O aumento de despesas em São Paulo
Só para entender a lógica dos cortes no orçamento de São Paulo:
1. Houve queda da receita, de 1,6%. Mesmo assim, haverá aumento do funcionalismo.
2. Para compensar, o governo estadual cortará R$ 605 milhões de diversos programas (programas sociais, Poupatempo) para destinar aos salários de servidores.
3. Havia uma previsão de gasto adicional de R$ 400 milhões para salários da Polícia Civil. No ano passado, em vez de negociar com a Polícia, José Serra deixou partir para o pau. Colocou a Polícia Militar em cima, provocou o confronto inútil, para atender aos seus aliados que consideram greve caso de polícia. Uma semana depois, recuou na questão da aposentadoria (permitiu redução da idade de contribuição de 35 para 30 anos). E, agora, além dos R$ 400 mi acrescentou mais R$ 500 mi – R$ 900 mi no total – para recomposição dos salários. Em vez de um benefício, assinou uma rendição.
Nada contra, precisaria haver a recomposição. Apenas indago como seria o discurso do Estadão se esse aumento das despesas correntes, pela recomposição dos salários do funcionalismo, ocorresse no âmbito federal. Evidentemente a edição trataria cada caso com uma media diversa, apesar do diretor de conteúdo Ricardo Gandour considerar a edição um apêndice indissociável da liberdade de imprensa.
Do Globo do dia 8 passado:
Entrevista com Fernando Henrique Cardoso:
- Os gastos correntes do governo, especialmente com pessoal, são muito preocupantes, em um momento de retração fiscal. O governo precisa tomar medidas. Como não é possível mais se aumentar impostos no Brasil, é preciso conter gastos.
Uma pequena amostra da esquizofrenia da candidatura José Serra, depois que tornou os ultraneoliberais seus aliados preferenciais. Endureceu nas negociações, projetando a imagem de intransigente. Cedeu em tudo, depois que o pau comeu, mostrando que, quando confrontado, recua em todas as frentes.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Política Tags: funcionalismo, José Serra, São Paulo

Só uma pergunta direta pro Nassa:
O aumento do funcionalismo era necessário ou eleitoreiro?
Ontem, Serra defendeu a ação da PM contra os grevistas da USP.
Menos mal que na prática Serra tenha entendido que os servidores públicos ( que não são só policiais) também precisam ter sua situação financeira adequada aos novos custos. Fernando Henrique nunca reparou nisto, embora tenha sido bem mais pródigo quando se tratava de beneficiar determinados grupos econômicos. Seria bom que alguém fizesse um contraponto às idéias anacrônicas do PFL e de grande parte do PSDB, que esqueceu que na social-democracia o Estado_ e, logicamente, seus servidores_ tem papel indispensável na garantia do bem-estar social. O problema é que Serra nunca demonstrou ser esse contraponto. E não creio que esteja disposto a mudar agora.
Pois é Nassif e mesmo assim o homem continua com 40% de intenções de voto para presidência (Dilma, com todo apoio de Lula, tem parcos 18 % e uma rejeição altíssima). Em São Paulo a atuação dos tucanos é tão aprovada pelos paulistas que está provocando uma situação patética: o PT, partido de um presidente super popular, simplesmente não tem postulantes a sucessão estadual. Nenhum dos “cardeais” quer ir pro sacrifício. Inacreditável !!! E pior, cogita-se Ciro Gomes para a missão kamikaze. Nassif, desculpe pela provocação, mas o que você acha do Ciro ???
Nassif, o FHC não está entrando na questão do aumento do número de funcionário públicos?
Tanto que a resposta do Mantega é na linha: “Não houve contratação irresponsável”
Essa questão de aumento do número de funcionários é das coisas mais mal explicadas. E não é só nos governos atuais, mas da história do funcionalismo público.
LN
O problema do “nostro governadô” é que ele não sabe a diferença entre o “social e o essencial “, e ai sente na própria pele, o desgosto geral.
Merece, pois quem militou na juventude transviada, não deveria praticar negociatas.
Abraços
A saída do Serra é sair do jogo (ou jugo) da turminha FHC-Malan-Armínio-Mendonção. O governo FHC ficou na inércia e deu motivos ao Lula propalar, com razão, pelos quatro cantos: “(…)nunca na história desse país(…)”.
No programa entre aspas, da Monica Waldvogel, o L.C. Mendonça de Barros disse que a FIESP deveria “lamber os beiços com o dolar a 2 reais” e que deveria incluir mais importação na cadeia produtiva. O economista-chefe da FIESP disse que isso era possível, mas a custo de desemprego, o que eles não desejavam……
No Valor de ontem, a Maria Cristina Fernandes disseca a relação de Lula com o patronato e a FIESP no texto “O futuro da aliança com o patronato”. Veja um trecho: “(…) Essa promoção, que havia ficado clara com a paulatina mudança no papel do BNDES, de financiador do amplo programa de privatizações – não revertidas por Lula — a fomentador da produção nacional, ganhou novo impulso com a crise, que acelerou a redução da taxa de juros e incrementou a produção para o consumo interno e as exportações (…)”
Nassif,
Parece que você ficou preocupado quando colocaram você no PIG (na chamada do IG, lembra?). A capacidade de negociação do Serra é patética e esse é o principal problema de sua candidatura. Depois de FHC e Lula, ter um presidente que vai para o enfrentamento será muito difícil. Meu maior medo é que a Dilma não parece ser diferente – na realidade ela lembra o Serra em muitas coisas -. Porém, tratar a questão do salário da polícia chamando a atenção parta a queda de receita é complicado. Você traz uma boa discussão – a negociação com a polícia civil e a falta de um planejamento para a sua valorização – já colocando um argumento contrário – a receita – e fora do mérito.
Será que o PIG está fazendo escola?
Desde que o Zé Pedágio tomou posse, ao menos reposição do que foi corroído pela inflação, desde que assumiu o governo, ele pagou – não sei se para todas categorias.
O problema é que seu antecessor – e provavelmente futuro governador – deixou uma defasagem tremenda.
Até agora, parecia valer a máxima “passado é passado”!
Exemplo:
Quando da publicação do primeiro edital, da Fundação Procon, em julho de 1997, o salário de Técnico I era R$984,00. Atualmente, neste cargo o funcionário recebe R$1624,00, sendo que aquele salário de 97, atualizado pelo INPC, seria R$2109,00. Ou, seja, de fato, seria necessário reajuste de 30% apenas para recompor o poder de compra.
Sempre se disse que a CAUSA deste problema seria a Lei da Responsabilidade Fiscal.
Se não me engano, 49% do total arrecadado pode ser gasto com salário de funcionário.
E o governo ainda trabalha com “margem de segurança”. Não vejo publicado largamente nos jornais, revistas, televisão e outros meios de comunicação de massa quanto é arrecadado anualmente, pelo Estado de São Paulo, em impostos e quanto é pago ao funcionalismo, por categoria, nem a série histórica. POR QUE SERÁ?
A bem da verdade, ao longo dos últimos anos, os funcionários “conquistaram” alguns benefícios, como plano de saúde, vale-refeição e vale-alimentação (este último, no valor de R$60,00!).
Na verdade, reconquistaram, pois até 1997, não havia Fundação PROCON. O PROCON era tocado basicamente por funcionários do BANESER, contratados sem concurso público e que ganhavam em torno de R$1600,00 (salário da época). Trabalhavam 6 horas por dia, no atendimento, com bom plano de saúde e vale-refeição com valor digno.
Não sei se eram mais ou menos de 400 técnicos.
A partir da criação da Fundação, por concurso público, foram contratados muitos com salário de R$984.00, para trabalhar 40 horas por semana, em princípio, sem plano de saúde, sem vale-refeição nem vale alimentação. Isto em 97.
Se, finalmente, o atual governador, apresenta “percepção política” de que é necessário recompor minimamente o salário do servidor e AGE neste sentido, o fato é positivo. Como também será positiva a implantação de planos de carreira (capazes de reter bons funcionários!).
Por que um professor da Prefeitura de São Paulo começa ganhando R$1700,00 e termina com salário próximo a R$4.000,00 e um professor do Estado não conta com um bom plano, se ambos tem tão grande responsabilidade e trabalham em ambiente hostil similar?
Não resta outra alternativa a não ser acreditar e adotar todos os empenhos para o cumprimento desta verdadeira “agenda positiva”!
Quanto ao Molusco, se não me engano, logo que assumiu, prometeu reposição anual da inflação nos salários dos servidores federais, mais 1% ao ano. Não sei se está cumprindo. Com esta promessa, demonstrou, ao mesmo tempo, que não tinha como repor tudo o que seria preciso de uma vez só, mas reconheceu a defasagem.
Grande desafio é o dos governantes: acabar com os males causados pelo tabaco, acabar com juros escorchantes, resolver problemas causados pela privatização das teles…
So lamento quando, na grande imprensa, dizem “servidores querem 30% de AUMENTO”. Sem nada falar sobre a defasagem, sem revelar o salário da esmagadora maioria dos que estão a reivindicar… sem comparam com outras carreiras que exigem mesmo nível de escolaridade, etc.
Verdade que o salário médio em todo mundo está baixo e tem ficado cada vez menor, como mencionado no artigo aqui publicado, que tratava dos “mileuristas”. No entanto, se o Brasil é visto dentre os maiores e mais desenvolvidos em muitos campos, falta começar a pagar salário digno à massa de servidores públicos (policiais, professores, pessoal da saúde, etc), de modo que possamos ganhar mais do que o mínimo estabelecido pelo DIEESE e ao menos como os “pobres mileuristas”.
Importante relembrar também artigo recentemente publicado por CARTA CAPITAL (”A DESCONSTRUÇÃO DE UMA MENTIRA”). Este mostrava claramente que em países muito desenvolvidos há muito mais servidores públicos no Brasil (proporção entre população economicamente ativa e servidores).
E é preciso lembrar também que, ao pagar salário digno ao servidor, o governo não está “gastando”, mas injetando dinheiro na economia, já que boa parte do salário de cada um destes qualificados cidadãos irá ser gasto na compra de produtos, na contratação de serviços – ou seja, irá beneficiar até a PRIVADA, gerar maiores empregos, etc.
Pena que o discursinho tantas vezes presente no PIG é: “trabalhamos não sei quantos meses para pagamento de impostos…”. Como se possivel fosse haver povo sem serviço público, sem segurança pública, sem saúde pública, sem educação, sem Judiciário, etc. Curioso que os mais apegados a tais estatísticas não é gente do povo – ou é gente mal informada.
Será que ele recua?
Existe recuo em política?! Sumiço a gente sabe que não, que os derrotados não desaparecem, que se somem é temporarialmente, para fazer suas campanhas de modo mais escondido. Mas recuo, existe?
Há um lado positivo nesta história:
O fato de Serra recuar quando confrontado, indica que ele não é fraco das ideias e teimoso. Apenas, fraco das ideias. Ponto pra ele! … Será?
O FHC estava se referindo ao governo de São Paulo, ou ao federal? Parece que foi a esse úlitimo, né? Então seu estrabismo se agravou. Quanto ao Serra, ele não é esquizofrênico, é despreparado. Ou seja o oposto do como o pig o vende
Eta sociólogo bão…Quer dizer que o sujeito acha que o governo não deve pagar funcionário publico pra conter gastos? Beleza em? Por que ele não fala pro pupilo dele de São Paulo parar de gastar com publicidade e “choumicio” disfarçado de rodada cultural. Pergunta pra ele quanto que o congresso e a classe dele, os políticos embolsam todo ano do orçamento, ele sabe. Ele não percebeu ainda que o Estado que o pupilo dele administra teve retração industrial e esta tecnicamente em recessão, sim porque, a coisa ferveu mesmo em São Paulo. Estado não pode ter autonomia só pra gastar tem que ter responsabilidade também na hora que a coisa trava.
Tem que explicar pro ex sociólogo que funcionário publico é funcionário publico porque o Brasil não conseguiu crescer o suficiente em seus 8 anos de mandato de forma que se pudesse encolher o estado e absorver o funcionalismo publico na iniciativa privada. Tem que explicar pro camarada que gente que não recebe, inclusive funcionário publico, não gasta, e se não gasta pra quem a industria vai vender? Agora to decidido, faculdade nunca mais, o bom mesmo é curso de torneiro no Senai.
Os professores da FATEC estão sem data-base: na aprovação do plano de carreira, ano passado, o governo “esqueceu” de colocar na lei qual seria a data do dissídio.
Resultado: teremos aumento sabe deus quando…
Por acaso, este traço da personalidade do José Serra (arreganha os dentes, mas recua se confrontado), estaria na base da intenção de setores do PT em lançar Ciro Gomes candidato ao governo paulista no ano que vem?
Trabalho para o cgov do estado…a unica frramenta administrativa que o psdb conhece é espremer o salario do funcionário….
depois tem gente que se espanta quando as coisas nao funcionam direito….qundo um bando de mais de 230 invasde um banco de madrugada , leva caixa eletronico inteiro e a policia cheg depois….
quando tem falta de medico em hospital…qundo as obras nao saem do papel por causa de edital ruim…quando os professoes nao ensinam,,,,
Na uniao das republicas socialists do PSDB, finge-se que paga, e os funcionarios fingem que trabalham
“Como não é possível mais se aumentar impostos no Brasil, é preciso conter gastos” diz o Presidente que pegou o país com dívida de 20% do PIB e entregou com mais que 40% mesmo vendendo grande parte do país em seu mandato.
Não entendemos porque as constantes críticas de FHC , de certos economistas e de certos comentaristas econômicos televisivos com os gastos do setor público se concentram e são endereçadas ao Poder Executivo Federal. A média salarial dos funcionários dos poderes judiciário e legislativo é infinitamente superior a média salarial dos funcionários do poder executivo. Por outro lado a imperiosa necessidade de reaparelhamento da máquina administrativa do setor público através de concursos públicos é uma realidade , em função principalmente das inúmeras e crescentes aposentadorias. Os gastos públicos com pessoal, se realizados dentro dos princípios que norteiam a lei de responsabilidade fiscal e dentro do modêlo de equilíbrio orçamentário , são sempre bem vindos, desde que prevaleça eficiência , produtividade e ausencia de regalias , eliminando principalmente cargos fantasmas de assessoria de certos Senadores da República. Os salários recebidos pelos funcionários públicos não são entesourados. Sempre retornam para o mercado em forma de consumo de bens e serviços, principalmente junto às empresas privadas. Este fato comprova porque as capitais de estados e o Distrito Federal, sendo sedes das máquinas administrativas estaduais e federal são os maiores centro de consumo do país , sendo sempre cobiçadas e alvo de interesses para instalação das maiores redes de Comércio e de Shopping Centers do país e também onde o mercado imobiliário é o mais aquecido. Por outro lado os argumentos utilizados por FHC na sua entrevista ao ¨O Globo¨não tem sustentabilidade , uma vez que, indicadores comprovam que a relação funcionário público por habitante no Brasil é inferior a de países como a França e a Alemanha e até mesmo com relação aos EUA , meca do capitalismo , alé do que, no orçamento federal, os dispêndios anuais com o funcionalismo corresponde históricamente a metade dos dispêndiios com os juros para a rolagem da dívida interna da união.
Luis Nassif,
Em comentário enviado em 13/06/2009 às 23:50 para o post aqui no seu blog intitulado “Prisão para combater a greve da USP” de 12/0/2009 às 18:02 eu apresentei a minha interpretação da ação do José Serra. Considero uma ação de estratégia política eleitoral.
Você se refere a essa ação como “esquizofrenia da campanha de José Serra”. Bom esquizofrenia significa bipartido e nesse sentido você está certo. Esquizofrenia também se refere a uma doença. É nesse sentido que eu considero o termo muito mal empregado. José Serra está fazendo o que é preciso para amarrar a direita paulista. A quem a direita paulista que sempre esteve ao lado dos piores reacionários do Brasil pode recorrer? Não será ao PT. Se José Serra não tiver a devida competência de manter a direita do lado dele ele pode está dando um tiro no pé na candidatura dele e até um tiro no pé nesse conchavo do PSDB/PT (da USP) que armaram tudo para dominar a política brasileira e vem dominando nos últimos 15 anos.
Ao mesmo tempo você aproveita o seu texto para apresentar a visão sobre os gastos públicos do PSDB via FHC que você eleva a condição de maior figura do partido (Eu tenho as minhas dúvidas). A forma de apresentar é um tanto crítica ao FHC. Bem. a visão do FHC é retirada do trabalho sobre os gastos públicos federal e de estados e municípios relevantes no primeiro quadrimestre de 2009 do José Roberto Afonso. Só que o trabalho do José Roberto Afonso é apresentado como o que há de melhor não em relação ao levantamento em si que é bom, mas na análise que ele faz sobre os gastos públicos (O texto do José Roberto Afonso é apresentado no seu blog no post “A situação fiscal pós-crise” de 09/06/2009 às 07:00).
Como exemplo dessa análise enviesada transcrevo o trecho a seguir retirado da página 16 da Nota Técnica “Uma avaliação federativa do resultado primário do primeiro
quadrimestre de 2009: os efeitos da crise” do José Roberto R. Afonso e do Gabriel Junqueira. Dizem eles:
“A constatação mais evidente é acerca da contradição no comportamento da União, ao exigir que os governos subnacionais cumpram metas fiscais restritivas enquanto reduz significativamente seu esforço. Essa é uma questão federativa extremamente relevante, uma vez que pode afetar a população diretamente.”
Discutir a questão dos gastos públicos sob a ótica federativa é muito bom, mas foi coisa que eles não fizeram quando não estiveram no governo federal. E o pior, culpar o governo federal pelo fato de se exigir o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e não a Lei de Responsabilidade Fiscal em si é o supra-sumo do cinismo.
Clever Mendes de Oliveira
BH, 14/06/2009
toda tecnologia so funciona se o ser humano tiver um bom salario, caso contrario é só gasto, se o governo de São Paulo, não melhorar o salario dos policiais com serteza vai perder as eleiçoes para Presidente, vamos fazer uma campanha contraria em todo Brasil conforme esta previsto.
so podia mesmo ser sociologo para fazer comentario ridículo, pois se fosse formado em direito saberia que a Lei qu o jose serra , com nome minusculo mesmo como ele meresse é inconstitucional, fere a Lei 51/85 Federal que diz que o Policial se aposentara com proventos integrais sem limite minimo de idade ao completar 30 anos de serviço , sendo 20 anos de trabalho exclusivo policial, mas nosso governador de São Paulo “ditador” faz leis inconstitucionais apenas para procrastinar a saida dos policiais civis, fazendo com que eles saiam de bengalas, muletas e carregados em caixoes, como todo “ditador” quer.