Só por curiosidade, o resultado das pesquisas para testar os formulários do Google Docs.
Como explique, foi apenas um teste para o sistema do Google. Um comentarista questiona a “parcialidade” da pesquisa de navegadores, ao colocar IE 9 e outros.
Foi um engano inicial meu, já que a última versão do IE é 8, não 9. Mas a intenção de separar as versões se deve ao fato de que os paus, para ver vídeos e embeds, se dão nas versões anteriores ao IE 8.
Aqui vai, do Google Analytics, a divisão dos navegadores do público do blog:
1. Internet Explorer 56.48%
2. Firefox 34.64%
3. Chrome 5.76%
4. Safari 1.64%
5. Opera 0.97%
Só para esclarecer: os dados de cima são referentes àquela pesquisa experimental que fiz aqui.
O último é do Google Analytics, em cima de um universo de mais de 650 mil usuários do Blog.
BRASÍLIA – O Tribunal de Contas da União (TCU) deverá encaminhar aos integrantes da CPI da Petrobras pelo menos oito processos que investigam suspeitas de irregularidades e de superfaturamento de obras públicas, além de contestações à contratação de fornecedores com dispensa de licitação.
Um dos casos mencionados pelo TCU se refere a contratos assinados pela Petrobras durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de uma auditoria realizada na BR Distribuidora em 2000 para averiguar pagamentos feitos pela empresa ao Instituto de Organização Racional do Trabalho (Idort-RJ) que, segundo o TCU, foram feitos sem contrato. Leia mais »
Aproveitando as experiências com as planilhas online, ai vai uma tabela que lhe permitirá estimar valores de poupança, prazos e valores de pecúlio.
O modelo é simples. Tem cinco variáveis:
1. Poupança mensal.
2. Meses de contribuição (isto é, de poupança).
3. Meses de benefício (quanto tempo você prevê que necessitará do pecúlio).
4. Valor do benefício a ser retirado mensalmente.
5. Taxa de juros anual tanto no período de poupança quanto de pecúlio.
Você coloca na coluna das HIPÓTESES os valores que desejar.
Colocando um X em uma das hipóteses, a planilha calculará automaticamente qual o seu valor, para se ajustar aos demais.
Por exemplo, você quer poupar R$ 1.000,00 por mês por 120 meses. Depois, quer receber R$ 2.000,00 por mês. Quanto tempo durará o saldo acumulado? Você coloca um X na célula C5 e o sistema calculará o prazo que durará seu dinheiro.
Ou então quer depositar R$ 1.000,00 por 180 meses e quer saber quanto poderá sacar por 120 meses. Nesse caso coloca o X em C6 e aparecerá o valor R$ 3.206,00.
para seguir no rumo do desenvolvimento com inclusão social é preciso evitar que a pauta das eleições de 2010 seja capturadas pela infinita oposição binária e simplista entre lulistas e anti-lulistas.
é preciso trazer ao primeiro plano da agenda de 2010 um projeto estratégico nacional para o Brasil do seculo XXI, dentro da perspectiva aberta pela atual crise global.
o próprio destino parece conspirar neste sentidos, ao trazer para uma disputa que parecia estar definida entre Dilma e Serra o fator da incerteza e as questões da complexidade. Leia mais »
Mas estou repetindo aqui há tempos,
o remédio brasileiro contra a tentação de exportar commodiites para a China é o Nordeste Brasileiro.
Alguém diria, por que???
Simples, porque o resto do país ou é centro financeiro ou é desenvolvido (São Paulo e Sul) ou é grande exportador de commodities, como Minas, Centro-Oeste e Rio(especial agora com o pré-sal).
Tá todo mundo feliz ou indiferente em se tornar dependente de exportações de commodities para a China.
Mas o Nordeste não. Leia mais »
A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta quarta-feira (20/5), aumentar a indenização imposta à Opportunity Equity Partners Administradora de recursos Ltda., do grupo Opportunity, à juíza Márcia Cunha de Carvalho, da 2ª Vara Empresarial. O grupo vai recorrer da decisão.
Os desembargadores Gilberto Rêgo e Rogério Oliveira entenderam que os processos movidos pelo Opportunity contra a juíza, após uma decisão desta contra o grupo, extrapolaram o direito de petição. “É verdade que o direito de petição não gera dever de indenizar. Contudo, isso não quer dizer que não há limites”, disse Rêgo. Para o desembargador, o direito de reclamar não pode ser um meio de perseguição.
“Nunca vi um juiz ser tão absurdamente perseguido só porque decidiu contra interesse da parte”, disse o desembargador Rogério Oliveira. Para ele, o Poder Judiciário não pode dar guarida a esse tipo de atitude. Há, diz, um sistema jurídico que é o do recurso.
À princípio, o desembargador Gilberto Rêgo votou para manter a decisão de primeira instância e a condenação da empresa em R$ 100 mil. Mas reconsiderou seu voto depois de Oliveira votar por aumentar o valor para R$ 200 mil. Segundo Oliveira, a repercussão do caso, que já foi conhecido por todos, ainda vai continuar.
Comentário
A Folha foi cúmplice desse assassinato de reputação, quando abriu espaço para que Janaína Leite – claramente ligada a Daniel Dantas – cometesse uma das mais vergonhosas páginas do jornalismo brasileiro.
Clique aqui para ler o capítulo da série “O Caso de Veja” que aborda essa vergonha. Leia mais »
“O artigo do advogado Sergio Bermudes (”Um ano depois”, “Tendências/Debates”, 18/5) é uma afronta aos leitores da Folha.
Trata-se de uma bajulação explícita ao ministro do STJ. Para que serve isso? Qual o objetivo do autor? Quem se vale de elogios? Qual o interesse da Folha em desperdiçar com frivolidades um espaço tão disputado?
O que o leitor brasileiro de jornal está precisando é de esclarecimentos verdadeiros, de análises concretas dos que sabem o que falam e, sobretudo, de juízos isentos, no domínio da política, da ciência e da cultura em geral, para que possa formar opiniões esclarecidas sobre grandes problemas do Brasil e da humanidade.”
JOSÉ MARIA ALVES DA SILVA professor da Universidade Federal de Viçosa (Viçosa, MG)
Comentário
Atribui-se a Sérgio Bermudez a entrega, à Veja, do grampo ilegal que levou à demissão do jornalista Ricardo Boechat, de O Globo.
Aqui, uma carta pública de Bermudez a Gilmar, quando este era advogado geral da União. Depois os dois se entenderam muito bem, a ponto de Bermudez, o “chicanista” (como era tratado por Gilmar) ter-se tornado seu advogado e professor do IDP.
O episódio ajuda a reforçar a percepção sobre o círculo de aliados do qual se cercou o presidente do Supremo. Leia mais »
Essa questão das relações com a China merece ser mais bem avaliada.
Toda potência emergente – como foi o caso da Inglaterra no século 18, dos Estados Unidos no século 20 e, agora da China – ambicionam um modelo de relações comerciais com países mais fracos: adquirir matérias primas e vender manufaturados.
É a regra clássica, que constrói nações ou as mantém meramente como fornecedoras de matérias primas.
O incentivo à manufatura significa agregação de valor, melhoria tecnológica, melhoria no nível do emprego e do desenvolvimento econômico e social.
Uma das características das nações com vocação de Império é a obsessão ampla em se fixar nesses pontos. Muitas vezes através de acordos falsamente vantajosos para os parceiros comerciais.
É clássico o exemplo do Tratado de Methuen, entre Inglaterra e Portugal, em 1703.
Os ingleses deram vantagens óbvias para uma parcela influente da elite empresarial portuguesa, os produtores de vinhos. Em troca de redução nas alíquotas de importação de vinhos portugueses, os ingleses conseguiram a manutenção das tarifas de importação para seus produtos – especialmente os têxteis.
Do lado inglês, não houve perdas. Apenas a substituição de vinhos franceses por portugueses. Do lado português, um desastre. Primeiro, a destruição do setor têxtil nacional. Depois, os enormes superávits ingleses provocaram uma grande apreciação da moeda portuguesa, acabando de destruir a incipiente manufatura local.
Por sua vez, os ingleses conseguiram acumular grandes reservas em ouro portugues. Com ele, adquiriam produtos têxteis na índia – que tinha uma indústria têxtil mais desenvoilvida. Mas não deixavam entrar na Inglaterra, para não prejudicar a indústria local. Compravam, vendiam para outros países da Europa em troca de matéria prima. E completaram o ciclo exigindo que todo o comércio internacional fosse feito em navios ingleses.
Os chineses têm muito claro a sua estratégia. Querem garantir fornecimento de matéria prima para sustentar seu desenvolvimento nas próximas décadas. Ao mesmo tempo, continuam mantendo câmbio desvalorizado e recorrendo a toda sorte de expedientes para inundar o mundo com suas manufaturas de baixo custo.
Esse é o risco maior. De um lado, o Brasil (e o Mercosul) permitindo a invasão cada vez maior de produtos chineses, tanto pela leniência em definir barreiras extra-tarifárias quanto pela imprudência em relação ao câmbio. Do outro, aceitando investimentos na exploração da matéria prima, mas com a produção antecipadamente adquirida pela China – podendo reduzir substancialmente a margem de manobra futura do país.
São esses temas que necessitam ser melhor discutidos. Está na hora do país começar a incluir a economia política em suas análises estratégicas e diplomáticas.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos decidiu resgatar a GMAC, antigo braço financeiro da General Motors, com US$ 7,5 bilhões, de acordo com pessoas familiarizadas com as discussões, o que traria o apoio federal total para mais de US$ 12 bilhões. Espera-se que o negócio seja fechado nesta quinta-feira, que viria duas semanas após os reguladores federais concluírem, a partir do teste de esforço na GMAC, que o banco precisava de um adicional de US$ 11,5 bilhões em capital para que ele suporte a grave recessão na economia. A GMAC continua a fornecer financiamentos cruciais para as vendas de automóveis da General Motors, e funcionários do Tesouro reconheceram que isso era essencial para o mais amplo esforço do governo de salvar e reestruturar a gigante automobilística, de acordo com os indivíduos que foram informados sobre as discussões e que falaram apenas em condição de não serem identificados.
O declínio abrupto nas economias dos três maiores parceiros comerciais dos EUA – México, Japão e Alemanha – ressaltou a gravidade da recessão mundial e colocou pressão para que as grandes nações industrializadas reavivem as moribundas negociações comerciais globais. Na quarta-feira, o México tornou-se o mais recente país a anunciar o afundamento da sua economia. O PIB do país caiu 21,5% no primeiro trimestre na taxa anualizada, o pior desempenho desde a crise do peso mexicano em 1995, levando o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Tesouro dos EUA a operarem um salvamento financeiro. Desta vez, o México se antecipou ligeiramente, ao arranjar com antecedência uma linha de crédito de US$ 47 bilhões do FMI. O declínio do México se seguiu um dia depois do anúncio do Japão de que a sua economia se contraiu 15,2% no primeiro trimestre, pior desempenho desde 1955. Na semana passada, a Alemanha declarou sua queda do PIB no primeiro trimestre, 14,4% anualizados, pior resultado desde 1970.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, finalmente selecionou o seu embaixador para a China – e não em um momento demasiado cedo. Porque o embaixador designado Jim Huntsman era cogitado para ser candidato presidencial em 2012, a maior parte da reação da imprensa tem sido sobre as ramificações dessa escolha sobre a política interna. Esse foco no círculo restrito de poder ofusca um fato menor: Huntsman está prestes a se tornar o homem de frente da mais importante relação bilateral do mundo. A China tem se movido nos últimos meses para substituir o dólar como moeda internacional de reserva, e negocia com países como o Brasil o uso de moedas locais nas relações comerciais bilaterais.
O Banco do Japão pode abandonar a sua política de manutenção da taxa de juro em 0,1%, e rever para cima a sua avaliação da economia na próxima sexta-feira, no final da reunião de dois dias do comitê de política monetária. Analistas estão depositando esperanças de que o banco central irá, pela primeira vez em quase três anos, reconhecer que há sinais de melhora na economia, embora tais observações serão tecidas com cautela. “O Banco do Japão poderá rever a sua avaliação da situação econômica atual e futura com base nos recentes sinais de que a economia está atingindo o fundo do poço. No entanto, esperamos também que o banco reafirme seu foco nos riscos descendentes, devido à expansão sem precedentes dos intervalos deflacionários”, escreveu o economista do HSBC Seiji Shiraishi, em relatório.
Libra recua após S&P rebaixar perspectiva do Reino Unido
A libra esterlina foi atingida nesta quinta-feira depois que a perspectiva para a economia britânica foi posta em dúvida, quando os ratings da dívida soberana do país foram revisados de ‘estável’ para ‘negativo’ pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P). A mudança da S&P é muito embaraçosa para o Tesouro britânico, e dará munição ao Partido Conservador, de oposição, que argumenta que o governo está gerenciando uma montanha crescente e instável de dívidas. A libra esterlina caiu 1,2% face ao dólar e 1,4% contra o euro, antes de se recuperar. As ações e títulos do Reino Unido também se recuperaram, depois de caírem abruptamente devido ao anúncio da S&P. A agência baixou a perspectiva do Reino Unido para negativa, enquanto afirmou a nota máxima ‘AAA’ em longo prazo e ‘A-1 +’ em curto prazo para os ratings soberanos de crédito.
A tradicionalmente deficitária balança comercial de eletroeletrônicos poderá ser a primeira a se beneficiar da abertura da fábrica do Centro Especializado em Semicondutores (Ceitec ), em Porto Alegre, em julho. O projeto de R$ 350 milhões teve origem em 2000 como uma associação civil sem fins lucrativos. Desde novembro, no entanto, o sonho de cientistas e empresários foi transformado em uma empresa, de propriedade do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), com capacidade para produzir 400 milhões de unidades por ano.
Longe de ser consenso entre especialistas, o centro, em sua nova condição, hoje tem como missão competir globalmente por uma fatia do mercado de chips dedicados, que movimenta US$ 250 bilhões anuais. Diferente dos usados em computadores, estes semicondutores são adotados em celulares, televisores e em milhares de equipamentos…………… Leia mais »
1.O Banco de Desenvolvimento da China (CDB) é um banco estratégico, sob controle direto do Birô Politico do Partido Comunista Chines. Os empréstimos do CDB visam assegurar suprimentos cruciais para a economia chinesa, sendo o petroleo um deles. A China depende e vai depender cada vez mais de petroleo importado, na base de 70% do seu consumo.
2.Os emprestimos do CDB na area visam garantir fornecimentos futuros de petroleo. Os US$10 bilhões de crédito à Petrobrás terão como contrapartida 150 mil barris de petroleo por dia no 1º ano e 200 mil barris dia nos 9 anos seguintes. Um pouco antes o CDB fez emprestimo de US$25 bilhões à Russia tendo como contrapartida 300 mil barris dia, uma relação bem melhor do que a oferecida ao Brasil. Leia mais »
Em seu artigo no Financial Times, o colunista Martin Wolff indaga se a crise atual significa uma divisão radical no modelo econômico mundial ou apenas mais um solavanco em um processo que vem há anos se repetindo, em formato de bolha.
Vamos a alguns pontos relevantes sobre os desdobramentos da crise – tomando por base o que ocorreu em 1929.
A crise de 29 não se resolveu logo. Foram necessários alguns anos até que Roosevelt encontrasse formas de implementar seu plano de obras públicas e mudanças no sistema de financiamento habitacional e no sistema bancário norte-americano. Leia mais »
CONCESSÕES DE RÁDIO & TV
Pela máxima dispersão da propriedade
Por Venício A. de Lima em 19/5/2009
Um dos resultados positivos da frustrada tentativa da FCC (Comissão Federal de Comunicações, na sigla em inglês) de “flexibilizar” normas restritivas à propriedade cruzada da mídia (jornal, rádio e televisão), que se seguiu à onda de privatizações das telecomunicações nos Estados Unidos, foi não só a articulação da sociedade civil contra essas medidas mas, também, o surgimento de sólidos estudos que justificaram a permanência das restrições. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.