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12/06/2009 - 08:41

E o caos no controle aéreo?

Por weden

Da série: Uai, sô, não era o pior?

Havia caos nos aeroportos? Sim. Falta de regramento na ação das empresas aéreas? Sim. Havia problemas na ação da ANAC? Sim. Havia problemas com o controle aéreo brasileiro? Sim…. Epa. Não.

O caos aéreo, na verdade, era terrestre.

O caos aéreo foi vendido pela grande imprensa como a extrema insegurança no espaço aéreo brasileiro.
Mas…No final de maio, numa avaliação envolvendo 127 países, o Brasil foi considerado o quinto mais seguro, atrás apenas da minúscula Coréia, da mediana França, e dos gigantes Canadá e EUA. Mas à frente por exemplo do Japão e da Alemanha ou Grã_Bretanha.

O terror, o medo, o pânico em relação à segurança no voo do Brasil foram instalados pela imprensa, em troca de quê? Quem deve ser responsabilizado por tamanha insensatez?

Confronte a avaliação (?) da Veja sobre o controle aéreo no Brasil e leia abaixo a notícia sobre a boa nota recebida pelo país. Verá que alguém mentia, mas não pegará pelo pânico instaurado.

A “avaliação da Veja”.

(Março de 2007)

Os equipamentos utilizados no controle do tráfego aéreo no Brasil são confiáveis?

Não. Os problemas começam nas comunicações por rádio. O Brasil tem mais de cinqüenta freqüências de rádio para a comunicação entre os centros de controle em terra e os aviões. No Cindacta 1, por exemplo, nenhuma das freqüências funciona com 100% de clareza o tempo inteiro. O trecho entre Brasília e Manaus possui “áreas de silêncio”, em que as comunicações de voz ficam inoperantes por até quinze minutos. Além disso os radares têm zonas cegas. Mesmo na área do Cindacta 4, que utiliza a rede do Sistema de Vigilância da Amazônia, o Sivam, de custo estimado em 1,4 bilhão de dólares, há zonas na região amazônica em que os radares não conseguem detectar os aviões no céu. Como se não bastasse, os aeroportos são deficientes.

Segundo especialistas, a avaliação de um aeroporto é feita com base em três itens: pista, pátio de estacionamento de aeronaves e terminal de passageiros. Nove dos vinte maiores aeroportos brasileiros, que concentram 90% dos vôos no país, têm problemas graves em um ou mais desses quesito

MAS

Brasil aparece em quinto em segurança aérea
(vários)

A segurança da aviação civil no Brasil teve a 5ª melhor nota entre os países do G20 – grupo das sete economias mais desenvolvidas do mundo e dos principais emergentes – que já passaram pela auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês). A rigorosa inspeção, realizada entre os dias 4 e 15 deste mês, foi a primeira desde a crise aérea, em 2006/2007. Os 87,3 pontos obtidos pelo País – atribuídos pelo atendimento às regras de conformidade com as normas da Icao – colocaram a aviação civil nacional atrás apenas da Coreia do Sul, do Canadá, da França e dos Estados Unidos. Foram auditadas 124 nações. Até 2010 a Icao espera avaliar ter avaliado 190 países.

A meta da instituição é verificar o grau de adequação do setor às recomendações de segurança de voo e de operações em terra. O leque é amplo. Cobre desde o manejo de passageiros nos aeroportos até as regras para resgate de acidentados, recursos eletrônicos disponíveis e o domínio de idiomas pelos operadores. A inspeção não tem caráter punitivo, serve apenas para ajudar a identificar problemas e incentivar os países a corrigi-los.

Ao longo de 12 dias, os oito emissários da Icao avaliaram o funcionamento da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Segundo fontes da Icao ouvidas ontem pelo Estado, as organizações militares – Cenipa e Decea – obtiveram as melhores notas.

Os serviços de navegação aérea do Decea foram considerados 95% de acordo com as expectativas, resultado melhor que o obtido isoladamente por Estados Unidos, Alemanha, Itália, Austrália e França. O desalinhamento de 5% envolve a fluência em inglês para equipes de busca e salvamento, além de questões específicas na gestão da segurança de operações e controle de qualidade nos serviços de informações aeronáuticas.

Por daSilvaEdison

Nassif,

Alguém precisa esmiuçar melhor esss dados da ICAO.

Em primeiro lugar, o Brasil está colocado em quinto lugar entre os membros do G20, e não entreos mais de 100 paises auditados pela entidade.

Alguns paisecos de fora do G20 deslocam a nossa posição um pouco para baixo.

E em segundo lugar, a auditagem da ICAO vai além dos tópcos restritos à segurança aérea propriamente dita.

E a parte “não aérea” daa uditagem acaba puxando a nota para baixo.

Em resumo, estamos extraordinariamente bem na parte afeita à: Aeronáutica e muito bem na parte que toca à INFRAERO e ANAC.

Segue carta do Saito cumprimentando os seus: “Auditoria da OACI no Brasil: Resultados e Reconhecimento”
http://www.aeroentusiasta.com.br/forum/viewtopic.php?f=14&t=24209

E, do relatório da ICAO, o quadro com o levantamento completo concluído em maio último:
http://www.icao.int/icao/en/leb/statusForms/composite_table.pdf

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,

74 comentários para “E o caos no controle aéreo?”

  1. Stanley Burburinho disse:

    Sr. Ricardo – 17:30: O relatório do CENIPA serviu como referência para mais essa acusação contra os pilotos do Legacy, conforme matéria do Estado de São Paulo do dia 29/05 que coloquei abaixo (os grifos são meus – Stanley):

    “Sexta-Feira, 29 de Maio de 2009

    Contra pilotos do Legacy, mais acusações

    Ministério Público enviou à Justiça complemento de denúncia

    Fátima Lessa, CUIABÁ

    A Ministério Público Federal em Mato Grosso apresentou ontem à Justiça Federal um complemento de denúncia (acusação formal) contra os pilotos americanos do jato Legacy que colidiu com o Boeing da Gol, em setembro de 2006, causando a morte de 154 pessoas. Os laudos periciais feitos por Roberto Peterka e pelo advogado de assistência da acusação, Dante Daquino, que apontam falhas que ainda não haviam sido identificadas e que também foram causa do acidente, são resultados do estudo e análise do relatório sobre o acidente feito pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), de dezembro de 2008. A denúncia é assinada pelos procuradores Analícia Ortega Hartz Trindade e Thiago Lemos de Andrade.

    De acordo com a denúncia, os pilotos omitiram a informação de que o jato não tinha autorização para voar em uma área tida como espaço aéreo especial e não ligaram em nenhum momento do voo o sistema anticolisão TCAS (sigla para Traffic Alert and Colision Avoidance System). O TCAS é um instrumento que dá informações ao piloto sobre a existência de outras aeronaves nas proximidades, para evitar colisão. Em situações críticas, quando o risco de colisão é iminente, o TCAS emite alertas. O plano de voo do Legacy foi apresentado pelo setor de apoio ao cliente da Embraer, a pedido dos pilotos, como cortesia à empresa Excel Air, que havia comprado o jato no dia anterior. Esse plano de voo, entretanto, continha informação falsa de que o jato Legacy atendia aos requisitos para voar em espaço aéreo sob condição de separação vertical reduzida, conhecido pela sigla em inglês RVSM.

    Na avaliação do perito que fez os laudos, o piloto do Legacy estava obrigado a informar a condição da aeronave não aprovada para RVSM desde o primeiro contato com o Serviço de Solo de São José dos Campos. A transcrição dos contatos mantidos entre a aeronave e o controles de voo comprovam que essa informação não foi prestada em nenhum momento.

    Os dois pilotos foram denunciados pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo – como houve mortes, a pena nesses casos é equiparada à do homicídio culposo.

    Os procuradores explicaram que a decisão de fazer uma nova denúncia, em detrimento do aditamento já existente, tem o objetivo de acelerar o processo de análise pela Subseção da Justiça Federal em Sinop (MT). A análise é de recurso do Ministério Público Federal contra a decisão que absolveu pilotos e controladores de algumas condutas. O MPF espera que essa nova denúncia seja recebida e processada para que, ao final, seja julgada junto com a ação penal que resultou da denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em 2007.

    Procurada, a defesa dos pilotos preferiu não se manifestar.

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090529/not_imp378834,0.php

  2. daSilvaEdison disse:

    Faço um convite ao Weden para que pense sobre uma questão que me preocupa.
    Todos os dias aviões abortam pousos arremetendo, suspendem decolagens por problemas técnicos, fazem pousos não programados.
    Tudo em nome da Segurança de Voo.

    Quando um evento maior chama a atenção da imprensa, esses eventos menores e corriqueiros passam a ser tomados como graves desvios.

    Nos últimos dias noticiou-se vários “pouso de emergência” de aeronaves da Airbus pelo mundo afora.
    Todavia, acho que só um deles foi “pouso de emergência”. Todos os demais foram pousos não programados.

    Parece que foi ontem, noticiou-se como algo grave a suspensão de uma decolagem da TAM no Aeroporto de Florianópolis.
    Suspensão, e não aborto, visto que a decolagem não fora iniciada ainda.

    E aqui vem a questão.
    Uma série de parâmetros técnicos orientam os Pilotos em suas decisões.
    Mas as decisões em sí acabam sendo toamdas no mundo do subjetivo.
    Sob a ameaça de uma nota negativa, empresas e profissionais são tencionados a explorarem seus limites.

    Era meados de Maio, uma manhã nublada e eu tentando embarcar em Curitiba, que amanheceu com o Afonso Pena fechado por conta da neblina.
    Acabei me acertando e cheguei no Recife com seis horas de atraso, depois de escalas em Porto Alegre e Brasília.
    Mas enquanto me acertava, ouvi no balcão da empresa um dálogo que me deixou assustado.
    __”Passou direto?”
    __ “É, passou.”
    __”Quem era o comandante?”
    __”Fulano de Tal.”
    __”Isso não vai ficar assim.”
    Era o que parecia ser o “gerente” do boteco questionando a atitude do comandante de um voo da empresa que vinha de Porto Alegre com destino ao Rio e que não pousou em Curitiba.

    Pensei comigo.
    __É com essa empresa que vou voar?
    E voei.

    Mas não deixei de pensar no caso.
    Depois da “chamada” que o comandante do meu relato deve ter levado as condições de pouso em Curitiba devem ter melhorado muito.
    E hoje alguns aviões nas mesmas condições daquele de ontem em Floripa devem ter decolado normalmente.

    E para onde estará indo a segurança?
    Profissionais atuam, hora sob a pressão do patrões, hora sob a ameaça do noticiário no mínimo descompromissado.

  3. Luiz Eduardo Brandão disse:

    Além de ser um dos melhores em matéria de controle aéreo, o Brasil é candidato a modelo em matéria de assistência às vítimas de acidentes com avião. A França já está interessada em conhecer o sistema implantado pelo gov. para atender às vítimas do desastre da TAM.
    Da agência Brasil, hoje às 16:06:

    França interessada no modelo brasileiro de assistência às vítimas de acidente aéreo

    Carolina Nogueira
    Especial para a EBC

    Paris – O embaixador Pierre-Jean Vandoorme, encarregado pelo governo francês de responder pelas investigações sobre o acidente com o voo 447, disse hoje (12) que quer conhecer a fundo o programa implementado pelo Ministério da Justiça para dar assistência jurídica às famílias das vítimas do acidente aéreo com um avião da TAM, em julho de 2007. “Tomei conhecimento deste programa que ajudou as famílias de passageiros de um acidente aéreo, evitando trâmites judiciais complicados e demorados, e a França vai buscar se informar mais a respeito”, afirmou.

    O programa, que ficou conhecido como Câmara de Indenização, foi criado pelo Ministério da Justiça em acordo com a TAM e as seguradoras da companhia aérea. Embasado numa estratégia de solução alternativa de conflitos, 220 parentes de vítimas obtiveram indenizações sem precisar passar pela Justiça.

    Os especialistas do programa levaram nove meses para construir uma base de cálculo consensual entre parentes e a companhia utilizando parâmetros que levavam em conta a idade, a vida profissional e outras variáveis sobre a vítima do acidente. Quatorze meses após o acidente em Congonhas, todo o processo de negociação estava fechado e as indenizações, efetivadas.

    “O programa parece particularmente interessante em um acidente como este, em que 32 nacionalidades estão envolvidas, e processos judiciais teriam de levar em conta discrepâncias entre os entendimentos jurídicos de vários países”, afirmou uma fonte diplomática francesa. O embaixador Vandoorne segue esta noite para o Brasil, onde vai passar pelo Rio de Janeiro, Recife e Brasília.

  4. Demarchi disse:

    Resumo de 2 matérias que copiei na época do “caos aéreo”, no início de AGOSTO 2007 :

    Atenção : A primeira matéria fala dos ESTADOS UNIDOS !

    Atrasos em vôos nos EUA sobem para nível mais alto.

    No mês retrasado quase um terço dos vôos comerciais norte-americanos registrou atrasos

    Renato Martins, da Agência Estado

    WASHINGTON – Os atrasos em vôos de passageiros não é exclusividade do Brasil. Segundo a agência de notícias Dow Jones, nos Estados Unidos, país que também sofre com este problema, os atrasos subiram para o nível mais alto dos últimos 13 anos em junho.

    De acordo com relatório do Departamento dos Transportes, no primeiro semestre deste ano o desempenho do setor em termos de pontualidade foi o pior desde 1995, período para o qual há os dados comparáveis mais antigos. Em junho, QUASE UM TERÇO dos vôos comerciais no país registrou atrasos.

    O relatório diz que apenas 68,1%dos vôos de passageiros tiveram pousos no horário em junho deste ano e que 25% dos vôos das 20 maiores companhias pousaram com atraso em seus destinos. Os vôos cancelados representaram 2,7% do total em junho deste ano, de 1,1% em maio e 1,7% em junho de 2006.

    O número de reclamações de consumidores contra as companhias aéreas alcançou 1.094 em junho deste ano, com crescimento de 17,8% em relação aos 929 casos registrados em maio e de 43,4% em relação aos 763 casos de junho do ano passado.

    —————————————————————————————-
    E o crescimento do movimento nos EUA não foi nem de longe parecido com o rápido aumento da demanda no Brasil :
    —————————————————————————————-
    Aviação na América Latina sofre com aumento da demanda.

    RAYMOND COLITT – REUTERS
    ……
    O movimento de passageiros nos aeroportos brasileiros cresceu 43 por cento entre 2003 e 2006. No período de crise dos últimos meses, alguns passageiros invadiram os balcões das companhias, agrediram funcionários e ocuparam pistas e aviões para protestar contra a demora.
    —————————————————————————————

    Nunca antes tantos brasileiros viajaram de avião como nos últimos 4 anos … Se estivesse tão ruim assim, não teria havido UM AUMENTO de 43 % no número de passageiros, mas sim uma redução …

  5. Ricardo disse:

    Olá,
    Stanley, a matéria informa que se trata de um complemento de denúncia, ou seja, já havia denúncia anterior por homicídio culposo. Só estão retificando e complementando esta denúncia baseados no relatório do CENIPA. Se bem me lembro esta denúncia (homicídio culposo) já existia antes da divulgação do relatório (dez. 2008).
    Controladores: que eu saiba o inquérito militar que os indiciou ainda prossegue, pois na esfera civil nada pôde ser feito.
    [ ]´s

  6. Fabiano disse:

    Opa Nassif, dessa avaliação com 127 paises eu nem sabia.

    Essa (mais essa…) o PIG fez questão de esconder!

  7. weden disse:

    da SilvaEdson…

    A pergunta que você fez é intrigante..

    Eu lido com educação. Sempre acho que no limite há incompatibilidade entre mercado e educação, entre mercado e saúde, e….entre mercado e aviação.

    Opa..

    Não estou defendendo modelo estatal em nada…estou pensando que em época de “maximização dos lucros”, não há alma que se segure.

    Num banco de escola…de hospital…de aeroporto…

    Abs..

  8. weden disse:

    Filipe Rodrigues

    Filipe..

    Existem crítica pela direita e pela esquerda.

    Sua crítica é tipicamente pela esquerda..

    Sinceramente…menos radicalismo seria bom para um lado e para o outro…

    Abs..

  9. Ricardo Lima disse:

    Não percamos tempo falando do jogo sujo da grande mídia. É a única coisa que lhes resta para sobreviver. No entanto, com relação a este relatório ou a esta auditoria da ICAO, afirmo categoricamente: não vale muito. Ou melhor, não vale nada!
    Nossa infra-estrutura aeronáutica é péssima. Temos problemas de comunicação entre aeronaves e controle de tráfego aéreo em áreas remotas, sobretudo na amazônia, que tem se deteriorado a cada dia. Seja por interferências de celulares, seja por alcance deficiente. O nível dos profissionais da área deixa muito a desejar (pilotos e controladores). A aeronáutica publicou novos documentos de uma falta de bom senso, que de segurança de vôo nada dizem. Por exemplo, se o medidor de vento (anemômetro) ficar inoperante não podemos pousar se não for em condições visuais. Isto tem gerado forte prejuízo ao sistema. A região Norte sofreu um bocado nestes últimos dois dias com esta questão. Os aeroportos que podemos considerar novos (REC, SSA), ou semi-novos (GIG, GRU) já dão sinais de falta de cuidados. As ampliações/construções de pistas e terminais estão todas paradas.
    Enfim, não há nada a se comemorar. A ICAO e a aeronáutica escondem que a estrutura do sistema aéreo brasileiro vai mal. E enquanto isto acontecer, os problemas não serão atacados. Quem perde é o país.
    p.s. lembro-me do Nornerto Bobbio: - “O otimismo neste final de século impede as pessoas de pensarem.”

  10. Jorge Vieira disse:

    Mandem essa matéria para o Chico Pinheiro, o Renato Machado, a Mirian Leitão, a Fátima Bernardes, o William Hommer Simpson Bonner, o Alexandre Garcia e outros jornalistas menos votados que tentaram derrubar o Presidente Lula com a pista do aeroporto de Congonhas.

  11. joão disse:

    Porém, controle aéreo no Brasil é militar e de segurança nacional. Portanto, essa Organização de Aviação Civil Internacional não pode ter acesso a nada de fato.

  12. Waldyr Kopezky disse:

    Nassif, eu achei isso, num lugar q vc não vai acreditar (leia até o fim)…

    “ANAC aprovada”
    “A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) teve aprovação de 84% dos quase 700 protocolos auditados pela missão da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci), que esteve no Brasil entre os dias 3 e 15 de maio. Os protocolos referentes à Anac representam cerca de 70% dos cerca de mil procedimentos analisados pelos técnicos da Oaci, que também fizeram auditoria em dois órgãos da Aeronáutica que atuam na aviação civil brasileira – o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
    A Oaci, ou Icao na sigla em inglês, é a entidade internacional especializada em aviação civil, criada pelas Nações Unidas em 1944, com a missão de desenvolver os princípios e técnicas de navegação aérea internacional e a organização e o progresso dos transportes aéreos, de modo a favorecer a segurança, a eficiência, a economia e o desenvolvimento dos serviços aéreos.
    O balanço preliminar da auditoria realizada pela Oaci mostra que a aviação civil brasileira teve um aumento de 40% no índice de conformidade em relação às normas internacionais para o setor. Na última auditoria que havia sido realizada pela Oaci no Brasil, em 2000, o País havia atendido às exigências internacionais em 62,6% dos protocolos. A nova auditoria, ainda em sua versão preliminar, aponta uma aprovação de 87,3% da aviação brasileira, colocando o Brasil em nono lugar entre os 123 países auditados pela organização.
    Brasil na elite – Entre os países integrantes do G-20, a posição brasileira é o 5º lugar. Considerados todos os países, o Brasil está no chamado time de elite da aviação internacional: ou seja, entre os dez melhores do mundo.
    As áreas da Anac auditadas foram Habilitação, com 95% de conformidade; Segurança Operacional, 90%; Infraestrutura Aeroportuária, 76%; e Aeronavegabilidade, 89%. A média mundial entre os países auditados pela Oaci é de 58,6%.
    Os dez países com melhores avaliações da Oaci:
    1º Coréia do Sul – não divulgado
    2º Armênia – não divulgado
    3º Canadá – 95,4%
    4º França – 94,5%
    5º Egito – não divulgado
    6º Estados Unidos – 91,1%
    7º Holanda – 88,4%
    8º Polônia – não divulgado
    9º Brasil – 87,3%
    10º Cuba – não divulgado”

    Fonte: Pravda (Rússia)
    P.S.: É mole?

  13. Guilherme disse:

    Falar que o Brasil é um dos 5 paises mais seguros para se voar é piada de mal gosto. Mesmo entre o G20, qual pais teve 3 acidentes nos últimos 3 anos das mesmas proporcões dos voos da Gol para Manaus, da TAM pousando em CHG e da Air France??? Coincidência? Outra piada de mal gosto.

    Em aviacão civil, os acidentes acontecem a partir de uma confluência de erros/problemas. O fato de 3 acidentes terem acontecido nos últimos 3 anos prova q no Brasil os fatores de confluência são maiores.

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