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26/05/2009 - 13:41

O petróleo na América Latina

Por Roberto São Paulo/SP

BBC Brasil, Atualizado em 26 de maio, 2009 – 05:51 (Brasília) 08:51 GMT

Brasil é o futuro do petróleo latino-americano, diz ‘Financial Times’

O Brasil representa o futuro do petróleo latino-americano, em contraste com os problemas enfrentados pelos dois maiores e mais tradicionais produtores da região, Venezuela e México, segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo diário britânico Financial Times………………

…………A reportagem afirma que até agora o Brasil tem gerido bem sua indústria, permitindo que a Petrobras se transforme em “uma das mais avançadas companhias internacionais de petróleo”……………..

………..O jornal afirma que, em seus dez anos no poder, o presidente Hugo Chávez “dizimou a PDVSA, a estatal venezuelana do petróleo, que nos anos 1990 aparecia como uma das mais bem gerenciadas do mundo”.
A produção venezuelana caiu de 3,4 milhões de barris em 1999, antes de Chávez chegar ao poder, a 2 milhões atualmente………………..

……………”Por mais de 50 anos, o México rivalizou com a Venezuela como o mais importante produtor de petróleo da América Latina. Mas o país também usou demais sua empresa estatal de petróleo como cofrinho para tirar dinheiro”, diz o texto…………………….

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia Tags: , , , ,

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44 comentários para “O petróleo na América Latina”

  1. Andre Araujo disse:

    Uma enorme salada de comentarios, confundindo ideologia com eficiencia. A Venezuela nacionalizou as tres estrangeiras em 1976. Do inicio do governo Chavez até hoje a produção só está caindo, as tres grandes refinarias estão sucateadas, especialmente Puerto La Cruz. A produção de cru cai, nada a ver com quotas da OPEP, como alguem falou. A cota da Venezuela na OPEP é de 2,470 milhões de barris/dia, a produção está há tres anos abaixo da cota, hoje é de 2,358 milhões de b/d (declarada, parece que é bem menos), quando em 2006 era de 2,810 milhões de b/d. A PDVSA é um caos que se agrava.. Segundo muitos dizem aqui isso é muito bom para o povo venezuelano.
    A PEMEX sempre produziu mais que a PDVSA e é mais integrada, com 3,710 milhões de b/d, o México é o 5º produtor mundial, enquanto o Venezuela é o 9º. A PDVSA tem porem um grande ativo que a PEMEX não tem, a rede de postos CITGO no Sul dos EUA, com 9.000 postos, chegou a ter 14.000, hoje precisa comprar combustivel de terceiros, só o venezuelano não é suficiente para abastecer seus postos. Até Chavez a rede era muito bem administrada, hoje está no padrão Chavez de ineficiencia, com apaniguados semi-analfabetos na diretoria. Pata os admiradores de Chavez, o Ministro de Energia e atual presidente da PDVSA, Rafael Ramirez, antes do governo Chavez era motorista de onibus escolar. Chavez fez um grande expurgo na PDVSA quando assumiu o poder, demitindo 2.000 gerentes, colocou uma leva razoavel de técnicos chavistas, alguns de muito bom nivel, como Jose Rojas, o n 2 da PDVSA, Vice Presidente Financeiro. Essa leva tambem foi demitida em um novo expurgo em 2006, agora entrou a “”galera”" chavista e com isso a empresa esta literalmente afundando. Mas tem que bata palmas para o maluco dançar.

  2. Neves disse:

    Luiz Horacio,

    “Depois disso, não é que o petróleo vai acabar, claro que não vai, é um produto básico e importante em vários ciclos produtivos”

    Vou repetir o óbvio para ver se você entende:

    TUDO QUE É FINITO UM DIA ACABA.

    Desculpe a caixa alta, mas não vejo outro jeito de deixar a coisa clara. Você insiste que o petróleo não vai acabar, que ele é um recurso infinito dentro de um mundo finito.

    A terra não é plana, ela é finita, isto a gente sabe desde que Juan Sebastián Elcano concluiu a viagem iniciada por Fernão de Magalhães.

    Se você compreende que o petróleo é importante em vários ciclos produtivos, saberá que a redução de sua extração na natureza causará um imenso impacto social. Este é o alerta que os estudiosos do Pico do Petróleo vêm realizando.

    O recado é: temos de usar o petróleo remanescente após a ocorrência do pico para preparar a humanidade para um novo tipo de civilização. Não poderemos prosseguir com expansão econômica e populacional após o pico. A produção e distribuição de alimentos é altamente dependente do petróleo no modelo da agricultura mecanizada, responsável pelo grosso da produção alimentar mundial.

    As alternativas ao petróleo não darão conta da substituição do óleo de maneira simplista. As fontes alternativas representam algo em torno de um por cento das fontes primárias de energia. Não existe tecnologia miraculosa para substituir o petróleo. Não há garantias para que elas surjam em prazos estipulados, que estejam amplamente disponíveis em uma ou duas décadas.

    As alternativas para o petróleo são: poupar, poupar, poupar!

    Em relação aos paradigmas de nossa civilização a alternativa é: mudar, mudar e mudar!

  3. Olivier disse:

    Nassif,

    Interessante visão dos hermanos sobre o Brasil e a Petrobras, em multimídia.

    http://www.clarin.com/diario/2008/07/10/conexiones/home.html

  4. lidia disse:

    noooooooooooooooooooooooffa!

    ARE BABA!

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