CPI: uma questão de negócios
Juntando as peças:
1. A constatação do professor Ronaldo Bicalho é definitiva. Aqui está a explicação para essa CPI sem pé nem cabeça:
Ao intento óbvio de se criar dificuldade para o governo Lula, soma-se a clara manobra de enfraquecer a posição da empresa na negociação do novo marco regulatório para o pré-sal.
2. Depois lembrem-se que quem está na outra ponta, tentando assumir a criação e o controle da Petrosal é o senador Edison Lobão, afilhado do presidente do Senado José Sarney.
3. Finalmente, analise o papel de Sarney nesse jogo. Ou dos grupos brasileiros que entraram nessa área de prospecção e têm ampla influência, especialmente sobre a mídia carioca.
Do Portal Luís Nassif
Do Blog do Ronaldo Bicalho
A CPI da Petrobras e a irresponsabilidade sem limite
Colocar a maior empresa brasileira ao sabor das veleidades político-midiáticas em um momento de profunda crise econômica mundial caracteriza um tipo de comportamento que não tem nenhum outro compromisso que não seja alcançar o poder a qualquer custo.
Em um momento em que a empresa procura mobilizar todos os seus recursos para enfrentar os desafios da exploração do pré-sal, em um contexto econômico extremamente desfavorável, inserindo-se em um grande esforço de política anticíclica, criar uma CPI no Senado Federal tem como único objetivo inviabilizar qualquer tentativa de construir uma agenda positiva para o país.
Considerando o peso que os papéis da Petrobras têm no mercado de capitais brasileiro, as possibilidades para todo o tipo de manipulações a partir de vazamentos selecionados, boatos infundados, até mesmo da simples chantagem para auferir vantagens ilícitas, não têm limites.
Ao intento óbvio de se criar dificuldade para o governo Lula, soma-se a clara manobra de enfraquecer a posição da empresa na negociação do novo marco regulatório para o pré-sal. (continua)
Comentário
O grupo de Sarney, através de Edison Lobão, está tentando emplacar e assumir o domínio da nova empresa que surgirá, a tal Petrosal. Como foi o comportamento do Sanry em relação a esta CPI?
Do Estadão
Para evitar se desgastar, Sarney deu aval a tucanos
Presidente do Congresso avisou Planalto que não impediria oposição
Christiane Samarco e Eugênia Lopes
O desfecho da sessão de ontem, no Senado, quando foi criada a CPI da Petrobrás, teve o aval explícito do presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP). Mas se Sarney é o “pai” do fato consumado, a “mãe” é briga política entre PSDB e DEM, destravada com a decisão dos democratas de apoiar o ex-presidente para o comando do Senado, em fevereiro.
A rusga na oposição cresceu com o debate interno sobre a criação da CPI da Petrobrás: o DEM, liderado pelo senador Agripino Maia (RN), é majoritariamente contra a instalação imediata da comissão, enquanto a maioria dos tucanos tem pressa de abrir a investigação. “A maioria da minha bancada tem posição mais cautelosa de ouvir o presidente da Petrobrás primeiro”, explica Agripino.
Não foi por acaso que Sarney deu sinal verde a seu primeiro-vice, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), para que assumisse a presidência da sessão e fizesse a leitura do requerimento da CPI. Como presidente, Sarney seria o único que poderia tirar o vice da cadeira e impedir a leitura. Consultado por telefone, ele não só garantiu a Perillo que não iria ao Senado, como acrescentou que o tucano tinha legitimidade para proceder a leitura. Mais que isso: contou que avisara ao Planalto, na véspera, que não se desgastaria em um duelo com a oposição para evitar a CPI. (continua)
Por Ronaldo Bicalho
Nassif,
O posicionamento do senador José Sarney é o mais óbvio nesse jogo. Usar o controle do desenvolvimento de uma CPI para conseguir vantagens junto ao planalto é prática corriqueira do PMDB governista. E isto também vale para qualquer votação importante no parlamento. Esta é a parte mais visível do jogo, contudo não é a mais importante a desvendar.
(…) Dessa forma, colocar o foco sobre as armações costumeiras do PMDB ou sobre a perda de rumo do PSDB esconde os atores decisivos desta trama. Na verdade, tanto um quanto outro são fichinhas diante daqueles que realmente bancam o jogo.
Pode-se reduzir esse evento a nossa novelinha política e seus tradicionais personagens canastrões, porém, o problema dessa solução é que o programa é outro e inclusive passa em outro horário e em outro canal. (íntegra nos comentários).
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios, Sem categoria Tags: Edison Lobão, José Sarney, Petrobras, Petrosal

A maioria esmagadora das grandes e médias empresas no Brasil adotam modelos de gestão para executar planejamento tributário. Agora quando uma bem sucedida empresa estatal da dimensão da Petrobrás adota e pratica este modelo os tucanos que estão sem discurso e ao mesmo tempo para ficarem em evidência na mídia , exigem a criação de uma CPI , lembrando que um dos articuladores desta proposta é o senador que freta jatinhos à custa do senado.. Haja hipocrisia e má fé.
óia..
Desde o início dava prá sentir o “cheiro” da manobra do ilustre brasileiro senador pelo Amapá e dono do Maranhão José Sarney.
Foi ele que ligou para o vice do senado ler o tal requerimento da CPI.
Justificou dizendo que era regimental. kkk
Ficou na moita.
Seu parceiro Calheiros e líder do PMDB, que é partido da base governista, tomou chá de sumiço.
Mas é bom não esquecer o empenho extraordinário do senador Jereissati no caso.
Deve estar com os olhos gordos no pre-sal
Todos que sabem ler atinaram para os interesses escusos dessa CPI. Sabemos que o marco regulatório do pré-sal proposto pelo Governo, que criaria uma fundação para administrar os lucros da empresa e os remeteria à educação, não interessa aos donos do Brasil. Vem daí a chantagem da CPI e o conseguente sucateamento da Petrobrás. O vexame tornará mais flexível a barganha da mudança do Marco Regulatório e beneficiará sobretudo os políticos que costumam vender as nossas riquezas.
No entanto, acho que os demo-tucanos deram um tiro no pé. A CPI também servirá para que as pessoas que sabem ler, mas que não entendem muito de economia política, a grande maioria da classe média, se interessem pelo assunto e descubram a manobra que prejudica a população brasileira. Obviamente, que será algo como a CPI dos grampos e terminará desmoralizada, com seus líderes sendo condenados pela opinião pública, talvez não pela publicada. Pode ser um grande palanque para o PT e não ao contrário como pensam os do PSDB.
O Artur Virgílio que se lançou na arena não tem nada a perder porque não se reelege nem vereador por Manaus. Mas com os holofotes consegue barganhar recursos escusos de quem interessa a privatização da Petrobrás – e troca a não eleição por influência política dentro do PSDB.
O Lula, quando diz que é anti-patriótico, está dando o recado.
E o Sindicato dos Petroleiros quando vai se manifestar?
Proponho que os leitores desse blog que se interessam por economia política enviem e-mails condenando o vexame e a arquitetura política da Comissão para todos os seus contatos.
Vamos desconstruir as motivações que eles estão dando à Comissão, desde já. Mas também vamos pedir para que a mudança da contabilidade fiscal da empresa seja investigada pelas instâncias competentes.
Maria.
Acrescentaria algo ao comentário do Ronaldo Bicalho: Será que os nossos “nobres congressistas”pensam que foram eleitos para ficarem infernizando o tempo todo ao Executivo,e que criando e (perdendo tempo)com estas CPIs sem fim,estariam prestando um bom serviço ao paía ?
Desde que me entendo por gente,aprendí que a função constitucional de um parlamentar,é acompanhar as ações do Poder Executivo,dando-lhes o suporte necessário para que esta ação seja efetivamente útil á nação e quando da inoperancia de quaquer ato do Executivo,não atender às necessidades vitais da população,discuti-las e/ou aprimora-las.
Faz tambem parte das suas atribuições constitucionais,levar às Comissões da casa onde legisla,os anseios da sua base,e tentar atrves de emendas constitucionais,levantar os recursos para tais emendas.
Jamais foi da alçada parlamentar,ficar entrando no mérito jurídico de Estatais e/ou Autarquias,que como neste caso da Petrobras,usou de um artifício legal,para uma manobra contábil,que não afeta em nada a vida cotidiana dos brasileiros. É tudo uma questão de não dar trégua ao governo,e usar de todo ou qualquer factóide,par tentar desestabilizar a gestão atual.
A irresponsabilidade destes parlamentares de criar uma CPI,sem a menor necessidade,e com ela paralisar os trabalhos no Congresso,travando a pauta,e colocando novamente o país,nesta luta de gato contra o rato,que não leva a nada.
o psdb afunda.
serra vai junto.
ou alguém vai defender a molecagem?… a sabotagem?…
psdb nunca mais. acabou. foi tarde.
Nassif,
O que nós, mortais comuns, podemos fazer para mudar esse fato criado, visto que todos os comentários que tenho lido até aqui, com os quais concordo, destacam que é ao País que pretendem atingir?
Agora será que o Josias vai soltar alguma nota vadia sobre um certo partido que gosta de CPIs vagabundas? Acho que não. Sérgio.
Lula vai à China propor fim do uso do dólar no comércio
PEQUIM – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai propor ao seu colega chinês, Hu Jintao, na próxima terça-feira (dia 19), que o comércio entre Brasil e China seja feito na moeda dos dois países. “Nós não precisamos de dólares. Por que dois países importantes como China e Brasil têm que usar dólares como referência, em vez de suas próprias moedas?”, afirmou Lula, em entrevista à revista chinesa Caijing (Finanças).
O presidente brasileiro chegará a Pequim na segunda-feira (dia 18), para uma visita que vai durar pouco mais de 48 horas. A ampliação do peso dos países em desenvolvimento nos organismos multilaterais será outro ponto crucial do encontro de trabalho que ele terá com Hu Jintao às 17 horas de terça-feira (horário local). Antes disso, na segunda-feira, os dois presidentes vão jantar juntos.
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,lula-vai-a-china-propor-fim-do-uso-do-dolar-no-comercio,371895,0.htm
Há algum tempo o Millor escreveu um pequeno, mas contundente, texto sobre o Sarney, se alguém o tiver seria interessante postá-lo.
Nassif,
O posicionamento do senador José Sarney é o mais óbvio nesse jogo. Usar o controle do desenvolvimento de uma CPI para conseguir vantagens junto ao planalto é prática corriqueira do PMDB governista. E isto também vale para qualquer votação importante no parlamento. Esta é a parte mais visível do jogo, contudo não é a mais importante a desvendar.
Outra parte óbvia é a tentativa da oposição criar dificuldades para o governo Lula custe o que custar; já que o maior custo para ela é ficar fora do poder por mais quatro anos. No entanto, até aí morreu o Neves. Não tem novidade.
Na verdade, esses dois movimentos são apenas os mais aparentes e não é aí que está o essencial; não é ai que está o que, de fato, estrutura o movimento.
O que realmente define esse movimento é a disputa pelo pré-sal, que vai além da indicação da direção da nova estatal e da possibilidade de vitória do PSDB em 2010.
Em primeiro lugar, o que está em jogo é o controle e, acima de tudo, o acesso à renda petrolífera. Nesse sentido, é preciso barrar qualquer mudança do marco legal que aumento esse controle. Independentemente, da criação da estatal ou do fortalecimento da Petrobras. O importante é restringir o papel do Estado no pré-sal.
Em segundo lugar, é fundamental enfraquecer a Petrobras que independentemente da criação ou não da estatal continuará sendo muito forte na exploração do pré-sal. Neste sentido, atingir a empresa no exato momento em que ela se joga na busca de financiamento para viabilizar o início da exploração é fundamental. Enfim, acerta-se o corredor já na largada.
Em terceiro lugar, essa disputa irá desembocar em 2010, portanto, desqualificar a participação do Estado em um contexto mundial no qual esta participação se fortalece é necessário na disputa eleitoral. Para isso, acertar a Petrobras, a nossa estatal mais forte, é fundamental nesse jogo ideológico que, na verdade, não passa de disputa econômica pela renda do pré-sal.
Dessa forma, colocar o foco sobre as armações costumeiras do PMDB ou sobre a perda de rumo do PSDB esconde os atores decisivos desta trama. Na verdade, tanto um quanto outro são fichinhas diante daqueles que realmente bancam o jogo.
Pode-se reduzir esse evento a nossa novelinha política e seus tradicionais personagens canastrões, porém, o problema dessa solução é que o programa é outro e inclusive passa em outro horário e em outro canal.
Este é um deles, mas há melhor:
Em 1988, o cidadão José Ribamar Sarney, conhecido como José Sarney na vida pública, acreditando ser, e acreditado como, escritor, publicou mais uma das suas, um livro (?) intitulado BREJAL DOS GUAJAS (não dos Guajás, como pensam muitos, outra tribo, essa não ofendida pela literatura do atual Senador). Instado por amigos, escrevi várias notas, não pretendo elevá -las a crítica porque nem eu sou crítico nem o Senador pelo Amapá (!!!) escritor.
As notas acabaram chegando a 14 (catorze) e, como sói, não abalaram a reputação do retratado, mesmo porque até hoje as pessoas me cumprimentam como se eu tivesse escrito sobre Marimbondos de Fogo (um livro no qual Sarney atingiu apenas a mediocridade.
Só em Brejal atingiria a oligofrenia literária, o bestialógico em estado puro. Nas “críticas”, quase sempre me refiro ao ex-presidente (que, aliás, atingiu a presidência por pura levitação) como Sir Ney porque, reza a lenda, o pai o teria batizado em honra a um inglês fazendário chamado Ney, que morava em Pinheiros, terra natal do nosso Basbaque, perdão, Balzac.
Sarney e eu continuamos a nos falar nas vezes em que nos encontramos. Sarney, homem extremamente educado, me tratando com o respeito que me deve, eu, mais bem educado do que ele, o tratando com a ironia devida.
Por que republicar, eternizando (a Internet pretende guardar para sempre), estes textos aqui no SAITE? Por motivo importantíssimo. Depois de tudo que já fez ao país, Sarney ameaça agora abandonar a política para se dedicar inteiramente à literatura. Por muito menos do que isso, noutro dia, meio milhão de pessoas se reuniram em todo o Brasil dizendo BASTA!
Em 1988, o cidadão José Ribamar Sarney, conhecido como José Sarney na vida pública, acreditando ser, e acreditado como, escritor, publicou mais uma das suas, um livro (?) intitulado BREJAL DOS GUAJAS (não dos Guajás, como pensam muitos, outra tribo, essa não ofendida pela literatura do atual Senador). Instado por amigos, escrevi várias notas, não pretendo elevá -las a crítica porque nem eu sou crítico nem o Senador pelo Amapá (!!!) escritor.
As notas acabaram chegando a 14 (catorze) e, como sói, não abalaram a reputação do retratado, mesmo porque até hoje as pessoas me cumprimentam como se eu tivesse escrito sobre Marimbondos de Fogo (um livro no qual Sarney atingiu apenas a mediocridade.
Só em Brejal atingiria a oligofrenia literária, o bestialógico em estado puro. Nas “críticas”, quase sempre me refiro ao ex-presidente (que, aliás, atingiu a presidência por pura levitação) como Sir Ney porque, reza a lenda, o pai o teria batizado em honra a um inglês fazendário chamado Ney, que morava em Pinheiros, terra natal do nosso Basbaque, perdão, Balzac.
Sarney e eu continuamos a nos falar nas vezes em que nos encontramos. Sarney, homem extremamente educado, me tratando com o respeito que me deve, eu, mais bem educado do que ele, o tratando com a ironia devida.
Por que republicar, eternizando (a Internet pretende guardar para sempre), estes textos aqui no SAITE? Por motivo importantíssimo. Depois de tudo que já fez ao país, Sarney ameaça agora abandonar a política para se dedicar inteiramente à literatura. Por muito menos do que isso, noutro dia, meio milhão de pessoas se reuniram em todo o Brasil dizendo BASTA!
Cadê o Sindicato dos Petroleiros? Cadê a CUT? Cadê a Força Sindical? Cadê os estudantes carapintadas? É hora de botar os movimentos sociais na rua para barrar essa manobra entreguista. O petróleo é nosso!
Acho que o momento atual é diferente. A mídia já não é a mesma. Para cada imposição de informação, haverá um debate na rede de blogs, a mídia independente. Estamos muito mais maduros e preparados para não sofrermos o linchamento de 2006, que sinalizou o grau de democracia em que nos encontrávamos. Este é um risco e uma grande oportunidade, como dizia Derrida. Finalmente poderá ser ditas e formuladas além das paixões e destemperos e dos assassinatos de reputação as idéias sobre o modelo econômico que levará o Brasil a ter um papel efetivo no cenário internacional. Que venha o debate!
Uma traição descarada do velho Sarney.
O blogueiro do http://www.brasilwiki.com.br reclama de um internauta chamado Mafrinha, segundo ele, um mosca de boi: “Quem já teve um mínimo contato com o campo sabe do que estou falando. É aquela mosca que gravita em torno do gado. Voa, zumbe para lá, para cá, e vai assentar no olho do boi. Incomodado, o bicho dá uma balançada na cabeça. Ela voa, zumbe para lá, para cá, e vai assentar no outro olho. O boi balança a cabeça outra vez e lá vai a mosca, voar e zumbir para assentar em outro canto”. Segundo o blogueiro, o Mafrinha “entra nos textos que o desagradam para fazer uma espécie de pichação: depois que ele escreve, é necessário usar a barra horizontal de rolagem para ler o texto. Uma criança dengosa, ou melhor, uma mosca dengosa: não gostou, bate os pezinhos, chora e quer “descontar”. Não sei se aqui costuma entrar algum mosca de boi desse tipo. Estive relendo, porém, o alentado relatório de 111 laudas escrito pelo ministro Carlos Ayres Brito no recém julgado processo da lei de imprensa. Nele o ministro cita ensinamento de Roberto Civita, da Veja: “Contrariar os que estão no poder é a contrapartida quase inevitável do compromisso com a verdade da imprensa responsável”. Então a imprensa tem de estar sempre contrariando o governo? Não há alguma coisa de mosca de boi nisso?
Não há a menor dúvida que esse movimento para criar uma nova estatal para cuidar do pré-sal é impulsionado por interesses escusos. É suicídio petrolífero deixar Edson Lobão encabeçar esse processo.
Quanto mais se esclarecem as motivações dessa CPI mais firmo convicção de que tal instituto deveria ser abolido da Constituição Federal. Ministério Público e Polícia Federal são instituições eficientes para investigações e ações eficazes contra supostas irregularidades que venham ganhar as páginas da imprensa. Mas isso também compromete o trabalho da mída. É mais fácil para os preguiçosos reproduzir discursos políticos equivocados ou eivados de más intenções do que se deter em questões mais técnicas. Ao senhor senador autor do pedido da CPI da Petrobrás, apenas meu protesto civilizado: vá lamber sabão!
Visto que a face da comunicação está mudando pesadamente, da Nova Imprensa (internet com internautas diversos) versus a Velha Imprensa (jornais e revistas de papel e TV falida, com analistas e formadores sem mais credibilidade), creio que posso resumir os comentários daqui e a pretensão do PSDB à apropriação do prés-sal com um título de música do Erasmo Carlos: O Circo de Políticos com Imprensa, também conhecido por CPI, pode vir quente que nós estamos fervendo.
Nassif, talvez eu não esteja em São Paulo, e como ainda não vi nada aqui no site divulgando, passo a dica:
http://programacao-cultural-do-ccj.googlegroups.com/attach/2cfe582be64b6be9/image001.jpg?view=1&part=4&hl=pt-BR