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09/06/2009 - 10:04

Painel internacional

China não vai abandonar o dólar

CNNmoney

A China, maior detentora mundial de reservas cambiais oficiais, não tem qualquer intenção de abandonar o dólar, disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros He Yafei nesta terça-feira. Ele falou em uma coletiva de imprensa sobre a próxima visita do presidente Hu Jintao à Rússia, onde vai participar da reunião inaugural dos BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – em Ekaterinburgo, Rússia, em 16 de junho. O presidente russo, Dmitry Medvedev, e outros disseram que a reunião busca discutir alternativas para o dólar como a principal moeda de reserva do mundo. Mas, questionado sobre o assunto, Yafei disse: “Ninguém está falando em abandonar o dólar. Penso que isso não é realista”. O presidente do banco central chinês, Zhou Xiaochuan, causou celeuma no final de março, propondo que o direito de saque especial (DES), do Fundo Monetário Internacional, poderia eventualmente substituir o dólar.

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Justiça bloqueia venda da Chrysler

BBC NEWS

A Justiça dos Estados Unidos concedeu um pedido de adiamento da venda da Chrysler à Fiat, enquanto três fundos estatais de pensão da Indiana e um de construção já apelaram contra a decisão. A administração Obama, que apoiou fortemente a operação, tinha solicitado ao tribunal a rejeição do pedido (de adiamento). A montadora italiana Fiat pode legalmente desistir do negócio se ele não for feito até 15 de junho. O tribunal declarou que a venda da Chrysler “permanece dependendo de determinações adicionais“. A Chrysler entrou com o pedido de proteção contra falência em abril, na seqüência de um enorme mergulho nas vendas, trazido pela crise financeira. A Fiat controlaria 20% da Chrysler, enquanto 68% seria detido pelo sindicato, e os governos dos EUA e Canadá, 12%. No entanto, os fundos de pensão, que detêm cerca de US$ 42 milhões dos US$ 6,9 bilhões em empréstimos garantidos, se opõem à venda. Eles dizem que isso inverte a prática habitual de falência e recompensa ilegalmente os credores, como o governo, em detrimento dos credores garantidos. Anteriormente, a administração Obama disse que o bloqueio da operação teria “consequências graves”.

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Exportações na Alemanha cedem 29%

BBC NEWS

As exportações da Alemanha caíram 28,7% em abril, em comparação com abril de 2008, de acordo com o Escritório Federal de Estatísticas. As exportações caíram de 89,5 bilhões de euros no mesmo mês do ano passado, para US$ 63,8 bilhões de euros (US$ 88,5 bilhões). Já as importações caíram 22,9% para 54,4 bilhões de euros. Foi a maior queda desde que a recessão começou (setembro de 2008), sugerindo que a economia tem algum caminho a percorrer antes de se recuperar. A produção industrial caiu 21,6% em abril, em comparação com abril de 2008, segundo o ministério da Economia. Mas a declaração do ministro sublinhou que “a tendência de descida se abrandou visivelmente”. “As chances de que a produção industrial tenha atingido o seu ponto mais baixo tem melhorado devido à estabilização da demanda”, segundo a declaração. Mas analistas não estavam impressionados com os números do comércio. “Vamos ter de esperar mais tempo para uma recuperação das exportações. Os números são decepcionantes”, afirmou Marco Bargel, do Postbank.

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EUA pressionam Europa por testes mais rigorosos

The Wall Street Journal

A administração Obama quer que os europeus coloquem seus bancos no mais rigoroso teste de estresse, para ajudar a assegurar ao público que as instituições sobreviverão se a economia escorregar de mal a pior. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, provavelmente vai discutir a questão na Itália no final desta semana, durante reuniões de portas fechadas com os ministros das finanças do grupo das oito principais nações (G8). Os EUA têm um aliado no Fundo Monetário Internacional (FMI), que na segunda-feira alertou que a recuperação econômica na Zona do Euro pode ser retardada pelos bancos sobrecarregados por ativos ruins.

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Mais testes de estresse nos EUA podem ocorrer

Reuters

Os testes de estresse dos bancos dos EUA devem ser repetidos se a taxa de desemprego subir para além dos níveis assumidos pelas autoridades reguladoras na recente série de exames que proporcionou alívio aos mercados, de acordo com um relatório divulgado por um painel de ajuda na terça-feira. O Painel de Supervisão do Congresso afirmou em relatório que os testes de estresse deveriam ser repetidos periodicamente, enquanto os bancos continuarem a manter “quantidades apreciáveis” de ativos tóxicos. O relatório mensal do painel, encabeçado pela Professora Elizabeth Warren, da Escola de Direito de Harvard, disse que o teste de estresse solicitado pelo Departamento do Tesouro para os 19 maiores bancos dos EUA usou uma abordagem de modelo de risco que, no seu conjunto, era “razoável e conservador“. No entanto, o painel observou que é impossível para alguém que está de fora (do governo) replicar as projeções de perda que formam o núcleo dos testes.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia Tags:

11 comentários para “Painel internacional”

  1. Legal disse:

    Vamos la. A China nao pode abandonar o dolar de uma hora pra outra porque seu principal mercado sao os Estados Unidos. Fariam melhor se ao inves de comprar titulos do tesouro comprassem acoes de empresas americanas.

    A noticia mais importante e que as exportacoes da Alemanha despencaram. Se a Alemanha esta gripada, a Europa tem uma tuberculose.

    Do outro lado do Atlantico, os EUA seguem fazendo lambanca. Deveriam dar ‘gracas a Deus’ de alguem querer comprar a Chrysler que so da prejuizos, mas nao. O pessoal gosta de emocoes fortes. E por falar em emocoes fortes, onde a FIAT ta com a cabeca de comprar 20% das acoes e deixar o sindicato com 68%. No Brasil, o pessoal do sindicato controlava a Varig. Deu no que deu. Cai fora FIAT. Se associe ao governo brasileiro e compremos a GM da America Latina. Muito mais negocio.

  2. Hell Back disse:

    Será que o dólar se tornará papel de parede novamente?

  3. Luiz Augusto Carvalho disse:

    Ninguém, em sâ consciência fala mal de algo que tem muito e que lhe faz competitivo.
    Normal que queira manter os EUA vivo, mas subordinando-o cada vez mais a abrir a sua economia à China.
    Mas com forte tendência de diversificar suas reservas.

  4. Eduardo Pimenta disse:

    Existe uma norma, ISO 4217, de nomes de moedas: BRL para o real, USD para dólar etc. Neste padrão, o SDR (Special Drawing Rigts, ou Direito Especial de Saque) já é usado como moeda de referência para, por exemplo, os acordos de roaming internacional entre empresas de telecomunicações mundo afora. Na página do FMI tem até as contações: http://www.imf.org/external/np/fin/data/param_rms_mth.aspx

    Nesse mundo fala-se em SDR e todo mundo entende, mas aposto que a tradução para DES usada nesta notícia foi mais difícil de entender…

  5. Andre Araujo disse:

    Muitos comentaristas aqui bateram tambor para essa história da “China saindo do dolar”, outros disseram que a moeda chinesa poderá ser a futura moeda reserva mundial e outras ideias na mesma linha. A observar:
    1.Moeda reserva não é um botão que se aperta, depende de vastos fatores geopoliticos decorrentes de guerras, capacidade militar, tratados internacionais, não é algo que meia duzia de individuos eventualmente encarregados de finanças em alguns paises podem decidir.
    2.O que garante uma moeda reserva são as instituições por trás desse moeda e sua qualidade: Auroridade Monetaria, Qualidade dos tribunais, Tradição no respeito aos contratos, Solidez do Governo, Previsibilidade do sistema politico, A China não passará na maioria desses quesitos.
    3.A moldura do moeda reserva é tudo isso mais principalmente a dimensão e funcionalidade do mercado de capitais. O Euro e o yen são aprovados em todos os quesitos institucionais mas nem a Europa e nem o Japão tem um mercado de capitais capaz de acomadar a liquidez mundial.
    4.Quanto à China, a grande potencia emergente tem uma relação simbiotica com os EUA, a China moderna nasceu em 1971 com o encontro entre o Presidente Nixo e Mao Tse Tung e o seu reconhecimento politico pelos EUA, que trocaram a cadeira da China Nacionalista (Taiwan) no Conselho de Segurança da ONU pela China de Mao. A China só acumulou reservas porque os EUA escancararam seu mercado aos produtos chineses e permitem a permanência de um deficit comercial com a China há 22 anos ininterruptos.

    Quando alguem comenta sobre moeda ,precisa saber da História, dos arranjos politicos, da geopolitica economica, das relações longas entre os Paises. Moeda não é o mercado de cambio, é alguma coisa muito mais profunda e os movimentos que alteram correlações entre moedas levam gerações para percorrer seu ciclo..

  6. Luiz Horacio disse:

    Achei um pouco de ingenuidade a intenção de “substituir” o dólar, idéia que surgiu não sei onde, não sei de quem exatamente, exatamente onde, na China e no Brasil. É uma idéia “em tese” muito atraente, a tese da tese, e ponha abstração nisso. Segue a mesma linha das teses do congelamento do valor da moeda e da equiparação com o dólar, na época da inflação.

    A moeda é uma síntese de milhares, talvez milhões de índices de valor, extremamente complexa, lastreada nos fatos, bases e sedimentos históricos mais concretos de uma sociedade. O Brasil é mestre nisso. Quantas vezes não mudou o nome da moeda, tirou 3 zeros, mais 3 zeros, mais 3 zeros…., e não adiantou nada, enquanto não começou a alterar os processos de apreciação (valorização) estruturais e também conjunturais de sua sociedade.

    No cenário internacional a coisa é ainda mais complicada. Muito mais complicada. Disputas territoriais, guerras terríveis, todo o avanço tecnológico, as realidades regionais, as situações políticas, tributárias e jurídicas, os padrões de segurança com diversos sentidos (segurança -confiança- nos negócios, nas condições produtivas, nos mercados, na moeda, e até a estrutura de segurança pública, entre muitas outras), a escolaridade média, a tradição comercial, o nível de produção tecnológica, e segue adiante. Até a força milita.

    Mas, principalmente, neste caso, conta muito a história da Administração Pública, o lastro da prática comercial, a superação de muitas crises ao longo da história. É isso que conta a favor da libra esterlina, do dólar e até do euro “recém-nascido”.

    Mas Brasil, China, Índia e Rússia são neófitos nesse jogo, nos limites da era industrial, é claro. Será que a comunidade econômica e financeira do mundo todo reconheceria nas moedas dos BRIC o mesmo valor e solidez das 3 moedas citadas?

  7. Luiz Horacio disse:

    ops, faltou um arrematezinho.

    E será que as nossas moedas já têm de fato todos esses requisitos? Já fizemos toda a “lição de casa” (as conquistas sociais, políticas e econômicas básicas)?

  8. Minha versão deste embrulho, queiram ou não, o Dollar é dinheiro e assim o nosso verdadeiro amor. Para criarmos uma nova moeda internacional é preciso amá-la, não têm como desviar disto.

    Os Chineses não querem acabar com o Dollar ou comprar ações de empresas americanas, eles querem é poder, como no caso da refinaria americana que não pode ser comprada por eles pois o Senado Americano não deixou, o que poucos sabem é que a empresa em questão detinha o poder de lavra de terras raras no Canada, e os Chineses já dominam mais de 90% da atual produção mundial destes minerais, com a compra praticamente garantiriam o monopólio, como se vê, não era petróleo mas poder que estava em jogo e continua sendo a bola da vez.

    Por fim, o governo americano está falido , sob todos os pontos de vista e a única saída para a dívida é monetizá-la, então, ou desvinculam sua moeda circulante do Dollar ou inflacionam até a morte.

    E o mundo ? Fica indiferente, pois existe muito antes do Dollar e vai continuar por muitos mais depois do seu fim.

  9. Noticias de fora que gorjeiam por aqui.

    June 8, 2009 (LPAC)—City of London representatives directly, as well as Russian officials under pressure from London-centered financial interests, made their push to get rid of the dollar as the main international reserve currency a centerpiece of the just-concluded St. Petersburg Economic Forum in Russia.

    Today, on the last day of the three-day annual event, there was a special panel on “The Future of Reserve Currencies.” Vedomosti reports that a key participant was one Ousmene Jacques Mandeng of the UK company Ashmore Investment Management, who demanded that developing sector (”emerging market”) currencies quickly be brought into use in a multiple-currency reserve system. As head of Ashmore’s Institutional Council on the Public Sector, Mandeng has been campaigning for this policy at least since The Banker—a publication of the London Financial Times—published his article, “Why Central Banks Need More Reserve Currencies,” in November 2008.

    More recently, Britain’s Martin Gilman, the former International Monetary Fund representative in Russia, took to the pages of the Moscow Times to call for Russia and China to start dumping the dollar by selling the Treasury bills they hold as reserves.

    At today’s session with Mandeng, Kremlin economics adviser Arkadi Dvorkovich said that new reserve currencies imply some center which would manage them. This could be a reformed International Monetary Fund, he said, echoing the scheme promoted by George Soros and others, for the IMF’s Special Drawing Rights to become a supranational currency. Dvorkovich said that the SDR should function within a basket of reserve currencies, including the traditional ones, plus China’s yuan. Alexei Kudrin, the Russian finance minister who coordinates closely with City of London circles, said earlier during the St. Petersburg Economic Forum, that he foresees the emergence of the yuan as a new world reserve currency within the next decade, if China moves to make it convertible.

    President Dmitri Medvedev stoked attendees’ interest in the topic of changing reserve currency models, claiming in his keynote speech that over-orientation of the world economy to the dollar was even the chief cause of the current crisis. Things must be different in the post-crisis period, Medvedev said, as if such a time will simply arrive by itself one of these days. Noting that there has been talk about “new reserve currencies,” the Russian president went on: “Many countries are moving from talk to actual action. This is true of Southeast Asia and Latin America, for example, and our national currency is being increasingly used in settlements with a number of countries.” He claimed that the existence of the euro as a reserve currency had “played a big part in mitigating the global crisis impact in many European countries.” Medvedev said that multiple reserve currencies, movement toward SDRs as a supranational currency, and the role of gold in the international monetary system should all be on the agenda for discussion.

    Three weeks ago, senior Russian figure Yevgeni Primakov, the former prime minister and a member of the Academy of Sciences in economics, threw cold water on fantasies about the ruble’s becoming a reserve currency, given Russia’s economic condition, or any kind of mass departure from the dollar. “A rational approach to world financial reform is not compatible with the notion that it would be possible to downgrade the U.S. dollar,” Primakov said on May 18. On June 1 in an interview with Regnum.ru, economist Yelena Veduta of Moscow State University joined the growing chorus in Russia, saying that the “ruble as reserve currency” scheme, of which Medvedev is enamored, is not going anywhere soon.

    http://www.larouchepac.com/node/10579

  10. Este calote da Califonia está provocando uma ansiedade muito grande nos USA, é bom lembrar que a economia da Califórnia é a sétima do planeta.

    Pergunta -I don’t get it, if they can do this for the banks, why can’t the fed create money out of nothing and lend to to mr terminator?
    They can (the Fed could lend money created out of nothing to California.)

    Resposta -But they don’t want to. They don’t want to because it would destroy the dollar, which is the Fed’s principle stock in trade.

    Imagine for a moment you are an alchemist of several centuries ago, working on the problem of converting base metals into gold. Imagine you solve the problem. You figure out how to convert dirt by the ton into gold, instantly, ton for ton. You could convert an entire mountain if you chose, with a wave of your hand.

    The King, his trusted advisors, and you and your assistants decide to keep this a secret. If everyone realized that gold was now really only worth dirt, then much of golds power (and likely your life) would be lost. The King needs to be careful to keep gold payments within the bounds of expectations of the kingdom’s subjects and the neighboring kingdom’s merchants, so that they continue to value this gold highly, as before.

    Back to reality … For centuries, the “gold standard” for a kingdom’s currency was gold or some other precious metal. The natural limits on the supply of precious metals kept the money supply within limits. Such limits on the money supply are vital to ensuring that a dollar saved today is worth approximately a dollar earned tomorrow, and to providing a trusted basis for time honored contracts such as loans, savings, debts, tax rates, salaries and wage rates.

    The United States switched over the period from roughly 1913 to 1971 to what’s called a fiat currency but I call a debt based currency. Dollars and Treasury debt are interchangeable in a very liquid market, and Treasuries are (well, have been) the most trusted debt paper in the world. We switched in good part because the economy was naturally growing faster than gold could be found, causing a gold based currency to become too scare, hence provoking economic downturns for lack of sufficient money in circulation. (Well there is also a bad part of the reason for switching — it gave Banksters a practical monopoly on money creation in America, as debt paying interest to the Banksters holding the debt, which is a way to great wealth.)

    Whatever the monetary basis however, gold, debt or seashells, it is vital that the amount of money in circulation (be that physical currency in hand or demand deposits in trusted bank accounts) be kept in rough proportion to the amount of economic activity. The total amount of goods, services, resources and productivity available in a society at any point in time should maintain a constant proportion to the total amount of that society’s currency in circulation at the same points in time.

    If the worlds money lenders, including central banks, ever became convinced that the Fed had become trapped into “printing” its way out of a collapse, with no choice left to it other than to print more money to avoid debt default, then five or ten trillion dollars worth of Treasuries could arrive the next morning at the front door of the United States Treasury, demanding conversion to Dollars, which Dollars would be spent (if and when obtained) on buying stuff as fast as possible, all trying to unload Dollars and Dollar denominated debt before its value collapsed to zero.

    Well, it doesn’t go down quite that fast (I hope.) But it could get really ugly really fast. Our distinguished political and financial leaders really don’t want to risk losing their power, their lives, their fortune and (in some cases I trust) their honor.

  11. Luiz Horacio disse:

    Vejamos o que ocorre. Não digo que não haverá grandes mudanças, é claro que haverá uma grande reordenação econômica, inclusive monetária, nas primeiras 2 ou 3 décadas deste século, e o dólar terá de conviver com outras moedas, mas não acredito que seja mera “substituição”, que se dará de forma arbitrária como se quis (pela decisão de alguém ou de alguns grupos). É uma transformação muito mais viva e mais profunda.

    Depois, todos aqueles processos de sustentação do valor das moedas ainda estão em boa parte apoiados nas mesmas bases do dólar, ou seja, no dólar. Para onde correram as tais reservas das potências emergentes? Bem lembrado outro dia, onde está apoiada a maior parte do dinheiro do mundo árabe e de outros investimentos internacionais?

    Vai mudar sim, mas será uma disputa de milímetro a milímetro, a ser conquistada por méritos, pela comunidade internacional.

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