Trivial do Tico Tico no Fubá
Do Portal Luís Nassif
Tico Tico no Fubá (Orquestra Filarmônica de Berlim)
* Adicionado por Jonas Alves Corrêa
* Adicionado por Jonas Alves Corrêa
Hoje o Estadão trouxe uma matéria impressionante sobre o acidente da Air France (clique aqui), fornecida pelo seu irmão Jornal da Tarde.
Descreve os quatro minutos finais do avião, antes da queda. Atribui as notícias a investigações militares.
A sequência das últimas mensagens, obtidas pelo Jornal da Tarde, começou às 23h, 20 minutos antes do horário previsto para o Airbus ingressar no espaço aéreo do Senegal, na costa oeste da África. Por meio do sistema Acars (sigla em inglês para Sistema de Comunicação e Reporte), a tripulação informou por escrito à companhia aérea que atravessava uma área sobre cumulus nimbus – região de instabilidade formada por nuvens carregadas de eletricidade, no interior das quais ocorrem rajadas de ventos e tempestades com possibilidade de relâmpagos. Até então, não havia nada de anormal com o voo.
Dez minutos depois, o Acars dispara uma mensagem automática indicando que o piloto automático havia se desconectado. A ação não é atípica e pode ter sido uma iniciativa dos pilotos ou dos próprios sistemas do avião, que “devolvem” os controles para a tripulação sempre que detectam falhas críticas, como uma divergência de cálculos entre o piloto e o copiloto automáticos. A mudança de comando, ao contrário do que se pode imaginar, não pega a tripulação de surpresa, mesmo porque é quase instintivo para a maioria das tripulações colocar as mãos sobre os controles direcionais – joystick, no caso dos Airbus – durante fortes turbulências.
A mensagem seguinte informa que o fly-by-wire (sistema eletrônico de controles das superfícies móveis do avião) passou para o regime de alternative law – um dos estágios da intrincada rede de “proteção por envelopes” dos Airbus. Segundo um especialista nesse tipo de avião, o indicativo de alternative law aponta para uma degradação dos sistemas informatizados do jato.
Todas as mensagens transmitidas nos minutos seguintes indicam mais falhas em computadores essenciais ao voo. Os Adirus (sigla em inglês para Unidade de Referência Inercial em Voo), por exemplo, fornecem, entre outros dados, orientação espacial aos pilotos. Outro que apresentou pane é o chamado Isis, monitor que mostra à tripulação a velocidade vertical no ar e altitude. Sem esses instrumentos, dizem investigadores militares, os pilotos contariam apenas com parâmetros mínimos para a navegação aérea, mas ainda assim suficientes, ao menos por alguns minutos, para manter o avião estabilizado e voando. A hipótese mais provável aqui é de que, desorientada, a tripulação não tenha conseguido controlar a aeronave, fazendo com que ela perdesse sustentação e caísse 11 mil metros de altitude.
Teria sido um furo extraordinário, não fosse o fato de que as informações foram tiradas do site The Aviation Herald (clique aqui) e o jornal não tivesse se esquecido de mencionar a fonte.
Nassif, o Le Monde hoje cita o “très serieux Estado de Sao Paulo” com essa sequência de fatos: clique aqui.
Nassif,
Um dos maiores dramas das faculdades de jornalismo (e das escolas em geral) é a terrível cultura do plágio, difundida abertamente no meio acadêmico, em alguns casos, como um expediente aceitável. Há anos, deixei de fazer trabalhos fora de sala de aula com os meus alunos para, justamente, evitar que os plágios fossem feitos. Mais ainda: me dediquei a fazer alertas periódicos sobre os efeitos maléficos do plágio sobre a formação do jornalista, além, é claro, de enfatizar as questões de mérito legal e ético. É uma luta permanente de todos os professores brasileiros, em todos os níveis de educação. Recentemente, houve um plágio escandaloso na Veja, descoberto e divulgado pela blogosfera. Agora, esse texto do Estadão. Aí, eu me pergunto: como manter em sala de aula um discurso ostensivo contra essa prática se não podemos contar com o exemplo de jornais e revistas de grande circulação, muitos dos quais encarados como referências de carreira e emprego para os alunos de jornalismo? Onde estão as comissões de ética dos sindicatos e da Fenaj? O que ensinam a respeito disso nesses cursinhos de trainee da mídia? É bom lembrar que plágio é CRIME, e que a perpetuação disso nas redações é caso de polícia.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:A torcida entendeu o recado de Adriano
Mas quem mais entenderia?
Lindo!!
“Eu só quero ser feliz”, um hino.
http://www.youtube.com/watch?v=Ke8NW-IkNV8
Que maravilha!
Autor: luisnassif - Categoria(s): Costumes Tags: Adriano, favela, FlamengoEu só quero é ser feliz. Andar tranquilamente na favela onde eu nasci E poder me orgulhar E ter a consciência que o Flamengo é o meu lugar
California’s dream
“O dia do reconhecimento chegou” disse ontem o governador Schwarzenegger numa reunião da legislatura local. “Nosso bolso está vazio. Nosso banco está fechado. Nosso crédito secou”.
O governador propõe cortes no orçamento para tentar fechar o rombo de mais de US$24B nas contas públicas, que levou um dos estados mais importantes dos EUA práticamente à falência.
“O barco da Califórnia está afundando, e o governador pretende jogar ao mar as crianças e as mulheres primeiro”, disse a legisladora demócrata Noreen Evans sobre os cortes nos programas sociais propostos pelo Schwarzenegger. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: Califórnia, crise, SchwarzeneggerNassif
não sou favorável ao Aécio, muito ao contrário
vou ser repetitivo,mas como residente em Minas Gerais, sugiro uma discussão aprofundada sobre o que é a propalada capacidade administrativa de Aécio
o Serra está na mira, o Aécio é poupado
agora mesmo o Estado está em dificuldades em honrar a folha de pagamento, o tal choque de gestão é fictício
informe-se sobre o processo de reconhecimento da “escolaridade” para os “planos de carreira” dos funcionários
o centro administrativo, obra horrorosa e inútil, extrapolou em muito os custos previstos (havia a possibilidade e valorização do centro, onde há prédios disponíveis e essa é a tendência mundial)
a linha”verde” ampliou os engarrafamentos e privilegiou a ultrapassada visão pró-automóvel e não “induziu” nenhum desenvolvimento para a região do aeroporto
você tem sido um crítico do comportamento da imprensa: com certeza sabe do que acontece em minas
chamar o Aécio de conciliador é uma brincadeira
mas não quero ser um crítico pela crítica, gostaria de enxergar os aspetos positivos, mas que não se baseasse nas declarações oficiais
gostaria desse debate
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública Tags: Aécio Neves, choque de gestãoNassif, fico admirado com comentários baseados em visões de pensamento único, de paradigmas que se supõem eternos, definitivos.
Alguns comentam que a era da industria Brasileira de carros passou porque estamos na “globalização”, veja, uma coisa é alguem colocar objeções a nacionalização da filial da GM por conta de aspectos técnicos, jurídicos, comerciais etc, embora eu torça a favor, pode ser que seja inviável mesmo, outra coisa é a idéia de uma industria 100% Brasileira ser descartada por principio, de forma genérica por conta de estarmos na “globalização”.
Estamos, hoje, amanha podemos não estar mais, o que existe é uma aguda falta de pensamento geo-politico, geo-estratégico , de olharmos a historia e vermos o que funcionou para as grandes nações no passado , o que as ajudou a superar suas dificuldades, a vencer guerras( e como é feio falar esta palavra, não? Imagine, guerras não vão acontecer mais nesta era de “livre comercio”). Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo Tags: desenvolvimento, industrialização, internet3 ou 14? No editorial do Estadão comentado ontem aqui, o jornalão dizia que o gov. “foi incapaz de concluir nos dois últimos anos mais do que ínfimos 3% das obras previstas”.
Hoje, uma notinha do Estadão online seção Dinheiro traz outro percentual: 14% de obras concluídas mais 77% em andamento adequado. Prescinde de comentários.
GERUSA MARQUES – Agencia Estado
BRASÍLIA – O sétimo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) mostra que, das 2.446 obras monitoradas até abril, 14% foram concluídas e 77% estão com a execução considerada adequada. O documento aponta ainda que 7% das obras merecem atenção e 2% estão em situação preocupante. Esses números, segundo o documento, não incluem as ações de habitação e saneamento, que são monitoradas separadamente. As obras dizem respeito a áreas de infraestrutura, como energia, petróleo e rodovias. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Mídia Tags: conclusão, cronograma, Estadão, PACHá mais ou menos uma semana, 22 cidadãs angolanas foram impedidas de entrar no Brasil pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, tendo sido recambiadas para Angola. Segundo a Polícia Federal os vistos eram falsos.
Com isso, o caso foi colocado à Embaixada do Brasil em Angola, que confirmou a autenticidade dos vistos. Grande parte das titulares dos referidos vistos, visitam frequentemente o Brasil a turismo e negócios. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: Angola, embaixada, Polícia Federal, vistoInforme Publicitário
ESCLARECIMENTO PÚBLICO
Em face dos esclarecimentos públicos reiteradamente prestados, que vêm sendo suprimidos de maneira condenável por alguns meios de comunicação, de forma a distorcer fatos e levar aos leitores informações incompletas e que induzem ao erro sobre as atividades da empresa, a Petrobras afirma:
1. Matéria publicada pelo Jornal O Globo deste domingo, intitulada “Muita política e pouca transparência”,omite do leitor que os dados utilizados para sua confecção são de domínio público e estavam a disposição no próprio sítio da Companhia, o que, por si só, contradiz o enunciado de falta de transparência. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia, Política Tags: direito de resposta, O Globo, PetrobrasNos seu áureos tempos, bem antes da Internet, o velho Jornal do Brasil tinha uma regra para as manchetes: se fosse fato com muita repercussão no dia anterior, a manchete procurava ressaltar o que poderia acontecer no dia em curso.
Olha só a manchete do Globo de hoje: o óbvio virando manchete.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Confiança no setor privado diminui
O impacto da crise financeira aumentou o medo de corrupção entre empresas privadas, afirmou uma pesquisa global. A Transparência Internacional disse que 53% dos 73.000 respondentes de 69 países agora vêem o setor privado como sendo corrupto, mais do que os 45% em 2004. O relatório também descobriu que a maioria das pessoas acredita que as empresas privadas pagam propina para influenciar políticas públicas. No entanto, os inquiridos disseram que os partidos políticos são os órgãos mais corruptos. “Estes resultados mostram um público despertado por uma crise financeira precipitada pela fraca regulamentação e falta de responsabilidade corporativa”, disse Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional, uma entidade anti-corrupção de Berlim.
Duas boas matérias do Valor sobre os presidenciáveis.
No artigo “Dilma sem adversário”, Raquel Ulhôa analisa as candidaturas de Dilma, José Serra e Aécio Neves à luz das últimas pesquisas Datafolha e CNT-Sensus.
(…) Mesmo estando dentro do script, o salto da pré-candidata de Lula causa apreensão na oposição. Embora tenha o pré-candidato favorito da disputa – Serra -, o PSDB se vê impossibilitado de reagir neste momento, a um ano e meio das eleições. Falta estratégia e discurso para enfrentar a alta popularidade de Lula.
Costura os argumentos dos aliados de Serra e de Aécio em relação às pesquisas.
Os de Serra sustentam que as pesquisas mostram a inviabilidade da candidatura Aécio Neves. Mas sua manutenção prejudicaria um investimento maior do partido na imagem de Serra – embora haja a proverbial indecisão de Serra entre se expor ou não se expor.
Os aliados de Aécio mostram que Serra é muito mais conhecido da população do que Aécio. Mesmo assim, sua candidatura está estagnada há tempos. Não é mencionado no artigo a milionária campanha nacional de Serra, em praticamente todas as grandes redes de televisão, nesses meses que antecederam as duas pesquisas.
Em relação ao aumento dos percentuais de Dilma, pode ser faca de dois gumes. E aí se entra no movimento pendular da opinião pública. Depois dos 30%, a candidatura se descola de Lula e depende de Dilma. Se crescer muito antes, não manterá níveis de crescimento depois. E aí poderá passar a impressão de fragilização.
Por outro lado, é o crescimento da candidatura que facilitará as alianças.
Outra matéria analisa Aécio Neves na visão dos empresários.
No plano da gestão, Aécio se notabilizou pelo pragmatismo. Montou um plano eficiente em Minas. Para atingir os resultados pretendidos, incentivou empresas, fortaleceu estatais mineiras que poderiam ter papel relevante nessa estratégia.
E virtude política, nesta situação, significa capacidade de agregação, ânimo conciliador e disposição em cumprir acordos, segundo definiu um dirigente de uma empresa do setor metalúrgico, ao comparar Aécio a Lula. Para este alto executivo, Lula só não se tornou o presidente ideal, dada a sua capacidade de conseguir consensos, por não acreditar em reformas limitadoras do tamanho do Estado. “Lula no fundo continua preso a crenças arraigadas na esquerda. O Aécio é um Lula do nosso lado”, afirmou. A visão não é uníssona. No meio empresarial a vocação de Aécio à conciliação ora é louvada ora é temida como indicativo de que um governo, sob o seu comando, hesitaria em tomar medidas impopulares.
É curiosa essa visão, sacramentada há anos pela ortodoxia econômica, de que bom governante é o que impõe sacrifícios à população. Bom governante é que sabe balancear sacrifícios com benefícios. Qualquer reforma a ser realizada – seja por quem for -, se precisar mexer em direitos, terá que apresentar contrapartidas claras e imediatas de benefício. A história de “fazer a lição de casa” prometendo o céu mais adiante não cola mais.
http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQeASgoQz8qsrZok
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: Aécio, Dilma, eleições 2010, Lula, SerraSegundo o Ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente, a queda no desmatamento da Amazônia – embora o tempo não tenha permitido ao INPE um levantamento mais amplo – se deve a “um brutal aumento das ações de combate ao desmatamento”. Segundo dados parciais do INPE, houve queda de 97%. Exagero minquiano.
Em todos os anos anteriores, funciona assim:
1. O mercado mundial de soja melhora, aumenta o desmatamento.
2. O mercado mundial de soja, reduz o desmatamento
Alem disso, a medição se dá apenas em cima de áreas não cobertas por nuvens. No ano passado, as nuvens cobriam de 46% (em maio) a 19% (em julho) dos céus. Este ano, de 73% (em abril) a 88% (em março).
Finalmente, como a tabela não apresenta a série histórica anterior a 12 meses (tentei encontrar no site do INPE, mas os dados são pouco didáticos), fica-se sem saber como funciona o fator sazonalidade.
Fazendo o cálculo proporcional, houve queda no desmate. Mas o que se deve à queda no mercado mundial de soja e o que se deve à ação de fiscalização?
Vamos ver o que nossos leitores especialistas têm a dizer.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Meio Ambiente Tags: Carlos Minc, desmatamentoClique aqui, para algumas matérias sobre precatórios.
O que está acontecendo? No passado, aconteceram abusos nessa área de precatórios. Nem se fale dos precatórios em cima de terrenos da Serra do Mar, o precatório de R$ 1 bi do Parque Villa-Lobos, ou do comércio de precatórios comandado por alguns escritórios de advocacia. Ou da regra de correção dos atrasados que acabava dobrando o valor do precatório. São abusos e devem ser tratados como tal.
Ocorre que, tomando os abusos como regra, governos estaduais e municipais passaram a protelar o pagamento de todo tipo de precatório. E o munícipe que teve sua casa desapropriada para a construção de uma linha de Metrô? E o funcionário que espera pagamento de um precatório alimentar?
Há a proposta de um leilão reverso, no qual seriam pagos primeiros os precatórios dos proprietários que aceitassem os maiores descontos. Pode ser um caminho.
Mas, antes de enveredar por aí, há a necessidade de se abrir os números. Qual o percentual de precatórios que não mais pertence aos proprietários originais? Qual o percentual referente a pequenas propriedades ou ações individuais? Quais as ações que estão sendo propostas para separar os abusos dos direitos?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cidades, Gestão Pública, Justiça Tags: precatóriosNassif, veja essa reportagem da Time. é de embasbacar: http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1902421,00.html
informa que os Airbus da serie 330, desde 2006 vêm apresentando um problema de conflito em softwares de piloto automático, que colocam o avião em mergulho por erronea interpretação de dados. Isso pode não só explicar por que o AF447 caiu, mas por que o voo da TAM, alguns dias antes, tb enfrentou uma estranha turbulência que feriu vários passageiros. Não seria hora da Airbus se pronunciar a respeito desse dado apavorante? Quem será o próximo a embarcar num Airbus? abs Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: acidente, Air France, AirbusCaros amigos do Blog, por acaso me encontro neste momento na Cidade de Xiamen , na China e estive ontem em reunião com a Prefeitura de Xiamen para tratar justamente da substituição imediata dos ônibus e Taxis e demais veículos do serviço público para Veículos Híbridos Elétricos utilizando Células de Baterias de Lithiun com tecnologia Japonesa da Empresa a qual eu trabalho. A Prefeitura de Hong Kong e a Prefeitura de Xiamen já tomaram a decisão . A diferença entre o que está acontecendo aqui na China e o sonhado pelo amigo Gustavo é a velocidade do processo decisório .
Para vocês terem uma idéia , nossa reunião na Prefeitura durou 1 hora e os Engenheiros + O deputado local responsável pelo processo decisório , imeditamente após comprar a idéia , telefonou para a Empresa local de fornecimento de matéria-prima e saímos da reunião imeditamente para outra reunião com a Empresa Fornecedora para tomar decisões . Em 10 minutos havia um carro da Prefeitura nos aguardando e em meia hora já estávamos em uma reunião ainda maior com os fornecedores . Isso faz diferença .
No caso Brasileiro há um problema em relação a isso que precisa ser superado. Também nossas fabricantes de bateriais não detém a tecnologia para equipar os veículos Hibridos. O investimento em uma fábrica de baterias para atender este setor seria de 100 milhões de Dólares . Alguém se Candidata ?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo Tags: baterias, indústria automobilística, JapãoCaro Nassif e srs.:
Esta matéria foi produzida em nov/08 na seção Painel da Revista AutoMOTIVO, da qual sou jornalista responsável. Nela, vocês verão que o Brasil JÁ POSSUI uma indústria automotiva nacional. só que não interessa ao empresariado (sempre ele!) emplacar um “brand” nativo. Leiam: Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: indústria automobilística, Mitsubishi, montadora nacional, Souza RamosPara uma quarta de tanto frio que as caçulas pareciam bichinhos de pelúcia.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Interessa ao Brasil ter sua própria indústria automobilística?
Vamos a alguns dados do engenheiro de produção e professor da Universidade Federal do Espírito Santos Rodrigo Medeiros, publicados no Blog.
Nos países mais desenvolvidos e nos tigres Asiáticos, os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações. Medeiros denomina a esses setores de “indústrias centrais”, em torno das quais se estrutura a industrialização, a inovação e a competitividade nesses países centrais. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: General Motors, indústria automobilísticaPara os que não se lembram,o Brasil já teve uma industria 100% brasileira, que foi a Gurgel, também tivemos a CBT de São Carlos que fabricava tratores com motor Mercedes mas depois investiu numa fabrica própria de motores(diesel), bombas injetoras, acho que até as engrenagens do cambio a CBT fabricava, num inédito processo de verticalização de produção na época , assim tinhamos tratores 100% brasileiros e também um jipe, o Javali, lançado pela CBT na época e, se não me engano, o motor Diesel da CBT foi o primeiro motor a combustão interna nacional, antes do motor do BR-800 da Gurgel, que seguiu o mesmo caminho, começou com mecânica Wolksvagem, depois desenvolveu seu motor quando lançou o BR-800.
Ambas faliram sem nenhum apoio do governo.
Outro caso, ainda mais deprimente, foi o da Engesa, que não chegou a desenvolver um motor mas criou o que na época foi considerado o melhor tanque de guerra do mundo, o MBT Osório, que derrotou seus concorrentes nas avaliações no deserto Saudita, AMX-40 da França, o Challenger da Inglaterra e o M-1 A1 Abrams dos Estados Unidos. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Defesa, Economia, Tecnologia Tags: Engesa, industrialização