Continua o festival Zé Sarney
Continua o festival priápico de escândalos do Senado (clique aqui):
1. A Folha traz a momentosa revelação de que um ex-assessor de Sarney trabalhou na empresa do neto do… Sarney (furo igual só o de O Globo de ontem, que anunciou o segredo que permaneceu guardado por 15 anos: no lançamento do Plano Real foi encomendada à Casa da Moeda uma quantidade enorme de papel-moeda real. Novidade seria se fosse dobrão).
2. A mesma Folha fala dos favores a Arthur Virgilio. E diz que, o fato do denunciante ter sido denunciado amplia a crise de quem ele denunciou. Vá se entender.
3. O Estadão anuncia que Arthur Virgilio pronunciará novamente um duro discurso contra Agaciel Maia. Qual o motivo? Não pergunte para os leitores do Estadão, que eles não foram informados.
Vamos aos pontos que interessam.
Todos os senadores foram beneficiários dos atos do Agaciel Maia, que se manteve no controle do Senado pela incrível capacidade de fazer amigos senadores com favores. Era um padrão. O relatório da FGV mostra um quadro caótico que permitiu à Direção Geral se tornar a todo-poderosa do Senado graças à sua capacidade de quebrar galho de todos os senadores.
Se abrir os tais decretos secretos, não fica um, meu irmão.
Há duas maneiras de tratar esse problema.
A maneira óbvia será implementar o projeto preparado pela FGV, que reformula administrativamente o Senado, tira das mãos da Diretoria Geral o poder de que se viu revestido, acaba com os atos secretos e com as maracutaias na terceirização. Com a pressão da opinião pública, certamente tornará públicos todos os atos da mesa.
A segunda maneira é derrubar Sarney. Com a queda de Sarney, haverá algumas consequencias interessantes:
1. Um coronel, símbolo do atraso, será punido. Em seu lugar entrará outro coronel, símbolo do atraso.
2. Provavelmente haverá atraso na implantação da reforma da FGV. Na política, as mudanças só ocorrem sob pressão. O pressionado da vez é Sarney. A ele não resta a alternativa que não a de implementar o projeto que contratou. Caindo Sarney, a opinião pública midiática estará satisfeita e as reformas estruturais, deixa prá lá.
Outra consequência da saída de Sarney será instituir um fator adicional de instabilidade política. É evidente o jogo de criar um banzé político com vistas às eleições de 2010. Está nítido no acúmulo de CPIs sem foco, tanto no Senado quanto na Câmara. Sarney não incomodo pelo que fez a vida toda. Incomoda porque impede que se bote fogo no Senado.
De todos os colunistas e blogueiros que escrevem sobre Sarney, nenhum teria mais razões pessoais para criticá-lo. Fui alvo de perseguição dele nos anos 80, quando denunciei as mazelas do Saulo Ramos. Ele conseguiu minha saída da Folha – e o Otavinho sabe bem as razões e, certamente, um dia as revelará. Voltei – a convite do jornal – apenas depois que mudou o governo. Haveria melhor hora para a vingança?
Mas qual o preço? Tresloucados como Arthur Virgilio botando fogo no país, a mídia ganhando novo alento para criar factóides em cima de factóides, o panorama político de 2010 se incendiando, jogando por água abaixo os esforços de todos os que lutam por uma transição tranquila, vença quem vencer?
Se houvesse sinceridade nessa campanha, se exigiria de Sarney um prazo para implementar todas as medidas de mudança organizacional e de transparência no Senado.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: Arthur Virgílio, José Sarney, Senado

Pois é, prezado Nassif, o problema não é Sarney ser coronel. O problema é que ele é inimigo declarado de Serra.
A intenção da mídia golpista é trocar, como você disse, um coronel por outro. E este outro, com certeza, apaniguado de Serra.
Há uma esperança de certos grupos de que, botando fogo no Senado e na Câmara possa-se criar ambiente favorável a um golpe de Estado.
A matéria de capa da Carta Capital desta semana fala justamente disso, do “acoelhamento” dos senadores. O tal do Agaciel tem todo mundo na mão dele.
Todos sabem muito bem que Virgílio gosta mesmo é de jogar para a torcida.
ra ra ra ra maravilhoso ..porque hoje é 2a feira
A saída numa democracia é implementar sem pestanejar a saída dada pela
FGV
aliás, o que disse a FGV mesmo ?
me tira o tubo Madalena !?
Sou PELO FIM DO SENADO o quanto antes, já pro próximo mandato de 8 anos
…uma saída e proposta tão legal e correta quanto a da FGV, ou não ? …com um detalhe, eu EXIJO um referendo antes, o que achas ?
Nassif, pragmaticamente, é isso.
“Escolha de sofia”.
Abs.
Lucidez. Impressionante análise. Não servir ao jogo midiático e realmente modificar o senado. Parabéns
Uma medida que deveria ser posta em pratica era unificar a administração do congresso. Uma diretoria para duas casas e pronto.
Independente de qualquer irregularidade cometida pelos senadores,é impressionante que o único réu confesso até agora,Artur 5% Virgílio,não tenha sido admoestado pela mídia.
Parabéns, Nassif. Informação séria e equilibrio nas análises. É por isso que vc é o maior.
Agaciel Maia deveria colocar na mídia as participações de Arthur Vrgilio nas maracutaias do Senado.
Já está em tempo de se desmascarar este sujeito.
Nesse universo de míopes, enfim a lucidez de um Jornalista. Obrigada, e parabéns, Nassif.
Parabens Nassif pela lucidez e pela ética colocada acima de eventuais vinganças pessoais.
Parece que o bom senso começa prevalecer sobre a “histeria de travesti”,que se transformou a tribuna do senado .Agaciel Maia, com os poderes que lhe foram conferidos, ao longo de catorze anos,constituiu um “senado”paralelo,com inacreditável poder de barganha junto ao senado legítimo.O modelo administrativo , da “casa”,permitiu essas distorções. O grave, a negligência gerencial , indiferente aos poderes concedidos e crescentes à diretoria plenamente autônoma,com prerrogativas sobre o orçamento cada vez mais elástico. Sarney ,como os demais que lhe antecederam no cargo ,tem sua responsabilidade. Contudo, indaga-se,nessa década e meia,como passou despercebido essa anomalia?Nenhum repórter abelhudo, (redundância),interessou-se pelo funcionamento dos intestinos desse poder,o custo, o contingente desproporcional de funcionários,o intercâmbio de agregados,os apadrinhamentos,o inusitado número de “colegas”,nos quadros da “casa”?
Essa questões ,obviamente ,quem as têm não é o senador José Sarney.
da Tribuna da Imprensa
segunda-feira, 29 de junho de 2009 | 07:12
“Prêmio Innovare”: um desnecessário patrocínio exclusivo da Rede Globo
Ao lançar oficialmente o VI Prêmio Innovare, por uma justiça mais rápida e eficaz, no Plenário do Superior Tribunal de Justiça, o presidente do STJ, ministro Cesar Rocha, surpreendeu a todos ao informar que a promissora iniciativa tinha o exclusivo patrocínio das Organizações Globo, representadas pelo seu presidente, jornalista Roberto Irineu Marinho.
E entusiasmado e agradecido, fez um comentário ao comportamento da imprensa em geral, que não está patrocinando o “Prêmio Innovare”, mas o tem divulgado desinteressadamente como uma promoção meritória de toda a cidadania e sem exclusividade de espécie alguma.
Disse o ministro-presidente do STJ: “Sabemos que bem mais fácil seria o exercício da crítica ou pelo espetáculo, ou a objeção sem a oferta de alternativas, que só servem para desacreditar as instituições ou nivelá-las ao sabor de impulsos, sem lhes aprimorar o desempenho. TODAVIA, AS ORGANIZAÇÕES GLOBO PREFERIRAM SEGUIR O CAMINHO CONSTRUTIVO DE APONTAR SOLUÇÕES, SEM DEIXAR DE CRITICAR, PROMOVER MELHORIAS, SEM SE ABSTER DE APONTAR O DÉFICIT DE EFICIÊNCIA INSTITUCIONAL QUE NOS ACOMETE, PELO QUE SE FAZEM CREDORAS DA NOSSA ADMIRAÇÃO, EM FACE DA REALIZAÇÃO DE ELEVADOS E VALIOSOS OBJETIVOS DA CIDADANIA BRASILEIRA”.
Em consideração ao ministro Cesar Rocha, pedimos licença para esclarecer: a morosidade da Justiça brasileira é uma realidade incontestável e a imprensa a retrata com objetivos construtivos e não deletérios e, diariamente, jornais como “O Estado de S. Paulo”, “Folha de S. Paulo” e outros também conceituados jornais de muitos estados brasileiros e sites como o CONSULTOR JURÍDICO – CONJUR – produzem noticiários e fundamentados editoriais, enaltecendo seu trabalho e importância para a prevalência do Estado de Direito e do respeito às garantias fundamentais do cidadão.
Como divulgado, tramitam no Poder Judiciário brasileiro 70 milhões de processos e há centenas, milhares deles que se arrastam há 20, 30 anos, sem solução. Já quanto à ineficácia da Justiça, em parte, não existe prova maior disso do que, por exemplo, as centenas de milhares de precatórios, decisões transitadas em julgado, não pagos pelos Municípios, Estados e União, num total de cerca de 100 bilhões de reais, deixando desesperadas centenas de milhares de pessoas, lesadas pelo Estado, que como as Organizações Globo acreditam no Poder Judiciário, claro, mas, por razões bem diferentes.
Muito particularmente ainda com relação a essa parceria exclusiva com as Organizações Globo, respeitosamente, julgo que esse conglomerado de comunicações, que é réu, recorrente ou recorrido em centenas de processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça, o Tribunal da Cidadania, por estratégia e bom senso, deveria se abster de aparecer como patrocinador do “Prêmio Innovare”. Deveria divulgá-lo, como os demais veículos de comunicação vêm fazendo, porém, sem a marca de patrocinador exclusivo.
Por mais isenta e independente que seja a Justiça brasileira, sem dúvida, deve gerar desconforto em todos os que processam ou estão sendo processados pelas Organizações Globo, a informação de que essa empresa, além da verdade dos autos, têm outros canais de comunicação com magistrados que amanhã poderão estar julgando suas ações. E mais: conta com o agradecimento e a admiração do próprio presidente do STJ e do que também são merecedoras outras redes de TV e empresas jornalísticas não mencionadas no evento e que gozam de credibilidade e de respeitabilidade, reconhecidas por institutos de pesquisa.
Afinal, em nome da transparência, em que consiste este patrocínio exclusivo do VI Prêmio Innovare? Faço questão de divulgá-lo. Outras organizações poderão se oferecer para patrociná-lo nos próximos anos e, quem sabe, sem exclusividade.
PS1- Há pouco elogiamos o STJ, pois, em cerca de 30 dias, o ministro João Otávio de Noronha, da Quarta Turma, recebeu o REsp 438138-DF e o levou a julgamento. É essa celeridade que a população espera do Poder Judiciário, não importando os nomes das partes. Porém, por coincidência, uma das partes interessadas nesse processo era a TV Globo Ltda., pertencente às Organizações Globo. O recurso entrou no gabinete do ministro Otávio de Noronha em 11 de maio e foi julgado no dia 18 de junho. Há pouco mais de uma semana. Parabéns! Merece o troféu celeridade.
PS2- O http://www.tribunadaimprensa.com.br está à disposição do STJ e do Prêmio Innovare.
Helio Fernandes
Para se obter um processo de ajuste, deveriamos punir todos que cometeram desvios de conduta, independente de ter sido, uma passagem, um emprego a parente, um favor qualquer, tudo que seja fora do escopo previsto para as atividades de um Senador. Assim a maioria deveria ser punida, com um processo conjunto conduzido pela PF – MP – e Sociedade Civil, para que todos devolvessem os valores desde passagens, salarios de familiares e amigos e favores tipo o cometido a favor do Senador Arthur Virgilio.
O Brasil tem que acabar com este tipo de politicagem desonesta e incompativel com nossos valores moral, cobrados por eles mesmos criadores dad Leis.
Sds,
Ricardo Hage
Não adianta apenas o Sarney sair. Para seu lugar vai entrar outro da mesma camarilha que domina o Senado há anos. A chance do Renan voltar, mesmo depois de todos os escândalos denunciados que motivaram sua renúncia anteriormente, é grande. Se não for ele, entrará outro do mesmo quilate e disposição. Entretanto, o Sarney é um símbolo dessa turma abjeta descompromissada com a ética e a moral e, como tal, merece ser definitivamente suprimido da vida pública. Quem sabe, essa faxina parcial, alerte seus correligonários de que, para sua “liberdade de atuação”, existem certos freios que a sociedade impõe.
O impressionante nesta “novela” toda é o retrocesso que assistimos em nosso país, com Lula aliando-se ao pior do Brasil. Outro dia fiquei envergonhado com a cerimônia em homenagem a Apolônio de Carvalho, onde Lula discursou. Foi uma verdadeira afronta à memória deste herói a presença de um representante da extrema direita, como Lula, na homenagem de um dos símbolos das lutas democráticas!
E a funcionária fantasma Luciana Cardoso? Ninguem fala?
Perfeita a sua análise Nassif. Só não entendo o porquê do Pedro Simon (que não é um chantagista) assim também não fazê-la. As anomalias do senado, e em todo o sistema legislativo brasileiro, existentes há muito tempo, só agora estão incomodando os cínicos do bico grande? Também torço para que os espertalhões se sufoquem em suas próprias espertezas. Faltam-lhes capital moral e credibilidade para patrocinarem cassações morais e denunciar esquemas antes tolerados. Será que eles ainda não perceberam que, quem aconselha e orienta o funcionamento das casas legislativas do País são os tribunais de contas? Daí me surpreender as solicitações de investigações e levantamentos rigorosos sobre quem obedece suas instruções e obtém parecer favorável à aprovação de suas contas.
Afinal, por que o Brasil precisa de Câmara e Senado. Não dava prá extinguir um dos dois?
Mas existe alguma dúvida que tudo não é nova jogada procurando mais um caminho para possível golpe?
José Maria
Caramba, de falta de material os chargistas jamais poderão reclamar.
Nassif, essa sua frase traz o diagnóstico e o prognóstico. O resto é politicagem.
“Se houvesse sinceridade nessa campanha, se exigiria de Sarney um prazo para implementar todas as medidas de mudança organizacional e de transparência no Senado.”
É isso que se deveria exigir!!
Chamada da matéria:
Empréstimos de Agaciel a senadores ampliam crise
Sub-chamada em letras miúdas:
Gabinete de Arthur Virgílio confirma que pediu dinheiro ao ex-diretor-geral da Casa
notícia: o único senadores (sic) denunciado pela folha (atrás da Istoé – incompetentes, não conseguiram descobrir antes, tá legal) é o lutador de jiu-jitsu, o restantes da notícia:
“A Folha apurou que outros senadores também já tomaram empréstimos de Agaciel. Apesar de dizer publicamente que não ameaça e não chantageia ninguém, o ex-diretor tem enviado recados por interlocutores que poderá começar a revelar outros casos parecidos com o do líder do PSDB.”
QUAIS SENADORES, DONA FOLHA??? Quero saber quais senadores a folha apurou!!! Que notícia é essa???
Quanto ao passado da vestal, dêem uma olhada na matéria antiga, de quando ele era Ministro(!) do FHC, na revista de celebridades ISTOÉ – GENTE:
1.as fotos são ótimas, Nassif, mas não sei mandar;
2.as maiúsculas preconceituosas são mínhas.
Bom vim de semana,
zeh
http://www.terra.com.br/istoegente/122/reportagem/arthur_virgilio.htm
03/12/2001 POLÍTICA
ARTHUR VIRGÍLIO
Ministro bom de briga
Novo secretário geral da Presidência da República, o deputado já foi campeão carioca de jiu-jítsu e há seis meses voltou a treinar
Cecília Maia
Fotos: Felipe Barra
Virgílio perdeu 10 quilos desde que voltou a treinar: “Sinto-me cheio de vigor, como quando era jovem”
Se o presidente FHC estava à procura de alguém que defendesse o governo com unhas e dentes, achou a pessoa certa. O novo secretário geral da Presidência da República, ministro Arthur Virgílio, já demonstrou que é bom de briga na tribuna. Agora está revelando um segredo que guardou durante anos: é exímio lutador no tatame também. Ex-campeão carioca e ex-campeão da Taça Guanabara de Jiu-Jítsu, Virgílio resolveu retomar as atividades físicas da juventude para encarar a nova fase de sua vida. Entre um golpe e outro faz planos. Quer ter muito gás para enfrentar o rojão do novo cargo que assumiu, quer ter fôlego para agüentar o corpo-a-corpo da campanha majoritária de seu Estado, o Amazonas, e, porque não, prepara-se para disputar o mundial de seniors de jiu-jítsu em agosto. “Sou determinado e espero sair vitorioso de todos esses desafios”, vislumbra.
Tudo começou há seis meses, a partir de um brincadeira com o amigo Saulo Ribeiro, pentacampeão mundial de jiu-jítsu. Os dois estavam num fim de semana na casa de Arthur em Brasília trocando desafios físicos dentro da piscina, quando Saulo decidiu afogar o então líder do Governo no Congresso. O faixa preta, 25 anos, 92 quilos e 1,75 m de altura afundou o deputado 20 vezes. Arthur, 56 anos, 88 quilos, 1,80 m e destreinado, livrou-se de três golpes. Foi a senha para aflorar o lado desportista que estava adormecido. “Comigo você não se cria, mas com os velhinhos do sênior acho que você ainda espanta”, disse Saulo, que na hora recebeu como resposta apenas um sorriso. “Foi ali que me empolguei”, conta hoje o ministro Arthur Virgílio.
Com os alunos da academia onde treina, em Brasília: “Sou conciliador mas também gosto de competir. Ninguém mexe comigo”, diz
Na segunda feira daquela semana, Virgílio tirou o quimono do armário e desde então treina pelo menos quatro vezes por semana. Já perdeu dez quilos e está animadíssimo com a forma física. “Me sinto cheio de vigor, como quando era jovem”, diz ele, pai de Juliano e Carolina, de 11 e 6 anos, filhos que teve com Maria Goreth, sua segunda mulher. Conciliar os treinos com a carga de trabalho é a parte mais complicada. Geralmente sai do Palácio direto para a academia. Como ele é sempre o último a despachar com o presidente, costuma chegar para a série de musculação às onze da noite, e depois volta correndo para casa. Outras vezes acorda às cinco da manhã e se dedica aos golpes até a hora do trabalho. Quando está em Manaus faz o mesmo, mas ainda reserva a hora do almoço para mais treinos.
Desculpem, as maiúsculas preconceituosas não foram. Cá estão:
“TROCANDO DESAFIOS FÍSICOS DENTRO DA PISCINA”
Afe!
zeh
Há um ano atrás, veja o comportamento de Virgilius Catonicus Vestallis
http://www.viomundo.com.br/opiniao/arthur-virgilio-surreal-da-o-tom-do-pavor-com-o-efeito-dantas/
ARTHUR VIRGÍLIO, SURREAL, DÁ O TOM DO PAVOR COM O EFEITO DANTAS
Atualizado em 14 de julho de 2008 às 19:48 | Publicado em 14 de julho de 2008 às 19:12
Arthur Virgílio, o líder do PSDB no Senado, deu o tom, de acordo com nota reproduzida parcialmente pelo Estadão:
“Não se justifica nenhuma tentativa de desmoralização da mais alta Corte de Justiça do país. Foi o enfraquecimento das instituições, aliado a um quadro de inflação, desemprego e corrupção, que criou o clima propício à instalação do Terceiro Reich, na Alemanha”, afirmou o líder tucano, na nota.
Aparentemente Virgílio se refere ao possível pedido de impeachment contra Gilmar Mendes que está sendo estudado por procuradores federais de vários estados.
O texto é surreal e desproposital.
Mas serve para revelar o pavor que uma investigação profunda das relações de Daniel Dantas com políticos, juízes, empresários e a mídia causa em Brasília.
Também sinaliza a estratégia daqueles que querem enterrar as investigações: criar o pânico, como se a Polícia Federal estivesse prestes a instalar uma ditadura nazista no Brasil.
Onde é que foi parar o furor investigativo da oposição?
Não teremos o clamor indignado do Jabor pedindo CPI?
E o senador Heráclito Fortes, não vai bradar contra a corrupção petista no Jornal Nacional?
O mais interessante é que isso se dá em plena campanha eleitoral.
A oposição vai perder essa oportunidade de enfraquecer o governo Lula e, com isso, os candidatos do presidente nas eleições de 2008?
A única explicação razoável para esse comportamente anômalo, completamente fora do padrão dos últimos anos, só encontra uma explicação: medo.
Medo não, pavor. Ou pânico.
Em 1990 o jornalista Hélio Fernandes chamava a atenção do seu leitor para o poder de Agaciel Maia. O que dizia Fernandes? Ai vai: “Agaciel Maia é a caixa-preta do Senado. É um dos homens mais poderosos da República e continuará forte pelos próximos 100 anos”.
Dias atrás a Band fez uma matéria sobre esse calote geral dos precatórios, colocando sangue na boca do Serra e do KAssab.
ARTE DE QUEM?
Do Catão Cor de Rosa:
http://www.jusbrasil.com.br/noticias/988486/oab-acusa-jobim-renan-e-virgilio-de-serem-os-pais-da-pec-do-calote
OAB acusa Jobim, Renan e Virgílio de serem os pais da PEC do Calote
Extraído de: OAB – 07 de Abril de 2009
Ao abrir hoje (07) a sessão plenária do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o presidente nacional da entidade, Cezar Britto, acusou diretamente o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), de serem os “pais” da PEC dos Precatórios, mais conhecida como a “PEC do Calote”. Além disso, Britto fez duras críticas ao substitutivo do senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), aprovado recentemente no Senado e que estabelece um dos maiores atentados à democracia brasileira, mediante a qual o Executivo poderá apequenar e tornar refém o Judiciário brasileiro.
Para o presidente nacional da OAB, o texto da PEC do senador Arthur Virgilio conseguiu piorar o que já era ruim, isto é, o texto da PEC do senador Renan Calheiros que recebera de presente do então presidente do STF, ministro Nelson Jobim.
“O senador Arthur Virgilio conseguiu produzir um texto pior do que se pode imaginar. Uma PEC que quebra a ordem cronológica, uma conquista democrática. Não pudemos, é dever nosso, ficar calados, concluiu Britto.
o impoluto,impávido,destemido, incorrupto, ex esquerdista, o boto cor de pRosa detentor de 5 %, mac arthur virginho prega a farra do boi, bumbá, joga prá torcida, garantido, né,mas bem caprichoso.
(mas a melhor foi essa do zé quarqué )
Nassif, parabéns.
Quem sabe mesmo da vida do Arthur “Catão” Virgílio é o ex-vice governador do Amazonas Omar Aziz, do PFL. Graças à atuação do paladino da ética e da moralidade, o sujeito escapou de ser indiciado pela CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e pela Justiça, mesmo havendo farta documentação naquela CPI que o apontavam como cliente assíduo, juntamente com outros políticos, de uma rede de prostituição de menores. Houve, à época, uma denúncia de que certo político teria presenteado uma menina com jóias e dinheiro. Versão tupiniquim de Berlusconni, está no parlamento até hoje.
Seria interessante que os leitores amazonenses do blog pudessem trazer mais informações.
Correio Braziliense – 9/7/2004
CPI recebe pressão para omitir nome de políticos
‘‘A pressão é grande. Mas não faço qualquer negócio com meus princípios’’, declarou a deputada Maria do Rosário (PT-RS), relatora da CPI, em resposta ao senador Arthur Virgílio. Ele intercedeu pela retirada, do relatório, da denúncia contra Omar Aziz.
De acordo com Rosário, a CPI se baseou em vários indícios para pedir o indiciamento dos suspeitos, inclusive do vice-governador do Amazonas. Virgílio rebateu dizendo que estava convicto de que poderia evitar uma injustiça. Ele argumentou que a CPI não havia conseguido recolher provas suficientes para comprovar a ligação de Omar Aziz com o crime de exploração sexual de menores.
14/7/2004 08:52:03 Estadão Digital
CPI da pedofilia exclui nome de vice-governador
O nome do vice-governador do Amazonas, Omar Aziz (PFL), será retirado do relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga redes de exploração sexual infanto-juvenil no país. A proposta para a retirada, aprovada nesta tarde por oito votos a sete, foi do senador Arthur Virgílio
Emocionada, a relatora da CPMI, deputada Maria do Rosário (PT-RS), diz que os parlamentares a favor da retirada do nome de Aziz do relatório fragilizaram a luta da comissão, segundo informa a Agência Brasil. “Confesso que fiquei preocupada com o resultado. Foi um desmerecimento do relatório”, afirma. A relatora acredita que a proposta do senador Arthur Virgílio tenha colocado em dúvida os trabalhos da comissão. “Eu sinceramente acho que ele questiona os critérios estabelecidos”, afirma. “Acreditaram no acusado e não na vítima”.
O senador Arthur Virgílio afirma ter convicção que defendeu um inocente. “Eu não preciso chorar para manter as minhas convicções. Tenho certeza que defendi um inocente”, afirmou.
Ao todo, a CPMI sugere o indiciamento de 250 pessoas, entre políticos, médicos, juizes e religiosos por exploração sexual infanto-juvenil. O relatório será enviado ao presidente do Congresso Nacional, José Sarney, que deverá encaminhar as denúncias ao Ministério Público e autoridades competentes.
Então o Arthur Virgilio é ex-campeão de jiu-jitsu? Deve ser por isso que ele ameaçou bater no presidente Lula. Falando sério, o Virgilio é, de longe, o maior cara de pau do senado. O homem tem um despeito do Lula que é uma coisa impressionante. Dia desses vai ter um enfarto em plena tribuna do senado.
Ivan Luiz Colossi de Arruda,
a partir da nítida exposição do dilema por Nassif, o que eu percebo é a perfeita coerência da posição de Simon: afasta-se Sarney, cria-se o “banzé político”, salva-se a personagem a a herança do gado. Nenhuma surpresa.
O importante nessa historia. O vice é Marconi Perillo. O Marconi só assume se o Sarney se licenciar. Se renunciar ai tem que ter eleiçoes.
Engraçado são as coincidencias. Monta-se uma CPI com factoides. Depois denuncias de crimes que ocorrem há 14 anos finalmente surgem.
Fico com a primeira opção, Luis Nassif.
Analisando friamente, é ótimo que as mudanças venham e não poderia ser diferente, já que o Brasil passa por uma grande transformação. E ainda virão outras, em outros poderes; será como uma preparação para o grande destino que se reserva ao Brasil, após o período de trevas e ranger de dentes.
Passei metade da minha vida votando no menos ” pior” para evitar que o ” pessimo ” vencesse. A outra metade passo anulando meu voto.
Sempre me arrependi porque assim como nao existe meio ladrao, nao existe menos “pior” . O mal menor sempre se revelou superior a todas expectativas assim como um ladrao nao se poe limites e anda entre seus iguais.
Mesmo percebendo a estrategia a curto e longo prazo dos ” honestos ” nao consigo apoiar o ” menor ” dos males.
A unica comparacao que me ocorre seria a engolir o proprio vomito.
FORA SARNEY! Deixe a Dilma e o Serra em paz!
O ex-presidente José Sarney é apenas mais uma vítima da “quimioterapia política”. Tenta-se evitar a metástase de uma ameaça potencialmente perigosa para as candidaturas da ministra Dilma e do governador Serra a presidência da República. O objetivo de tamanha campanha difamatória contra Sarney é um só: o crescente fortalecimento da pré-candidatura do governador Aécio Neves nas eleições presidenciais de 2010.
É muito estranho que nenhum comentarista político ainda não tenha percebido o óbvio: Sarney dificilmente deixaria de apoiar a candidatura de Aécio Neves. Ele tem um compromisso moral com a candidatura do neto do presidente Tancredo Neves, do qual foi vice e, que pelas mãos do destino, tornou-se presidente. Com Aécio no páreo, Sarney terá a oportunidade histórica de retribuir à Tancredo o seu ápice político. Para o governador José Serra, nada é pior para as suas pretensões políticas do que ter o presidente do Senado do lado de seu rival. Além do seu apoio político, o ex-presidente Sarney ainda tem cacife para oferecer a Aécio um partido alternativo para a sua candidatura: o PMDB. Para a ministra Dilma a situação é pior ainda. Com Sarney ao lado de Aécio sua candidatura naufraga antes mesmo de chegar a praia. Como presidente do senado, Sarney pode transformar o final do mandato do presidente Lula num inferno político: liberar CPIs, travar a pauta de votações de projetos importantes para o governo e, pior, tirar de Dilma os milhares de palanques que o PMDB possui pelo país.
O presidente Lula quer Sarney ao lado de Dilma. Mas quer um Sarney fraco, sem grande poder de barganha, afinal, Lula quer ser visto como o redentor, o único responsável pela eleição de Dilma. Sua vaidade não lhe permite dividir méritos.
Aqueles que hoje se posicionam contra Sarney estão, automaticamente, se alinhando aos interesses do PSDB paulista – comandado por FHC – para minar a candidatura de Aécio Neves.
O admirável nessa história é a falta de uma percepção mais apurada dos nossos analíticos políticos. Parece não existir disposição dos mesmos para enxergar além do óbvio. Tratam os problemas do Senado como causa. Não conseguem perceber que são conseqüências de uma disputa ainda maior: o futuro comando do país.
Demétrio Gomes
Professor, 34 anos, SP.
Nassif, apesar de ter sido prejudicado, no passado, pelo senador Sarney, voce coloca o pais e o povo brasilelro em primeiro lugar em suas analises. E isso que se espera de um homem e de um jornalista serio. Parabens por sua atitude e lucidez.
É extremamente interessante como a prática política revela o apego de certa classe política pelo modelo antidemocrático de derrubar, cassar, impedir, demover do poder quem foi eleito pela vontade da maioria para exercer o mandato.
O inconformismo pela derrota política, não raro, faz ressuscitar na cabeça desses jurássicos homens da caverna a idéia da substituição pela fórmula antidemocrática, sumária, conveniente e ao arrepio dos regulamentos, das leis e até da Constituição.
Mesmo os de boa fé, movidos pelo avassalador e diário apelo midiático, recorrem a essa solução, a esse modelo que já se mostrou ineficiente, atrasado e antidemocrático.
Até parece que o passado odiento em que as liberdades foram estupradas, não serve de exemplo para uma prática política moderna, democrática e sem vinganças.
Apoio do governo a Sarney é absoluto, diz Múcio sobre crise no Senado
Yara Aquino da Agência Brasil, Última modificação em 29 de Junho de 2009 – 13h00
Brasília – O ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, disse hoje (29) que o presidente do Senado, José Sarney, tem apoio “absoluto” do governo, sobre a crise vivida na Casa.
“O apoio do governo ao presidente [José Sarney] já foi dito, é absoluto”, afirmou após participar da reunião de coordenação política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros.
Múcio disse que se reuniu pessoalmente com José Sarney e, na avaliação do ministro, as denúncias estão sendo apuradas e não há evolução do quadro.
Na reunião, também foi reforçada a posição do Brasil de não reconhecer o novo governo de Honduras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou hoje o que considera um golpe de Estado em Honduras. Segundo ele, a única saída para o país é a democracia.
Além de Lula, participam da coordenação os ministros da Justiça, Tarso Genro, da Casa Civil, Dilma Rousseff, do Planejamento, Paulo Bernardo, da Fazenda, Guido Mantega, da Comunicação Social, Franklin Martins, da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci, e o vice-presidente, José Alencar…………………..
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/29/materia.2009-06-29.6625705046/view
Pos é, sai um coronel velho para dar lugar a um coronelzinho novo. O tal de Marconi Perilo foi governador de Goiás por 8 anos consecutivos. Não era ninguém, entrou no governo por que o povo estava já cansado de outro coronel Iris Resende e saiu deixando o estado falido e um dos homens mais ricos do estado de Goiás, segundo corre à boca pequena. Aliado dos poderosos, chegou ao senado. Como não tinha curso superior, fez um curso de Direito, de final de semana (não é mentira não, podem pesquisar), para poder presidir comissão no senado. E assim vai. Tem-se muitos outros acontecimentos que não são divulgados. Escrevo tudo isso prá ver onde estamos metidos. Que asco.
Pra voce ver Nassif que diferença dos bandidods do norte pros bandidos do sul. O Madoff pegou 150 anos, e disse que deixou um legado de vergonha apos o que aconteceu…
Aqui não só se orgulham das falcatruas, como ainda chamam de brilhante os operadores dos crimes financeiros, e o pior de tudo, desqualificam e desempregam os agentes da Policia Federal, ainda honestos e honrados… é prá tirar o tubo ou não é Nassif?
O senador Artur Virginio deve calar aquela boca suja agora, ja q foi descoberto q é um SANTO DO PAU OCO.
Do jeito que a coisa vai, temos as seguintes alternativas:
a) inspirados no caso hondurenho, os militares brasileiros tomam o poder, fecham o Congresso e despacham Lula para a Venezuela;
b) Lula morde a isca, tenta fazer passar a proposta de uma Constituinte focada na reforma política; a imprensa ventila que é golpe, o Gilmar Mendes diz que é golpe, os militares brasileiros depõem o Lula, despacham o cara pra Venezuela ou pra casa do Obama, que gosta tanto dele.
c) a oposição ganha maioria no Senado, entrava o governo do Lula e aí o Serra ganha as próximas eleições.
Carta de Sarney aos Senadores:
“Em face da reportagem do jornal O Estado de S. Paulo em sua edição do último dia 25, julguei do meu dever pedir um pouco de atenção para repor a verdade dos fatos ali deturpados por imprecisões, omissões e falsas ilações.
No mesmo dia da publicação da reportagem, quinta feira, o HSBC divulgou uma nota que, lamentavelmente, não mereceu o mesmo destaque da falsa denúncia. Nela, o banco esclarece a cronologia dos fatos e os modestos resultados empresariais que, por si só, calam quaisquer insinuações de favorecimento. Peço-lhe ler a nota do HSBC.
A autorização do Senado – peço para fixar essa data – para operar em crédito consignado com o HSBC foi em maio de 2005 quando eu não ocupava nenhum cargo na Casa. A empresa da qual é sócio José Adriano Sarney, a Sarcris, começou a operar em 11 de setembro de 2007, portanto, dois anos depois da autorização.
A empresa atuou como parceira do banco num mercado que inclui empresas privadas e instituições públicas. Quando assumi a presidência em fevereiro, a Sarcris já estava descredenciada pelo HSBC e não operava mais no Senado.
Assim, nenhuma ligação pode ser feita entre a minha presidência e o fato objeto da reportagem.
Quero também comunicar-lhe que pedi à Polícia Federal que investigue todos os empréstimos consignados no Senado e as empresas que os operam.
Faço juntar, para seu conhecimento, a carta encaminhada por meu neto ao “Estado de S. Paulo”, a nota do HSBC com mais detalhes sobre o assunto e o meu pedido de investigação à Polícia Federal.
Quero reafirmar que nenhuma denúncia ficará sem apuração e que todas as medidas estão sendo adotadas com firmeza e decisão.
Com os meus cumprimentos.”
Está nascendo uma nova coligação de partidos pragmáticos – O Globo, Estadão, Folha e Veja vão começar a pleitear cadeiras. O problema é que eles precisariam de votos dos (e)leitores. Aí que a coisa pega. O universo (e)leitoral deles está cada vez mais restrito.
Sinceramente, a balbúrdia está tal que o Senado pra desabar em chamas denuncistas… não faz mais diferença. O governo parece ter aprendido a andar sem V.Exas. Destes, basta a aprovação das Medidas Provisórias que, afinal, são obrigados a votar.
o senador Artur Virgilio começa o discurso agradecendo ao Globo e à Veja. E chamando a Istoé de chatagista…
Nassif,
Parabéns pelo texto equilibrado e correto.
Abraços e boa tarde.
Meu Caro Nassif,Parabéns! O PIG,passou dos limites toleráveis numa democracia. O Golpe de Estado está no AR,travestido de ATIVISMO JURÍDICO.Tira um Ladrão Velho e Coloca um Ladrão NOVO,tudo em detrimento do POVO.Essa Elite literalmente é GOLPISTA.BH/MG
Pelo conjunto de sua obra, Sarney merece tudo isso e muito mais.
nassif:
o arthur virgílio está pedindo a cabeça de deus e do mundo.tudo porque
vazaram os trambiques dele.não é um grande homem,este porta-voz do fhc?
romério
Se grandes e pequenos delitos se equiparam, tire-se todo mundo de lá. Sarney´s, Virgílios, Vasconcelos, Demóstenes, Heráclitos, Jereissatis e vasta companhia. Todos de acordo? Ou a questão é de conveniência? Alguma revista ou jornal poderia responder?
Nassif, sobre o item 1, não tenha dúvidas. Caso Marconi Perillo assuma o Senado, estamos perdidos.
E o risco da GV se corromper? Não vejo com bons olhos entregar o controle da casa a uma instituição. Deveria sim, ter mais transparência e práticas administrativas simples.
Sarney, inimigo de alguém?
Apenas de quem não está no governo. Se Serra for eleito, e Sarney for vivo, este último será tão amigo do primeiro quanto é do atual presidente da República.
Classificar ou julgar como bom ou mau politico é um ponto sobre o qual os indivíduos podem falar de seus semelhantes. Mas o homem não pode conhecer o bem e o mal, o certo e o errado dos outros. A meu ver é pura vaidade e arrogância julgar ou condenar atitudes que eram costumeiras no passado. Parece, que não estamos vivendo o presente!… Quem sabe, podemos criar um espaço para evoluir politicamente, atualizando regras para conduzir a norma, evitando novos conflitos?… Não, se admite nos tempos de hoje a volta a disputas com origem injustas. Enfim, talvez se criarmos limites e principalmente nos movimentar-mos no sentido de dar o exemplo de como agir, criamos um mundo de paz.