financeiras sobre a evolução da demanda doméstica, levando-se em conta a dinâmica do consumo e do investimento, em contexto de retomada da utilização dos fatores de produção.
Discordo do que está sendo falado aqui : 1) A população está apoiando a medida.2) Os onibus fretados não tinham controle ou regras; 3) Paravam em qualquer ” ponto” e tumultuavam o transito em todas as àreas 4 ) É justo que a Prefeitura regule o funcionamento de qualquer tipo de transportes. 5) Só a Folha esta contra esta medida; 6) Lamento que os usuários tenham problemas com a regulamentação dos fretados 7) Mas não pode existir uma casta que use transporte sem regras. 8 ) Repito: a maioria da população está apoiando.
Por Aline
Sou contra a gestão do Kassab. O indivíduo sacrifica 44000 pessoas para “melhorar o trânsito” e dar incentivo a esses cidadãos paulistanos utilizar o eficiente transporte coletivo.
Nenhum tipo de rota que atendesse a todos foi traçada, simplesmente essa lei foi jogada guela a baixo para que engolíssemos e ponto.
Nosso Brasil administrado por políticos desta alçada todos os dias está cada vez mais inchando… inchando de tanta mediocridade, estupidez e ganância.
A política externa que orienta o Itamaraty nos dias de hoje é anterior ao governo Lula. Tem quase 50 anos. Foi lançada por um governo conservador, o de Jânio Quadros, e teve como primeiro condutor Afonso Arinos de Melo Franco. Era conhecida como Política Externa Independente. O conteúdo da política externa janista em linhas gerais pode ser conhecido, neste artigo assinado pelo próprio Jânio Quadros, publicado originariamente na revista Foreign Affairs: “Nova política Externa do Brasil” (clique aqui);
Ou de forma mais resumida nesta “Mensagem ao Congresso” (clique aqui).
Pior que a joça fornecida pelo Positivo ou será “negativo” é tudo que está por trás disso é que o contribuinte e o professor não sabem vamos por parte:
1. O notebook fornecido é o Z85 para a Positivo – Negativo, mas na realidade ele é um M540SS da Clevo (http://www.clevo.com.tw/en/products/item.asp?procatalogID=7). A Clevo é uma empresa estado unidense que fabrica notebooks desde 1982, não vende para consumidor final só para empresas que colocam sua logomarca e vendem. Esse modelo é fora de linha. A positivo comprou uma quantidade enorme dessa joça provavelmente em finais de 2007 para vender no mercado interno ao preço que poderia variar entre R$ 1.900,00 – R$ 2.200,00. A única diferença do produto comercializado pela positivo hoje é o HD 120/160 GB, e a CPU outro modelo de pentiun intel.
O Sebrae nacional está em processo de planejamento trianual. Avalia experiências, acervo de realizações e, a partir daí, as novas estratégias a serem adotadas nos próximos anos.
Permite um exercício de futurologia sobre seus desafios nesse mundo que se se formou nos últimos anos, de disseminação da Internet e da banda larga.
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Há consenso entre analistas sobre a importância fundamental das pequenas e micro empresas no desenvolvimento de grandes países continentais. São elas que fornecem a maior base de emprego, consumo e as sementes para futuras grandes empresas do país.
Em um primeiro momento, faltavam a elas o básico, gestão e crédito. Gradativamente foi sendo acumulada uma vasta experiência em projetos, que acabam não sendo multiplicados devido ao excesso de experiências e de boas ideias.
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Qualquer trabalho de consolidação do setor passa por duas frentes. A primeira, a de conquistar aliados para a grande luta nacional de afirmação das PMEs. Países avançados – como os Estados Unidos ou o Japão – criaram condições para o fortalecimento dessa teia econômica fundada nas PMEs. No Brasil há uma grande dificuldade. O modelo político só permite entrar na agenda setores que consigam espaço na mídia ou no Congresso.
Federação? Fomos algum dia uma federação para que tenha sentido a representabilidade do Senado brasileiro?
A estrutura do governo central nunca foi federativa, ao ponto que não se deve extinguir só o senado, mas os estados também, para eliminar a pior coisa que existe no país, a definição por estado da pessoa, ou seja, paulistas, baianos, mineiros, amazonenses, etc. O que inclusive corrigiria qualquer problema da proporção dos deputados federais.
Para substituir os estados, quando necessário, seria criado os consórcios municipais (como o Consórcio ABC na grande São Paulo), no qual nenhum municipio seria obrigado a participar e seriam escutados de suas necessidades de forma correta.
Comentário
Há muitos anos considero os consórcios de municípios – formados de maneira não rígida mas respeitando alguns parâmetros – um estágio superio de federalismo.
Atualizado em 29 de julho, 2009 – 10:12 (Brasília) 13:12 GMT
Yahoo e Microsoft enfrentam Google e anunciam parceria em ferramentas de buscas
Microsoft e Yahoo já chegaram a discutir fusão no passado
As empresas de tecnologia Yahoo e Microsoft anunciaram nesta quarta-feira uma parceria para melhorar seus serviços de busca na internet, de olho na rival Google, líder do segmento.
Pelos termos da parceria, as ferramentas de busca da Microsoft vão alimentar o site do Yahoo. Em troca, a equipe do Yahoo fará a venda de anúncios online da Microsoft.
O Yahoo tem lutado para conseguir manter seus lucros nos últimos anos. No ano passado, a empresa recusou uma proposta de fusão com a Microsoft e decidiu continuar operando de forma independente no mercado.
O diretor da Microsoft, Steve Ballmer, disse que o negócio pode fortalecer o Bing, o site de buscas da Microsoft – ainda em desenvolvimento -, para tornar a ferramenta competitiva.
“Através deste acordo com Yahoo, nós vamos criar mais inovação em buscas, maior valor para os anunciantes e uma verdadeira opção para os consumidores, em um mercado atualmente dominado por apenas uma empresa”, disse Ballmer.
O Yahoo afirmou que o negócio beneficiaria os seus usuários e anunciantes.
“Este acordo vem acompanhado dos valores do Yahoo, nossos usuários e da indústria. E eu acredito que ele estabelece a fundação para uma nova era de inovação e desenvolvimento da internet”, disse Carol Bartz, diretora do Yahoo.
o vídeo que Tavynho Bonfá enviou para o grupo Cardiem é uma preciosidade histórica.
Trata-se de uma filmagem durante a gravação do disco Com açúcar, com afeto, lançado por Nara Leão em 1980, onde estão Tavynho Bonfá, Nara Leão, Chico Buarque e Sérgio de Carvalho. Imperdível, para quem se liga, profissionalmente e afetivamente, à música popular brasileira.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.