O boom do Blog da Petrobras
Por Idelber
Eu estou acompanhado em detalhes a movimentação há 72 horas. Eu lhe digo: blogo há cinco anos e nunca vi nada igual. No Twitter, o @blogpetrobras acumulou miilhares de citações em umas poucas horas. O blog propriamente dito, em 12 horas, sem link de nenhum portal, recebeu 25.000 visitas (às 5 da manhã, eles estavam em 62.000; agora, em 87.000).
Uma rápida busca do Google Blog Search mostra uma proliferação de links absolutamente inaudita. As reações da grande mídia, inventando jabuticabas como a “pergunta em off” — que você desconstruiu muito bem — caem no ridículo até mesmo para pessoas muito simples.
De novo, o porteiro do meu prédio comentou: “uai, o jornalão quer segredo agora”? Uma leitora do Biscoito (a Aline, do excelente blog “Até aqui tudo bem”) notou o insólito fato de que um blog chapa-branca (um blog que se assume como chapa-branca, ou seja, a voz de uma empresa) tenha sido defendido e celebrado por uma legião de internautas independentes, e tenha mais credibilidade que os veículos da mídia.
Quando você for escrever o próximo livro sobre a evolução da imprensa brasileira, Nassif, este terá que ser um capítulo tratado com destaque. Porque eu nunca vi nada igual. Deixo o link para meu post, onde faço referência à sua brilhante desconstrução da jabuticaba da “pergunta em off”:
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/o_blog_da_petrobras_e_o_desespero_da_midia.php
Por Spok da Silva
Nassif,
A ANJ acaba de divulgar uma nota contra o Blog da Petrobras. É de morrer de rir.
ANJ acusa a Petrobras de tentar intimidar a imprensa
Nota oficial que acaba de ser divulgada pela Associação Nacional dos Jornais:
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e de favorecimento político em contratos assinados pela estatal e suas controladas.
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas informações não receberem um “tratamento adequado”.
Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos profissionais de imprensa, configura uma violação do direito da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.
Júlio César Mesquita, vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão
Do Blog da Petrobras
Sobre a nota da ANJ
Junho 8, 2009 by Blog Fatos e Dados Petrobras
A propósito da nota da Associação Nacional dos Jornais sobre o blog Fatos e Dados, emitida pela entidade em 08/06/2009, a Petrobras declara:
O blog foi lançado com o objetivo de apresentar fatos e dados recentes da Petrobras, o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), e garantir a total divulgação dos esclarecimentos solicitados pela imprensa e as respectivas respostas enviadas aos jornalistas. A Petrobras respeita os princípios universais de liberdade de imprensa, tanto que, em nenhum momento, se esquivou de responder às perguntas enviadas, de forma direta e clara. Tampouco, usou de qualquer meio para evitar a publicação de reportagens e notas, mesmo quando a empresa está sendo atacada.
A noção de confidencialidade e sigilo, como a própria nota da ANJ registra, é um princípio que norteia a relação dos jornalistas com suas fontes (pessoas ou empresas, consultorias). O objetivo principal é preservar aqueles que passam informações aos jornalistas e que, por qualquer motivo, precisam ou querem se manter no anonimato. Mas não há compromisso semelhante de confidencialidade e sigilo da fonte para o jornalista, pois isso limitaria o próprio caráter público e aberto da informação.
Quanto à suposta ameaça citada na nota da ANJ, em seus parágrafos três e quatro, esclarecemos que a Petrobras respeita a imprensa e jamais faria ou fez qualquer ameaça a jornalistas ou jornais. A nota se refere, na verdade, a uma mensagem de segurança padrão e automática, sem qualquer vínculo com o relacionamento com a imprensa e veiculada há anos na correspondência eletrônica emitida a partir do correio eletrônico da Petrobras, por todos os funcionários da empresa. Essa é uma proteção amplamente adotada por provedores confiáveis, e mensagens semelhantes acompanham emails enviados por jornalistas de diferentes veículos. No caso da Petrobras, a mensagem é destinada, principalmente, aos empregados da empresa. Isso pode ser facilmente constatado pela própria leitura da íntegra da mensagem (O emitente desta mensagem é responsável por seu conteúdo e endereçamento. Cabe ao destinatário cuidar quanto o tratamento adequado. Sem a devida autorização, a divulgação, a reprodução, a distribuição ou qualquer outra ação em desconformidade com as normas internas do Sistema Petrobras são proibidas e passíveis de sanção disciplinar, cível e criminal). O foco interno fica bem claro na citação às normas internas do Sistema Petrobras e na menção a sanções disciplinares, o que só é possível adotar em relação a funcionários.
A Petrobras reafirma que, assim como os veículos de comunicação, defende a livre e ampla circulação de idéias, informações e conhecimento. Como companhia de capital aberto e maior empresa do Brasil, com negócios em diversos países, consideramos que é nosso dever garantir que clientes, acionistas, parceiros e toda a sociedade tenham pleno acesso aos esclarecimentos prestados por nós. Este é o nosso único objetivo.
Por Elymar Cardoso
Interessante. O Globo on line publicou seu editorial atacando a Petrobrás, abrindo-o para comentários. Nos primeiros 35 comentários 33 apoiaram a Petrobrás. O que aconteceu ? tiraram do ar !!! . Enquanto isso, em apenas 6 dias. mais de 130.000 pessoas visitaram o Blog da nossa Petrobrás.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Blogs, Mídia Tags: blog, Petrobras
O tamanho do estrago pode ser medido pela histeria dessa manifestação da Associação Nacional (dos Proprietários) de Jornais, divulgada agora à tarde no blog do Noblat.
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
ANJ acusa a Petrobras de tentar intimidar a imprensa
Nota oficial que acaba de ser divulgada pela Associação Nacional dos Jornais:
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e de favorecimento político em contratos assinados pela estatal e suas controladas.
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas informações não receberem um “tratamento adequado”.
Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos profissionais de imprensa, configura uma violação do direito da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.
Júlio César Mesquita, vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão
Entrevista agora com o Presidente da Petrobras.
LINK: http://www.iptvcultura.com.br/rodaviva/
O petróleo é nosso e temos direito de saber notícias plural, só isso!!!
Ironicamente responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão.
E como se a opinião pública fosse tutelada pelo jornal… É risível.
Até a ANJ que deveria lutar por jornalismo sério fazendo uma marmota dessas?
Ah…eu também já visitei e adorei o blog da Petrobrás…está nos meus favoritos.
Hilário! E quem subscreve é “responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão”. Tá faltando um pronomezinho possessivo antes de Expressão: “liberdade da nossa expressão”! Essa gente perdeu totalmente o senso da realidade, como se não bastasse o do ridiculo.
É para rir muito mesmo!!! Mostra o desespero dessa malta!!! E os termos pomposos que não enganam mais ninguém do tipo “Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes”. E quem assina, meu deus? Júlio César Mesquita .. responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão. A Petrobrás está fazendo uma revolução e graças a ela podemos ter acesso a dados verdadeiros da sua atuação. Viva!!!
ANJ acusa a Petrobras de tentar intimidar a imprensa
Nota oficial que acaba de ser divulgada pela Associação Nacional dos Jornais:
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifesta seu repúdio pela atitude antiética e esquiva com que a Petrobras vem tratando os questionamentos que lhe são dirigidos pelos jornais brasileiros, em particular por O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que nas últimas semanas publicaram reportagens sobre evidências de irregularidades e de favorecimento político em contratos assinados pela estatal e suas controladas.
Numa canhestra tentativa de intimidar jornais e jornalistas, a empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria de imprensa pelos jornalistas antes mesmo de publicadas as matérias às quais se referem, numa inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.
Como se não bastasse essa prática contrária aos princípios universais de liberdade de imprensa, os e-mails de resposta da assessoria incluem ameaças de processo no caso de suas informações não receberem um “tratamento adequado”.
Tal advertência intimidatória, mais que um desrespeito aos profissionais de imprensa, configura uma violação do direito da sociedade a ser livremente informada, pois evidencia uma política de comunicação que visa a tutelar a opinião pública, negando-se ao democrático escrutínio de seus atos.
Júlio César Mesquita, vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão
http://www.anj.org.br/sala-de-imprensa/noticias/anj-se-manifesta-contra-atitudes-da-petrobras
E a ANJ ficou possessa e já começou a soltar a tertúlia flácida de acalentar bovinos também conhecida por “liberdade de expressão”. Não confundi-la com a verdadeira liberdade de expressão, conceito muito diferente daquele em que os jornais querem que nós acreditemos.
No Roda Viva agora, pela internet ou a noite pela Tv Cultura ou Tv Parana Educativa – Sergio Gabrielli – Prs. da Petrobras
Assim como a indústria fonográfica tomou uma rasteira do MP3, sem saber como reagir e se antecipar, os jornais estão tomando da blogosfera.
A Petrobras só está dando “ração” de boa qualidade a essa revolução.
ASSISTAM AO VIVO O SÉRGIO GABRIELLI, AQUI:
http://www.iptvcultura.com.br/rodaviva/
LN, conheço o Sérgio Gabrielli dese mocinha, ele é 10, além de preparadíssimo para o cargo….
ELE NÃO DECEPCIONARÁ, É UM BAIANO RETADO!
Olá Nassif,
Ué??? “…violação do direito da sociedade a ser livremente informada…”, só cabe ao PIG, ops…”Livre Imprensa”, a tutela de ser ela a única e exclusiva detentora de propagar informação? Isso pra mim é Ditadura Midiática! Alías, Globo, FSP e Estadão tem anos de militância no assunto. Mas a vida muda, o Mundo muda, e essa turba do PIG vai ter que engolir as formas alternativas de propagar a informação e deixar os leitores/telespectadores com o Direito de livremente escolher com qual versão da informação quer obter e com quem obter. Não é assim num Estado de Direito? Desta forma, qualquer empresa pode montar seu blog e divulgar suas informações, afinal são delas, não é? se alguém quer a informação de uma empresa, porque ela não pode compartilhar isso com outros? Ou o PIG acha que só ele pode divulgar as informações, quem deu este direito? Tsc…tsc…tsc…o desespero sobe pelas colunas vertebrais das famílias Frias, Marinho e Mesquita. Viva a liberdade de opinar! Viva a sensatez! Viva a Internet! Viva os jornalista sérios e os jornalista independentes sérios! Viva a Blogesfera! Dane-se PIG! abs.
na internet tem de tudo mesmo
http://petrobrasdadosefatos.wordpress.com/
Preferi ficar só no áudio, muito boa está sendo a entrevista…
Ué, liberdade de expressão de um lado só? Parabéns a Petrobras pela idéia do blog!
Quanto ao dinheiro pra plantar mamonas, tem coisas difíceis de entender….
“inaceitável quebra da confidencialidade que deve orientar a relação entre jornalistas e suas fontes.”
Ops, algo está trocado aí. Não estamos falando em fonte e jornalistas? A fonte tem que preservar o jornalista? É, quando o vento sopra para outro lado…
Haha,
Já falei que esse pessoal da oposição criou sarna para se coçar.
Olha só o que tá no blog da petrobrás nesse link
http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/06/cartas-da-petrobras-para-a-folha-de-s-paulo/#comment-948
O comentador Marcos, ás 1:44 pm, desenterra notícia de O Globo de 98 na qual Sérgio Motta estava descaradamente desancando a Petrobrás para preparar o terreno para a privatização. O que ele fala é uma imoralidade, era para ser preso por calúnia.
Senhores, é realmente impressionante tal manifestação da ANJ. Ultrapassa vilolentamente todos os limites do ridículo.
“Quebra de confidencialidade” entre a fonte e os jornalistas? Pela própria fonte? (01 minuto para as gargalhadas, por favor…).
Quer dizer que se eu der uma informação a um jornalista, este passa a ter uma espécie de direitos autorais sobre ela? (mais 01 minutinho, por favor… preciso de fôlego).
Se os blogs estivessem numa luta livre contra a grande mídia, eu diria que o momento da finalização estaria próximo! A mídia está grog. Vendo estrelinhas…
Há precedentes internacionais de algo como o blog da Petrobrás?
Se não, acho que vai repercutir mundialmente.
O time dos entrevistadores parece ter ensaiado para espremer o Gabriele. Eles agora são os defensores dos minoritários.
Segundo o Heródoto, a direção da Petrobras é formada por um grupo de incompetentes nomeados pelos políticos.
Essa ANJ é um dinossauro, não há uma simples menção aos abusos que os jornais cometem, e que serviram de motivação para que o pessoal da Petrobrás criasse o blog.
Esse pessoal deveria colocar o principío da ética e do respeito aos leitores acima das questões partidárias e do puxa-saquismo aos patrocinadores. Se ainda se negam a fazer isso só há duas alternativas: Sala de aula ou aposentadoria.
Estou orgulhosa de ver a comoção popular que está ocorrendo por causa do blog da Petrobrás. Todos querem participar, parabenizar a atitude da empresa em abrir esse canal de comunicação com o público e principalmente, passando – assim como quem não quer nada – uma solene rasteira nos grandes jornais. Ah como é bom ter novidades como essa . Parabens a eles pelo excelente canal de comunicação. Adoro ler você. É um hábito que já virou um vício … bom.
BIOGRAFIA DE SÉRGIO GABRIELLI – PRESIDENTE DA PETROBRÁS:
José Sergio Gabrielli de Azevedo (Salvador, 3 de outubro de 1949) é professor titular licenciado da Universidade Federal da Bahia. Exerceu o cargo de diretor financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras de 1 de fevereiro de 2003 a 21 de julho de 2005, quando foi eleito para o cargo de CEO da empresa.
Gabrielli é graduado em Economia pela Universidade Federal da Bahia onde tembém obteve mestrado com a dissertação Incentivos Fiscais e Desenvolvimento Regional.
Em 1987, obteve o título de PhD em Economia pela Universidade de Boston, com dissertação sobre o Financiamento das Estatais no período de 1975 a 1979′. Entre 2000 a 2001 foi “Visiting Research Scholar” na London School of Economics and Political Science, em Londres.
Na UFBA, foi pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, diretor da Faculdade de Ciências Econômicas e coordenador do Mestrado em Economia. Foi também superintendente da Fundação de Apoio a Pesquisa e Extensão, a Fapex.
Escreveu diversos artigos e livros sobre reestruturação produtiva, mercado de trabalho, macroeconomia e desenvolvimento regional.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergio_Gabrielli
Administração e Conselho Fiscal DA PETROBRÁS
Conselho de Administração
Dilma Vana Rousseff – Presidente
Guido Mantega – Conselheiro
Silas Rondeau Cavalcante Silva – Conselheiro
José Sergio Gabrielli de Azevedo – Conselheiro
Francisco Roberto de Albuquerque – Conselheiro
Fabio Colletti Barbosa – Conselheiro
Jorge Gerdau Johannpeter – Conselheiro
Luciano Galvão Coutinho – Conselheiro
Diretoria Executiva
José Sergio Gabrielli de Azevedo – Presidente
Almir Guilherme Barbassa – Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Guilherme de Oliveira Estrella – Diretor de Exploração e Produção
Paulo Roberto Costa – Diretor de Abastecimento
Maria das Graças Silva Foster – Diretora de Gás e Energia
Jorge Luiz Zelada – Diretor da Área Internacional
Renato de Souza Duque – Diretor de Serviços
Conselho Fiscal – Membros Efetivos
Marcus Pereira Aucélio – Presidente
Erenice Alves Guerra – Conselheiro
Túlio Luiz Zamin – Conselheiro
Nelson Rocha Augusto – Conselheiro
Maria Lúcia de Oliveira Falcón – Conselheiro
Gabinete do Presidente – (GAPRE)
Armando Ramos Tripodi – Chefe
Secretaria Geral – (SEGEPE)
Hélio Shiguenobu Fujikawa – Secretario-Geral
http://www2.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/perfil/per_administracao.htm
Vocês, blogueiros do bem, se juntando assim, não sobra prá ninguém.
Reestabeler a verdade como princípio do jornalismo, dá até vontade de voltar do Canadá…
Ah é, eu nem fui…
Para celebrar a liberdade de imprensa na web, também publiquei um artigo de opinião:
http://www.portalibahia.com.br/falabahia/?p=3109
Entrevista com José Sergio Gabrielli :
José Sergio Gabrielli tem 57 anos, embora o site da Petrobras anuncie dois a menos. Só uma desatualização, que ele imediatamente pede à assessora que corrija. Antes da entrevista, entre os dois cafés iniciais que toma, brinca que não foi antipático na festa de posse do presidente Lula. Era uma resposta a um jornalista que havia afirmado isso. “Mas só porque eu fiquei de pé?”
Pouco depois, o baiano de fala mansa, porém firme, estava explicando os porquês das dificuldades que a Petrobras enfrenta. Ao lado, com a estatização boliviana; aqui mesmo no Brasil, com os produtores de oleaginosas; no mundo todo como dirigente de uma companhia petrolífera.
Terra Magazine – Como é gerir uma empresa desse porte que pertence ao Estado?
José Sergio Gabrielli – Em primeiro lugar, é importante esclarecer que a Petrobras, eu digo de vez em quando, é uma empresa esquizofrênica. Porque ela é uma empresa controlada pelo governo, porque ele tem maioria do capital votante. Mas é uma empresa que tem 66% do seu capital nas Bolsas, sendo 40% em Nova Iorque. Eu acho que poucas empresas privadas no Brasil têm tamanho volume de ações em Bolsas. Então nós somos uma empresa que tem que ser extremamente eficiente do ponto de vista privado, temos que adotar um estilo de governança adequado, temos que cumprir os requisitos da CVM (Comissão de Valores Mobiliários, órgão do Ministério da Fazenda que fiscaliza o mercado financeiro) e da bolsa de valores americana, a legislação americana. Da mesma forma que temos que seguir as regras da contabilidade pública e da gestão pública. Portanto nós temos que ser uma empresa que segue todos os princípios da gestão pública e ao mesmo tempo somos uma empresa que também segue todos os princípios da gestão privada. E a Petrobras tem demonstrado que é competente nas duas coisas.
Terra Magazine – E o produto da Petrobras é muito estratégico, que gera guerras no Oriente Médio, que gera incertezas aqui mesmo na América Latina. Como é lidar com a “riqueza do momento”?
José Sergio Gabrielli – A Petrobras produz vários produtos. Produz petróleo bruto, gás natural… Mas, praticamente, no caso do petróleo, ela não vende para o consumidor final. Ela vende derivados, então ela produz vários derivados. Óleos de vários tipos, combustível de aviação, solvente, GLP (Gás Liquefeito de Petróleo, o gás de cozinha), propano… Mesmo biodiesel, que vai começar a produzir, o HBio… energia elétrica com as usinas termoelétricas. Então é um conjunto de produtos; ela atua em diversas áreas. O petróleo é, na sua história, e hoje, na sua expansão geográfica mundial, um produto extremamente ligado às questões geopolíticas. Não há como gerir uma empresa de petróleo sem levar em conta as questões geopolíticas. Realmente, a produção do petróleo é hoje a principal fonte energética para o transporte. Ainda é muito importante, no caso do gás natural, para a geração elétrica. Eu diria que é vital para a mobilidade de pessoas e de cargas. E, nesse sentido, ele é vital para a vida moderna.
Terra Magazine – E está longe o dia em que isso vai acabar, em que o petróleo vai deixar de ser vital assim?
José Sergio Gabrielli – Eu acho que a era do petróleo não vai acabar por falta de petróleo. Ela vai acabar quando aparecer um substituto economicamente viável.
Terra Magazine – E isso está longe?
José Sergio Gabrielli – Isso ainda está muito longe. Do ponto de vista da demanda, tende a se acelerar a utilização de combustíveis alternativos. Acredito que o biocombustível vai ser uma alternativa importante, como o etanol – o álcool. Mas acho que, num horizonte dos próximos 10, 15 anos, isso não passa de uns 10% ou 15% do mercado mundial de combustível. O que é uma coisa muito grande, mas é 10% ou 15%. Do ponto de vista do mercado de hidrogênio, eu acho que ele demora mais ainda do que o biocombustível, por exemplo. E nós estamos apostando fortemente no mercado de biocombustível, mas não acreditamos que isso vá significar o fim da era do petróleo. Do ponto de vista da oferta, que é a possibilidade de acabar o petróleo, na verdade, nós estamos hoje vendo uma expansão de novas fronteiras, de exploração de petróleo em águas profundas, como também a melhoria das técnicas de exploração. E isso faz com que o horizonte final de um recurso que é esgotável, que é exaurível, tenda a se prolongar. A expectativa de que o petróleo acabe não vai existir nos próximos, talvez, 100, 150 anos… não há perspectiva de falta de petróleo.
Terra Magazine – Então ainda vamos ver muita briga, muita guerra?
José Sergio Gabrielli – Provavelmente.
Terra Magazine – A Petrobras tem investido muito em pesquisa de energias alternativas. Mesmo aqui no Brasil não existe uma perspectiva de haver a substituição do petróleo como fonte de energia principal dos carros, por exemplo?
José Sergio Gabrielli – Olha, nós temos no Brasil um mercado que é talvez um dos mais flexíveis do mundo. Temos mais de 30 anos de utilização do etanol. Hoje, no país, você não consegue abastecer um veículo, mesmo à gasolina, com menos de 23% de álcool. Além disso, nós temos em todos os postos do Brasil uma venda de álcool puro, o que permite os carros flexíveis, que representam hoje quase 90% dos carros produzidos aqui. Nós temos GNV, o Gás Natural Veicular, temos o uso ilegal do GLP (gás de cozinha), no interior do Brasil e em outros lugares…
Terra Magazine – Então no Brasil, em curto ou médio prazo…?
José Sergio Gabrielli – No Brasil, no caso desses combustíveis líquidos, leves, é provável que se atinja 1/3 (da frota), 40% do mercado, nos próximos 10 anos. No mercado dos veículos pesados, a diesel, a previsão nossa, da Petrobras, é que haja uma adição de biocombustível no óleo diesel até 2013.
Terra Magazine – Foi noticiado que haveria um lobby para mudar de 2013 para 2010 esse prazo. Isso foi ou vai ser alterado?
José Sergio Gabrielli – Não sei. O que eu sei é o seguinte: o programa de biodiesel precisa modular o crescimento da demanda com o crescimento da oferta do produto agrícola. Porque algumas das oleaginosas têm ciclos de produção distintos do ciclo de demanda do biodiesel. Conseqüentemente, você tem que ter uma modulação do crescimento da oferta das oleaginosas em relação à possibilidade de você utilizá-las para produzir o biodiesel. Se não tiver esse ajustamento, você pode ter momento de falta de oleaginosa para uma demanda alta demais, ou um momento em que ela sobra (a oleginosa), e aí o produtor acaba tendo um problema porque o preço que recebe não remunera seu investimento. Portanto, ajustar o crescimento da oferta e da demanda é vital para o sucesso do programa de biocombustível. Acredito que qualquer aceleração de requerimento mandatório sobre a oferta de diesel com a mistura de biodiesel deve levar em conta isso, que é a capacidade de produção. Ou seja, as usinas de biodiesel serem capazes de produzir para atender todo mundo.
Terra Magazine – Nesse caso, por exemplo, da inclusão de oleaginosas no diesel, se recuar para 2010 coincide com o fim do mandato do presidente Lula. Temos um governador de Estado, no Mato Grosso (Blairo Maggi), como grande produtor de oleaginosa. Como é ficar nessa pressão política e ter de administrar uma empresa?
José Sergio Gabrielli – (risos) Isso acontece em qualquer tipo de empresa que esteja nesse segmento. Não é uma questão de ser uma empresa controlada pelo governo. Nós vamos produzir, nós vamos fazer frente ao biodiesel. Mas estamos participando de dezenas de iniciativas de produção de biodiesel. Esse é um mercado que tem de crescer independente da Petrobras, que tem a sua planta, mas nós temos 30, 40, 50 plantas até 2010. Então o problema da oferta do biodiesel não é só da Petrobras; o problema da compra do biodiesel é da Petrobras.
Terra Magazine – Recentemente, nas eleições, tivemos uma questão forte de uma eventual privatização da Petrobras, se determinado candidato ganhasse – o que ele prontamente negou. E é um tipo de influência que só uma estatal pode sofrer. Ou seja, ela entra no jogo político…
José Sergio Gabrielli – Mas a Vale (do Rio Doce) sofreu tanto quanto a Petrobras esse problema… houve movimentos pela reestatização da Vale.
Terra Magazine – Mas como é estar no meio disso?
José Sergio Gabrielli – A privatização da Petrobras não afeta as ações da Petrobras. A privatização da Petrobras é um problema do governo.
Terra Magazine – O senhor nem se preocupava quando lia sobre isso nos jornais?
José Sergio Gabrielli – Não. Acho que seria um absurdo privatizar a Petrobras. Mas é minha opinião pessoal. As ações não pertencem à direção da Petrobras. Pertencem, 37%, à União, e 63%, a outros acionistas. No mercado financeiro existem movimentos para a privatização. Eu fui diretor financeiro durante 2 anos, fiz, literalmente, centenas de reuniões com o mercado financeiro e ouvi várias propostas aqui. Do mercado, não do governo. Mas seria um absurdo. Primeiro porque a Petrobras, como disse, trata de uma questão geopolítica importante; segundo, porque eu acho que do ponto de vista dos acionistas da Petrobras, há uma perfeita identidade nos principais objetivos estratégicos da Petrobras e do governo. A Petrobras, tanto do ponto de vista do acionista privado quanto do governo, é boa pelo desempenho até de responsabilidade social e ambiental. Isso, portanto, identifica a linha de interesse do acionista privado e do acionista controlador.
Terra Magazine – E uma empresa tão estratégica que, se vivêssemos num país em que ela fosse privatizada, o senhor acha que deveria ser nacionalizada?
José Sergio Gabrielli – Olha, eu diria que hoje no mundo, essa discussão sobre privatização ou estatização da empresa de petróleo é menos importante do que na verdade está (posta). O Estado ter a empresa representa o topo da renda petrolífera. Hoje existem formas diferentes de como controlar essa renda, mesmo não sendo uma empresa estatal. Todas as empresas de petróleo do mundo, hoje, têm um grau de controle muito grande. Mesmo nos Estados Unidos.
Terra Magazine – E caso da Bolívia?
José Sergio Gabrielli – No caso específico da Bolívia houve mudança na legislação interna do país, nós passamos por um processo, de maio a dezembro, extremamente intenso de negociações. Alguns momentos de negociação tensa, outros menos tensos. O resultado da negociação no que se refere à exploração e produção de petróleo é um resultado equilibrado, que permite que a Petrobras volte a considerar a possibilidade de investimento na Bolívia. A discussão sobre as refinarias na Bolívia ainda não está concluída. Nós temos ainda discussão sobre valor das refinarias, como será a indenização da Petrobras. Em nenhum momento nesses 7 ou 8 meses nós perdemos o controle operacional de nosso ativo. Portanto é um processo normal, legítimo da Bolívia, de redefinir a forma que ela tem de explorar e utilizar os seus recursos naturais. A Petrobras e o governo brasileiro adotaram uma postura negociadora positiva, que ao nosso ver foi extremamente benéfica na conclusão. Nós chegamos a uma conclusão que é equilibrada, até enquanto dure. Como o amor. (risos)
Terra Magazine – Mas, sendo um setor estratégico para as nações, então eles agiram certo em pedir o direito…
José Sergio Gabrielli – Não, eu não vou dizer certo ou errado, porque não tem muito isso. Eles têm o direito de fazer isso. Nós fizemos isso, nós somos donos do nosso petróleo. Nos Estados Unidos há uma discussão também. Na Inglaterra, na França, há discussão sobre a ampliação dos impostos. A Rússia está cheia de exemplos de ampliação da influência do governo nessa área. Todo o Oriente Médio… Não há dúvidas de que o governo é absolutamente fundamental na indústria petrolífera. Se olharmos no Leste da África, o aumento das participações especiais de royalties e o aumento do custo de ônus para a entrada da exploração é extremamente crescente. Se nós olharmos o que está acontecendo na própria China, há um envolvimento das empresas estatais, mas ao mesmo tempo há um controle do mercado dentro da China extremamente rigoroso. Então não há o mito do livre mercado, em que cada um chega com um martelinho e vai batendo na rocha pra achar petróleo… isso é um mito. Não existe isso no mercado mundial, hoje, de petróleo.
Terra Magazine – E por falar em bater o martelinho, a Petrobras sempre está descobrindo novos campos de exploração. No ano recentemente passado, o Brasil atingiu a auto-suficiência de petróleo, claro, com um trabalho que foi desenvolvido ao longo de outros anos, mas o senhor foi o felizardo do presidente que fez o anúncio. Como foi atingir esse objetivo?
José Sergio Gabrielli – Sem dúvida nenhuma, é uma emoção extremamente grande. É um privilégio histórico estar na presidência nesse momento. Mas eu gostaria de chamar a atenção para o fato de que a produção de petróleo é como os seres humanos: ela envelhece, perde força e declina. A não ser que novos campos, novas reservas sejam encontrados. Nós agora acabamos de anunciar 19 campos completamente válidos, que ampliam a nossa capacidade de exploração no futuro. Nós ampliamos a nossa área de exploração no Brasil de forma significativa, revertendo a tendência que vinha até 2003 de redução das áreas exploratórias. Portanto, nós estamos não somente atingindo a auto-suficiência, mas estamos criando condições para que ela seja sustentada a longo prazo. Além do que, com nosso investimento no refino, nós estamos adaptando cada vez mais as nossas refinarias para usarem mais petróleo nacional, e estamos hoje usando 81% de petróleo nacional em nossas refinarias e vamos chegar a 90% em 2010, o que vai fazer com que o sistema integrado de exploração, produção e refino seja auto-suficiente.
Terra Magazine – No novo mandato do presidente Lula, o senhor continua na presidência da Petrobras, não?
José Sergio Gabrielli – Quem decide isso é o Conselho de Administração da Petrobras, que tem cinco membros do governo, e se for votar isso, eu não vou poder votar porque sou um dos cinco. O setor privado tem outros quatro membros. Esse Conselho se reúne todo mês, e a qualquer momento eu posso ser demitido ou confirmado (no cargo).
Terra Magazine – E se houver um convite para deixar as areias do Rio de Janeiro rumo a Brasília?
José Sergio Gabrielli – (risos) Eu não converso sobre hipóteses.
Terra Magazine
11/2/2007
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Vou mandar uma mensagem bem “carinhosa” a ANJ, daquelas de causar enxaquecas. Gosto tanto de caras de pau…
Veja essa do Temer:
8 de Junho de 2009 – 18h41 – Última modificação em 8 de Junho de 2009 – 18h43
Temer oferece jantar a Lula, Sarney, cúpula do Judiciário e de empresas de comunicação
Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), oferecerá jantar hoje (8) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aos presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, do Senado, José Sarney (PMDB-AP), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Cesar Asfor Rocha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Brito, além de dirigentes de empresas do setor de comunicação, líderes partidários, presidentes de comissões técnicas da Câmara e do Senado e parlamentares.
De acordo com a assesssoria de imprensa da Câmara dos Deputados, o jantar é de confraternização e para troca de idéias entre os participantes da 4ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa, evento comemorativo do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa (3 de maio), que acontecerá amanhã (9), no Auditório Freitas Nobre da Câmara, a partir das 9h. O jantar será na residência oficial da presidência da Câmara e está previsto para iniciar às 20h30.
A Conferência sobre Liberdade de Imprensa destina-se a discutir mecanismos para o aperfeiçoamento da liberdade de imprensa no Brasil e o seu contexto no cenário latino-americano. A promoção da conferência é da Associção Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), da Associação Nacional dos Editores de Revistas (Aner) e da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), entre outras entidades.
qua, qua, qua, qua…É brincadeira essa nota da ANJ. Divulgar perguntas e respodê-las em um blog do próprio acusado é uma prática que “contrária aos princípios universais de liberdade de imrensa”..auhauhauahuahauh…..
O QUE É ISSO ??!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
PAREM O MUNDO QUE EU QUERO DESCER……
Gabrielli tá dando um banho, sem argumentos esses jornalistas ficam falando de preço do petróleo…hahahahahahaha
Quer dizer que o entrevistado virou ‘fonte’ pros jornais.
Acho que os jornais estão se suicidando.
Agora, esperem que essa direita raivosa se tomar o poder vai desmontar a Petrobrás osso por osso, só de raiva.
E se não tomarem o poder vão fazer de tudo pra enterrar a Petrobrás. Vai virar questão de honra pra eles.
A Lei que resolve esse embate, na falta da Lei de Imprensa, é o ECA. Precisa ver ser os “tutores da opinião pública” vão querer retomar a guarda, ter guarda compartilhada, visita a cada 15 dias, ou pensão alimentícia.
Dizer que houve atentado contra a liberdade de imprensa porque deram transparência máxima ao procedimento parece desculpa de congressista.
Quem fica feliz com esta iniciativa são os acionistas, incluindo quem usou FGTS para comprar ações, que tiveram seu patrimônio preservado, sem prescindir da investigação.
Ponto para a gestão Gabrielli.
Estamos falando de um das maiores empresas do mundo, que tem o poder de influenciar um movimento mundial, o relacionamento direto da empresa com o cliente. Nada de pesquisas de mercado ou informações desatualizadas. O blog dá a medida do que se passa a tempo e a hora,
Está ficando interessante essa coisa. Um garoto de 20 anos, fez um blog identico ao da Petrobrás a custo zero. Sem apoio de tres agências, nem de 1150 funcionários, que a própria Petrobrás disse que tem.
Segue o Link:
http://petrobrasdadosefatos.wordpress.com/
Sou jornalista e acho que o que aprendi sobre sigilo da fonte é bem diferente do que prega a ANJ.
O Brasil e vários outros países democráticos garantem a um jornalista o direito de publicar uma notícia e não dizer quem lhe passou a informação.
Sempre pensei que isso estava baseado no fato de que em alguns casos, a fonte corre risco. Pense em alguém que testemunhou um assassinato. Ele conta o que viu a um jornalista e pede para ficar oculto, assim o assassino não vai atrás dele.
Agora vejamos a interpretação da ANJ: “A empresa criou um blog no qual divulga as perguntas enviadas à sua assessoria (…) numa inaceitável quebra da confidencialidade (…) entre jornalistas e suas fontes.”
Pelo que me consta, não há porque uma fonte ser obrigada a ocultar o fato de ter falado com um jornalista. Ou há? Nem é crime tornar essa conversa pública, visto que quando isso é feito por uma das partes que participou efetivamente da conversa não há nada de ilegal.
É um sofisma digno de Reinaldo Azevedo. Os Mesquitas das gerações anteriores devem estar se remexendo no túmulo.
Ou seja
A Petrobras tem que esperar o soco no olho antes de se colocar
E quem garante que tudo no blog é verdade?
A simpes incapacidade destes “jornalistas” de apresentarem qualquer argumento contrario ao exposto pela empresa. O simples fato deles ficarem esperneando.
Houve um tempo que encontravamos reportagens investigativas, que o jornalista cruzava dados e informações e conseguia apresentar um fato novo.
Agora esse pessoal do PIG ja esta tao viciado em fontes que é incapaz de produzir noticia. Espera que aqueles que trabalham de verdade, produzindo algo real, entreguem informações gratuitamente com as quais os PIG querem fazer renda vendendo suas paginas.
Enfim, so devemos ler estes tres jornais pra conhecer seus interesses, informação de verdade devemos buscar em outros veiculs, para poder participar ds discussoes inteligentes como estas que o Nassif veicula neste portal onde procura-se separar fatos de versoes. E as versoes são tão importantes quanto os fatos. É o que tenho aprendido neste portal.
Aos menos avisados:
a ANJ – Associação Nacional de Jornais, que assina a nota postada no “Leia Mais” – é a associação que reune donos de jornais, de redes de TV e rádios FM por esse Brasil adentro.
De sua diretoria participam, entre outros, um Mesquita, um Marinho e um Frias (este no Conselho Administrativo).
Pô Nassif!
Esta nota da ANJ merece um tópico! KKK Com direito a um bom título jocoso de sua autoria! Pelo amor de Deus! ANJ reclamando!?!? K