Trivial de Johnny Alf
Do Portal Luís Nassif
Johnny Alf – 80 Anos
* Postado por Helô
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Música, Sem categoria Tags:Clique aqui para a página com amplo material sobre Jonnhy Alf.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Música, Sem categoria Tags:
Olá, Luis,
Alô, xará! Já antecipando, salve nosso 24 de maio!
Seguinte: estou com mais uma série de shows no CCBB, desta vez em homenagem ao centenário de Carmen Miranda, com elenco bacaninha. Estamos no CCBB de Brasília (de sexta a domingo) e Rio (às terças) ao mesmo tempo, em maio. A partir de 9 de junho, ocupamos o CCBB de SP durante quatro terças-feiras.
Miltinho e Roberta Valente estarão lá. Vou ficar muito feliz em ver você em qualquer desses shows, especialmente se depois rolar uma roda de choro para a qual você me convide. Grande abraço!
No domingo fui a uma pizzaria de Perdizes, onde tocava o Miltinho Mori, o nosso Miltinho Tachinha. Ele é homem dos sete instrumentos, além de arranjador da Banda da Glória.
Tem muito bandolinista bom por aí, mas Miltinho continua sendo dos maiores. E só nós, do meio do choro, sabemos disso.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:Às 8 em ponto.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:A Petrobrás foi apenas o mote para o Álvaro Dias. Todos os “melhores momentos” – se é que se pode falar isso -, que estão no site da Cultura, são de proselitismo puro, de uma mediocridade ampla. Uma pena no que foi a tibieza de Paulo Markun transformou a Roda Viva.
Querem uma crítica consistente ao governo? Convoquem o Gianotti, o Bolívar, o Murilo de Carvalho, o Boris Fausto. Mas transformar o programa em um palanque para um político menor é o fim. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Sem categoria Tags: Álvaro Dias, Roda VivaDaqui a pouco haverá a coletiva para que sejam prestadas todas as informações sobre a compra da Sadia pela Perdigão.
É curioso como as tragédias se abatem não apenas sobre pessoas mas sobre empresas, especialmente nesses tempos de especulação desvairada. O financeiro da Sadia dobrou a aposta em derivativos apenas uma semana antes da quebra do Lehman. Por uma semana liquidou uma saga familiar de seis décadas.
E vc sabia que tinham 500 milhões em depósitos no Lehman Brothers?! para quem acredita em macumba, é um prato cheio.
Ligam da Sadia para informar que a figura jurídica da operação é associação.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios Tags: SadiaBrasil e China forjam aliança e preocupam EUA
Reportagem da BBC noticia que a reunião entre os presidentes do Brasil e da China em Pequim, nesta terça-feira, “reúne duas forças poderosas entre as nações em desenvolvimento do mundo”, e preocupa Washington. A relação com a América Latina não foi uma prioridade no governo de George W. Bush, mas alguns sinais da nova administração sugerem que a atitude começa a mudar. No início deste mês, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que o Irã e a China têm feito o que ela chamou de “ganhos bastante perturbadores” na América Latina. “Eles estão construindo ligações econômicas e políticas muito fortes com vários desses líderes. Penso que não é do nosso interesse”, disse ela. Alguns analistas nos Estados Unidos ficaram perplexos que a secretária de Estado tenha agrupado suas preocupações com estes países em conjunto, dado que as atenções sobre o Irã têm mais o foco da segurança, enquanto a China é o econômico.
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia Tags:
Onno Wijnholds
Zhou Xiaochuan, presidente do Banco do Povo da China, sugeriu recentemente substituir o dólar pelos Direitos Especiais de Saque (DES) do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma vez que a moeda de reserva dominante traria maior estabilidade ao sistema financeiro global. A ideia de reformar o sistema através da introdução de uma moeda de reserva supranacional é, também, aparentemente apoiada pela Rússia e outros mercados emergentes. Além disso, um comitê consultor presidido pelo prêmio Nobel Joseph Stiglitz tem defendido uma nova moeda de reserva global, possivelmente baseada no DES.
Transformar o padrão dólar num sistema baseado no SDE seria uma importante ruptura com uma política que durou mais de 60 anos. O DES foi introduzido 40 anos atrás para suplementar o que à época foi considerado um nível inadequado de reservas globais e foi subsequentemente sancionado na emenda aos “Articles of Agreement” [estatutos] do FMI como principal ativo de reserva futuro.
O mundo, porém, logo ficou inundado de dólares. Portanto, em vez de se tornar o principal ativo de reserva do sistema global, a proporção de DES nas reservas globais encolheu para uma fração mínima, transformando o DES no equivalente monetário do esperanto.
Apesar de o euro, criado em 1999, ter se revelado um concorrente mais sério para o dólar, sua parcela nas reservas internacionais totais provavelmente ficou abaixo de 30%, na comparação com 65% para o dólar (essas participações são em parte estimativas, já que a China, maior país detentor de reservas do mundo, não informa a composição monetária das suas posições). (continua)
Eu botei em outro post, mas não custa repetir aqui. Olhem a tabela acima para entender a reviravolta das finanças internacionais a partir da crise.
Há dez anos quinze das vinte proncipais instituições financeiras com bala na agulha eram-anglo-amaricanas. Agora são apenas quatro, contra cinco chinesas e novos atores na praça, sendo dois brasileiros.
“O LEAP/E2020 citará aqui, como exemplo, três casos mostrando que vivemos numa época de ruptura como não acontece senão uma vez a cada dois ou três séculos:
1- Em 2009, a taxa de juros do Banco da Inglaterra atingiu o seu mais baixo nível desde a criação desta venerável instituição (0,5%), ou seja, desde 1694 (em 315 anos).
2- Em 2009, a Caisse des Dépôts et Consignations , braço financeiro do estado francês desde 1816 sob todos os regimes (reino, império, república, …), experimentou a sua primeira perda anual (em 193 anos).
3- Em Abril de 2009, a China tornou-se o primeiro parceiro comercial do Brasil, uma posição que desde séculos antecipa fielmente as maiores rupturas da liderança mundial. Com efeito, desde que, há duzentos anos, o Reino Unido pôs fim a três séculos de hegemonia portuguesa, é apenas a segunda vez que um país acede a esta posição. Os Estados Unidos haviam efectivamente suplantado o Reino Unido no princípio dos anos 1930 como primeiro parceiro do Brasil” .
A conferir “o recurso do Reino Unido ao FMI daqui até ao fim do Verão de 2009″.
O LEAP pode parecer apocalíptico, mas vem acertando todas.
Leia mais em http://resistir.info/crise/geab_35.html
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo Tags: dólarCláudio Gonçalves Couto
Certa feita, o ex-governador Leonel Brizola disse que “o PT é a UDN de macacão”. Essa frase não se explicava apenas pela notória destreza verbal do caudilho gaúcho e pela histórica rivalidade de seu trabalhismo decadente com o obreirismo emergente do PT. Ela também se justificava pela crítica à postura de oposicionismo contumaz e desleal, associada a um empedernido moralismo, que marcava o partido de Lula na época em que a conquista do governo federal ainda se encontrava algo distante.
(…) Mas a UDN e suas lideranças não atuavam de forma isolada nesta sua estratégia de oposicionismo desleal. Elas contavam com a sustentação política de setores da sociedade que se identificavam com sua perspectiva elitista liberal-conservadora. Para esses setores, Vargas e o favorecimento dos setores mais pobres da população por meio de políticas sociais eram anátemas: cumpria extirpar a eles e às práticas imorais de trato da coisa pública que supostamente lhes acompanhariam. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: SaúdeÀs vezes cometo imprudências. Como, por exemplo, colocar no computador, nessa hora da manhã, o DVD “Mistérios do Samba”, que acabei de ganhar da Natura. Como ficou mais difícil concentrar na economia. Um poema ao samba, com os coadjuvantes Paulinho da Viola, Marisa Monte e Zeca Pagodinho.
As estrelas são Monarco, Casquinha e outros grandes da Portela.
Putz, mas essa Marisa Monte é uma deusa e Paulinho da Viola o mesmo príncipe de sempre.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:O Valor traz uma boa matéria de Raquel Landim sobre o que estaria por trás da estratégia chinesa de se armar de estoques em momento de paradeira na economia.
Após ouvir muitos especialistas, a conclusão final é aquela que já antecipamos aqui: usar os estoques de forma permanente, como agente moderador nas futuras negociações com fornecedores, assim que a economia global se recuperar.
Esses dias conversava com o presidente de uma grande empresa exportadora de celulose para a China. Os chineses jogaram pesado, segurando as compras até que os estoques estivessem quase raspados, para derrubar os preços.
Agora, recompondo os estoques – provavelmente de forma permanente – ganham um enorme poder de barganha sobre os fornecedores.
http://www.google.com/notebook/public/07591216720102939856/BDVRV5goQtP3iw5Uk
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: China, commodities, estoquesDesafios
O segundo habeas corpus de Gilmar Mendes em favor de Daniel Dantas terá de voltar à discussão, mais tarde ou mais cedo, de modo severo e esclarecedor. Está aí a evidência dada, a propósito, pelas manifestações da Procuradoria Regional da República de São Paulo/Mato Grosso do Sul e pela Associação Nacional dos Procuradores da República. São protestos fortes contra a notificação, para explicações, de 134 juízes federais por seu manifesto de apoio ao colega Fausto De Sanctis.
Autor da segunda ordem de prisão de Daniel Dantas, De Sanctis a emitiu em razão de processo diferente daquele em que Gilmar Mendes, em nome do Supremo Tribunal Federal, concedera o primeiro habeas corpus. Para dizer o mínimo, o segundo habeas corpus deixou dúvidas até agora intocadas. Só para exemplos: o pedido ao STF cumpriu a tramitação devida ou saltou algumas etapas, senão todas? Tenha ou não o juiz De Sanctis pretendido a segunda prisão pelo mero desafio de que o acusou Gilmar Mendes, seria justificável pedi-la nos termos do processo? E, em qualquer caso, um magistrado pode sentenciar com base em seus sensíveis sentimentos de desafiado?
Como diz a nota da Associação dos Procuradores da República, os juízes solidários a De Sanctis, e por isso notificados para explicações -o que presume a possibilidade de punição- “manifestaram-se em ato de livre expressão”, sem caracterizar “insurreição e violação à Lei Orgânica da Magistratura”. Afinal de contas, De Sanctis foi acusado e insultado. Publicamente. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça Tags: De Sanctis, Gilmar Mendes, HC, SatiagrahaDA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A TAM reconheceu ontem que cometeu um erro no registro do pagamento de passagens em nome da mãe de Ciro Gomes (PSB-CE) para Nova York. Segundo a companhia, esses bilhetes foram pagos pelo deputado. Conforme a Folha publicou em abril, duas passagens para Maria José Gomes foram emitidas da cota de Ciro.
Na ocasião, o deputado teve uma reação colérica à reportagem. “Trata-se de leviana e grosseira mentira aquilo que foi feito, envolvendo pelo menos o nome de minha mãe, octogenária.”
Depois, repetiu a jornalistas que creditavam a informação ao Ministério Público: “Ministério Público é o caralho! Não tenho medo de ninguém. Da imprensa, de deputados. Pode escrever “o caralho” aí”. Ele disse que havia comprado com recursos próprios o bilhete de sua mãe para acompanhá-lo em missão oficial aos EUA. Segundo Ciro, só o bilhete dele foi emitido da cota.
Ontem, o site Congresso em Foco publicou cópia do recibo dos bilhetes, afirmando que a Câmara pagou dois bilhetes em nome de Maria José Gomes para Nova York.
A TAM esclareceu que houve troca dos documentos de compra dos bilhetes, e os créditos com recursos próprios referentes ao bilhete de Maria José foram registrados em nome de Ciro.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política Tags: Ciro Gomes, Congresso, cotas, passagens aéreasColoquei no Google Docs (clique aqui) algumas das muitas colunas que escrevi, ainda na Folha, sobre o papel deletério das CPIs, sobre a suprema hipocrisia de que CPIs só pegam culpados, quem não deve não teme e outras variações do mesmo teor.
Alguns trechos das colunas:
Se não se definirem com clareza uma reforma política ampla, o papel da mídia no quadro político e o papel das CPIs como ferramenta política, dificilmente o país se livrará de crises políticas enormes nos próximos anos, seja quem for o próximo presidente da República.
(…) Hoje em dia tem-se a mesma estratificação política do início da República, a mesma relação ambígua entre poder central e local, o mesmo esgotamento dos planos econômicos como fatores de legitimação política, mas uma dinâmica de opinião pública mil vezes mais elétrica, conduzida pela velocidade da internet e pela competição mercadológica entre os grandes veículos.
Essa força pode ser o grande fator de transformações do país, na medida em que induza a aprimoramentos institucionais e formas de controle democráticas. Mas também pode ser grande fator de instabilidade. É muito mais fácil do que nos tempos das “Cartas Brandi” ter o escândalo real ou esquentado, criar a comoção, que fornece o álibi para uma CPI, que promove a destituição do governante.
Há uma série de considerações a fazer acerca do artigo “O instrumento ameaçador” -publicado na Folha de domingo como contestação à minha coluna “CPI e interesses pessoais”.
Uma -menos importante-é de ordem pessoal. Diferentemente do que sugere o artigo, há muito tempo questiono os critérios pouco técnicos e o sensacionalismo das CPIs. Comecei a questioná-los na CPI do Impeachment, apesar de ter sido o jornalista que mais atacou Collor antes da CPI (de acordo com livro de Cláudio Humberto). Fui também o principal crítico da grande pizzaria em que se transformaram a CPI dos Precatórios e a dos Bancos. E isso porque acho que CPI só serve para fazer barulho e atrapalhar a produção de provas.
Grosso modo, a defesa que o artigo faz da CPI centra-se em dois pontos. Um, nas vantagens legais sobre outras formas de investigação (como inquérito policial e investigações do Ministério Público). Outro, na sua presumível eficácia sobre as demais formas.
No plano legal ela teria mais facilidades em conseguir quebrar sigilos bancários e telefônicos do que o Ministério Público e a Polícia Federal. É falso. Quando o pedido é bem fundamentado, nem Ministério Público nem PF têm encontrado dificuldades em obter autorização judicial para a quebra do sigilo. Ou se esquece de que as denúncias sobre a Sudam foram levantadas em cima de mais de 300 horas de “grampo” autorizado pelo Judiciário? Esse mesmo limite vale para as CPIs, uma das quais -a do Futebol- recentemente teve negada pelo Judiciário autorização para a quebra de sigilo de suspeitos -conforme lembra o atento leitor Marx Golgher.
Outra “virtude” da CPI -segundo o artigo- seria o “o confronto de tendências opostas entre os numerosos investigadores”. Ora, mas essa característica é justamente o que impede a eficácia das CPIs. Confronto de “tendências opostas” é bom para questões políticas e até para julgamentos finais, jamais para investigações, operação que exige critério, método, estratégia e sigilo. Nas CPIs têm-se levantamentos feitos de forma amadorística, sem preocupação de colher provas e submetidos ao critério subjetivo das “tendências opostas”. E esses critérios são exclusivamente o da manipulação de ênfases, sem nenhuma preocupação técnica.
Outra pretensa “virtude” das CPIs seria seu caráter público. Ótimo! Na CPI do Narcotráfico o público mais atento ao caráter público e democrático das sessões foram os narcotraficantes. Era só ligar a TV Senado ou TV Câmara, conferir o nome da testemunha de acusação e eliminá-la em seguida. (…)
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: CPI, golpeA direção nacional do PT censurou publicamente o senador Eduardo Suplicy por ter apoiado a CPI do Lixo, da Câmara Municipal de São Paulo. Jornalistas carlistas justificaram a desistência de Antonio Carlos Magalhães em assinar a CPI da Corrupção pelo fato de terem sido incluídas nela temas da vida do senador e o controle das investigações ficar com adversários políticos. O governo joga o que pode contra a aprovação de qualquer CPI sobre seus atos. E, sempre que alguém fica contra a CPI, todos repetem a mesma cantilena que é utilizada por seus adversários quando é sua vez de ser vítima de uma CPI: quem é contra a CPI é contra a transparência.
É uma hipocrisia fantástica e generalizada. Por que todos fogem de uma CPI? Porque todos, quando podem, utilizam politicamente a CPI e sabem que CPIs são instrumentos de manipulação política.
Depois
de descer vários degraus, a economia internacional – e a
brasileira – começa a se estabilizar.
Ontem,
nos Estados Unidos, o Secretário do Tesouro Timothy Geithner,
apesar de prever uma recuperação desigual entre os
vários setores, reconheceu que já se bateu no fundo do
poço.
Ainda é
possível que a taxa de desemprego ainda cresça um
pouco, mesmo depois da retomada da economia. Mas é uma
defasagem esperada. Leia mais »