iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

Arquivo de maio 23rd, 2009

23/05/2009 - 19:00

Trivial de Danilo Britto

Alguém poderia imaginar um bandolinista que fosse a síntese perfeita de Jacob do Bandolim e Luperce Miranda, a técnica e a sensibilidade de Jacob e o vigor de Luperce?

Pois eis aí, Danilo Britto, mal saído das fraldas e já na relação dos maiores bandolinistas da história. Quase todas as composições são dele, duas dos pai, uma do Luperce.

Clique aqui se não estiver acessando

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/05/2009 - 11:02

O novo embaixador dos EUA

Por Andre Araujo

A indicação de Tom Shannon para Embaixador dos EUA no Brasil foi um ato de inteligência por parte do Presidente Obama. As duas princiapais Embaixadas americanas na America Latina, México e Brasil, foram durante todo o Governo Bush ocupadas por indicações da Casa Branca e não do Departamento de Estado, isto é , amigos de Bush e não diplomatas de carreira. Para o México Obama manteve a praxe e indiciou Carlos Pascual, nascido em Cuba, que trabalhou no Conselho Nacional de Segurança da Casa Branca e na USAID, em substituição a Tony Garza, uma celebridade, amigo de Bush, filho de pais mexicanos, casado com Marisun, a mulher mais rica do México, dona da cerveja Corona. O indicado Carlos Pascual recebeu criticas em Washington porque não conhece nada do Mexico, sendo que na USAID era especialista em paises devastados por desastres, o que não pegou bem no Mexico. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: , ,
23/05/2009 - 11:00

Ser paulista

Abro a discussão sobre o “ser paulista” recomendando não se ceder às visões preconcebidas. São Paulo não é um, são muitos, é um mundo extremamente diversificado que não pode ser interpretado apenas a partir dos olhos da mídia paulista.

Por Hilano Carvalho

Rodrigo Medeiros,

“O problema é que os paulistas, não todos, se consideram desenvolvidos e por isso consideraram natural a adesão ao neoliberalismo, ou seja, ao fim da história”

É exatamente isso: trata-se de um auto-engano social. Os paulistas, talvez encarnando as figuras sanguinárias dos Bandeirantes do passado, sendo que, a rigor, boa parte deles nem sequer poderia reivindicar tal ascendência, pois a grande massa colonizadora de SP, não se esqueçam, tem origem italiana e espanhola, que remonta aos séculos XIX e XX, tem uma visão colonialista do resto do Brasil. Muitos vêem de fato o Brasil como um resto no sentido mais pejorativo da palavra. Dito isso, parte dos paulistas-nativos, não todos, mas a grande maioria, até mesmo sem querer, influenciados por uma cultura autoritária e servil, nem se reconhecem no “ser brasileiro” para si, se os outros assim se vêem desta maneira, ou para os outros, na medida em que se consideram superiores por apresentarem indicadores financeiro-econômicos mais favoráveis, construídos, tal como muito bem exposto aqui, pela exploração do meio ambiente e de mão de obra barata. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira, Costumes, História Tags: ,
23/05/2009 - 10:56

Uma provocação sobre a história

Por Sillas

Nassif, na sua opinião

Qual foi o melhor presidente da república da história do Brasil?

Comentário

OS que deixaram sementes: Vargas, JK (em termos), Castello, Geisel (com ressalvas) e Collor (com ressalvas).

Das grandes oportunidades perdidas: Deodoro, Campos Salles, Jango, FHC.

Os irremediavelmente medíocres: uma leva na República Velha, Sarney.

Sobre Lula, ainda não há distanciamento histórico. Tem grandes feitos, como as políticas sociais. E grandes restrições, como a manutenção da política monetária do BC e a falta de visão estratégica.

E podem quebrar o pau porque vou ao boliche com minhas menininhas.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
23/05/2009 - 10:40

E ai vem a Folha…

Abordagem profunda de jornais atrai leitor, aponta pesquisa

Diários são meio de informação favorito, segundo levantamento com 4.900 pessoas em sete países

A liderança dos jornais se reflete em todas as faixas etárias. Entre pessoas de 50 a 64 anos, a preferência supera os 70%. Na faixa dos 30 aos 49 anos, a escolha pelos jornais como principal fonte de notícias está em cerca de 65%, preferência um pouco superior à registrada entre os consumidores que têm entre 16 e 29 anos.

A preferência pelos jornais, diz a pesquisa, repete-se em todos os países em que ela foi realizada: Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França, Canadá, Holanda e Suíça.

Lajos Jardai – 4.mai.06/Bloomberg

Homem lê jornal na Alemanha; 69% dizem preferir publicação

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/05/2009 - 10:35

A culpa é de FHC

É sabido que o jornalismo político não abre mão de intrigas. Aprecia-se principalmente quando determinada frase pode provocar brigas de grandões. Por exemplo, pegar cada frase de Lula ou FHC e colocar como se fosse crítica de um ao outro.

O jogo ideológico também não prescinde de bordões, da mesma forma que qualquer tipo de análise minimamente sofisticada os abomina. Por exemplo, a questão da herança maldita ou da herança bendita de FHC é um caso clássico.

Quando o governo Lula atribui determinado mal à herança de FHC, quando se deve utilizar a ironia?

Há uma regra básica:

1. Tudo o que aconteceu no período FHC é responsabilidade de FHC. Por exemplo, a apreciação do câmbio de 1994/1999 é culpa de FHC.

2. Tudo o que ocorreu depois de 2003, e que não tem relação de dependência com o passado, é culpa de Lula. Por exemplo, a apreciação do câmbio no período 2003/2008 é culpa de Lula.

A partir daí, pode-se criar um manual de bordões primários a ser utilizado, quando se falar na herança de FHC:

1. Quando o assunto for a política monetária do BC. Pode usar a ironia. Desde 2003 é responsabilidade total de Lula.

2. Quando tratar da dívida pública, não pode utilizar a ironia. Dïvidas se herdam.

3. Quando se criticam as agências reguladoras como herança maldita de FHC, pode-se utilizar a ironia, porque o perfil das agências de hoje foi definido pelo governo Lula.

4. Quando se fala em desmonte do setor público, não se pode usar a ironia, porque leva anos para se recompor.

Quando Dilma Rousseff diz que que até 2.000 a Petrobrás foi uma caixa preta, não pode ser ironizado. Primeiro, porque a empresa, presidida por Joel Rennó, era uma caixa preta, não tinha avançado nas normas de transparência nem da Bovespa nem da Bolsa de Nova York, não havia planejamento estratégico. O novo modelo começou a ser montado na gestão Phelippe Reischstull, ainda no governo FHC.

Se a Ministra se refere à caixa preta do período 1994-2000 (gestão Joel Rennó) e exclui o período 2000-2002, quando a Petrobrás começa a tomar rumo, na gestão Phelippe Reichstull e ambos foram do governo FHC, é evidente que não está falando em herança maldita nem demonizando o antecessor.

Aí o Globo pega o primarismo de alguns blogs de ideia fixa e resolve aplicar a fórmula banalizada:

Seis anos depois, a culpa ainda é de FHC

Vinte anos depois, continuará sendo. Ou se julga que erros podem ser prescritos da história?

Do Portal Luís Nassif

FHC e o período negro da Petrobrás

Como todo mundo sabe, o governo de Fernando Henrique Cardoso queria vender a Petrobrás, que quase virou “Petrobrax”. Mas estava evidente que a venda do mais rico, estratégico e promissor patrimônio brasileiro não seria um projeto fácil como foi a venda das outras estatais. Pois havia o maior entrave: a opinião pública.

http://blogln.ning.com/forum/topics/fhc-e-o-periodo-negro-da

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , ,
23/05/2009 - 10:08

A novela do dólar

Os efeitos da grande crise sobre a moeda global ainda é objeto de dúvidas de todas ordem.

No auge da crise o dólar se valorizou, tornou-se refúgio. Com a economia global passando por um período de calmaria, os capitais passam a buscar outras moedas e outras operações, enfraquecendo o dólar. Ambos os movimentos são artificiais e ainda resultado do crash do ano passado.

De permanente há a preocupação com as contas fiscais norte-americanas.

À falta de dados maiores sobre o total de ajuda que a economia americana demandará, abre-se espaço para toda sorte de especulação, inclusive de uma inflação futura provocada pelo excesso de emissão monetária.

E aí se traz de volta a realidade sobre o discurso da recuperação econômica mundial. O ajuste fiscal se dará sobre o consumidor americano. Endividado, empobrecido, com uma conta futura para pagar – a ajuda à economia americana, quantos anos serão necessários para recompor esse poder de compra, que garantiu a pujança da economia mundial nas últimas décadas.

Alguns analistas atribuem a valorização do real à desvalorização global do dólar.

É raciocínio falso. A paridade do real sempre foi com o dólar. Quando o dólar se apreciava, o real se apreciava perante outras moedas, e vice-versa. Agora, o que está acontecendo é a apreciação do real perante o dólar – e, consequentemente, mais que proporcionalmente em relação a outras moedas.

É o jogo especulativo de volta, alimentando pela tibieza com que Lula suporta a inação do Banco Central.

Clique aqui

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cabeção, Crise, Economia Tags: , ,
23/05/2009 - 07:23

Fora de Pauta

Porque hoje é sábado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo